Chegamos no reservado. Quando entrei, tinha muito mais luz. Agora o patrão estava jantando com minha filha, mas, minha nossa, quando vi ela quase desmaiei. Minha filha Carla estava grávida, meu Deus, tinha uma barriga e umas tetas enormes, que mesmo com o vestido bem largão de grávida dava pra notar. Ela, quando me viu, nem reparou no meu jeito de vestir, baixou a cabeça.
— Desculpa, mãe, eu devia ter te contado. Tô de 8 meses. Meu namorado me largou.
Ela começou a chorar, e o patrão aproveitou a deixa pra abraçar ela e passar a mão na coxa dela. Tanto eu quanto o Juan ficamos sem graça, eu tava em choque, já nem lembrava como eu tava vestida, mas a Carla...
— Mas, mãe, e essa roupa? Parece uma p*.
Tanto eu quanto o Juan ficamos vermelhos, sem saber o que dizer, mas o patrão interveio:
— Isso mesmo, filha, fala logo como uma puta. É que sua mãe quer trabalhar como garçonete aqui e esse é o uniforme, mas a burra comprou pequeno pra caralho. Hahahaha.
Aquilo já era demais. Aquele preto degenerado me insultava na frente da minha filha. Aff, meu Deus, mas minha bucetinha molhou de novo. Lembrei da porra na minha boca. Me aproximei da minha filha, peguei ela pelo cabelo e comecei a beijar ela de língua. Ela não esperava, ficou paralisada, e eu aproveitei pra enfiar a língua e passar a porra toda pra boquinha dela, pra ela sentir o gosto. Em vez de se afastar, ela começou a brincar com a língua dela na minha boca. Deus, sou uma puta mesmo, minha buceta pulsava. Tava beijando minha filha, aff, amei.
— Beleza, meninas, já deu, vou ficar com ciúmes, haha. — Falou o patrão enquanto nos separava.
— Porra, mãe, que beijo, aff.
— Gostou, filha?
— Aff, nem sei o que te dizer, mãe, fiquei meio sem graça. O que esse senhor vai pensar? Somos mãe e filha.
— Desculpa, filha, tava com muita saudade de você.
A Carla tava nervosa, não esperava que a mãe beijasse ela daquele jeito. Eu conhecia ela bem, tava vermelha e só fazia cruzar as pernas. Tinha ficado excitada. Com todo cuidado, deixei meus óculos caírem no chão. Quando me abaixei, vi um brilho na calcinha dela. Sabia.
— Mas, pai, e você, não vai falar nada? A mami, como é que você deixa ela sair assim, ainda mais com um peito de fora? Meu Deus, com tudo aquilo, nem me lembrava. Tanto eu quanto Juan ficamos sem saber o que dizer. — Olha, garota, sua mãe é muito gostosa, mas você já sabe que ela é um pouco velha. Quando veio pra entrevista, eu falei que não, que queria garotas mais novas, e haja, você não vai acreditar, mas ela disse que pra compensar, viria com um peito de fora. Por enquanto, meus clientes gostam. E você? — Bom, minha mami já é mais velha, mas e o papai? — Fica tranquila, garota, seu pai tá de acordo. Como você sabe, seu pai é um inútil e acha tudo bem, é o único jeito de trazer dinheiro pra casa, né, Juan? Uff, Carla olhava pro pai, não acreditava que ele aguentava aquele desconhecido insultá-lo sem fazer nada. O dono percebeu a situação e falou mais alto. — Né, Juan? — Sim, sim, senhor. Filha, por enquanto, sua mãe tem que fazer isso. A cara do meu marido era um poema, aquilo devia ser muito humilhante pra ele. Aquele preto degenerado insultava ele na frente da filha, uff, Deus, aquela situação só me deixava mais excitada. Ficamos assim um tempo até o dono terminar de comer e mandar abaixar as luzes. — Me ligaram, meu amigo ficou muito satisfeito com seus serviços, até me mandou um presente. Onde você guardou? Eu não entendia nada, aquele pervertido não tinha me dado nada, só que ele e os amigos dele tinham me fodido como uma puta. — Desculpa, senhor, mas ele não me deu nada. — Tem certeza? Ele disse que você guardou com a foto das suas filhas. Porra, aquele filho da puta, além da foto, o que mais ele tinha enfiado no meu cu? O dono, vendo que a gente não reagia: — Com o quão burra você é, com certeza perdeu. Por que não vai na cozinha e pergunta lá? Guardam os objetos perdidos. E de quebra, traz a janta pra sua filha. — Ok, senhor — falei, me levantando. — Juan, por que não acompanha sua esposa? Tô com muita vontade de conversar com sua filhinha. Tanto eu quanto Juan obedecemos. Devíamos estar loucos pra deixar nossa filha com aquele pervertido. Entramos na cozinha, verdade que era bem pequena e escura. e suja tinha dois cozinheiros, mas, meu Deus, Anyi, minha irmã, lavando pratos. — Oi, irmãzinha. — Mas Anyi, você, tão recatada e cheia de frescura, lavando pratos? — Já viu, Laura? Mark me colocou aqui. Diz que uma merda como eu, enquanto não tiver uma rola pra me foder e puder gerar algum dinheiro, pelo menos que faça algo útil e lave os pratos. Deus, eu não entendia como minha irmãzinha, que cresceu cercada de luxo e conforto, aguentava aquilo. — Boa noite, o Mark nos mandou. Por acaso entregaram algo pra minha esposa? Ela perdeu... — disse meu marido, se dirigindo a quem parecia ser o chefe. — Porra, cara, qual é, você é idiota? A reação do cara com meu marido foi bem violenta. — O quê? — Nem o quê, nem porra nenhuma, seu idiota. Não ouviu o dono? O que você procura tá no cu da puta da sua mulher. — Senhor, desculpe, mas ele é meu marido e não vou permitir isso. Tapa, tapa. Aquele animal me pegou pelo cabelo e me deu dois tapas. — Você é uma puta, isso sim. Vem, puta, pelada e de quatro, vamos te dar a janta. Sob o olhar atento daqueles animais e do meu marido, comecei a me despir, com muito medo, olhando pro meu marido. — Você, corno, vai ajudar ela — disse minha irmã. João obedeceu de novo, se aproximou de mim e me ajudou a me despir. Deus, tanto eu quanto meu marido estávamos aterrorizados. O que aqueles degenerados fariam com a gente? Mas minha buceta, como sempre diante daquele tratamento, estava encharcada. — Pronto, senhor — disse meu marido, gaguejando. — Não, seu idiota. Cê acha que a gente é imbecil igual você? Sabemos que a puta da sua esposa é loira. Vem, tira essa peruca dela e põe isso — disse o chefe, passando uma sacola pro João. Ele, como um bom cachorro, tirou minha peruca e, da sacola, tirou uma coleira e uma tiara que, quando colocadas, me deixaram com cara de puta. — Tá vendo, viado? Sua mulherzinha agora tá mais gostosa. Anda, enquanto ela janta, você olha pra bunda dela, vê se aprende. Colocaram uma corrente de cachorro em mim e me empurraram até uma tigela de porra. Deus, aquilo era extremamente humilhante. Me tratavam como uma puta que tinha que comer no chão. Me Tava ficando louca, mas naquela situação de submissão e desprezo, minha bucetinha começou a soltar gotinhas. Eu amava aquilo, me sentir dominada e humilhada por dois caras de verdade. Sob o olhar atento da minha irmã e do meu marido, comecei a lamber. — Desculpa, senhores, mas a gente vai. Disse João, todo assustado. — Não, maridinho, você não ouviu? Eu sou a putinha deles, tenho que jantar. De novo, traía meu marido entre lambidas. — Vem, corno, já ouviu? Olha pra minha raba. Aí ouvi meu marido começar a chorar, se colocando atrás de mim. — Vem, corno, ou esses senhores vão ficar putos. Tava tão tarado que só queria agradar aqueles caras. João primeiro tirou a tanga — uff, tava cheia de porra misturada com minha merda. Olhei pra ele e vi cara de nojo. — Vem, procura dentro, tem mais coisa, seu corno viado. Zoavam dele, enquanto ele, todo tímido, enfiava um dedinho. — Hahaha, corno, fica tranquilo que não quebra. Sua mulherzinha hoje levou pica no cu de umas doze rolas. Deus, ali estava eu, lambendo aquela xícara, enquanto meu marido era humilhado por aqueles homens. Sem conseguir evitar, saiu mais uma porrada da minha buceta e escorreu pela minha perna. — Porra, filho da puta, minha irmãzinha pelo visto adora porra, haha. Disse minha irmã, que também entrou na zoação. — Porra, corno, vem, não vê que sou uma rabuda que acabou de ter o cu arrombado e cheio de leite? João se irritou e, sem eu esperar... Aaah, Deus, aaah, mas aaaah. O filho da puta tinha enfiado a mão inteira. — Porra, seu cu parece um túnel. Ficou um tempão procurando, Deus, aquela dor fazia meu coelhinho pulsar, tava quase gozando. — Pronto, Laura, a foto e uma sacola branca. Disse meu marido, enquanto eu sentia minha raba se esvaziando, escorrendo pelas minhas pernas uma mistura de porra e merda. — Porra, Laura, esses pervertidos deixaram seu cu cheio de porra, tá escorrendo pelas suas pernas. — Cunhado, minha irmã é uma porca, mas é sua mulherzinha, não pode ficar assim. Disse Anyi, sem eu pedir, começou a lamber minha coxa, bem timidamente. — Uff, seu corno. Marido, vem lamber o leite dos meus males. -Glub glub Laura, você é uma puta. -Porra, corno, como você lambe, hm, e viado, sua esposa não é uma puta, diz que é gostosa, vem, viado, limpa, as putas cobram e eu fui comida de graça. Diante das minhas gozações e dos presentes, Juan me empurrou, como se estivesse esperando a vida toda, enfiou a língua no meu cu. -Porra, cunhado, você é patético, tá comendo o leite de outros caras misturado com merda do cu da sua irmã. Disse minha irmã, surpresa, sentando e começando a se masturbar. -Porra, é meu corno, um viado, um chupa-leite, você gosta, viado? Gosta de lamber meus buracos cheios de leite de homens de verdade? -Glub glub, sim, sim, Laura, sim, eu adoro, hm. -Haha, corno, vem, lambe, limpa meu cu pra esses senhores. Eu não aguentava mais e comecei a bater punheta na minha buceta, olhando pros paus dos cozinheiros que se masturbavam com o espetáculo. -Amor, tô tesuda? -Sim, Deus, Juan, sim, olha esses paus, por favor, pede pra eles deixarem sua mulherzinha chupá-los, por favor, Juan. Falei, tirando meu cu da cara do meu marido, ele me olhou confuso de novo, mas essa situação também o excitava, porque apesar do micro-pau, dava pra ver o volume. -Por favor, senhores, deixem a... Nem deixaram ele terminar, o chefe me pegou pelo cabelo e enfiou o pau na minha boca. De novo, aconteceu algo que eu não esperava: meu marido tirou a bucetinha dele e, diante daquele espetáculo, vendo aquele cozinheiro gordo fodendo a boca da esposa dele como uma puta vulgar, começou a se masturbar com dois dedos. -Obrigado, senhor, obrigado por deixar minha esposa chupar e ser sua puta, mete forte nela, ela adora uns paus bons e enfiar até a garganta. -Porra, corno, você é patético e com certeza tá morrendo de vontade de eu gozar na boca dela, né, viado? -Sim, sim, Deus, sim, o que ele quiser, ela é sua puta, sua raposa, faz o que quiser com ela, ela morre de vontade de ser puta e ficar cheia de leite. Parecia um sonho meu marido dizendo aquilo. -Não, viado, essa puta eu quero foder primeiro. Por que você não prepara e coloca na mesa? Meu marido me comeu como uma boneca, me colocou em cima da mesa e abriu minha buceta. — Deus, Juan, que pau, meu Deus, enfiou inteiro, aaaa. — Você gostou, foxy? Gostou de ser comida na frente do seu marido, puta? — Sim, sim, porra, vai, me dá mais pau, destrói minha buceta, deixa meu marido ver como um pau de verdade come a mulher dele. — Toma, foxy, Deus, que buceta pegando fogo, aaaa. Aquele animal tava me dando estocadas brutais, eu amava, ainda mais vendo meu marido se masturbando com o micro-pau dele, enquanto minha irmã já tinha o punho inteiro dentro da própria buceta. — Porra, Deus, Juan, vou gozar, que pica, Juan, vai, senhor, me dá leite, enche minha buceta, por favor. De novo, aqueles dois degenerados me trataram como lixo, me jogaram no chão. — Não, foxy, você tá mal acostumada, você vai gozar quando a gente der permissão, vai, no seu pote de leite, coloca a coleira e a tiara de puta, agora meu amigo vai te comer de cu. Eu, claro, obedeci, e quando tava dando a primeira lambida no meu leite — Toma, foxy, toma pau no cu, puta. O cara mais novo tinha um ainda maior, se colocou atrás de mim e me deu uma estocada brutal. Porra, tava me arrebentando, e ele só tinha enfiado metade. — Porra, foxy, não entra, vai, relaxa, vou meter devagar. — Não, não, seu filho da puta, minha irmã é sua puta, sua puta, vai, arrebenta o cu dela de pau, tem que sair pela boca, ou você é viado que nem meu cunhado? Porra, minha própria irmã fazendo isso comigo, aquilo irritou ele porque... — Seu corno, vai, vem aqui, abre o cu da sua esposa promíscua, que vou arrebentar o cu dela. Juan, feito um ladrão, obedeceu, ficou do nosso lado e abriu minhas nádegas. — Senhor, se quiser, eu chupo ele e deixo duro pro cu da minha mulher. — Não gosto de viado, você abre o cu, porco. Disse cuspindo na cara do meu marido. — Foxy, vai, quer pau? Então toma, puta, engole. Ele enfiou inteiro, doía, mas minha buceta tava pulsando, eu queria mais. — Porra, filho da puta, sim, sim, que pau, filho da puta, vai. mas rompe meu cu. -você gosta, vagabunda? você gosta da minha pica? -deus sim, adoro, olha o Juan, que safado, isso sim é um homem. Eu estava no paraíso, aquele animal me comia como nunca, eu tinha minha cabeça enfiada no volante aguentando as investidas, já tinha gozado umas cinco vezes olhando a Anyi chupando o outro cozinheiro. -Porra, foxy, vira essa bunda, vou gozar, vou encher seu estômago de porra. Eu estava encantada, morria de vontade de sentir a porra daquela pica no meu cu, mas de novo tinha esquecido que eu e meu marido não passávamos de dois objetos a serviço daqueles degenerados. -Não, para, não goza, esses pais vieram buscar a janta da filhinha deles, né?. Disse minha irmã se levantando e pegando o bol. -Haha Anyi, acho boa ideia, não tô a fim de cozinhar nada agora pra puta da filha dessa puta. Eu não entendia nada, só senti que aquele animal tirou a pica do meu cu e me pegou pelo cabelo. -Vem, puta, você vai ver como minha sobrinha vai gostar haha. Disse Anyi me passando o bol. -Desculpa, vocês não vão gozar na janta da minha filha, não pelo amor de deus, é minha filha e sua sobrinha… tapa tapa -Vai, foxy, ainda não sacou que você não passa de um pedaço de carne sem voz nem voto? Vem, vagabunda, chupa ela e prepara a janta pra sua filha. Olhei pro Juan, ele ainda estava com a piquinha de fora, patético, não só não fazia nada como de novo estava se masturbando. Tapa tapa. O mais novo me deu dois tapas, aquilo já me parecia demais, não podia deixar aqueles degenerados gozarem na comida da Carla, mas minha irmã se ajoelhou atrás de mim. -Olha só a mamãe, tá com remorso? O que foi, acha muito pesado ver sua filhinha engolindo leite de macho? Por que não perguntamos pra sua buceta de puta o que ela acha? E sem esperar, bem bruscamente, enfiou dois dedos na minha buceta que estava encharcada. -Viu, puta? Sua buceta diz que sim, mais ainda, pelo molhado que tá, diria que ela morre de vontade de ver a foxy da minha sobrinha engolindo porra. -Sim, sim vadia sim Dizia eu enterrando aquela pica na minha boca segurando a tigela. -Hahaha foxy vadia você não passa de um pedaço de carne que só pensa com essa sua buceta suja de velha, vamos pede pro meu amigo gozar na janta da minha sobrinha Carla. _ simmm porra simmm caralho vamos enche de porra o arroz da vadia da minha filha por favor. Deus eu tava fora de mim, mas com a imagem da Carla engolindo aquela porra eu ficava louca, chupava ela como uma desesperada aquela situação me dava tanto tesão que os primeiros jatos daquela pica foram na minha boca. -Porra foxy que gozada sua filhinha vai adorar. Disse aquele animal tirando a pica e apontando pra tigela que caíram uns 20 jatos porra parecia uma mangueira. -Deus vadia que boquete você é uma verdadeira chupadora de pica sua filha vai ficar encantada. O jovem terminava de gozar na tigela da minha filha enquanto eu segurava a tigela e ele me xingava, mas eu continuava com tesão e tava fora de mim então procurei a outra pica, queria chupar ela queria mais leite pra minha filha mas. -haha irmãzinha essa pica é minha você segura a tigela eu também quero contribuir pra janta da minha sobrinha. Minha irmã chupou a pica deus era uma profissional, eu me masturbava e segurava a tigela o cozinheiro com aquele boquete logo gozou. -Uff foxy que pena que sua irmã me deixou seco. Disse o mais velho que mal saíram três jatos. -Bom irmã vamos o Mark tá esperando. Juan e eu nos vestimos muito rápido tinha ficado tarde, quando eu ia sair fingi demência deixando a tigela pra trás. -Onde cê vai irmãzinha e isso?. Disse minha irmã com a tigela na mão. -Porra Anyi por favor sou a mãe dela você não pode me pedir isso. E me puxando pelo mamilo -Olha Laura tô cansada de explicar que tanto você quanto esse corno aí não passam de dois cachorros que só servem pra obedecer tá claro?. -Sim deus sim desculpa. -Muito bem irmãzinha agora por reclamar vamos temperar a janta haha. Minha irmã pigarreou a boca e cuspiu sobre o arroz com porra passando pros companheiros que Fizeram a mesma coisa. Olhei pra minha irmã com cara de ódio quando ela me deu o bowl. — Vem, maninha, e não reclama, que com certeza a calcinha fio-dental já molhou. Deus, era verdade. Ver eles cuspindo na janta da minha filha fez minha buceta pulsar, mas o que tava acontecendo comigo? Que tipo de mãe eu era? Com esses pensamentos, chegamos no reservado. Lá estava o Amo com minha filha, que, imagino que pelo calor, tinha descoberto os ombros. Ela, ao nos ver: — Finalmente, mamãe, tô com uma fome do caralho. Sem dizer nada, e sob o sorriso do Love, que com certeza sabia o que tinha rolado na cozinha, passei o arroz com porra pra Carla. — Toma, filha, a colher. — Não, mamãe, tá líquido. Sim, do jeito que eu gosto, vou beber como um copo de porra. — Porra, mamãe, o gosto é estranho, mas é bom. Deus, ver minha filhinha bebendo aquilo, em vez de me horrorizar, me deixou com tesão. — Gostou, menina? — disse o Amo. — Sim, muito, mas ainda tô com fome. — Bom, pra isso tenho uma coisa melhor. Sua idiota trouxe aquilo? Da bolsa, tirei o saquinho que o Juan tinha tirado do meu cu. Deus, devia ter uns 20 gramas. — Muito bem, vamos provar — disse o Amo, despejando mais de meia bolsa e fazendo duas carreiras com um canudo. — Fffff, Deus, que yummy, aaaa. — Vai, Laura, tá uma delícia. — É que minha filha... — Vai, não me enche o saco — disse ele com voz autoritária. Eu nunca tinha provado, mas... — Fffff, Deus, uff, que yummy, obrigada. Imediatamente fez efeito, ufff, me senti eufórica, yummy, amei. — Tá gostando? — Sim, porra, sim, que yummy, obrigada — disse, cheirando mais duas. — Vai, Carla, prova. — Mamãe, pelo amor de Deus, tô de oito meses. — Vai, menina, uma noite é uma noite. — Ok. Carla pegou o canudo e... — Fffff, porra, sim, uff, que tasty. — Gostou? — Sim, sim, que bom. Toma, papai — disse Carla, passando o canudo pro Juan. — Desculpa incomodar, senhor, mas temos um problema — disse minha irmã Anyi, entrando bruscamente. — Oi, Anyi — disse Carla, levantando ao ver a tia. — Agora não, sobrinha, tô trabalhando. — O que foi, Anyi? Como cê vê, tenho convidados. — Eu sei, senhor, mas as câmeras de segurança... Peguei algo que tu precisa ver. Anyi passou o tablet pra ele bem sem cuidado, porra, eram fotos do Juan batendo uma na cozinha, minha irmã tinha armado uma pra ele. O chefe, ao ver as fotos, levantou bruscamente. —Fica aqui, Anyi, a gente precisa tomar uma atitude, esse é o meu bar e não vou tolerar isso.
— Desculpa, mãe, eu devia ter te contado. Tô de 8 meses. Meu namorado me largou.
Ela começou a chorar, e o patrão aproveitou a deixa pra abraçar ela e passar a mão na coxa dela. Tanto eu quanto o Juan ficamos sem graça, eu tava em choque, já nem lembrava como eu tava vestida, mas a Carla...
— Mas, mãe, e essa roupa? Parece uma p*.
Tanto eu quanto o Juan ficamos vermelhos, sem saber o que dizer, mas o patrão interveio:
— Isso mesmo, filha, fala logo como uma puta. É que sua mãe quer trabalhar como garçonete aqui e esse é o uniforme, mas a burra comprou pequeno pra caralho. Hahahaha.
Aquilo já era demais. Aquele preto degenerado me insultava na frente da minha filha. Aff, meu Deus, mas minha bucetinha molhou de novo. Lembrei da porra na minha boca. Me aproximei da minha filha, peguei ela pelo cabelo e comecei a beijar ela de língua. Ela não esperava, ficou paralisada, e eu aproveitei pra enfiar a língua e passar a porra toda pra boquinha dela, pra ela sentir o gosto. Em vez de se afastar, ela começou a brincar com a língua dela na minha boca. Deus, sou uma puta mesmo, minha buceta pulsava. Tava beijando minha filha, aff, amei.
— Beleza, meninas, já deu, vou ficar com ciúmes, haha. — Falou o patrão enquanto nos separava.
— Porra, mãe, que beijo, aff.
— Gostou, filha?
— Aff, nem sei o que te dizer, mãe, fiquei meio sem graça. O que esse senhor vai pensar? Somos mãe e filha.
— Desculpa, filha, tava com muita saudade de você.
A Carla tava nervosa, não esperava que a mãe beijasse ela daquele jeito. Eu conhecia ela bem, tava vermelha e só fazia cruzar as pernas. Tinha ficado excitada. Com todo cuidado, deixei meus óculos caírem no chão. Quando me abaixei, vi um brilho na calcinha dela. Sabia.
— Mas, pai, e você, não vai falar nada? A mami, como é que você deixa ela sair assim, ainda mais com um peito de fora? Meu Deus, com tudo aquilo, nem me lembrava. Tanto eu quanto Juan ficamos sem saber o que dizer. — Olha, garota, sua mãe é muito gostosa, mas você já sabe que ela é um pouco velha. Quando veio pra entrevista, eu falei que não, que queria garotas mais novas, e haja, você não vai acreditar, mas ela disse que pra compensar, viria com um peito de fora. Por enquanto, meus clientes gostam. E você? — Bom, minha mami já é mais velha, mas e o papai? — Fica tranquila, garota, seu pai tá de acordo. Como você sabe, seu pai é um inútil e acha tudo bem, é o único jeito de trazer dinheiro pra casa, né, Juan? Uff, Carla olhava pro pai, não acreditava que ele aguentava aquele desconhecido insultá-lo sem fazer nada. O dono percebeu a situação e falou mais alto. — Né, Juan? — Sim, sim, senhor. Filha, por enquanto, sua mãe tem que fazer isso. A cara do meu marido era um poema, aquilo devia ser muito humilhante pra ele. Aquele preto degenerado insultava ele na frente da filha, uff, Deus, aquela situação só me deixava mais excitada. Ficamos assim um tempo até o dono terminar de comer e mandar abaixar as luzes. — Me ligaram, meu amigo ficou muito satisfeito com seus serviços, até me mandou um presente. Onde você guardou? Eu não entendia nada, aquele pervertido não tinha me dado nada, só que ele e os amigos dele tinham me fodido como uma puta. — Desculpa, senhor, mas ele não me deu nada. — Tem certeza? Ele disse que você guardou com a foto das suas filhas. Porra, aquele filho da puta, além da foto, o que mais ele tinha enfiado no meu cu? O dono, vendo que a gente não reagia: — Com o quão burra você é, com certeza perdeu. Por que não vai na cozinha e pergunta lá? Guardam os objetos perdidos. E de quebra, traz a janta pra sua filha. — Ok, senhor — falei, me levantando. — Juan, por que não acompanha sua esposa? Tô com muita vontade de conversar com sua filhinha. Tanto eu quanto Juan obedecemos. Devíamos estar loucos pra deixar nossa filha com aquele pervertido. Entramos na cozinha, verdade que era bem pequena e escura. e suja tinha dois cozinheiros, mas, meu Deus, Anyi, minha irmã, lavando pratos. — Oi, irmãzinha. — Mas Anyi, você, tão recatada e cheia de frescura, lavando pratos? — Já viu, Laura? Mark me colocou aqui. Diz que uma merda como eu, enquanto não tiver uma rola pra me foder e puder gerar algum dinheiro, pelo menos que faça algo útil e lave os pratos. Deus, eu não entendia como minha irmãzinha, que cresceu cercada de luxo e conforto, aguentava aquilo. — Boa noite, o Mark nos mandou. Por acaso entregaram algo pra minha esposa? Ela perdeu... — disse meu marido, se dirigindo a quem parecia ser o chefe. — Porra, cara, qual é, você é idiota? A reação do cara com meu marido foi bem violenta. — O quê? — Nem o quê, nem porra nenhuma, seu idiota. Não ouviu o dono? O que você procura tá no cu da puta da sua mulher. — Senhor, desculpe, mas ele é meu marido e não vou permitir isso. Tapa, tapa. Aquele animal me pegou pelo cabelo e me deu dois tapas. — Você é uma puta, isso sim. Vem, puta, pelada e de quatro, vamos te dar a janta. Sob o olhar atento daqueles animais e do meu marido, comecei a me despir, com muito medo, olhando pro meu marido. — Você, corno, vai ajudar ela — disse minha irmã. João obedeceu de novo, se aproximou de mim e me ajudou a me despir. Deus, tanto eu quanto meu marido estávamos aterrorizados. O que aqueles degenerados fariam com a gente? Mas minha buceta, como sempre diante daquele tratamento, estava encharcada. — Pronto, senhor — disse meu marido, gaguejando. — Não, seu idiota. Cê acha que a gente é imbecil igual você? Sabemos que a puta da sua esposa é loira. Vem, tira essa peruca dela e põe isso — disse o chefe, passando uma sacola pro João. Ele, como um bom cachorro, tirou minha peruca e, da sacola, tirou uma coleira e uma tiara que, quando colocadas, me deixaram com cara de puta. — Tá vendo, viado? Sua mulherzinha agora tá mais gostosa. Anda, enquanto ela janta, você olha pra bunda dela, vê se aprende. Colocaram uma corrente de cachorro em mim e me empurraram até uma tigela de porra. Deus, aquilo era extremamente humilhante. Me tratavam como uma puta que tinha que comer no chão. Me Tava ficando louca, mas naquela situação de submissão e desprezo, minha bucetinha começou a soltar gotinhas. Eu amava aquilo, me sentir dominada e humilhada por dois caras de verdade. Sob o olhar atento da minha irmã e do meu marido, comecei a lamber. — Desculpa, senhores, mas a gente vai. Disse João, todo assustado. — Não, maridinho, você não ouviu? Eu sou a putinha deles, tenho que jantar. De novo, traía meu marido entre lambidas. — Vem, corno, já ouviu? Olha pra minha raba. Aí ouvi meu marido começar a chorar, se colocando atrás de mim. — Vem, corno, ou esses senhores vão ficar putos. Tava tão tarado que só queria agradar aqueles caras. João primeiro tirou a tanga — uff, tava cheia de porra misturada com minha merda. Olhei pra ele e vi cara de nojo. — Vem, procura dentro, tem mais coisa, seu corno viado. Zoavam dele, enquanto ele, todo tímido, enfiava um dedinho. — Hahaha, corno, fica tranquilo que não quebra. Sua mulherzinha hoje levou pica no cu de umas doze rolas. Deus, ali estava eu, lambendo aquela xícara, enquanto meu marido era humilhado por aqueles homens. Sem conseguir evitar, saiu mais uma porrada da minha buceta e escorreu pela minha perna. — Porra, filho da puta, minha irmãzinha pelo visto adora porra, haha. Disse minha irmã, que também entrou na zoação. — Porra, corno, vem, não vê que sou uma rabuda que acabou de ter o cu arrombado e cheio de leite? João se irritou e, sem eu esperar... Aaah, Deus, aaah, mas aaaah. O filho da puta tinha enfiado a mão inteira. — Porra, seu cu parece um túnel. Ficou um tempão procurando, Deus, aquela dor fazia meu coelhinho pulsar, tava quase gozando. — Pronto, Laura, a foto e uma sacola branca. Disse meu marido, enquanto eu sentia minha raba se esvaziando, escorrendo pelas minhas pernas uma mistura de porra e merda. — Porra, Laura, esses pervertidos deixaram seu cu cheio de porra, tá escorrendo pelas suas pernas. — Cunhado, minha irmã é uma porca, mas é sua mulherzinha, não pode ficar assim. Disse Anyi, sem eu pedir, começou a lamber minha coxa, bem timidamente. — Uff, seu corno. Marido, vem lamber o leite dos meus males. -Glub glub Laura, você é uma puta. -Porra, corno, como você lambe, hm, e viado, sua esposa não é uma puta, diz que é gostosa, vem, viado, limpa, as putas cobram e eu fui comida de graça. Diante das minhas gozações e dos presentes, Juan me empurrou, como se estivesse esperando a vida toda, enfiou a língua no meu cu. -Porra, cunhado, você é patético, tá comendo o leite de outros caras misturado com merda do cu da sua irmã. Disse minha irmã, surpresa, sentando e começando a se masturbar. -Porra, é meu corno, um viado, um chupa-leite, você gosta, viado? Gosta de lamber meus buracos cheios de leite de homens de verdade? -Glub glub, sim, sim, Laura, sim, eu adoro, hm. -Haha, corno, vem, lambe, limpa meu cu pra esses senhores. Eu não aguentava mais e comecei a bater punheta na minha buceta, olhando pros paus dos cozinheiros que se masturbavam com o espetáculo. -Amor, tô tesuda? -Sim, Deus, Juan, sim, olha esses paus, por favor, pede pra eles deixarem sua mulherzinha chupá-los, por favor, Juan. Falei, tirando meu cu da cara do meu marido, ele me olhou confuso de novo, mas essa situação também o excitava, porque apesar do micro-pau, dava pra ver o volume. -Por favor, senhores, deixem a... Nem deixaram ele terminar, o chefe me pegou pelo cabelo e enfiou o pau na minha boca. De novo, aconteceu algo que eu não esperava: meu marido tirou a bucetinha dele e, diante daquele espetáculo, vendo aquele cozinheiro gordo fodendo a boca da esposa dele como uma puta vulgar, começou a se masturbar com dois dedos. -Obrigado, senhor, obrigado por deixar minha esposa chupar e ser sua puta, mete forte nela, ela adora uns paus bons e enfiar até a garganta. -Porra, corno, você é patético e com certeza tá morrendo de vontade de eu gozar na boca dela, né, viado? -Sim, sim, Deus, sim, o que ele quiser, ela é sua puta, sua raposa, faz o que quiser com ela, ela morre de vontade de ser puta e ficar cheia de leite. Parecia um sonho meu marido dizendo aquilo. -Não, viado, essa puta eu quero foder primeiro. Por que você não prepara e coloca na mesa? Meu marido me comeu como uma boneca, me colocou em cima da mesa e abriu minha buceta. — Deus, Juan, que pau, meu Deus, enfiou inteiro, aaaa. — Você gostou, foxy? Gostou de ser comida na frente do seu marido, puta? — Sim, sim, porra, vai, me dá mais pau, destrói minha buceta, deixa meu marido ver como um pau de verdade come a mulher dele. — Toma, foxy, Deus, que buceta pegando fogo, aaaa. Aquele animal tava me dando estocadas brutais, eu amava, ainda mais vendo meu marido se masturbando com o micro-pau dele, enquanto minha irmã já tinha o punho inteiro dentro da própria buceta. — Porra, Deus, Juan, vou gozar, que pica, Juan, vai, senhor, me dá leite, enche minha buceta, por favor. De novo, aqueles dois degenerados me trataram como lixo, me jogaram no chão. — Não, foxy, você tá mal acostumada, você vai gozar quando a gente der permissão, vai, no seu pote de leite, coloca a coleira e a tiara de puta, agora meu amigo vai te comer de cu. Eu, claro, obedeci, e quando tava dando a primeira lambida no meu leite — Toma, foxy, toma pau no cu, puta. O cara mais novo tinha um ainda maior, se colocou atrás de mim e me deu uma estocada brutal. Porra, tava me arrebentando, e ele só tinha enfiado metade. — Porra, foxy, não entra, vai, relaxa, vou meter devagar. — Não, não, seu filho da puta, minha irmã é sua puta, sua puta, vai, arrebenta o cu dela de pau, tem que sair pela boca, ou você é viado que nem meu cunhado? Porra, minha própria irmã fazendo isso comigo, aquilo irritou ele porque... — Seu corno, vai, vem aqui, abre o cu da sua esposa promíscua, que vou arrebentar o cu dela. Juan, feito um ladrão, obedeceu, ficou do nosso lado e abriu minhas nádegas. — Senhor, se quiser, eu chupo ele e deixo duro pro cu da minha mulher. — Não gosto de viado, você abre o cu, porco. Disse cuspindo na cara do meu marido. — Foxy, vai, quer pau? Então toma, puta, engole. Ele enfiou inteiro, doía, mas minha buceta tava pulsando, eu queria mais. — Porra, filho da puta, sim, sim, que pau, filho da puta, vai. mas rompe meu cu. -você gosta, vagabunda? você gosta da minha pica? -deus sim, adoro, olha o Juan, que safado, isso sim é um homem. Eu estava no paraíso, aquele animal me comia como nunca, eu tinha minha cabeça enfiada no volante aguentando as investidas, já tinha gozado umas cinco vezes olhando a Anyi chupando o outro cozinheiro. -Porra, foxy, vira essa bunda, vou gozar, vou encher seu estômago de porra. Eu estava encantada, morria de vontade de sentir a porra daquela pica no meu cu, mas de novo tinha esquecido que eu e meu marido não passávamos de dois objetos a serviço daqueles degenerados. -Não, para, não goza, esses pais vieram buscar a janta da filhinha deles, né?. Disse minha irmã se levantando e pegando o bol. -Haha Anyi, acho boa ideia, não tô a fim de cozinhar nada agora pra puta da filha dessa puta. Eu não entendia nada, só senti que aquele animal tirou a pica do meu cu e me pegou pelo cabelo. -Vem, puta, você vai ver como minha sobrinha vai gostar haha. Disse Anyi me passando o bol. -Desculpa, vocês não vão gozar na janta da minha filha, não pelo amor de deus, é minha filha e sua sobrinha… tapa tapa -Vai, foxy, ainda não sacou que você não passa de um pedaço de carne sem voz nem voto? Vem, vagabunda, chupa ela e prepara a janta pra sua filha. Olhei pro Juan, ele ainda estava com a piquinha de fora, patético, não só não fazia nada como de novo estava se masturbando. Tapa tapa. O mais novo me deu dois tapas, aquilo já me parecia demais, não podia deixar aqueles degenerados gozarem na comida da Carla, mas minha irmã se ajoelhou atrás de mim. -Olha só a mamãe, tá com remorso? O que foi, acha muito pesado ver sua filhinha engolindo leite de macho? Por que não perguntamos pra sua buceta de puta o que ela acha? E sem esperar, bem bruscamente, enfiou dois dedos na minha buceta que estava encharcada. -Viu, puta? Sua buceta diz que sim, mais ainda, pelo molhado que tá, diria que ela morre de vontade de ver a foxy da minha sobrinha engolindo porra. -Sim, sim vadia sim Dizia eu enterrando aquela pica na minha boca segurando a tigela. -Hahaha foxy vadia você não passa de um pedaço de carne que só pensa com essa sua buceta suja de velha, vamos pede pro meu amigo gozar na janta da minha sobrinha Carla. _ simmm porra simmm caralho vamos enche de porra o arroz da vadia da minha filha por favor. Deus eu tava fora de mim, mas com a imagem da Carla engolindo aquela porra eu ficava louca, chupava ela como uma desesperada aquela situação me dava tanto tesão que os primeiros jatos daquela pica foram na minha boca. -Porra foxy que gozada sua filhinha vai adorar. Disse aquele animal tirando a pica e apontando pra tigela que caíram uns 20 jatos porra parecia uma mangueira. -Deus vadia que boquete você é uma verdadeira chupadora de pica sua filha vai ficar encantada. O jovem terminava de gozar na tigela da minha filha enquanto eu segurava a tigela e ele me xingava, mas eu continuava com tesão e tava fora de mim então procurei a outra pica, queria chupar ela queria mais leite pra minha filha mas. -haha irmãzinha essa pica é minha você segura a tigela eu também quero contribuir pra janta da minha sobrinha. Minha irmã chupou a pica deus era uma profissional, eu me masturbava e segurava a tigela o cozinheiro com aquele boquete logo gozou. -Uff foxy que pena que sua irmã me deixou seco. Disse o mais velho que mal saíram três jatos. -Bom irmã vamos o Mark tá esperando. Juan e eu nos vestimos muito rápido tinha ficado tarde, quando eu ia sair fingi demência deixando a tigela pra trás. -Onde cê vai irmãzinha e isso?. Disse minha irmã com a tigela na mão. -Porra Anyi por favor sou a mãe dela você não pode me pedir isso. E me puxando pelo mamilo -Olha Laura tô cansada de explicar que tanto você quanto esse corno aí não passam de dois cachorros que só servem pra obedecer tá claro?. -Sim deus sim desculpa. -Muito bem irmãzinha agora por reclamar vamos temperar a janta haha. Minha irmã pigarreou a boca e cuspiu sobre o arroz com porra passando pros companheiros que Fizeram a mesma coisa. Olhei pra minha irmã com cara de ódio quando ela me deu o bowl. — Vem, maninha, e não reclama, que com certeza a calcinha fio-dental já molhou. Deus, era verdade. Ver eles cuspindo na janta da minha filha fez minha buceta pulsar, mas o que tava acontecendo comigo? Que tipo de mãe eu era? Com esses pensamentos, chegamos no reservado. Lá estava o Amo com minha filha, que, imagino que pelo calor, tinha descoberto os ombros. Ela, ao nos ver: — Finalmente, mamãe, tô com uma fome do caralho. Sem dizer nada, e sob o sorriso do Love, que com certeza sabia o que tinha rolado na cozinha, passei o arroz com porra pra Carla. — Toma, filha, a colher. — Não, mamãe, tá líquido. Sim, do jeito que eu gosto, vou beber como um copo de porra. — Porra, mamãe, o gosto é estranho, mas é bom. Deus, ver minha filhinha bebendo aquilo, em vez de me horrorizar, me deixou com tesão. — Gostou, menina? — disse o Amo. — Sim, muito, mas ainda tô com fome. — Bom, pra isso tenho uma coisa melhor. Sua idiota trouxe aquilo? Da bolsa, tirei o saquinho que o Juan tinha tirado do meu cu. Deus, devia ter uns 20 gramas. — Muito bem, vamos provar — disse o Amo, despejando mais de meia bolsa e fazendo duas carreiras com um canudo. — Fffff, Deus, que yummy, aaaa. — Vai, Laura, tá uma delícia. — É que minha filha... — Vai, não me enche o saco — disse ele com voz autoritária. Eu nunca tinha provado, mas... — Fffff, Deus, uff, que yummy, obrigada. Imediatamente fez efeito, ufff, me senti eufórica, yummy, amei. — Tá gostando? — Sim, porra, sim, que yummy, obrigada — disse, cheirando mais duas. — Vai, Carla, prova. — Mamãe, pelo amor de Deus, tô de oito meses. — Vai, menina, uma noite é uma noite. — Ok. Carla pegou o canudo e... — Fffff, porra, sim, uff, que tasty. — Gostou? — Sim, sim, que bom. Toma, papai — disse Carla, passando o canudo pro Juan. — Desculpa incomodar, senhor, mas temos um problema — disse minha irmã Anyi, entrando bruscamente. — Oi, Anyi — disse Carla, levantando ao ver a tia. — Agora não, sobrinha, tô trabalhando. — O que foi, Anyi? Como cê vê, tenho convidados. — Eu sei, senhor, mas as câmeras de segurança... Peguei algo que tu precisa ver. Anyi passou o tablet pra ele bem sem cuidado, porra, eram fotos do Juan batendo uma na cozinha, minha irmã tinha armado uma pra ele. O chefe, ao ver as fotos, levantou bruscamente. —Fica aqui, Anyi, a gente precisa tomar uma atitude, esse é o meu bar e não vou tolerar isso.
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