Ano novo em família...

Tudo começou numa reunião de família pra comemorar o ano novo, mais de 40 pessoas na casa da minha tia, quando os mais novos dançavam numa sala, e minha prima favorita, uns meses mais velha que eu, começou a esfregar a bunda em mim. No começo, era só zoeira, dança e algo bem inocente, mas num piscar de olhos tudo mudou: os movimentos dela ficaram mais fortes e, por mais que eu tentasse controlar meus instintos, o amigo começou a acordar e me entregou com uma ereção bem visível. Aí ela se virou e quis dançar colada, e no meu ouvido sussurrou: "Disfarça um pouco, não me segue de uma vez. Te vejo no banheiro do segundo andar..." Eu fiquei incrédulo, e quando ela foi embora pra disfarçar, fui pegar uma cerveja, pensando no que fazer: se subia ou ficava dançando com outra prima. Mas como diz o ditado, "a curiosidade matou a gata", me encaminhei pro banheiro subindo pelas escadas do quintal, pra não passar pela sala e ser visto por algum dos outros primos. Quando cheguei no banheiro, ela foi bem sincera e direta: "Sério que você ficou de pau duro?" Aí respondi: "O que você espera? Sou homem, e você tava esfregando essa bunda em mim como se não houvesse amanhã." Ela riu e disse: "Sabe que sua mãe e seu pai tiveram um caso há um tempo?" Eu não sabia dos detalhes, mas era um segredo de polichinelo, e falei que já tinha ouvido algo sobre isso. Perguntei: "Tá me insinuando que a gente também vai fazer isso?" E a resposta dela foi me beijar de boca aberta sem mais palavras. Foram uns 15 minutos só nos beijando e nos apoiando contra a porta do banheiro. De repente, ela disse: "A gente precisa descer pra não levantar suspeitas." E foi o que fizemos, cada um por um lado diferente. Já na sala com os outros primos, cada um dançou com outra pessoa, e assim foi por um tempo até que chegou a hora de jantar. Ela sentou do meu lado, e tudo normal até que ela deixou cair um pedaço de pão que pulou pra minha perna, e ela, se fazendo de boba, esticou a mão pra pegar... Ela realmente pegou no meu pacote, não sei se mais alguém percebeu o que rolou, mas eu automaticamente senti a ereção voltando. O jantar passou, tudo ocorreu normal, chegou a hora do abraço em família, e depois saímos pra ver os fogos de artifício que iluminavam o céu da cidade, a gente tinha uma vista quase total da cidade, e lembro que tava ventando muito, e por consequência, frio, nisso ela me pede pra abraçar ela porque tava com muito frio, claro que ela tava usando um vestido curto daqueles sem alça nem manga, e bom, não era segredo pra ninguém que a gente era muito agarradinho já que passávamos as férias juntos e sempre teve respeito, até umas horas antes... Durante o abraço, dava pra sentir ela encaixando a bunda na minha ereção bem evidente, e de vez em quando fazia um movimento, passando a mensagem que todo mundo entende "quero que você meta", assim passou um tempão, e depois todo mundo voltou pra continuar a festa, vale destacar que minha família se reunia toda pra comemorar essa data especial e a festa podia ir até a madrugada do dia 2 de janeiro, e todo mundo ficava pra dormir na mesma casa porque tinha quartos, camas e colchões suficientes, era tipo uma pequena chácara familiar, a festa continuou e lá pelas 4 da manhã ela me fala "a gente se encontra de novo no banheiro de cima", e eu falei "não, dessa vez a gente se vê no vestiário da piscina", eu sabia que lá tinha onde sentar e até deitar, e era um pouco mais afastado, ela só concordou com um sorriso e seguiu o caminho dela, eu voltei a disfarçar pegando uma cerveja e depois fui andando, quando abro a porta do vestiário, ela me recebeu com um beijo, e depois mais um beijo, eu só empurrei ela pro fundo do vestiário, fechei a porta atrás de mim, e apaguei a luz pra não levantar suspeitas, continuei comendo ela de beijos, e depois de um tempo, lancei uma das minhas mãos até a coxa dela, tava fria mas a pele dela era macia demais, e não demorei muito pra deslizar minha mão até Entre as pernas dela, sentindo que a calcinha tava molhada, comecei a acariciar por cima do pano. Enquanto isso, ela soltava os botões da minha camisa, beijava meu pescoço, depois meus peitorais e abria minha calça. Lembro que eu tava de cueca preta e minha ereção já tinha vazado um pouco de líquido pré-seminal. Ela falou algo tipo: "Nossa, já gozou tão rápido?". Respondi: "Não seja boba, do mesmo jeito que você tá molhada e lubrificada, eu também vou secretar meu lubrificante natural". Aí ela se ajoelhou na minha frente, puxou a cueca pra baixo, deixando minha ereção exposta, e não hesitou em levar à boca. Chupava, enfiava até a garganta, beijava o tronco, chupava minhas bolas. Sinceramente, ela sabia o que tava fazendo. Não posso negar que uma parte de mim tava nervosa pra caralho com medo de sermos pegos. E naquela noite eu não tinha me masturbado, então não demorou muito pra eu perguntar se ela queria tirar da boca. Ela ignorou completamente. No fim, gozei na boca dela, e ela, mostrando o lado mais excitante, se levantou e me mostrou engolindo tudo, lambendo os dedos. Minha ereção ainda tava firme. Virei ela, coloquei de quatro, levantei o vestido, puxei a calcinha de lado e meti. Lembro que ela pediu pra ir devagar, então obedeci. Enfiava devagar, tirava tudo e repetia. Quanto mais eu fazia, mais os fluidos dela aumentavam, chegando a respingar em mim. Por uns cinco minutos, penetrei devagar. Depois, tirei, fiz ela sentar numa mesa, arranquei a calcinha, coloquei as pernas dela sobre meus ombros e meti de novo. Dessa vez com mais força. E, como devem imaginar, não demorou muito pra eu sentir que ia gozar. Perguntei de novo se tirava, e ela respondeu: "Goza dentro, não para". Depois de gozar dentro, ela disse que era a segunda vez na vida dela que alguém fazia ela gozar. A gente se arrumou, ela se lavou, eu também, nos ajeitamos e saímos. Sentamos pra conversar. borda da piscina como se nada tivesse acontecido... Agradeço pelos pontos e pelos comentários...

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