Mariana e Dom Júlio se viram, pelo que eu saiba, mais uma vez depois daquela vez. Era um dia de semana, nós dois já estávamos em casa depois do trabalho. Eu cheguei e vi ela ainda vestida com a roupa elegante do trabalho, não tinha trocado ainda. Eu me troquei e fiquei vendo TV, umas 8 da noite. Mariana estava na cozinha e de repente vibra o celular velho. Discretamente olhei e eram umas mensagens de WhatsApp entre Mariana e Dom Júlio, só uns emojis. Guardei o telefone e vi Mariana ir pro banheiro, sair e pegar a bolsinha dela.
"Vou no mercado comprar umas coisas, quando voltar a gente janta, tá?", ela falou passando.
"Ok, beleza."
Quando ouvi ela fechar a porta, tive um pressentimento. Tava quase certo que iam se encontrar. Mas como? Onde? Dom Júlio tinha falado várias vezes que queria levar ela pra um hotel ou algo assim, mas agora não teria tempo. No apartamento do Dom Júlio não iriam, a mulher dele tava lá. Ela tava indo dar uma rapidinha? Tudo indicava isso. Mas pra onde? Não sei o que me deu naquele momento, mas calcei os tênis e desci também. Pra procurar eles, ou procurar sei lá o quê. Se trombar com ela, inventava alguma desculpa.
Comecei a andar pelas áreas comuns do prédio, tranquilo e devagar, prestando atenção no que podia ver ou ouvir de diferente. Olhei no salão de festas, na área da piscina, na academiazinha do prédio e na salinha das lavanderias. Não tinha ninguém, nem usando nada disso a essa hora. Ninguém na garagem também. Quase como último recurso, fui dar uma olhada no porão do prédio, já que a entrada ficava ali na garagem. Abri a porta de acesso ao porão e, claro, a primeira coisa que ouvi foram os barulhos e os zumbidos fortes das máquinas e caldeiras que estavam lá, mas prestando um pouco de atenção, por baixo de toda aquela bagunça, ouvi claramente os gemidos inconfundíveis da Mariana.
Eu conhecia bem aquele som. porão, então entrei confiante e fechei a porta atrás de mim. Desci cautelosamente uns degraus e, me abaixando e espiando o resto do porão, vi tudo. Era um ambiente grande, cheio de máquinas, algumas ligadas e outras não. Vários entulhos. Materiais de limpeza, latas de tinta, panos e tudo mais. Tudo bem mal iluminado. Seu Júlio tinha umas cadeiras e umas mesas ali também, e em cima de uma das mesas estava a Mariana.
Ela estava numa das posições mais gostosas que já vi. Em cima da mesa, apoiada nos joelhos e cotovelos, com os joelhos bem abertos e arqueando as costas pra jogar aquela bunda linda ainda mais pra fora, oferecida docinho pro seu macho, Seu Júlio, que a segurava firme por aquela cinturinha de anjo e tava metendo forte por trás, ele simplesmente parado atrás dela. A Mariana estava semi-vestida, só tinha levantado a saia toda pra deixar aquela bunda imponente nua, enquanto a calcinha dela estava na altura dos joelhos, esticada ao máximo pela abertura das pernas. Seu Júlio só tinha desabotoado a calça e deixado ela cair aos pés dele. Ele estava atrás dela, segurando ela firme pela cintura e enchendo aquela buceta divina de novo com o pau dele, com estocadas fortes e rápidas. Nenhum dos dois falava, só resmungavam e gemiam enquanto os corpos deles e até a mesa às vezes balançavam a cada investida. O barulho de carne batendo em carne e os gemidos por baixo do barulho das máquinas me deram uma ereção instantânea. Finalmente eu estava ali. Finalmente estava vendo aquilo e não tinha chance de me verem. Sem hesitar, baixei um pouco minha calça também e comecei a me masturbar ali mesmo na escada enquanto olhava pra eles.
A imagem da minha esposa refinada e meiga sendo comida tão na bruta (sem saber o que eu sei, qualquer um diria que era quase um estupro) naquele lugar e por aquele cara, me causava quase espasmos de prazer. Vi que Mariana tinha marcas e manchas de sujeira nos quadris e nas nádegas, onde com certeza as mãos sujas de Dom Julio tinham tocado ou agarrado. Dom Julio estava realmente comendo ela como uma puta barata, sem contemplação e rodeada de imundície. Mariana era a porca mais linda e maravilhosa do mundo, e a careta de êxtase no rosto dela era prova clara de que ela sabia disso e curtia. E eu também curtia.
Dom Julio finalmente deu umas fortes estocadas nos quadris de Mariana, fazendo aquelas nádegas firmes e lindas se esmagarem contra ele e, segurando ela com mais força, enfiou o pau dele até o fundo, até as bolas, deixando ela empalada ali e grunhindo rouco enquanto começava a encher de novo a pussy da minha esposa com o esperma dele, bem fundo. Mariana abaixou a cabeça e escondeu o rosto no cabelo comprido, tremeu um pouco, mas não me pareceu que ela tinha gozado. Eu, no entanto, gozei junto com Dom Julio. Jatos da minha porra saíam do meu pau e se perdiam na escuridão e nos degraus imundos onde eu estava espiando. A porra de Dom Julio merecia a pussy divina e celestial de Mariana. Minha porra só merecia uns degraus sujos de porão.
Deixei eles lá e voltei rápido pro apartamento. Mariana voltou um tempo depois com umas sacolas do supermercado, jantamos, ela tomou banho e fomos deitar. Naquela noite a gente transou de novo depois de tanto tempo. Ela não tinha gozado com Dom Julio, tinha certeza, porque ela me procurava durante o ato e precisava ter o orgasmo dela, mesmo que fosse comigo. Eu gozei, tenho que admitir, quando ela sentou na minha cara. Estiquei as mãos e comecei a apalpar aqueles peitos grandes e lindos, enquanto minha língua e minha boca satisfaziam e saboreavam aquela pussy maravilhosa. Sim, dessa vez, enquanto eu satisfazia minha mulher com minhas lambidas e chupadas, dessa vez com certeza senti o gosto salgado estranho do pau e talvez até algum resquício da porra de Dom Júlio. E foi aí que gozamos os dois, eu me masturbando enquanto a satisfazia oralmente e ela recebendo minhas doces atenções, ou talvez de propósito me fazendo saber que o corpo dela também era a pracinha onde outro macho brincava e se divertia. Vai saber o que era. Talvez não fosse nada, talvez fosse tudo isso.
Digo "outro macho", no singular, porque até aquele momento era o que eu pensava. Que Mariana tinha suas aventuras sexuais com o Seu Júlio e a coisa não passava disso. Mas logo percebi que não era assim.
Uns dias depois, eu estando no meu trabalho, vibra o celular de mentira e o que vi ao mesmo tempo quase me destruiu e quase me provocou uma excitação incrível.
Meu coração tava batendo forte. O pintor? Mais um? Não me parecia, ou eu não queria acreditar, mas a prova tava quase ali no chat e, se fosse rolar alguma coisa, eu precisava ver. Não bastava poder ouvir do trabalho graças aos microfones. Se ia ter outro homem, eu tinha que estar lá, tinha que ver de qualquer jeito. Me desculpei no trampo e saí voando pra casa, indo direto pro apartamento vazio do Dom Alberto e entrando com cuidado pra não fazer barulho. Queria estar pronto ali. Enquanto espiava a Mariana, de quebra.
Vi ela vestida normal, de jeans e camiseta, comendo alguma coisa na cozinha. Por um lado, me deu uma calma; por outro, uma decepçãozinha. Parecia se comportar normal e estar vestida normal, como se não tivesse planejando nada. Finalmente, deu umas três da tarde e eu comecei a escutar e espiar pela persiana. A campainha tocou e ouvi a Mariana abrindo.
"Oi, tudo bem, boa tarde...", disse a Mariana.
"Oi, dona, boa tarde...", ouvi o homem com um sotaque que me pareceu paraguaio.
"Vem, entra que eu te mostro, pode vir..."
"Com licença...", disse o homem, e eu vi ele de relance quando entraram. Ele tava com um macacão todo manchado e carregava uma escadinha, uma mochila e as ferramentas dele. Era bem baixinho, a Mariana tinha uma cabeça ou mais de altura, fácil, gordo e muito encorpado. Parecia um tampão largo que contrastava com a figura esbelta da Mariana. Com certeza a Mariana não ia fazer nada com um cara daquele jeito, pensei. Foram até o quartinho que tinha problemas de umidade, onde eu não tinha visão nenhuma, e fiquei escutando.
"Viu aí? Lá em cima já arrumaram o cano, mas ficou essa mancha", disse a Mariana.
"Ah, sim... sim... bom, tem que lixar e passar umas demãos", respondeu o cara enquanto eu ouvia ele largar as coisas e começar a montar.
"Legal... Waldo, né?"
"Isso, dona."
"Bom, eu tô por aqui, me avisa qualquer coisa que precisar, tá? Vou deixar você trabalhar", disse ela. Mariana.
"Se ele aparecer, eu aviso, valeu", respondeu o cara. Mariana voltou pra cozinha, se preparou pra fazer um café e pegou o celular enquanto os barulhos do pintor raspando a parede ecoavam ao fundo. Logo em seguida, o meu celular de mentira vibrou de novo.
Eu sorri em silêncio ao ver aquilo. Parecia que a Mariana estava pedindo permissão pro Seu Júlio? E ainda por cima, ia fazer com esse cara? Já senti os primeiros sinais de outra ereção na hora. Passaram umas duas horas sem nada acontecer, o pintor trabalhando e a Mariana vendo TV ou no nosso quarto com o computador, até que ouvi o cara chamar ela lá do fundo.
"Óia dona, já tá pronto, vem vê...", ele disse.
"Já vou!", respondeu a Mariana e eu vi ela ir pro fundo, "Ah... que bom. Ficou muito bom, dá pra ver a diferença."
"Ficou bom sim, não era grande não, viu."
"Ótimo, valeu. Já vou pegar o pagamento...", falou a Mariana e voltou pro nosso quarto.
"Beleza, brigado", ouvi o cara e ele começou a juntar as coisas dele.
Quando ela voltou pro quarto, vi a Mariana deixar a porta aberta e se despir. Tirou a regata e a calça jeans, ficou pelada, mexeu numa das gavetas do guarda-roupa e pegou uma calcinha fio dental preta, vestindo rápido, e um sutiã de renda preta bem sexy que ela usava de vez em quando, com transparência nos lugares certos. Por cima, vestiu só por cima e sem abotoar a camisola branca que tinha, arrumou um pouco o cabelo na frente do espelho e se olhou por um tempinho. Tava uma verdadeira gostosa.
"Ah, Waldo? Vem cá que quero te mostrar outra coisa, já que você tá aqui, no quarto...", ela chamou.
"Já vou...", ouvi o cara lá do fundo e logo vi ele entrar no nosso quarto, "Com licença..." ele disse, e quando viu a Mariana daquele jeito, ficou paralisado, olhando fixo pra ela.
A Mariana sorriu pra ele e se aproximou um pouco, "Aqui também tem outra manchinha, não sei se você quer ver? Já que veio, né."
O Paraguaio não tirava os olhos dos peitos da Mariana, porque o sutiã dela levantava eles e quase começavam a transbordar pra fora da peça, "Ah... desculpa... dona..."
"O que foi?", perguntou a Mariana.
"Não... é que... me desculpa, meus olhos não param...", gaguejou o cara.
A Mariana sorriu pra ele e se aproximou, quase colada nele. Eu pude ver tudo bem. a altura que Mariana tinha sobre ele, já que o rosto do pintor ficou na altura daquelas tetas imponentes. Mariana colocou as duas mãos nos ombros do cara, "Ai, que doce... não se preocupe, ia tomar um banho, por isso tô assim... O senhor Dom Júlio não falou da outra manchinha que tenho aqui?", perguntou enquanto acariciava os ombros dele de forma sensual.
"Não... não falou nada...", disse o cara olhando um pouco nos olhos dela.
"Quer ver? Tem tempo?", sorriu Mariana.
"Sim... claro...", riu o cara e eu pude ver que faltavam uns dentes.
Mariana não pareceu se importar com isso, sorriu, se inclinou e deu um selinho suave nele, "Que bom, que prestativo...", disse e levou as mãos para trás das costas, desabrochando o sutiã e tirando-o, liberando aquelas tetas imponentes no ar, a centímetros do rosto do pintor que ria e olhava pra elas, "O que acha? Dá pra fazer alguma coisa?"
"Claro, sim...", disse o cara e levou uma das mãos calejadas sobre um dos peitos de Mariana, acariciando e apertando de leve.
"Que bom", disse Mariana e mordeu um pouquinho o lábio ao sentir a mão do pintor no peito dela, "Não quer aproveitar que já tá aqui e tomar um banho comigo? Deve estar sujo depois de tanto trabalho..."
"Ufa... sim... boa ideia...", disse e começou a desabotoar o macacão, se despindo rápido.
Pude ver bem, era um gordo fortão de pele marrom escura, com uma barriga peluda notável. Não sei o que Mariana via num cara tão horrível assim, além do tesão proibido, mas pensei que se toda a situação já tava me deixando louco, com certeza também tava mexendo com ela. Mariana acariciava ele um pouco enquanto o cara se despia e eu vi os dois sumirem em direção ao banheiro, fora da minha vista. Logo ouvi o barulho do chuveiro e eles conversando algo que não consegui entender. Debaixo do chuveiro, ouvia de vez em quando uma risadinha e um gemidinho. Não fazia ideia do que estariam fazendo, mas não parecia que estavam transando debaixo do chuveiro. Imaginei ele Paraguaio ensaboando a pele sedosa e branca da minha mulher, fazendo ela gozar o corpo inteiro, enquanto ela também o agradava, lavando o pau dele com as mãos ou direto com a boca debaixo do chuveiro. Mas eram só imagens que vinham na minha cabeça enquanto eu me masturbava, não dava pra saber o que eles estavam fazendo de verdade.
Devem ter ficado uns quinze minutos no banho e quando ouvi a água fechar, eles se secaram um pouco e saíram, aí percebi de vez que não tinham transado debaixo do chuveiro, porque vi a Mariana voltar pro nosso quarto, completamente pelada, meio apressada. Pressa de tesão. Uns passos atrás dela apareceu o Waldo, com a pele marrom escura ainda brilhando de umidade e o pau da mesma cor, grosso e bem cabeçudo, durasso e balançando no ar enquanto seguia a Mariana.
Mariana se jogou de bruços na cama, mas o pintor quase ao mesmo tempo agarrou ela com força pela cintura com as mãozonas dele e colocou ela de quatro com os joelhos na beirada da cama. Com uma mão, o pintor dava tapas e apertava uma das bundas lindas e firmes dela, enquanto na outra mão ele cuspiu umas duas vezes e passou no pau marrom dele, lubrificando. Ele se aproximou por trás e, sem falar muito, vi ele passar a ponta cabeçuda do pau grosso pra cima e pra baixo entre as nádegas da Mariana, enquanto ela trocou de apoiar nos cotovelos para apoiar nas mãos, se erguendo e deixando eu ver a cara dela por cima da borda da janela. Era uma cara de prazer que eu conhecia bem.
O cara não parecia ser muito de falar e não sei se ele também conseguiria falar muito com a tesão que devia estar sentindo. Depois de alguns segundos curtindo a racha da minha esposa com a ponta do pau dele, sem dizer nada, ele segurou o pau firme na base e começou a empurrar, tentando abrir caminho pelo cu apertado da Mariana, que começou a gemer baixinho e morder o lábio com força num Rictus de prazer. O pintor teve um pouco de trabalho, mas finalmente a cabeça bulbosa da rola inchada que ele carregava entrou e eu vi o corpo dela ceder um pouco, começando a se chocar contra as nádegas firmes da Mariana. Ela soltou um gritinho, mistura de dor e prazer, e deixou a cabeça cair, o cabelo cobrindo o rosto.
"Ai! Aiiisssii a puta mãããe... mmmm!", eu a ouvi dizer. Assim que conseguiu enfiar a cabeça da rola, quase sem uma palavra, o Paraguaio começou a meter na minha mulher pelo cu, segurando-a pela cintura fina pra prendê-la e movendo os quadris grossos, devagar e firme, o corpo dele encontrando as nádegas da Mariana e enterrando a rola na minha esposa pelo buraquinho apertado enquanto o cara também grunhia de prazer, junto com ela.
Eu não conseguia ver, mas podia imaginar. O cu lindo da Mariana, aberto e agarrando a rola inteira do Paraguaio, se esticando toda em volta da grossura da rola dele, apertando-a docemente e convidando-a a entrar cada vez mais e mais, naquele lugar onde a dor se mistura com o prazer. Comecei a me masturbar furiosamente enquanto os via gozar quase em silêncio. O cara era de poucas palavras e a Mariana só soltava seus gemidos de mulher gozando, então só ouvi aquilo, que já era mais que suficiente.
O pintor passou uns bons dez minutos metendo no cu delicioso da Mariana, enquanto ela deixava e aguentava com tanto gosto. Num momento, ela se ergueu de repente e me deixou ver o rosto dela. Estava transtornada de prazer, boca aberta tentando respirar e língua pra fora com os olhos fechados, ofegando e aproveitando ao máximo ter o cu cheio da rola preta do pintor. Ela gozou primeiro, e eu junto com ela na minha punheta. O corpo dela se tensionou e tremeu, soltando aqueles gritinhos de prazer que eu conhecia tão bem. O pintor grunhiu e acelerou o ritmo ao ouvi-la gozar, agarrando-a com uma mão pelo cabelo e puxando a cabeça dela pra trás. atrás, enquanto com a outra mão continuava segurando a cintura de Mariana. Ele começou a meter mais rápido e mais forte, vi como as tetonas dela balançavam e sacudiam no ar com as estocadas do pintor, enquanto o som da barriga dele batendo contra a bunda da minha mulher, cada vez mais rápido, estava me enlouquecendo.
Decididamente, ele estava arrombando o cu daquela puta, como ninguém jamais tinha arrombado antes.
"Puta merda! Aaaah...", só ouvi ele falar enquanto comia ela com força e segurava seu cabelo comprido, buscando gozar.
Mariana riu com a cabeça jogada para trás: "Isso, neguinho... ai sssim... arromba meu cuzão...", eu a ouvi gemer.
De repente, o pintor deu umas boas estocadas e começou a gemer alto, sem diminuir o ritmo, mas já terminando, enchendo o cu de Mariana com a porra dele.
"Ai sim, que delícia... mmmm!!!", gemeu ela ao sentir os jatos de esperma quente do Paraguaio como uma erupção profunda dentro do cuzão gostoso dela.
O pintor terminou e ficou um tempo com a pica dentro do cu de Mariana, acariciando uma nádega dela e recuperando o fôlego. Quando finalmente tirou, levei um susto ao ouvir bem alto o som claro de um longo peido líquido — com certeza o cu de Mariana teve que expelir alguma coisa ao se reajustar com a saída da pica. O pintor olhou e riu, dando um tapinha na bunda de Mariana, que também ficou um pouco vermelha e pediu desculpas.
Waldo vestiu de novo o macacão e Mariana ficou só de fio dental, sutiã e roupão. Deu uns beijos profundos no pintor e disse para ele esperar na cozinha. Eu também me mudei de ambiente para espionar a cozinha e vi o cara sentado à mesa. Logo Mariana apareceu também, com o dinheiro para Waldo. Eu ri por dentro — além de arrombar o cu da minha mulher, ainda pagavam ele. Mariana se inclinou e se beijaram mais um pouco, o pintor aproveitando para apalpar de novo os peitos dela que balançavam enquanto se beijavam. Bom", disse Mariana, "quanto foi?"
"Dois conto", respondeu Waldo.
Mariana sorriu e largou dois maços de cem mil pesos que tinha tirado do banco, e depois de um segundo apoiou mais outro maço igual na mesa, "Aí tem duzentos pelo seu bom trabalho... e cem a mais pela sua boa atenção", sorriu docemente pra ele.
"Ah... muito obrigado, dona..."
"Não me chama de dona, Waldo, já temos intimidade. Sou Mariana."
"Beleza, Mariana, valeu..."
"Mariana. Ou, se quiser, pode me chamar de puta na cara dura.", sorriu.
"Ah é? Assim na lata?", riu Waldo olhando pra ela.
Mariana sorriu e passou a mão na bochecha dele, em pé do lado, "Sim, meus amigos que têm intimidade comigo como você podem me chamar de puta na cara dura. Não me incomoda."
"Bom...", respondeu Waldo, "Talvez eu te chame de Mariana, sei lá."
"Ah, por quê?", perguntou ela, "Quando a gente tava no quarto você não me chamou de 'puta do caralho'? Me pareceu ouvir..."
"Pô, desculpa, escapou ali na hora...", se desculpou Waldo.
"Não se desculpa. Adorei.", sorriu Mariana.
Waldo olhou pra ela um instante e sorriu, depois olhou pros maços de grana na mesa, finalmente falou, "Beleza, puta, posso contar?"
Mariana sorriu, "Pode, negão, claro. Fica contando tranquilo que eu vou fazer outra coisa. E me avisa quando terminar."
"Fechou... fechou...", disse Waldo e começou a contar devagar cada nota.
Mariana só observou ele em silêncio por uns segundos, um sorriso se desenhou no rosto dela e ela se ajoelhou na frente da cadeira. "Fica contando sossegado, não vou te atrapalhar...", falou enquanto desabotoava o macacão dele e seus dedinhos finos deslizavam por baixo do pano. Encontrou a piroca do Waldo e com um pouco de dificuldade puxou pra fora, rapidamente levando à boca. Não sei se Mariana esqueceu do suja que podia estar, ou se simplesmente não ligou, mas começou a chupar a rola do Paraguaio enquanto o outro contava a grana, sentado tranquilo quase sem se mexer.
Eu sorria e me masturbava, dessa vez mais devagar. vê-los do outro apartamento. Uma sensação estranha de paz e calma me invadia, ao ver a puta da minha esposa chupando a pica suja do pintor. O cara contou todo o dinheiro, devagar e sem se abalar, enquanto a Mariana o satisfazia. Quando terminou de contar os maços, guardou num bolso interno do macacão e ficou olhando pra minha mulher, colocando uma das mãos grossas na cabeça dela e acariciando o cabelo enquanto ela curtia ter a boca cheia daquela pica suja e bem preta. Depois de alguns minutos, sem muita cerimônia nem barulho, ele gozou, fazendo a Mariana engolir o resto da porra quentinha dele, o que sobrou de algum lugar que não deu pra deixar no cu dela antes. Eu, claro, gozei junto com ele, com um sorriso do meu posto de espião.
Terminaram, trocaram mais uns beijos, o Waldo juntou as coisas e foi embora. Eu resolvi ficar mais um tempo no apartamento vazio. A tarde estava ensolarada e tranquila. Me despi completamente e me joguei no chão de azulejos frios, sorrindo e levando a mão na minha pica, massageando de leve. Tinha tempo. Tempo pra pensar no que fazer, mas principalmente, tempo pra imaginar como eu chupava o cu da Mariana, sentada com aquela raba impressionante na minha cara, e como minha língua entrava no buraquinho apertado dela, procurando o que quer que tivesse sobrado ali.
Dela, ou do Waldo.
"Vou no mercado comprar umas coisas, quando voltar a gente janta, tá?", ela falou passando.
"Ok, beleza."
Quando ouvi ela fechar a porta, tive um pressentimento. Tava quase certo que iam se encontrar. Mas como? Onde? Dom Júlio tinha falado várias vezes que queria levar ela pra um hotel ou algo assim, mas agora não teria tempo. No apartamento do Dom Júlio não iriam, a mulher dele tava lá. Ela tava indo dar uma rapidinha? Tudo indicava isso. Mas pra onde? Não sei o que me deu naquele momento, mas calcei os tênis e desci também. Pra procurar eles, ou procurar sei lá o quê. Se trombar com ela, inventava alguma desculpa.
Comecei a andar pelas áreas comuns do prédio, tranquilo e devagar, prestando atenção no que podia ver ou ouvir de diferente. Olhei no salão de festas, na área da piscina, na academiazinha do prédio e na salinha das lavanderias. Não tinha ninguém, nem usando nada disso a essa hora. Ninguém na garagem também. Quase como último recurso, fui dar uma olhada no porão do prédio, já que a entrada ficava ali na garagem. Abri a porta de acesso ao porão e, claro, a primeira coisa que ouvi foram os barulhos e os zumbidos fortes das máquinas e caldeiras que estavam lá, mas prestando um pouco de atenção, por baixo de toda aquela bagunça, ouvi claramente os gemidos inconfundíveis da Mariana.
Eu conhecia bem aquele som. porão, então entrei confiante e fechei a porta atrás de mim. Desci cautelosamente uns degraus e, me abaixando e espiando o resto do porão, vi tudo. Era um ambiente grande, cheio de máquinas, algumas ligadas e outras não. Vários entulhos. Materiais de limpeza, latas de tinta, panos e tudo mais. Tudo bem mal iluminado. Seu Júlio tinha umas cadeiras e umas mesas ali também, e em cima de uma das mesas estava a Mariana.
Ela estava numa das posições mais gostosas que já vi. Em cima da mesa, apoiada nos joelhos e cotovelos, com os joelhos bem abertos e arqueando as costas pra jogar aquela bunda linda ainda mais pra fora, oferecida docinho pro seu macho, Seu Júlio, que a segurava firme por aquela cinturinha de anjo e tava metendo forte por trás, ele simplesmente parado atrás dela. A Mariana estava semi-vestida, só tinha levantado a saia toda pra deixar aquela bunda imponente nua, enquanto a calcinha dela estava na altura dos joelhos, esticada ao máximo pela abertura das pernas. Seu Júlio só tinha desabotoado a calça e deixado ela cair aos pés dele. Ele estava atrás dela, segurando ela firme pela cintura e enchendo aquela buceta divina de novo com o pau dele, com estocadas fortes e rápidas. Nenhum dos dois falava, só resmungavam e gemiam enquanto os corpos deles e até a mesa às vezes balançavam a cada investida. O barulho de carne batendo em carne e os gemidos por baixo do barulho das máquinas me deram uma ereção instantânea. Finalmente eu estava ali. Finalmente estava vendo aquilo e não tinha chance de me verem. Sem hesitar, baixei um pouco minha calça também e comecei a me masturbar ali mesmo na escada enquanto olhava pra eles.
A imagem da minha esposa refinada e meiga sendo comida tão na bruta (sem saber o que eu sei, qualquer um diria que era quase um estupro) naquele lugar e por aquele cara, me causava quase espasmos de prazer. Vi que Mariana tinha marcas e manchas de sujeira nos quadris e nas nádegas, onde com certeza as mãos sujas de Dom Julio tinham tocado ou agarrado. Dom Julio estava realmente comendo ela como uma puta barata, sem contemplação e rodeada de imundície. Mariana era a porca mais linda e maravilhosa do mundo, e a careta de êxtase no rosto dela era prova clara de que ela sabia disso e curtia. E eu também curtia.
Dom Julio finalmente deu umas fortes estocadas nos quadris de Mariana, fazendo aquelas nádegas firmes e lindas se esmagarem contra ele e, segurando ela com mais força, enfiou o pau dele até o fundo, até as bolas, deixando ela empalada ali e grunhindo rouco enquanto começava a encher de novo a pussy da minha esposa com o esperma dele, bem fundo. Mariana abaixou a cabeça e escondeu o rosto no cabelo comprido, tremeu um pouco, mas não me pareceu que ela tinha gozado. Eu, no entanto, gozei junto com Dom Julio. Jatos da minha porra saíam do meu pau e se perdiam na escuridão e nos degraus imundos onde eu estava espiando. A porra de Dom Julio merecia a pussy divina e celestial de Mariana. Minha porra só merecia uns degraus sujos de porão.
Deixei eles lá e voltei rápido pro apartamento. Mariana voltou um tempo depois com umas sacolas do supermercado, jantamos, ela tomou banho e fomos deitar. Naquela noite a gente transou de novo depois de tanto tempo. Ela não tinha gozado com Dom Julio, tinha certeza, porque ela me procurava durante o ato e precisava ter o orgasmo dela, mesmo que fosse comigo. Eu gozei, tenho que admitir, quando ela sentou na minha cara. Estiquei as mãos e comecei a apalpar aqueles peitos grandes e lindos, enquanto minha língua e minha boca satisfaziam e saboreavam aquela pussy maravilhosa. Sim, dessa vez, enquanto eu satisfazia minha mulher com minhas lambidas e chupadas, dessa vez com certeza senti o gosto salgado estranho do pau e talvez até algum resquício da porra de Dom Júlio. E foi aí que gozamos os dois, eu me masturbando enquanto a satisfazia oralmente e ela recebendo minhas doces atenções, ou talvez de propósito me fazendo saber que o corpo dela também era a pracinha onde outro macho brincava e se divertia. Vai saber o que era. Talvez não fosse nada, talvez fosse tudo isso.
Digo "outro macho", no singular, porque até aquele momento era o que eu pensava. Que Mariana tinha suas aventuras sexuais com o Seu Júlio e a coisa não passava disso. Mas logo percebi que não era assim.
Uns dias depois, eu estando no meu trabalho, vibra o celular de mentira e o que vi ao mesmo tempo quase me destruiu e quase me provocou uma excitação incrível.
Meu coração tava batendo forte. O pintor? Mais um? Não me parecia, ou eu não queria acreditar, mas a prova tava quase ali no chat e, se fosse rolar alguma coisa, eu precisava ver. Não bastava poder ouvir do trabalho graças aos microfones. Se ia ter outro homem, eu tinha que estar lá, tinha que ver de qualquer jeito. Me desculpei no trampo e saí voando pra casa, indo direto pro apartamento vazio do Dom Alberto e entrando com cuidado pra não fazer barulho. Queria estar pronto ali. Enquanto espiava a Mariana, de quebra.Vi ela vestida normal, de jeans e camiseta, comendo alguma coisa na cozinha. Por um lado, me deu uma calma; por outro, uma decepçãozinha. Parecia se comportar normal e estar vestida normal, como se não tivesse planejando nada. Finalmente, deu umas três da tarde e eu comecei a escutar e espiar pela persiana. A campainha tocou e ouvi a Mariana abrindo.
"Oi, tudo bem, boa tarde...", disse a Mariana.
"Oi, dona, boa tarde...", ouvi o homem com um sotaque que me pareceu paraguaio.
"Vem, entra que eu te mostro, pode vir..."
"Com licença...", disse o homem, e eu vi ele de relance quando entraram. Ele tava com um macacão todo manchado e carregava uma escadinha, uma mochila e as ferramentas dele. Era bem baixinho, a Mariana tinha uma cabeça ou mais de altura, fácil, gordo e muito encorpado. Parecia um tampão largo que contrastava com a figura esbelta da Mariana. Com certeza a Mariana não ia fazer nada com um cara daquele jeito, pensei. Foram até o quartinho que tinha problemas de umidade, onde eu não tinha visão nenhuma, e fiquei escutando.
"Viu aí? Lá em cima já arrumaram o cano, mas ficou essa mancha", disse a Mariana.
"Ah, sim... sim... bom, tem que lixar e passar umas demãos", respondeu o cara enquanto eu ouvia ele largar as coisas e começar a montar.
"Legal... Waldo, né?"
"Isso, dona."
"Bom, eu tô por aqui, me avisa qualquer coisa que precisar, tá? Vou deixar você trabalhar", disse ela. Mariana.
"Se ele aparecer, eu aviso, valeu", respondeu o cara. Mariana voltou pra cozinha, se preparou pra fazer um café e pegou o celular enquanto os barulhos do pintor raspando a parede ecoavam ao fundo. Logo em seguida, o meu celular de mentira vibrou de novo.
Eu sorri em silêncio ao ver aquilo. Parecia que a Mariana estava pedindo permissão pro Seu Júlio? E ainda por cima, ia fazer com esse cara? Já senti os primeiros sinais de outra ereção na hora. Passaram umas duas horas sem nada acontecer, o pintor trabalhando e a Mariana vendo TV ou no nosso quarto com o computador, até que ouvi o cara chamar ela lá do fundo."Óia dona, já tá pronto, vem vê...", ele disse.
"Já vou!", respondeu a Mariana e eu vi ela ir pro fundo, "Ah... que bom. Ficou muito bom, dá pra ver a diferença."
"Ficou bom sim, não era grande não, viu."
"Ótimo, valeu. Já vou pegar o pagamento...", falou a Mariana e voltou pro nosso quarto.
"Beleza, brigado", ouvi o cara e ele começou a juntar as coisas dele.
Quando ela voltou pro quarto, vi a Mariana deixar a porta aberta e se despir. Tirou a regata e a calça jeans, ficou pelada, mexeu numa das gavetas do guarda-roupa e pegou uma calcinha fio dental preta, vestindo rápido, e um sutiã de renda preta bem sexy que ela usava de vez em quando, com transparência nos lugares certos. Por cima, vestiu só por cima e sem abotoar a camisola branca que tinha, arrumou um pouco o cabelo na frente do espelho e se olhou por um tempinho. Tava uma verdadeira gostosa.
"Ah, Waldo? Vem cá que quero te mostrar outra coisa, já que você tá aqui, no quarto...", ela chamou.
"Já vou...", ouvi o cara lá do fundo e logo vi ele entrar no nosso quarto, "Com licença..." ele disse, e quando viu a Mariana daquele jeito, ficou paralisado, olhando fixo pra ela.
A Mariana sorriu pra ele e se aproximou um pouco, "Aqui também tem outra manchinha, não sei se você quer ver? Já que veio, né."
O Paraguaio não tirava os olhos dos peitos da Mariana, porque o sutiã dela levantava eles e quase começavam a transbordar pra fora da peça, "Ah... desculpa... dona..."
"O que foi?", perguntou a Mariana.
"Não... é que... me desculpa, meus olhos não param...", gaguejou o cara.
A Mariana sorriu pra ele e se aproximou, quase colada nele. Eu pude ver tudo bem. a altura que Mariana tinha sobre ele, já que o rosto do pintor ficou na altura daquelas tetas imponentes. Mariana colocou as duas mãos nos ombros do cara, "Ai, que doce... não se preocupe, ia tomar um banho, por isso tô assim... O senhor Dom Júlio não falou da outra manchinha que tenho aqui?", perguntou enquanto acariciava os ombros dele de forma sensual.
"Não... não falou nada...", disse o cara olhando um pouco nos olhos dela.
"Quer ver? Tem tempo?", sorriu Mariana.
"Sim... claro...", riu o cara e eu pude ver que faltavam uns dentes.
Mariana não pareceu se importar com isso, sorriu, se inclinou e deu um selinho suave nele, "Que bom, que prestativo...", disse e levou as mãos para trás das costas, desabrochando o sutiã e tirando-o, liberando aquelas tetas imponentes no ar, a centímetros do rosto do pintor que ria e olhava pra elas, "O que acha? Dá pra fazer alguma coisa?"
"Claro, sim...", disse o cara e levou uma das mãos calejadas sobre um dos peitos de Mariana, acariciando e apertando de leve.
"Que bom", disse Mariana e mordeu um pouquinho o lábio ao sentir a mão do pintor no peito dela, "Não quer aproveitar que já tá aqui e tomar um banho comigo? Deve estar sujo depois de tanto trabalho..."
"Ufa... sim... boa ideia...", disse e começou a desabotoar o macacão, se despindo rápido.
Pude ver bem, era um gordo fortão de pele marrom escura, com uma barriga peluda notável. Não sei o que Mariana via num cara tão horrível assim, além do tesão proibido, mas pensei que se toda a situação já tava me deixando louco, com certeza também tava mexendo com ela. Mariana acariciava ele um pouco enquanto o cara se despia e eu vi os dois sumirem em direção ao banheiro, fora da minha vista. Logo ouvi o barulho do chuveiro e eles conversando algo que não consegui entender. Debaixo do chuveiro, ouvia de vez em quando uma risadinha e um gemidinho. Não fazia ideia do que estariam fazendo, mas não parecia que estavam transando debaixo do chuveiro. Imaginei ele Paraguaio ensaboando a pele sedosa e branca da minha mulher, fazendo ela gozar o corpo inteiro, enquanto ela também o agradava, lavando o pau dele com as mãos ou direto com a boca debaixo do chuveiro. Mas eram só imagens que vinham na minha cabeça enquanto eu me masturbava, não dava pra saber o que eles estavam fazendo de verdade.
Devem ter ficado uns quinze minutos no banho e quando ouvi a água fechar, eles se secaram um pouco e saíram, aí percebi de vez que não tinham transado debaixo do chuveiro, porque vi a Mariana voltar pro nosso quarto, completamente pelada, meio apressada. Pressa de tesão. Uns passos atrás dela apareceu o Waldo, com a pele marrom escura ainda brilhando de umidade e o pau da mesma cor, grosso e bem cabeçudo, durasso e balançando no ar enquanto seguia a Mariana.
Mariana se jogou de bruços na cama, mas o pintor quase ao mesmo tempo agarrou ela com força pela cintura com as mãozonas dele e colocou ela de quatro com os joelhos na beirada da cama. Com uma mão, o pintor dava tapas e apertava uma das bundas lindas e firmes dela, enquanto na outra mão ele cuspiu umas duas vezes e passou no pau marrom dele, lubrificando. Ele se aproximou por trás e, sem falar muito, vi ele passar a ponta cabeçuda do pau grosso pra cima e pra baixo entre as nádegas da Mariana, enquanto ela trocou de apoiar nos cotovelos para apoiar nas mãos, se erguendo e deixando eu ver a cara dela por cima da borda da janela. Era uma cara de prazer que eu conhecia bem.
O cara não parecia ser muito de falar e não sei se ele também conseguiria falar muito com a tesão que devia estar sentindo. Depois de alguns segundos curtindo a racha da minha esposa com a ponta do pau dele, sem dizer nada, ele segurou o pau firme na base e começou a empurrar, tentando abrir caminho pelo cu apertado da Mariana, que começou a gemer baixinho e morder o lábio com força num Rictus de prazer. O pintor teve um pouco de trabalho, mas finalmente a cabeça bulbosa da rola inchada que ele carregava entrou e eu vi o corpo dela ceder um pouco, começando a se chocar contra as nádegas firmes da Mariana. Ela soltou um gritinho, mistura de dor e prazer, e deixou a cabeça cair, o cabelo cobrindo o rosto.
"Ai! Aiiisssii a puta mãããe... mmmm!", eu a ouvi dizer. Assim que conseguiu enfiar a cabeça da rola, quase sem uma palavra, o Paraguaio começou a meter na minha mulher pelo cu, segurando-a pela cintura fina pra prendê-la e movendo os quadris grossos, devagar e firme, o corpo dele encontrando as nádegas da Mariana e enterrando a rola na minha esposa pelo buraquinho apertado enquanto o cara também grunhia de prazer, junto com ela.
Eu não conseguia ver, mas podia imaginar. O cu lindo da Mariana, aberto e agarrando a rola inteira do Paraguaio, se esticando toda em volta da grossura da rola dele, apertando-a docemente e convidando-a a entrar cada vez mais e mais, naquele lugar onde a dor se mistura com o prazer. Comecei a me masturbar furiosamente enquanto os via gozar quase em silêncio. O cara era de poucas palavras e a Mariana só soltava seus gemidos de mulher gozando, então só ouvi aquilo, que já era mais que suficiente.
O pintor passou uns bons dez minutos metendo no cu delicioso da Mariana, enquanto ela deixava e aguentava com tanto gosto. Num momento, ela se ergueu de repente e me deixou ver o rosto dela. Estava transtornada de prazer, boca aberta tentando respirar e língua pra fora com os olhos fechados, ofegando e aproveitando ao máximo ter o cu cheio da rola preta do pintor. Ela gozou primeiro, e eu junto com ela na minha punheta. O corpo dela se tensionou e tremeu, soltando aqueles gritinhos de prazer que eu conhecia tão bem. O pintor grunhiu e acelerou o ritmo ao ouvi-la gozar, agarrando-a com uma mão pelo cabelo e puxando a cabeça dela pra trás. atrás, enquanto com a outra mão continuava segurando a cintura de Mariana. Ele começou a meter mais rápido e mais forte, vi como as tetonas dela balançavam e sacudiam no ar com as estocadas do pintor, enquanto o som da barriga dele batendo contra a bunda da minha mulher, cada vez mais rápido, estava me enlouquecendo.
Decididamente, ele estava arrombando o cu daquela puta, como ninguém jamais tinha arrombado antes.
"Puta merda! Aaaah...", só ouvi ele falar enquanto comia ela com força e segurava seu cabelo comprido, buscando gozar.
Mariana riu com a cabeça jogada para trás: "Isso, neguinho... ai sssim... arromba meu cuzão...", eu a ouvi gemer.
De repente, o pintor deu umas boas estocadas e começou a gemer alto, sem diminuir o ritmo, mas já terminando, enchendo o cu de Mariana com a porra dele.
"Ai sim, que delícia... mmmm!!!", gemeu ela ao sentir os jatos de esperma quente do Paraguaio como uma erupção profunda dentro do cuzão gostoso dela.
O pintor terminou e ficou um tempo com a pica dentro do cu de Mariana, acariciando uma nádega dela e recuperando o fôlego. Quando finalmente tirou, levei um susto ao ouvir bem alto o som claro de um longo peido líquido — com certeza o cu de Mariana teve que expelir alguma coisa ao se reajustar com a saída da pica. O pintor olhou e riu, dando um tapinha na bunda de Mariana, que também ficou um pouco vermelha e pediu desculpas.
Waldo vestiu de novo o macacão e Mariana ficou só de fio dental, sutiã e roupão. Deu uns beijos profundos no pintor e disse para ele esperar na cozinha. Eu também me mudei de ambiente para espionar a cozinha e vi o cara sentado à mesa. Logo Mariana apareceu também, com o dinheiro para Waldo. Eu ri por dentro — além de arrombar o cu da minha mulher, ainda pagavam ele. Mariana se inclinou e se beijaram mais um pouco, o pintor aproveitando para apalpar de novo os peitos dela que balançavam enquanto se beijavam. Bom", disse Mariana, "quanto foi?"
"Dois conto", respondeu Waldo.
Mariana sorriu e largou dois maços de cem mil pesos que tinha tirado do banco, e depois de um segundo apoiou mais outro maço igual na mesa, "Aí tem duzentos pelo seu bom trabalho... e cem a mais pela sua boa atenção", sorriu docemente pra ele.
"Ah... muito obrigado, dona..."
"Não me chama de dona, Waldo, já temos intimidade. Sou Mariana."
"Beleza, Mariana, valeu..."
"Mariana. Ou, se quiser, pode me chamar de puta na cara dura.", sorriu.
"Ah é? Assim na lata?", riu Waldo olhando pra ela.
Mariana sorriu e passou a mão na bochecha dele, em pé do lado, "Sim, meus amigos que têm intimidade comigo como você podem me chamar de puta na cara dura. Não me incomoda."
"Bom...", respondeu Waldo, "Talvez eu te chame de Mariana, sei lá."
"Ah, por quê?", perguntou ela, "Quando a gente tava no quarto você não me chamou de 'puta do caralho'? Me pareceu ouvir..."
"Pô, desculpa, escapou ali na hora...", se desculpou Waldo.
"Não se desculpa. Adorei.", sorriu Mariana.
Waldo olhou pra ela um instante e sorriu, depois olhou pros maços de grana na mesa, finalmente falou, "Beleza, puta, posso contar?"
Mariana sorriu, "Pode, negão, claro. Fica contando tranquilo que eu vou fazer outra coisa. E me avisa quando terminar."
"Fechou... fechou...", disse Waldo e começou a contar devagar cada nota.
Mariana só observou ele em silêncio por uns segundos, um sorriso se desenhou no rosto dela e ela se ajoelhou na frente da cadeira. "Fica contando sossegado, não vou te atrapalhar...", falou enquanto desabotoava o macacão dele e seus dedinhos finos deslizavam por baixo do pano. Encontrou a piroca do Waldo e com um pouco de dificuldade puxou pra fora, rapidamente levando à boca. Não sei se Mariana esqueceu do suja que podia estar, ou se simplesmente não ligou, mas começou a chupar a rola do Paraguaio enquanto o outro contava a grana, sentado tranquilo quase sem se mexer.
Eu sorria e me masturbava, dessa vez mais devagar. vê-los do outro apartamento. Uma sensação estranha de paz e calma me invadia, ao ver a puta da minha esposa chupando a pica suja do pintor. O cara contou todo o dinheiro, devagar e sem se abalar, enquanto a Mariana o satisfazia. Quando terminou de contar os maços, guardou num bolso interno do macacão e ficou olhando pra minha mulher, colocando uma das mãos grossas na cabeça dela e acariciando o cabelo enquanto ela curtia ter a boca cheia daquela pica suja e bem preta. Depois de alguns minutos, sem muita cerimônia nem barulho, ele gozou, fazendo a Mariana engolir o resto da porra quentinha dele, o que sobrou de algum lugar que não deu pra deixar no cu dela antes. Eu, claro, gozei junto com ele, com um sorriso do meu posto de espião.
Terminaram, trocaram mais uns beijos, o Waldo juntou as coisas e foi embora. Eu resolvi ficar mais um tempo no apartamento vazio. A tarde estava ensolarada e tranquila. Me despi completamente e me joguei no chão de azulejos frios, sorrindo e levando a mão na minha pica, massageando de leve. Tinha tempo. Tempo pra pensar no que fazer, mas principalmente, tempo pra imaginar como eu chupava o cu da Mariana, sentada com aquela raba impressionante na minha cara, e como minha língua entrava no buraquinho apertado dela, procurando o que quer que tivesse sobrado ali.
Dela, ou do Waldo.
2 comentários - Minha esposa, a puta do prédio - Parte 4