O dono da minha irmã 3

Chegamos no reservado. Quando entrei, tinha muito mais luz. Agora o patrão estava jantando com minha filha, mas, minha nossa, quando vi ela, quase desmaiei. Minha filha Carla estava grávida, meu Deus, tinha uma barriga e umas tetas enormes, que mesmo com o vestido bem largão de grávida, dava pra notar. Ela, quando me viu, nem reparou no meu jeito de vestir, baixou a cabeça.

— Desculpa, mãe, tinha que ter te contado. Tô de 8 meses. Meu namorado me largou. — Ela começou a chorar, e meu patrão aproveitou a ocasião pra abraçar ela e passar a mão na coxa dela. Tanto eu quanto Juan ficamos sem reação, eu tava em choque, já nem lembrava como eu tava vestida, mas a Carla...

— Mas, mãe, e essa roupa? Parece uma p***. — Tanto eu quanto Juan ficamos vermelhos, sem saber o que dizer, mas o patrão interveio.

— É, menina, fala mesmo, como uma slut. Olha, é que sua mãe quer trabalhar como garçonete aqui e esse é o uniforme dela, mas a burra comprou um tamanho pequeno pra ela, hahahaha.

Aquilo já era demais. Aquele preto degenerado me insultava na frente da minha filha. Aff, meu Deus, mas minha bucetinha molhou de novo. Lembrei da porra na minha boca. Me aproximei da minha filha, peguei ela pelo cabelo e comecei a beijar ela de língua. Ela não esperava, ficou imóvel. Eu aproveitei pra enfiar a língua e passar a porra pra boquinha dela, pra ela sentir o gosto. Em vez de se afastar, ela começou a brincar com a língua dela na minha boca. Deus, sou uma promíscua, minha buceta pulsava. Tava beijando minha filha, aff, amei.

— Bom, meninas, já deu, vou ficar com ciúmes, haha. — Disse o patrão, enquanto nos separava.

— Porra, mãe, que beijo, aff.

— Gostou, filha?

— Aff, não sei o que te dizer, mãe, me deu um pouco de vergonha. O que esse senhor vai pensar? Somos mãe e filha.

— Desculpa, filha, tava com muita saudade de te ver.

Carla tava nervosa, não esperava que a mãe beijasse ela daquele jeito. Eu conhecia ela bem, tava vermelha e só fazia cruzar as pernas. Ela tinha ficado excitada. Com muito cuidado, deixei meus óculos caírem no chão. Quando me abaixei, vi um brilho na calcinha dela. Sabia.

— Mas, pai, e você, não vai falar nada? A mami, como é que deixa ela sair assim, até com um peito de fora? Meu Deus, com aquilo tudo nem me lembrava. Tanto eu quanto o Juan ficamos sem saber o que dizer. — Olha, menina, sua mãe é muito gostosa, mas você já sabe que ela é um pouco velha. Quando veio pra entrevista, eu falei que não, que tava procurando garotas mais novas, e haja, não vai acreditar, mas ela disse que pra compensar ia com um peito de fora. Por enquanto, meus clientes tão gostando. E você? — Bom, minha mami já é velha, mas e o papai? — Fica tranquila, menina, seu pai tá de acordo. Como você sabe, seu pai é um inútil e acha tudo bem, é o único jeito de trazer dinheiro pra casa, né, Juan? Uff, a Carla olhava pro pai, não acreditava que ele aguentava aquele desconhecido insultar ele sem fazer nada. O amo percebeu a situação e falou mais alto. — Né, Juan? — Sim, sim, senhor. Filha, por enquanto sua mãe tem que fazer isso. A cara do meu marido era um poema, aquilo devia ser muito humilhante pra ele. Aquele preto degenerado insultava ele na frente da filha. Uff, Deus, aquela situação só me esquentava. Ficamos assim um tempo até o amo terminar de comer e mandar apagar as luzes. — Me ligou, meu amigo ficou muito satisfeito com seus serviços, até me mandou um presente. Onde você guardou? Eu não entendia nada, aquele pervertido não tinha me dado nada, só que ele e os amigos tinham me fodido como uma puta. — Desculpa, senhor, mas ele não me deu nada. — Tem certeza? Ele disse que você guardou com a foto das suas meninas. Porra, aquele filho da puta, além da foto, o que mais ele tinha enfiado no meu cu? O amo, vendo que a gente não reagia: — Com a burra que você é, com certeza perdeu. Por que não vai na cozinha e pergunta lá? Guardam os objetos perdidos. E de quebra, traz a janta pra sua filha. — Ok, senhor — falei, me levantando. — Juan, por que não acompanha sua esposa? Tô com muita vontade de conversar com sua filhinha. Tanto eu quanto o Juan obedecemos. Devíamos estar loucos pra deixar nossa filha com aquele pervertido. Entramos na cozinha, verdade que era bem pequena e escura. e suja tinha dois cozinheiros, mas Deus, Anyi, minha irmã lavando pratos. - Oi, irmãzinha. - Mas Anyi, você, tão recatada e cheia de estilo, lavando pratos? - Pois é, Laura, o Mark me colocou aqui. Diz que uma merda como eu, enquanto não tiver uma rola pra me foder e puder gerar algum dinheiro, pelo menos que faça algo útil e lave os pratos. Deus, eu não entendia como minha irmãzinha, que cresceu rodeada de luxo e conforto, aguentava aquilo. - Boa noite, o Mark nos mandou. Por acaso entregaram algo pra minha esposa? Ela perdeu... Disse meu marido, se dirigindo a quem parecia ser o chefe. - Porra, cara, qual é, você é idiota? A reação do cara pro meu marido foi bem violenta. - O quê? - Nem o quê, nem porra nenhuma, idiota. Você não ouviu o dono? O que você procura tá no cu da puta da sua mulher. - Senhor, desculpe, mas ele é meu marido e não vou tolerar isso. Tapa, tapa. Aquele animal me pegou pelo cabelo e me deu dois tapas. - Você é uma puta, isso sim. Vai, puta, pelada e de quatro, vamos te dar a janta. Sob o olhar atento daqueles animais e do meu marido, comecei a me despir, com muito medo, olhando pro meu marido. - Você, corno, vai, ajuda ela. Disse minha irmã. João obedeceu de novo, se aproximou de mim e me ajudou a tirar a roupa. Deus, tanto eu quanto meu marido estávamos aterrorizados. O que aqueles degenerados fariam com a gente? Mas minha buceta, como sempre diante daquele tratamento, estava encharcada. - Pronto, senhor. Disse meu marido, gaguejando. - Não, idiota, cê acha que a gente é imbecil igual você? A gente sabe que a puta da sua esposa é loira. Vai, tira essa peruca dela e coloca isso. Disse o chefe, passando uma sacola pro João. Ele, como um bom cachorro, tirou minha peruca e, da sacola, tirou uma coleira e uma tiara que, quando colocadas, me deixaram com cara de puta. - Tá vendo, viado? Sua mulherzinha agora tá mais gostosa. Anda, enquanto ela janta, você olha a bunda dela, vê? Colocaram uma corrente de cachorro em mim e me empurraram até uma tigela de porra. Deus, aquilo era extremamente humilhante. Me tratavam como uma puta que tinha que comer no chão, me tava ficando louca, mas diante daquela situação de submissão e desprezo, minha bucetinha começou a soltar gotinhas, eu amava aquilo, me sentir dominada e humilhada por dois homens de verdade, sob o olhar atento da minha irmã e do meu marido, comecei a lamber. — Desculpa senhores, mas a gente vai. Disse João, todo assustado. — Não, maridinho, não ouviu? Eu sou a putinha deles, tenho que jantar. De novo, traía meu marido entre lambidas. — Vem, corno, já ouviu? Olha minha raba. Aí ouvi meu marido começar a chorar, se colocando atrás de mim. — Vem, corno, ou esses senhores vão ficar bravos. Tava tão tesuda que só queria agradar aqueles homens. João primeiro tirou a tanga, uff, tava cheia de porra misturada com minha merda, olhei pra ele e tava com cara de nojo. — Vem, procura dentro, tem mais, seu maricona corna. Zoavam dele, enquanto ele, todo tímido, enfiou um dedinho. — Kkkk, corno, calma que não quebra, sua mulherzinha hoje levou no cu umas doze picas. Deus, lá estava eu lambendo aquela xícara enquanto meu marido era humilhado por aqueles homens, sem conseguir evitar, saiu mais uma porrada da minha buceta e escorreu pela minha perna. — Porra, filho da puta, minha irmãzinha pelo visto adora porra, kkk. Disse minha irmã, que também entrou na zoação. — Porra, corno, vem, não vê que sou uma rabuda que acabou de ter o cu arrombado e cheio de leite? João ficou puto e, sem eu esperar... Aaah, deus, aaah, mas aaaaah. O filho da puta tinha enfiado a mão inteira. — Porra, seu cu parece um túnel. Ficou um tempão procurando, deus, aquela dor fazia meu coelhinho pulsar, tava quase gozando. — Pronto, Laura, a foto e uma sacola branca. Disse meu marido, enquanto eu sentia minha raba esvaziando, escorrendo pelas minhas pernas uma mistura de porra e merda. — Porra, Laura, esses pervertidos deixaram seu cu cheio de porra, escorre pelas suas pernas. — Cunhado, minha irmã é uma porca, mas é sua mulherzinha, não pode ir assim. Disse Anyi, sem eu pedir, começou a lamber minha coxa bem timidamente. — Uff, seu corno. Marido, vem lamber o cum dos meus males. -Glub glub Laura, você é uma puta. -Porra, cuck, como você lambe, mm, e viado, sua esposa não é uma puta, diz que é gostosa, vem, viado, limpa, aa as putas cobram e eu fui comida de graça. Diante das minhas piadas e dos presentes, Juan me empurrou, como se estivesse esperando a vida toda, enfiou a língua no meu cu. -Porra, brother-in-law, você é patético, tá comendo o cum de outros caras misturado com merda do cu da sua irmã. Disse minha irmã, surpresa, sentando e começando a se masturbar. -Porra, ff, é meu cuck, um viado, um chupa-leite, você gosta, viado? Você gosta de lamber meus buracos cheios de cum de homens de verdade? -Glub glub, sim, sim, Laura, sim, eu adoro, mmm. -Haha, cuck, vem, lambe, limpa meu cu pra esses senhores. Eu não aguentava mais e comecei a bater uma pro meu pussy, olhando pras rolas dos cozinheiros que se masturbavam com o espetáculo. -Querido, tô com tesão? -Sim, Deus, Juan, sim, olha essas rolas, por favor, pede pra eles deixarem sua mulherzinha chupar elas, por favor, Juan. Falei, tirando meu cu da cara do meu marido, ele me olhou confuso de novo, mas essa situação também o excitava, porque apesar do micro-pau, dava pra ver o volume. -Por favor, senhores, deixem a... Nem deixaram ele terminar, o chefe me pegou pelo cabelo e enfiou o cock na minha boca. De novo, aconteceu algo que eu não esperava: meu marido tirou a cucuinha dele e, diante daquele espetáculo, vendo aquele cozinheiro gordo fodendo a boca da esposa dele como uma puta vulgar, começou a bater uma com dois dedos. -Obrigado, senhor, obrigado por deixar minha esposa chupar e ser sua puta, mete duro nela, ela gosta de rolas boas e de enfiar até a garganta. -Porra, cuck, você é patético e com certeza tá morrendo de vontade de eu gozar na boca dela, né, viado? -Sim, sim, Deus, sim, o que ele quiser é a puta dele, a raposinha dele, faz o que quiser com ela, ela morre de vontade de ser emputecida e cheia de cum. Parecia um sonho meu marido dizendo aquilo. -Não, viado, essa puta eu quero foder primeiro. por que você não prepara e coloca na mesa. Meu marido me comeu como uma boneca, me colocou em cima da mesa e abriu minha buceta. — Deus, Juan, que pau, meu deus, ele enfiou inteiro, aaaa. — Você gosta, foxy? Gosta de ser fodida na frente do seu marido, vagabunda? — Sim, sim, porra, vai, me dá mais pau, destrói minha buceta, deixa meu marido ver como um pau de verdade come a mulher dele. — Toma, foxy, deus, que buceta tá pegando fogo, aaaa. Aquele animal tava me dando estocadas brutais, eu amava, principalmente vendo meu marido se masturbando com o micro-pau dele e sob o olhar da minha irmã, que já tinha o punho inteiro dentro da própria buceta. — Porra, deus, Juan, vou gozar, que pica, Juan, vai, senhor, me dá gozo, enche minha buceta, por favor. De novo, aqueles dois degenerados me trataram como lixo, me jogaram no chão. — Não, foxy, você tá mal acostumada, você vai gozar quando a gente der permissão, vai, pro seu pote de gozo e coloca a coleira e a tiara de puta, agora seu cu vai ser comido pelo meu amigo. Eu, claro, obedeci, e quando tava dando a primeira lambida no meu gozo — Toma, foxy, toma pau no cu, vagabunda. O cara mais novo tinha um ainda maior, se colocou atrás de mim e me deu uma estocada brutal. Porra, tava me arrombando e ele só tinha enfiado metade. — Porra, foxy, não entra, vai, relaxa, vou meter devagar. — Não, não, seu filho da puta, minha irmã é sua puta, sua puta, vai, arromba o cu dela de pau até sair pela boca, ou você é viado que nem meu cunhado. Porra, minha própria irmã fazendo isso comigo, aquilo irritou ele porque... — Seu corno, vai, vem aqui, abre o cu da sua esposa promíscua, que vou arrebentar o cu dela. Juan, feito um cachorro, obedeceu, ficou do nosso lado e abriu minhas nádegas. — Senhor, se quiser, eu chupo ele e deixo duro pro cu da minha mulher. — Não gosto de viado, você abre o cu, porco. Disse cuspindo na cara do meu marido. — Foxy, vai, quer pau? Então toma, puta, engole. Ele enfiou inteiro, doía, mas minha buceta tava pulsando, queria mais. — Porra, filho da puta, sim, sim, que pau, filho da puta, vai. mas rompe meu cu. -você gosta, vagabunda? você gosta da minha pica? -deus sim, eu adoro olha, joão, que safado, deus, isso sim é um homem. Eu estava no paraíso, aquele animal me comia como nunca, eu tinha minha cabeça enfiada no volante aguentando as investidas, já tinha gozado umas cinco vezes olhando como a anyi chupava o outro cozinheiro. -porra, foxy, vamo, mexe essa bunda, vou gozar, vou encher teu estômago de porra. Eu estava encantada, morria de vontade de sentir a porra daquela pica no meu cu, mas de novo tinha esquecido que eu e meu marido não passávamos de dois objetos a serviço daqueles degenerados. -não, para, não goza, esses pais vieram buscar a janta pra filhinha deles, né?. Disse minha irmã se levantando e pegando o bol. -hahaha anyi, acho boa ideia, não tô afim de cozinhar nada agora pra vagabunda da filha dessa vagabunda. Eu não entendia nada, só senti que aquele animal tirou a pica do meu cu e me pegou pelo cabelo. -vamo, promíscua, já vai ver como minha sobrinha vai gostar haha. Disse anyi me passando o bol. -desculpa, vocês não vão gozar na janta da minha filha, não pelo amor de deus, é minha filha e sua sobrinha… tapa tapa -vamo, foxy, ainda não sacou que você não passa de um pedaço de carne sem voz nem voto? vamo, vagabunda, chupa ela e prepara a janta pra sua filha. Olhei pro joão, ele ainda estava com a piquinha de fora, que patético, não só não fazia nada como de novo estava se masturbando. Tapa tapa. O mais novo me deu dois tapas, e aquilo já me pareceu demais, eu não podia deixar aqueles degenerados gozarem na comida da carla, mas minha irmã se ajoelhou atrás de mim. -mas olha só a mamãe, tá com remorso? o que foi, acha muito forte ver sua filhinha engolindo leite de macho? por que não perguntamos pra sua buceta de vagabunda o que ela acha? E sem esperar, bem bruscamente, enfiou dois dedos na minha buceta, que estava encharcada. -tá vendo, vagabunda? sua buceta diz que sim, mais ainda, pelo molhado que tá, diria que ela morre de vontade de ver a foxy da minha sobrinha engolindo porra. -sim, sim Puta siii! Eu disse, enterrando aquela pica na minha boca enquanto segurava o pote. -Hahaha, foxy, você não passa de um pedaço de carne que só pensa com essa sua buceta velha suja, vai, pede pro meu amigo gozar na janta da minha sobrinha Carla. _ Siii, porra, siii, filho da puta, vai, enche o arroz da puta da minha filha de leite, por favor. Deus, eu tava fora de mim, mas com a imagem da Carla engolindo aquele leite eu ficava louca, chupava ele como uma desesperada, aquela situação me dava tanto tesão que os primeiros jatos daquela pica foram pra minha boca. -Porra, foxy, que gozada, sua filhinha vai amar. Disse aquele animal tirando a pica de mim e apontando pro pote, caíram uns 20 jatos, porra, parecia uma mangueira. -Deus, puta, que boquete, você é uma verdadeira chupadora de pica, sua filha vai ficar encantada. O jovem terminou de gozar no pote da minha filha enquanto eu segurava o pote e ele me xingava, mas eu continuava com tesão e tava fora de mim, então fui atrás da outra pica, queria chupar ela, queria mais leite pra minha filha, mas. -Haha, irmãzinha, essa pica é minha, você segura o pote, eu também quero contribuir pra janta da minha sobrinha. Minha irmã chupou a pica, deus, ela era toda uma profissional, eu me masturbava e segurava o pote, o cozinheiro com aquele boquete gozou na hora. -Uff, foxy, que pena que sua irmã me deixou seco. Disse o mais velho, que mal saíram três jatos. -Bom, irmã, vamos, o Mark tá esperando. Eu e Juan nos vestimos bem rápido, tinha ficado tarde, quando eu ia sair, me fiz de doida e deixei o pote pra trás. -Onde cê vai, irmãzinha, e isso? Disse minha irmã com o pote na mão. -Porra, Anyi, por favor, sou a mãe dela, você não pode me pedir isso. E me puxando pelo mamilo -Olha, Laura, tô cansada de explicar que tanto você quanto esse corno aí não passam de dois cachorros que só servem pra obedecer, tá claro? -Sim, deus, sim, desculpa. -Muito bem, irmãzinha, agora por reclamar, vamos temperar a janta dela haha. Minha irmã limpou a garganta e cuspiu no arroz com leite, passando pros companheiros dela que Fizeram a mesma coisa. Olhei pra minha irmã com cara de ódio quando ela me deu a vasilha. — Vai, mana, e não reclama, que com certeza a calcinha fio-dental já molhou. Deus, era verdade. Ver eles cuspindo na janta da minha filha fez minha buceta pulsar, mas o que tava acontecendo comigo? Que tipo de mãe eu era? Com esses pensamentos, chegamos no camarote. Lá estava o Amo com minha filha, que, imagino que por causa do calor, tinha descoberto os ombros. Ela, ao nos ver: — Finalmente, mamãe, tô com uma fome do caralho. Sem dizer nada, e sob o sorriso do Love, que com certeza sabia o que tinha rolado na cozinha, passei o arroz com porra pra Carla. — Toma, filha, a colher. — Não, mamãe, tá líquido. Sim, do jeito que eu gosto, vou beber como se fosse um copo de porra. — Porra, mamãe, o gosto é estranho, mas é bom. Deus, ver minha filhinha bebendo aquilo, em vez de me horrorizar, me deixou com tesão. — Gostou, menina? — disse o Amo. — Sim, muito, mas ainda tô com fome. — Bom, pra isso eu tenho uma coisa melhor. Sua idiota, trouxe aquilo? Da bolsa, tirei o saquinho que o Juan tinha tirado do meu cu. Deus, tinha uns 20 gramas. — Muito bem, vamos provar — disse o Amo, despejando mais de meia bolsa e fazendo duas carreiras com um canudo. — Fffff, Deus, que yummy, aaaa. Me deu uma onda, Deus. — Vai, Laura, tá uma delícia. — É que minha filha... — Vai, não me enche o saco — disse ele com voz autoritária. Eu nunca tinha provado, mas... — Fffff, Deus, uff, que yummy, obrigada. Imediatamente fez efeito, ufff, me senti eufórica, yummy, amei. — Tá gostando? — Sim, porra, sim, que yummy, obrigada. — disse, cheirando mais duas. — Vai, Carla, prova. — Mamãe, pelo amor de Deus, tô de oito meses. — Vai, menina, uma noite é uma noite. — Ok. Carla pegou o canudo e... — Fffff, porra, sim, uff, que tasty. — Tá gostando? — Sim, sim, que bom. Toma, papai. — disse Carla, passando o canudo pro Juan. — Desculpa incomodar, senhor, mas temos um problema — disse minha irmã Anyi, entrando bruscamente. — Oi, Anyi — disse Carla, levantando-se ao ver a tia. — Agora não, sobrinha, tô trabalhando. — O que foi, Anyi? Como cê vê, tenho convidados. — Eu sei, senhor, mas as câmeras de segurança... Peguei uma parada que você precisa ver. A Anyi passou o tablet pra ele bem descuidadamente, porra, eram fotos do Juan se masturbando na cozinha, minha irmã tinha armado uma cilada pra ele. O chefe, ao ver as fotos, levantou bruscamente. —Fica aí, Anyi, a gente precisa tomar uma atitude, esse é o meu point e não vou tolerar isso.

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