No dia seguinte, acordei um pouco mais tarde que o normal. Minha mulher já tinha ido trabalhar e levado a menina pra escola. No meu quarto, esperando meu pai entrar no banho pra eu sair e ver minha mãe. Quando ouvi a porta do banheiro fechar, saí e bati na porta do quarto dela. Ela abriu com uma roupa de academia bem gostosa. Tava uma delícia.
Bom dia, espero que você tenha tido uma boa noite.
Valeu, meu amor, consegui descansar, graças a Deus. E você, Héctor? Parece que não pregaram o olho.
Não conseguia parar de pensar em você. É impossível dormir.
Jeje, agora a culpa é minha? Coitadinho.
Peguei ela pela cintura e puxei pra perto de mim, me aproximei dos lábios dela pra beijar e ela se deixou. A gente se deu um beijo curto, mas muito sensual. Dava pra sentir pelo jeito que ela me beijava que, aos poucos, eu tava despertando aquela curiosidade nela sobre esse desejo proibido.
Héctor, seu pai tá no banheiro.
Sim, meu amor, mas você sabe que ele demora.
Beijei ela de novo. Comecei a descer minha mão direita devagar até colocar em cima daquela bunda enorme.
Meu amor, é o quarto do seu pai também, e ele pode sair do banheiro a qualquer momento. Isso é muito errado, ele vai nos ver.
Bom, então vamos pro meu quarto.
Não parava de beijar ela e tentava puxar ela pro meu quarto, mas ela tava se fazendo de difícil um pouco. Mas eu continuei tentando e ela topou. Peguei ela pela mão e levei até meu quarto. Lá, fechei a porta e a gente se beijou de novo. Agora senti ela mais diferente. Mais solta. Ela também me puxava pra perto dela e passava a mão nas minhas costas enquanto a gente se beijava. Tirei minha camiseta, ela só ficava olhando nervosa, isso sim. Me aproximei dela de novo pra gente se beijar, peguei minhas duas mãos e coloquei na cintura dela, por cima da legging, e comecei a puxar pra baixo. Meu Deus, ela tava com uma tanga branca deliciosa. Tudo tava indo maravilhoso.
Você não sabe o quanto te desejo, você me deixa louco.
Isso é errado, meu amor.
É isso que torna tudo mais gostoso. A culpa não é sua por ser tão gostosa, nem minha por me apaixonar por você. Qualquer homem ficaria doido por você.
Puxei ela pra minha cama, desci a legging dela até o joelho porque não conseguia tirar completamente. Se algo fosse rolar, seria rápido porque meu pai tava tomando banho. Por sorte, ele demorava uns 30 minutos. Coloquei ela de quatro, no estilo cachorrinho. Nunca na vida minha pica tinha estado tão dura como dessa vez. Puxei o fiozinho dela pro lado e comecei a meter. sexo oral vaginal. Tinha um gostinho delicioso. Também chupei a bunda dela, uma delícia. Ela só gemia, eu tava louco. Sentei ela na cama pra ela me chupar e depois comer ela. Ela tava doida também, mamava a pica como nunca. Tirei a blusa dela e ela tinha uns peitões grandes e gostosos. Tudo perfeito até que a porta da frente abre. Minha esposa tinha voltado, esqueceu a carteira no sofá. Por sorte ela só veio em casa por isso, nunca entrou no quarto e foi embora. Mas o susto da nossa vida a gente tomou. Daí minha mãe ficou mais nervosa, puxou a legging pra cima e não quis mais continuar com medo, e eu entendi ela, não queria forçar. A gente deu um beijinho e ela saiu. Consegui tirar essa foto quando ela tava arrumando a roupa.
*QUE FILHO NÃO IA QUERER COMER A PRÓPRIA MÃE SE ELA FOSSE IGUAL A MINHA* Naquele dia a gente conversou por mensagem de texto. Nossas conversas já não eram nada normais entre mãe e filho. Eu dizia que sentia falta dela, ela parou de me chamar de Héctor e começou a me chamar de meu amor ou papai. Naquele dia não pude levá-la ao trabalho, pedi um Uber pra ela. Mas consegui buscá-la. Ela me disse que o lugar estava meio devagar naquele dia e que sairia uma hora mais cedo. Eu tinha uma surpresa pra ela: tinha comprado um iPhone. E ia dar pra ela num mirante aqui da cidade. Levei uma caixa térmica com 12 cervejas. Cheguei no restaurante e entrei porque queria mijar, e no banheiro estava minha mãe com a colega de trabalho dela, que eu percebia que dava em cima de mim, mas nem tava afim. É que minha mãe, honestamente, ofuscava qualquer mulher com aquele rabão.
Nós fomos embora, abri a porta do carro pra ela e, quando ela subiu, em cima da gente tinha uma lâmpada que iluminava e dava pra ver uma fio dental transparente.
Me afastei um pouco do restaurante e a gente se beijou. Levei ela até o mirante, tava quase vazio, sempre ia gente sentar nos carros pra ver a vista de noite e também rolavam uns boatos que ali todo mundo transava. O lugar era grande e escuro, então os carros ficavam bem separados, e o meu tinha vidro fumê, então de noite não dá pra ver nada lá dentro. A gente começou a tomar as cervejas, conversamos sobre tudo, não faltava o flerte, um beijinho aqui e uma agarradinha na perna. Aos poucos, com o álcool, tudo ficava mais quente, mais gostoso. Aí eu falei que tinha uma surpresa pra ela. Ela adorou, disse que não sabia como me pagar. Sorrindo, eu falei que sabia sim, era só querer. Ela sorriu e disse:
— Você merece, sabia?
— Você sabe que eu gosto de você, isso é óbvio, e então quis te dar um agrado.
Ela se aproximou de mim e me beijou, já tava meio bêbada, e eu também. Ela pegou na minha rola por cima da calça e ficou acariciando, eu desafivelei o cinto e abri a calça. Ela rapidamente enfiou a mão por baixo da minha cueca e começou a me masturbar de um jeito muito gostoso com as mãos macias dela. Tirei a camiseta também. Quando reclamei o banco, ela automaticamente começou a beijar meu pescoço, e aos poucos foi descendo devagar até minha rola, entre beijos e lambidas. Era uma expert. Me deu o melhor boquete da minha vida. Ela enfiava as bolas na boca e sabia usar a língua perfeitamente. Eu, quase deitado, aproveitando, puxei a legging dela pra baixo e enfiei os dedos nela. Ela lambia e cheirava meus dedos que saíam dela, e claro, não cheiravam a limpo porque ela trabalhou o dia todo, mas o cheiro me excitava, igual tudo nela. Tava molhadíssima. Eu a mil, sabendo que ela já era minha. Quando gozei, ela sugava enquanto a língua não parava de lamber a ponta do meu pau. Um prazer incrível. Engoliu até a última gota de porra. Ela disse:
— Obrigada pelo celular.
— De nada, gostosa, tudo por você. Mas eu quero mais.
— Devagar, papai.
— Te convido pra sair amanhã (sexta).
— Aonde? Vamos pra uma balada, tomar uns drinks. Você se arruma toda gostosa, do jeito que meu pai nunca deixa, e a gente se diverte. Haha, tá bom, beleza, amanhã eu vejo como faço pra dar um jeito de sair. No dia seguinte, ela me liga e fala que já cancelou o trabalho pra sair comigo mesmo. Aquilo me acendeu. Saber que ela também queria sair pra beber e dançar comigo. Ela também me contou o plano dela. Ia falar pro meu pai que ia sair com a amiga, e que a amiga ia buscá-la. Daí, na casa da amiga, ela ia se trocar e chamar um Uber pra ir até mim. Óbvio que eu não podia buscá-la, porque a amiga saberia que é filho dela, com quem minha mãe agora tá dando. Chegou a noite e eu esperava ela no estacionamento de um 7/11. O Uber chegou e ela desceu. Já era normal só de ver ela eu ficar duro, mas dessa vez foi mais. Ela veio vestida super elegante e ao mesmo tempo super puta. Ela sabia como se vestir pra ocasião. Ela entrou no carro. — Pai, vamos embora, mas pra longe, nada daqui perto, assim a gente curte mais privado, né? — Claro, meu amor. E eu beijei ela. Dirigi uma hora até uma balada. Eu já tinha vindo aqui com minha mulher antes, e a música, o ambiente e os drinks eram bons. Começamos a dançar e a beber. O álcool foi bom porque ela parecia desconfortável, era porque tava com medo de que, mesmo longe, tivesse alguém que nos conhecesse. Com os drinks e o tempo, ela percebeu que não tinha ninguém conhecido e que podia relaxar. Chegou um cara que tira fotos de lembrança e ofereceu uma. Aceitei e ele tirou a foto.
Na foto, escrevi "são um casal bonito". Aí ela e eu só rimos e eu falei: "Tá vendo? Ele já percebeu. Já é minha namorada." Beijei ela e dançamos bachata. Dançamos de tudo, e já meio bêbados, colocaram reggaeton. Aí ela, sem tabu nenhum, ficou na minha frente e começou a rebolando. Minha pica era bem grande, então ela sentiu a ereção. Enquanto ela rebolava de costas, eu falava no ouvido dela: "Você cheira delicioso, Sandra." "Obrigada, papai." "Você cheira ao pó da minha vida. O que acha? Vamos embora? Tá na hora da festa ficar melhor, mas entre eu e você. O que me diz?" Ela me beijou e falou: "Vamos." No caminho, nos semáforos, a gente se beijava. Ela decidiu chupar minha pica enquanto eu dirigia pro motel mais perto. Quando chegamos, pedi o quarto com hidromassagem, mas a gente nem ligou, porque assim que fechou a porta, a gente se comeu de beijos. Finalmente a sós, um pouco bêbados, com minha mãe, num motel longe de qualquer um que pudesse atrapalhar. Não acreditava. A gente se despiu quase sem parar de se beijar. Peguei meu cinto e apertei o pescoço dela. Coloquei ela de joelhos e mandei chupar minha pica. Com o cinto no pescoço, fiz ela engatinhar até o sofá, onde eu sentei e deixei ela de joelhos me mamando. Eu merecia, depois de tantos dias sem dormir só de desejar ela. Fomos pra cama, onde fizemos um 69 gostoso. Eu lambia aquela buceta como um louco. Cheirava gostoso. Coloquei ela de quatro pra lamber o cu dela, que ela adorava, ficava mais tesuda. Assim, de quatro, quis meter sem camisinha, já tava roçando no clitóris dela quando ela falou que sim, mas com camisinha. Tive que aceitar, e ela mesma colocou com a boca. Me beijou e virou de novo, ficou de quatro, com o peito e as mãos na cama pra destacar mais aquele rabão. E lá estava eu, com minha mãe de quatro e eu atrás, pelados, com a pica na mão, só esperando pra meter e empurrar. Tava sonhando. Coloquei na entrada e empurrei só a pontinha, ela... solta um pequeno "hmm", e eu sentia a glória. Aos poucos fui enfiando, porque era grande, mas depois que os dois estavam bem lubrificados, ninguém sabia o que fazia mais barulho: se os gritos dela ou minhas bolas batendo naquelas bundonas. Tinha reggaeton tocando no fundo, tudo estava super safado. Percebemos que os vizinhos deviam estar ouvindo, então coloquei um travesseiro na boca dela pra ela morder enquanto eu, por trás, continuava arrombando. A bunda dela ficou marcada com minhas mãos de tanta palmada que eu dava, e o cabelo dela sempre na minha mão pra puxar o tempo todo enquanto metia. Deitei e ela montou em cima de mim, e começou a cavalgar. Ela mesma se acabava no próprio ritmo e me beijava pra não gritar. Estávamos tão quentes que nem percebemos que eu deixei um chupão no peito dela e ela mordeu meu lábio. A gente só aproveitou o proibido. Deitei ela na cama de barriga pra cima e fiquei por cima. Transamos de missionário. Um celular tocava, mas a gente tava perdido, se comendo igual loucos. Transamos até no chão, e no final eu já sabia qual era a posição favorita dela, porque ouvi uma vez. Era ela deitada de bruços, e eu por cima metendo enquanto beijava a orelha dela. Ela amava aquela posição e em pouco tempo gozou. Os lençóis molhados. Ela já tinha gozado, mas eu não, então deitei na cama e ela montou de costas pra mim, deixando eu ver aquela bundona subindo e descendo no meu pau. Ela sabia que era minha fraqueza. E realmente foi. Ela pediu pra avisar quando fosse gozar, e eu avisei. Falei que já tava quase, e ela saiu de cima, tirou a camisinha e tirou até a última gota de porra com a boca. Naquela noite, a gente deu umas 6 gozadas. No outro dia

Bom dia, espero que você tenha tido uma boa noite. Valeu, meu amor, consegui descansar, graças a Deus. E você, Héctor? Parece que não pregaram o olho.
Não conseguia parar de pensar em você. É impossível dormir.
Jeje, agora a culpa é minha? Coitadinho.
Peguei ela pela cintura e puxei pra perto de mim, me aproximei dos lábios dela pra beijar e ela se deixou. A gente se deu um beijo curto, mas muito sensual. Dava pra sentir pelo jeito que ela me beijava que, aos poucos, eu tava despertando aquela curiosidade nela sobre esse desejo proibido.
Héctor, seu pai tá no banheiro.
Sim, meu amor, mas você sabe que ele demora.
Beijei ela de novo. Comecei a descer minha mão direita devagar até colocar em cima daquela bunda enorme.
Meu amor, é o quarto do seu pai também, e ele pode sair do banheiro a qualquer momento. Isso é muito errado, ele vai nos ver.
Bom, então vamos pro meu quarto.
Não parava de beijar ela e tentava puxar ela pro meu quarto, mas ela tava se fazendo de difícil um pouco. Mas eu continuei tentando e ela topou. Peguei ela pela mão e levei até meu quarto. Lá, fechei a porta e a gente se beijou de novo. Agora senti ela mais diferente. Mais solta. Ela também me puxava pra perto dela e passava a mão nas minhas costas enquanto a gente se beijava. Tirei minha camiseta, ela só ficava olhando nervosa, isso sim. Me aproximei dela de novo pra gente se beijar, peguei minhas duas mãos e coloquei na cintura dela, por cima da legging, e comecei a puxar pra baixo. Meu Deus, ela tava com uma tanga branca deliciosa. Tudo tava indo maravilhoso.
Você não sabe o quanto te desejo, você me deixa louco.
Isso é errado, meu amor.
É isso que torna tudo mais gostoso. A culpa não é sua por ser tão gostosa, nem minha por me apaixonar por você. Qualquer homem ficaria doido por você.
Puxei ela pra minha cama, desci a legging dela até o joelho porque não conseguia tirar completamente. Se algo fosse rolar, seria rápido porque meu pai tava tomando banho. Por sorte, ele demorava uns 30 minutos. Coloquei ela de quatro, no estilo cachorrinho. Nunca na vida minha pica tinha estado tão dura como dessa vez. Puxei o fiozinho dela pro lado e comecei a meter. sexo oral vaginal. Tinha um gostinho delicioso. Também chupei a bunda dela, uma delícia. Ela só gemia, eu tava louco. Sentei ela na cama pra ela me chupar e depois comer ela. Ela tava doida também, mamava a pica como nunca. Tirei a blusa dela e ela tinha uns peitões grandes e gostosos. Tudo perfeito até que a porta da frente abre. Minha esposa tinha voltado, esqueceu a carteira no sofá. Por sorte ela só veio em casa por isso, nunca entrou no quarto e foi embora. Mas o susto da nossa vida a gente tomou. Daí minha mãe ficou mais nervosa, puxou a legging pra cima e não quis mais continuar com medo, e eu entendi ela, não queria forçar. A gente deu um beijinho e ela saiu. Consegui tirar essa foto quando ela tava arrumando a roupa.
*QUE FILHO NÃO IA QUERER COMER A PRÓPRIA MÃE SE ELA FOSSE IGUAL A MINHA* Naquele dia a gente conversou por mensagem de texto. Nossas conversas já não eram nada normais entre mãe e filho. Eu dizia que sentia falta dela, ela parou de me chamar de Héctor e começou a me chamar de meu amor ou papai. Naquele dia não pude levá-la ao trabalho, pedi um Uber pra ela. Mas consegui buscá-la. Ela me disse que o lugar estava meio devagar naquele dia e que sairia uma hora mais cedo. Eu tinha uma surpresa pra ela: tinha comprado um iPhone. E ia dar pra ela num mirante aqui da cidade. Levei uma caixa térmica com 12 cervejas. Cheguei no restaurante e entrei porque queria mijar, e no banheiro estava minha mãe com a colega de trabalho dela, que eu percebia que dava em cima de mim, mas nem tava afim. É que minha mãe, honestamente, ofuscava qualquer mulher com aquele rabão.
Nós fomos embora, abri a porta do carro pra ela e, quando ela subiu, em cima da gente tinha uma lâmpada que iluminava e dava pra ver uma fio dental transparente.
Me afastei um pouco do restaurante e a gente se beijou. Levei ela até o mirante, tava quase vazio, sempre ia gente sentar nos carros pra ver a vista de noite e também rolavam uns boatos que ali todo mundo transava. O lugar era grande e escuro, então os carros ficavam bem separados, e o meu tinha vidro fumê, então de noite não dá pra ver nada lá dentro. A gente começou a tomar as cervejas, conversamos sobre tudo, não faltava o flerte, um beijinho aqui e uma agarradinha na perna. Aos poucos, com o álcool, tudo ficava mais quente, mais gostoso. Aí eu falei que tinha uma surpresa pra ela. Ela adorou, disse que não sabia como me pagar. Sorrindo, eu falei que sabia sim, era só querer. Ela sorriu e disse: — Você merece, sabia?
— Você sabe que eu gosto de você, isso é óbvio, e então quis te dar um agrado.
Ela se aproximou de mim e me beijou, já tava meio bêbada, e eu também. Ela pegou na minha rola por cima da calça e ficou acariciando, eu desafivelei o cinto e abri a calça. Ela rapidamente enfiou a mão por baixo da minha cueca e começou a me masturbar de um jeito muito gostoso com as mãos macias dela. Tirei a camiseta também. Quando reclamei o banco, ela automaticamente começou a beijar meu pescoço, e aos poucos foi descendo devagar até minha rola, entre beijos e lambidas. Era uma expert. Me deu o melhor boquete da minha vida. Ela enfiava as bolas na boca e sabia usar a língua perfeitamente. Eu, quase deitado, aproveitando, puxei a legging dela pra baixo e enfiei os dedos nela. Ela lambia e cheirava meus dedos que saíam dela, e claro, não cheiravam a limpo porque ela trabalhou o dia todo, mas o cheiro me excitava, igual tudo nela. Tava molhadíssima. Eu a mil, sabendo que ela já era minha. Quando gozei, ela sugava enquanto a língua não parava de lamber a ponta do meu pau. Um prazer incrível. Engoliu até a última gota de porra. Ela disse:
— Obrigada pelo celular.
— De nada, gostosa, tudo por você. Mas eu quero mais.
— Devagar, papai.
— Te convido pra sair amanhã (sexta).
— Aonde? Vamos pra uma balada, tomar uns drinks. Você se arruma toda gostosa, do jeito que meu pai nunca deixa, e a gente se diverte. Haha, tá bom, beleza, amanhã eu vejo como faço pra dar um jeito de sair. No dia seguinte, ela me liga e fala que já cancelou o trabalho pra sair comigo mesmo. Aquilo me acendeu. Saber que ela também queria sair pra beber e dançar comigo. Ela também me contou o plano dela. Ia falar pro meu pai que ia sair com a amiga, e que a amiga ia buscá-la. Daí, na casa da amiga, ela ia se trocar e chamar um Uber pra ir até mim. Óbvio que eu não podia buscá-la, porque a amiga saberia que é filho dela, com quem minha mãe agora tá dando. Chegou a noite e eu esperava ela no estacionamento de um 7/11. O Uber chegou e ela desceu. Já era normal só de ver ela eu ficar duro, mas dessa vez foi mais. Ela veio vestida super elegante e ao mesmo tempo super puta. Ela sabia como se vestir pra ocasião. Ela entrou no carro. — Pai, vamos embora, mas pra longe, nada daqui perto, assim a gente curte mais privado, né? — Claro, meu amor. E eu beijei ela. Dirigi uma hora até uma balada. Eu já tinha vindo aqui com minha mulher antes, e a música, o ambiente e os drinks eram bons. Começamos a dançar e a beber. O álcool foi bom porque ela parecia desconfortável, era porque tava com medo de que, mesmo longe, tivesse alguém que nos conhecesse. Com os drinks e o tempo, ela percebeu que não tinha ninguém conhecido e que podia relaxar. Chegou um cara que tira fotos de lembrança e ofereceu uma. Aceitei e ele tirou a foto.
Na foto, escrevi "são um casal bonito". Aí ela e eu só rimos e eu falei: "Tá vendo? Ele já percebeu. Já é minha namorada." Beijei ela e dançamos bachata. Dançamos de tudo, e já meio bêbados, colocaram reggaeton. Aí ela, sem tabu nenhum, ficou na minha frente e começou a rebolando. Minha pica era bem grande, então ela sentiu a ereção. Enquanto ela rebolava de costas, eu falava no ouvido dela: "Você cheira delicioso, Sandra." "Obrigada, papai." "Você cheira ao pó da minha vida. O que acha? Vamos embora? Tá na hora da festa ficar melhor, mas entre eu e você. O que me diz?" Ela me beijou e falou: "Vamos." No caminho, nos semáforos, a gente se beijava. Ela decidiu chupar minha pica enquanto eu dirigia pro motel mais perto. Quando chegamos, pedi o quarto com hidromassagem, mas a gente nem ligou, porque assim que fechou a porta, a gente se comeu de beijos. Finalmente a sós, um pouco bêbados, com minha mãe, num motel longe de qualquer um que pudesse atrapalhar. Não acreditava. A gente se despiu quase sem parar de se beijar. Peguei meu cinto e apertei o pescoço dela. Coloquei ela de joelhos e mandei chupar minha pica. Com o cinto no pescoço, fiz ela engatinhar até o sofá, onde eu sentei e deixei ela de joelhos me mamando. Eu merecia, depois de tantos dias sem dormir só de desejar ela. Fomos pra cama, onde fizemos um 69 gostoso. Eu lambia aquela buceta como um louco. Cheirava gostoso. Coloquei ela de quatro pra lamber o cu dela, que ela adorava, ficava mais tesuda. Assim, de quatro, quis meter sem camisinha, já tava roçando no clitóris dela quando ela falou que sim, mas com camisinha. Tive que aceitar, e ela mesma colocou com a boca. Me beijou e virou de novo, ficou de quatro, com o peito e as mãos na cama pra destacar mais aquele rabão. E lá estava eu, com minha mãe de quatro e eu atrás, pelados, com a pica na mão, só esperando pra meter e empurrar. Tava sonhando. Coloquei na entrada e empurrei só a pontinha, ela... solta um pequeno "hmm", e eu sentia a glória. Aos poucos fui enfiando, porque era grande, mas depois que os dois estavam bem lubrificados, ninguém sabia o que fazia mais barulho: se os gritos dela ou minhas bolas batendo naquelas bundonas. Tinha reggaeton tocando no fundo, tudo estava super safado. Percebemos que os vizinhos deviam estar ouvindo, então coloquei um travesseiro na boca dela pra ela morder enquanto eu, por trás, continuava arrombando. A bunda dela ficou marcada com minhas mãos de tanta palmada que eu dava, e o cabelo dela sempre na minha mão pra puxar o tempo todo enquanto metia. Deitei e ela montou em cima de mim, e começou a cavalgar. Ela mesma se acabava no próprio ritmo e me beijava pra não gritar. Estávamos tão quentes que nem percebemos que eu deixei um chupão no peito dela e ela mordeu meu lábio. A gente só aproveitou o proibido. Deitei ela na cama de barriga pra cima e fiquei por cima. Transamos de missionário. Um celular tocava, mas a gente tava perdido, se comendo igual loucos. Transamos até no chão, e no final eu já sabia qual era a posição favorita dela, porque ouvi uma vez. Era ela deitada de bruços, e eu por cima metendo enquanto beijava a orelha dela. Ela amava aquela posição e em pouco tempo gozou. Os lençóis molhados. Ela já tinha gozado, mas eu não, então deitei na cama e ela montou de costas pra mim, deixando eu ver aquela bundona subindo e descendo no meu pau. Ela sabia que era minha fraqueza. E realmente foi. Ela pediu pra avisar quando fosse gozar, e eu avisei. Falei que já tava quase, e ela saiu de cima, tirou a camisinha e tirou até a última gota de porra com a boca. Naquela noite, a gente deu umas 6 gozadas. No outro dia

5 comentários - Finalmente comi minha mãe. Parte 9