Boquete no Uber 2 (relato gay)

Tava voltando de um trampo e pedi um Uber pra casa. O cara chega, confirmo que é ele e entro no carro, no banco de trás. Aí comecei a puxar papo (tava a fim de conversar e também queria ver se rolava algo, porque tava me sentindo mais solto naquele dia). Mal ele começou a falar, percebi que era venezuelano (sotaque, jeito de falar e me tratava muito de "senhor"). E o papo foi dahora, a gente conversou sobre nossos trampos (tinha muita coisa em comum), sobre o dia a dia, etc. Aí do nada ele solta:E aí, o que você vai fazer hoje à noite?eu digo pra elae agora em casa pra descansar, tô cansado. tava afim de ver um amigo, mas sei lá... como que aviso em cima da hora, né? capaz que ele nem queira.ele me anima até eu falarAcontece que ele quer ser meu namorado e eu não tô atrás disso agora, tipo, só quero dar uma aliviada e pronto.(estava com muita confiança na verdade naquele dia, sei lá, que onda kkk) ele dizaaahh, esse tipo de amigo" "simdigo pra ele, o cara se segura dizendoTudo bem, tenho amigos assim como você.eu digoFechou, tudo certo então kkkacrescentaFaz 2 meses que não como ninguém.Eu pensei (tenho que arriscar kkk)

Chegamos na minha casa e vou pagar ele, mas antes eu falo
Você ainda tem que continuar trampando?ele me dizse acabei de começare eu digo pra elanão quer tomar alguma coisa?(onda, eu mandando ver) ele me dá o troco, me olha e fala:Chamo, não sou desses nãoe me dá meu trocado, eu desço com um sorrisoPelo menos tentei, haha(Na minha cabeça eu penso) me despeço e quando viro as costas do carro dele pra ir pra minha casa, o cara me chama, abre a janela e fala:Sabe? Tô a fim de tomar um negócio, se quiser.Desliga o carro, desce. (Eu meio com medo porque, sinceramente, não achei que ele ia topar, mas fazer o quê, já me meti, agora o que vier é lucro.) Ele entra na minha casa.

(Ele tem 39 anos, cabelo curto, moreno, grandão de costas e gordinho — me amarro, n,n.) Eu tiro minhas coisas e ofereço algo pra beber que tinha na geladeira. Ele senta no meu sofá. Enquanto a gente bebe, vou no banheiro me limpar um pouco. Quando volto, ele tava de pé e me diz:
Acho que tenho que ir, não pensei direito.eu falo com ela numa boa e digoolha, tá tudo bem, te abro se quiser, sem pressão,Isso meio que acalmou ele um pouco e ele me disse que nunca fez isso e que ficava nervoso. Eu falei pra ele que tá tudo bem, que é só conversa, não se faz nada que não se queira, haha. A gente conversou um pouco e ele solta:como é que a gente faz?(enquanto ele está sentado no meu sofá)
digo enquanto me aproximo, me ajoelho e pego no cinto dele, desabotoando
Bom, se você me deixar, eu cuido disso e me avisa se eu pararOlho pra ela e perguntoposso?Ele acena e eu abaixo o jeans dele até os pés, vendo as pernas bem fortes dele e, na minha frente, a cueca dele com um volume que, aos poucos, pego com a mão, acariciando, vendo que ele me deixava, até que vejo uma barraca bem grande (era grossa). Tiro a cueca dele. Vejo o pau dele e começo a chupar sem falar nada (tava com medo de ele brochasse se eu falasse). Subia e descia, passava a língua no tronco, batia a cara no pau dele e continuava boqueteando. Acariciava as bolas dele enquanto fazia isso, ele só respirava fundo e, de vez em quando, olhava. Quando vi que ele tava a todo vapor, enquanto chupo, pego a mão dele e levo até minha cabeça, me afasto e falo:diriji vocês" eEle começa a subir e descer minha cabeça com força, enquanto dizia "continua assim, gato... não para." (me esquentava demais o sotaque kkk) ele fala que vai gozar onde eu quiser e eu digo no rosto, eu me posiciono na frente da pica dele, ele se masturba e jatos de porra saem no meu rosto e um pouco no cabelo. Eu vou me limpar no banheiro de novo, quando volto ele já estava vestido e, sem dizer palavras, convido ele a se retirar da minha casa.

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