Minha esposa adora se exibir

Enquanto ela passava creme naquele corpo todo gostoso, algo que adoro observar com calma, vendo como as mãos deslizam pelos peitões generosos, aquela bunda que hipnotiza e as pernas longas. Mostrei a blusa pra ela e deixei claro meu desejo de que usasse no nosso jantar fora. No começo ela recusou, mas falei que notei como ela tinha me olhado e que com certeza até imaginou como ficaria com ela vestida. Aos poucos ela cedeu e no fim usou com um sutiã preto. A princípio, a blusa não era nada reveladora, mas parecia demais pra ela. Quando saímos, fiquei meio decepcionado porque ela tinha levado uma jaquetinha que cobria tudo, mas descobri que combinou a blusa com uma calça justa e depois percebi que uma linda tanga se perdia entre as nádegas dela.

Chegando no restaurante, felizmente estava lotado, então nos ofereceram o andar de cima, o que não gostamos no começo, mas foi minha chance. Escolhemos uma mesa perto da janela pra ter uma vista bonita da praça. Nessa hora, minha esposa, mais à vontade, tirou a jaquetinha e eu comentei que a blusa não era tão reveladora, a estampa quase não deixava ver nada. Ela não parava de falar da blusa, tinha adorado mais do que imaginei. Como ainda não estávamos sozinhos, começamos a brincar. Foi aí que tive a ideia de que o resto da noite ela ficasse com os peitos de fora, só cobertos por aquela tecidinho fino. Então, sem avisar, coloquei as mãos por baixo da blusa. Ela pensou que ia receber um carinho nos peitos, mas passei as mãos pelas costas dela. Quando ela percebeu, o fecho do sutiã já estava aberto. Pra minha sorte, era um sutiã tomara que caia e, sem pensar, deslizei até tirar. Sussurrei no ouvido dela que a queria assim a noite toda, com as tetas soltas. O primeiro instinto foi jogar o cabelão pra frente pra se cobrir quando o garçom se aproximou com o serviço. Embora ela tivesse ficado um pouco brava, continuei com meus carinhos. Num No momento em que deslizo minha mão pela sua espinha baixa, percebo que ela estava usando um sexy thong. Ao sentir a presença da minha mão, a reação dela foi levantar a bunda — isso foi um convite pra ir mais longe. Abri o botão da calça e minha mão deslizou pra sentir a buceta dela bem molhada. Ao descobrir isso, sussurro no ouvido dela pra baixar a guarda, porque o corpo dela tava pedindo outra coisa. Enquanto falo isso, enfiei dois dedos que entraram sem problema — buceta tão molhada e quente. Ela só conseguiu abafar o gemido, colocou as duas mãos na mesa e as costas dela se tensionaram. Nisso, percebo que o garçom tá vindo. Ela se recompos o máximo que pôde, mas não desisti de ter minha mão dentro dela. Nos juntamos pra não levantar suspeita enquanto o garçom arrumava a mesa, e eu continuava mexendo meus dedos, pressionando o ponto G dela. Só sentia as contrações nos meus dedos e o jeito que ela ficava mais e mais molhada.

Quando ficamos sozinhos, não parei até ela explodir num orgasmo que teve que silenciar e não demonstrar, além de que naquele momento mais pessoas foram designadas pro nosso andar. Com aquele orgasmo interrompido, minha esposa ficou muito excitada — dava pra notar, ela não parava de morder e chupar os lábios durante o jantar. Quando finalmente terminamos de jantar, ela tava preocupada porque queria o sutiã dela. Falei pra ela não se preocupar, porque era de noite e ninguém ia perceber.

Saímos pra caminhar na praça, gente passava e vinha do nosso lado. Minha esposa tinha coberto os peitos com o cabelo, mas felizmente o vento fez o trabalho dele — descobriu aquele par de peitões, e como às vezes as rajadas eram frias, os mamilos dela começaram a reagir. Era um espetáculo ver minha mulher com os peitos de fora andando no meio da multidão. Num primeiro momento, passamos despercebidos porque a iluminação não era muito forte, então ela relaxou, pensando que ninguém ia notar.

Continuamos nosso passeio noturno e encontramos uma loja que chamou a atenção da minha esposa, sem Sem hesitar, ela entrou e começou a olhar as coisas. Naquele instante, percebi que a luz do lugar fazia aquela blusa ficar ainda mais transparente, mas resolvi ficar quieto e curtir o espetáculo que minha mulher estava prestes a dar. Enquanto ela se distraía escolhendo, os homens começaram a notar, mas ao me verem ao lado dela, não se animavam a olhar. Então, me fiz de desligado e me afastei um pouco. Na hora, eles focaram a atenção nos peitos dela, e dava pra ver fácil os bicos e aquela auréola tão gostosa. Depois de um tempo, me aproximo da minha mulher e falo que a blusa dela tá transparente, e que ela é o centro das atenções, que não se assuste e curta se quiser. Ela só disse que a maioria tá de casal e isso a incomodava um pouco. É sua decisão, deixei claro.

Me afasto de novo pra ver a reação dela e, aos poucos, vejo ela jogar o cabelo todo pra trás e se olhar no espelho. Na sequência, ela continua pela loja com o cabelo totalmente pra trás e empinando os peitos. Quando percebe que alguém tá olhando, ela dá um jeito de parar um pouco pra deixar ser admirada. Mas notei um padrão: ela só faz isso com os homens que estão de casal. Aproveita os momentos em que as parceiras se distraem pra se exibir discretamente. Só passam alguns minutos e ela decide que a gente sai de lá. Pergunto como ela se sentiu, e ela diz que foi estranho, mas que gostou de ser o centro das atenções. Foi aí que comentei que sempre soube disso e que era hora de explorar o lado exibicionista dela. Continuamos andando pela praça, e eu percebia como ela procurava o olhar dos homens que descobriam que ela não tava usando sutiã. Quando notava isso, eu falava: "Viu aquele ali?" E ela, feliz por ter sido descoberta…

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