A esposa gostosa do sobrinho

Olá, meu nome é Tenoch e vou contar como minha esposa virou a putinha do sobrinho dela.

Bom, a história começou há uns dois anos, no Natal. A gente mora em Houston, Texas. Combinamos de passar algumas horas na casa dos meus pais e passar a noite na casa dos meus sogros. Meus pais não costumam fazer uma festa grande no Natal, mas a família da minha esposa sim.

Chegamos na casa dos meus sogros lá pelas nove da noite. A festa já tava bombando, umas 30 pessoas. Entramos cumprimentando todo mundo e depois fomos guardar nossos casacos.

Minha esposa, Lily, tava usando um minivestido bem justinho no corpo. Ela adora roupas que valorizam os melhores atributos dela, que são as pernas, o quadril e aquela bunda enorme. Dos peitos dela não tem nada de especial e não vou negar que falta um pouco. Mas eu sempre preferi mulheres com uma bunda boa do que com peitão.

Fui pegar uma cerveja enquanto Lily foi conversar com as irmãs dela e outros convidados. Quando tava procurando uma cerveja que eu gostasse, vi que o Joel tava batendo papo com os amigos do colégio. Joel é filho da irmã mais velha da Lily e é o único dos sobrinhos que não desce bem. Posso dizer que até odiava ele. Lily me contava que não gostava do jeito que ele olhava pra ela, como se tivesse tirando a roupa dela com os olhos. Eu sempre dizia que ele tava na idade do tesão e que não era pra tanto. Consegui ouvir um pouco da conversa deles.

— Cara, tua tia é muito gostosa, olha só essa raba — disse um amigo do Joel.

— É, como eu queria comer essa bunda — respondeu o amigo negro do Joel.

— Cara, ela sempre se veste muito putinha, vocês deviam ver como a calcinha fio dental desaparece no meio da bunda dela — disse Joel.

— Porra, e como você sabe disso? — perguntou o amigo do Joel.

— Bom, às vezes ela tira um cochilo na casa dos meus avós e a saia sobe de vez em quando — respondeu Joel.

Eu ri um pouco da conversa e fui até onde minha esposa estava. Estando perto, percebi que ela tava no meio de uma fofoca e resolvi ir papear com meu sogro e outros convidados. De longe dava pra ver que a Lily tava metendo o pé no mezcal.

Lá pras duas da manhã, a maioria dos convidados já tinha ido embora. Quem ficou foi eu, minha esposa, a irmã mais velha dela com a família, o irmão dela e eu. Meus sogros tinham ido dormir umas meia hora antes. Preciso dizer que quem ficou já tava bem bebido, e a Lily mais ainda.

— Meu amor, cê quer ficar mais um pouco ou já vamo pra casa? — a Lily me perguntou.

— Bom, o papo tá bom e ainda tem cerveja, queria ficar mais um pouco. Cê já quer ir? — falei pra minha esposa.

— Não, eu só tava perguntando, mas acho que vou tirar um cochilo num dos quartos — disse a Lily.

— Tá bem, meu amor. Quer que eu te acompanhe até o quarto? — falei pra minha mulher.

— Não, eu consigo sozinha — respondeu minha esposa.

A Lily foi pros quartos e eu até ri, porque mal conseguia andar. Tava se apoiando toda na parede pra não cair.

— Aposto que ela vai apagar de vez — comentei com os outros.

Passou uns 50 minutos e vi o Joel vindo do lado dos quartos com um sorrisão, como se tivesse ganhado na loteria. Achei meio suspeito e resolvi dar uma olhada na minha esposa. Cheguei no quarto e abri a porta. Vi que o vestido tinha subido e ela tava mostrando a bunda, mas tudo normal. O minivestido era bem curto mesmo. Me aproximei pra arrumar e notei que a calcinha fio dental tava meio molhada na altura da buceta. A Lily fica muito safada quando bebe, então não dei muita importância.

— Lily, cê tá dormindo? — perguntei.

Ela não respondeu, então sacudi ela um pouco pra ver se acordava. Ela continuou dormindo como se nada. Decidi voltar pra onde os outros estavam. Já saindo do quarto, encontrei o Joel, que vinha do banheiro.

— Como é que tá a tia? — o Joel me perguntou.

— Bem, só tá Passaram as bebidas pra ela e não tem nada que a levante, porque ela tá dura que nem pedra, eu respondi.

Voltando pros outros, comecei a tomar outra cerveja e a conversar com a galera. Com o tempo, notei que o Joel tinha sumido. Esperei uns cinco minutos e fui até o quarto onde minha esposa dormia. Chegando lá, tentei abrir a porta com cuidado e, pra minha surpresa, tava trancada com cadeado. Na hora, lembrei que o banheiro do lado é ligado ao quarto. Pra minha sorte, esse não tinha cadeado. Passei pelo closet, que é onde conecta com o quarto. A cena que vi fez o pau ficar duro. Vi como o Joel tinha levantado o vestido da minha esposa até a cintura e deixado ela de bruços. Ele tava apalpando a bunda dela e beijando. Algo em mim dizia que eu devia parar tudo, mas eu, bêbado e meio excitado, decidi só observar. Ficava pensando que o Joel não ia se atrever a mais, ou que a Lily ia acordar e botar um fim.

— Ai, tia, você é muito gostosa — dizia o Joel enquanto passava a mão na bunda da minha mulher.

O Joel virou minha esposa de barriga pra cima e tirou os peitos dela do vestido. Começou a chupá-los enquanto passava a mão na buceta por cima da calcinha fio dental. Minha esposa já começava a reagir um pouco e a gemer.

— Você tá bem molhada, putinha, vai ver como vou te fazer minha hoje — disse o Joel.

— Humm, assim, papai, continua que tá muito gostoso — falou a Lily.

Eu já tava no limite vendo outro cara fazer minha mulher gemer de prazer. A Lily continuava gemendo e ofegando de tesão. Notei que minha mulher já tava acordando e ficando mais consciente.

— Mas o que você tá fazendo, cara? — perguntou minha mulher, empurrando ele fraco.

O Joel começou a morder o mamilo dela e a acariciar mais, enquanto com a outra mão começou a dedar ela. Via minha esposa ainda tentando se soltar, mas não conseguia porque ainda tava meio bêbada.

— Vou contar pra sua mãe e pros meus pais — dizia a Lily.

— Já, tia, você não vai fazer isso, ainda mais porque você tá mais precisando disso — falou o Joel.

— Como assim eu... Estou mais precisando disso? Cara, respondo minha mulher.

– Olha, puta, como estão meus dedos – disse Joel enquanto os mostrava.

Pude ver como aqueles dedos brilhavam com os sucos da minha mulher. O moleque tinha razão, mas deu sorte do momento. Minha esposa sempre fica muito tesuda quando está bêbada. Sempre que bebe, a gente acaba transando. Via como minha esposa resistia menos a cada segundo que passava. Joel levou a mão da minha mulher para tocar a rola dele por cima da calça.

– Viu como ela tá dura por sua causa? – disse Joel.

Lily ficou imóvel, como se não acreditasse no que a mão dela sentia. Joel começou a passar a mão da minha mulher por toda a rola dele. Minha esposa já não oferecia resistência nenhuma. Depois, Joel tirou a rola da calça e vi os olhos da minha mulher se arregalarem. Lily ainda não conseguia acreditar na pica que o sobrinho dela carregava, devia ter uns 21 ou 22 centímetros e bem grossa. Joel se levantou de cima da minha mulher. Decidi que, se Lily tentasse fugir e Joel não a deixasse, eu interviria. Mas minha mulher não fez nada. O sobrinho dela, vendo que a tia continuava imóvel, decidiu levar a mão dela para tocar a rola dele. Joel deixou a mão da minha mulher sobre o pau dele. Sabia que Lily estava salivando por aquele pedaço de carne. Minha mulher começou a bater uma pra ele. Depois de um tempo, Joel tirou a mão dela e a aproximou do rosto de Lily. Sem dizer nada, o sobrinho dela, minha mulher começou a chupar a rola dele sozinha.

– Uff, que gostoso você chupa, puta – dizia Joel.

– Sabia que você adorava uma rola, vadiazinha – continuava Joel.

Joel pegou o iPhone dele e começou a gravar a tia dele engolindo aquela rola. Minha mulher nem ficou com vergonha de ser gravada pelo sobrinho. Acho que até se exibiu mais. Lily tirou a rola da boca para mostrar no vídeo que ela era maior que o rosto dela. Continuou chupando, tirou de novo para bater no próprio rosto e depois seguiu chupando. Pude ver como minha esposa conseguiu engolir a rola inteira do Joel.

– Sabia que — Você era uma puta de primeira — disse Joel.
— Você é a única que conseguiu engolir minha pica toda — continuou Joel.
Minha esposa continuava chupando aquele pauzão.
— Não aguento mais — disse Joel. — Onde você quer? Engole ou na cara? — perguntou.
— Eu engulo — respondeu minha mulher.
— Melhor na sua cara, pra todo mundo ver como você é puta no vídeo — disse Joel.
Lily não reclamou, só abriu a boca pra ver se pegava um pouco na língua, porque adora o gosto. Joel gozou na cara da minha mulher e pintou ela de porra. O sobrinho dele parou de gravar. Mandou ela deitar de barriga pra cima na cama e começou a chupar a buceta dela. Eu via minha mulher ficando louca de prazer. Lily segurava a cabeça do sobrinho pra ele continuar chupando. Depois vi minha mulher começar a agarrar a cama e a ter convulsões. Esse maldito Joel sabe como chupar uma buceta, fez minha esposa gozar só com isso. Enquanto Lily se recuperava, o sobrinho puxou ela pra beira da cama. Levou as pernas da minha mulher pros ombros dele e começou a passar a pica na rachinha dela. Lily já não aguentava mais, queria sentir aquela pica dentro dela.
— Mete logo, filho da puta — disse minha esposa.
— Ué, e no começo você nem queria — respondeu Joel.
Joel começou a gravar de novo com o iPhone dele.
— Então, puta, você quer minha pica? — perguntou Joel.
Minha esposa ficou calada enquanto o sobrinho continuava passando a pica na buceta dela. Lily se rendeu.
— Sim, quero sua pica — disse minha mulher.
— Você é uma puta, não é? — perguntou o sobrinho.
— Sim, sou uma puta — respondeu minha esposa.
— Mas é puta de quem? — perguntou Joel.
— Sua, sou sua puta, agora mete logo — disse Lily.
Ver Joel fazer minha mulher implorar pela pica dele quase me fez gozar. O sobrinho da minha esposa, ao ouvir a resposta dela, enfiou tudo de uma vez. Lily gozou na pica do Joel na hora. O sobrinho deixou ela se acostumar um pouco com o pau dele e começou a bombar. Minha esposa começou... a gemer e a gritar um pouco de prazer.
– Assim, assim, filho da puta, continua, mais, dizia Lily.
– Uff, sabia que você era uma puta gostosa, disse Joel.
– Sim, sim, mais forte, me come mais forte, dizia minha mulher.
– Se eu soubesse que você ia ser tão fácil, já teria te feito minha desde antes, disse o sobrinho dele.

Joel parou de gravar e começou a beijá-la e depois a chupar os peitos dela. Minha esposa se perdia cada vez mais no prazer. Depois mudaram de posição para uma das favoritas de Lily. Ela adora cavalgar. Eu só olhava minha mulher se foder sozinha com a pica do sobrinho dela. Depois Joel colocou ela de quatro. Só ouvia as bolas de Joel batendo na bunda da minha mulher e via como a pica entrava toda na buceta dela. Joel continuou fodendo ela.
– Vou te encher toda com meu leite, disse Joel.
– Vou te marcar, você não é mais do seu marido, é minha, continuou Joel.

Lily não se importou que ele gozasse dentro, já que ela toma a pílula. Joel desabou sobre ela. Eu já estava indo para o banheiro para não ser notado. Quando cheguei na porta, ouvi que estavam conversando e resolvi ficar para escutar mais.
– Tô com muita vontade de arrombar seu cu, mas acho que não temos mais tempo, disse Joel.

Joel começou a dar tapas na bunda da minha esposa, mas não por muito tempo.
– Você tem uma bunda do caralho, tia, disse o sobrinho.
– Bom, fica pra outro dia, não pense que isso foi só de uma vez, vadia. E se você não aceitar, mostro pra todo mundo como você implorou pra eu te comer. Acho que não preciso te chantagear, né? Você ama minha pica? disse Joel.
– Não, não precisa, sou sua e amo sua pica, respondeu Lily.
– Boa vadia, depois me manda uma mensagem quando seu marido tiver uma viagem de negócios, disse Joel.

Eu fui embora antes que me vissem. Chegando onde estavam os outros, minha cunhada me perguntou se eu tinha visto o filho dela. Eu disse que achava que ele tinha saído pra tomar um ar. Depois Joel chegou e, um tempo depois, fui até o quarto. cadê minha esposa. Chegando no quarto, vi que tava vazio, mas percebi que dava pra ouvir o chuveiro do banheiro. Enquanto minha esposa tomava banho, eu bati uma punheta porque já tava estourando. Não demorei muito pra gozar. Me limpei e nisso a Lily entrou. Ela agiu como se nada tivesse acontecido.

– Ei, e por que você foi tomar banho? Perguntei.

– Só pra acordar e a gente ir pra casa, respondeu a Lily.

– Ah, é verdade, acho melhor você dirigir, amor, porque exagerei na bebida, falei pra minha esposa.

– Tá bom, disse minha mulher. Esqueci de perguntar, quando é sua próxima viagem de negócios, meu amor? Perguntou a Lily.

– Daqui a 3 semanas, falei.

Vi que ela sorriu. Fomos nos despedir dos outros. Percebi que minha esposa foi se despedir do sobrinho e falou algo baixinho. Eu já sabia do que se tratava e fiquei de pau duro ao saber.

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