Tava voltando de um trampo e pedi um Uber pra casa. O cara chega, confirmo que é ele e entro no carro, vou pro banco de trás. Aí puxo papo (tava a fim de conversar e também queria ver se rolava algo, parecia que ele tava mais solto naquele dia). Mal começa a falar, percebo que é venezuelano (sotaque, jeito de falar e me tratava muito de "senhorita"), e o papo foi legal, falamos dos nossos trampos (tinha muita coisa em comum), do dia a dia, etc. Aí do nada ele solta um:E aí, o que você vai fazer hoje à noite?eu digo pra elaagora em casa pra descansar, tô cansado... queria ver um amigo, mas sei lá, avisar em cima da hora, capaz que ele nem queiraEle me encoraja até que eu digoAcontece que ele quer ser meu namorado e eu não tô atrás disso agora, tipo, só quero dar uma aliviada e pronto.(estava com muita confiança na verdade naquele dia, sei lá, que onda kkk) ele dizaaahh, esse tipo de amigo" "simdigo pra ele, o cara se segura dizendoTudo bem, tenho amigos assim como você.eu digoFechou, tudo certo então kkkadicionaFaz 2 meses que não como ninguém.Eu pensei (tenho que me arriscar kkk)
Chegamos na minha casa e vou pagar ele, mas antes eu faloVocê ainda tem que continuar trampando?Ele me dizsim, acabei de começare eu digo pra elanão quer tomar alguma coisa?(onda, eu tô mandando ver) ele me dá o troco, me olha e falaChamo, não sou desses não.e me dá meu troco, eu desço com um sorrisoPelo menos eu tentei, haha(na minha cabeça eu penso) me despeço e quando viro as costas do carro dele pra ir pra minha casa, o cara me chama, abre a janela e falaSabe? Tô a fim de tomar um negócio, se quiser.Apaga o carro, desce. (Eu meio com medo porque, sinceramente, não achei que ele toparia, mas fazer o quê, já me joguei, agora o que vier é lucro.) Ele entra na minha casa.
(Ele tem 39 anos, cabelo curto, moreno, grandão de costas e gordinho — me amarro, n,n.) Tiro minhas coisas e ofereço algo pra beber do que tinha na geladeira. Ele senta no meu sofá. Enquanto a gente bebe, vou no banheiro me limpar um pouco. Quando volto, ele já tava de pé e fala:Acho que tenho que ir, não pensei direito.eu falo com ela numa boa e digoolha, tá tudo bem, te abro se quiser, sem pressão,Isso meio que acalmou ele um pouco e ele me disse que nunca fez isso e que eu deixava ele nervoso. Eu falei pra ele que tudo bem, que é só conversa, não se faz nada que não se queira, haha. A gente conversou um pouco e ele solta:como a gente faz?(ele sentado no meu sofá)
digo enquanto me aproximo, me ajoelho e pego no cinto dele, desabotoandoBom, se você me deixar, eu cuido disso e me avisa se eu pararEu olho pra ela e pergunto.Posso?Ele acena e eu abaixo o jeans dele até os pés, vendo as pernas bem fortes dele e, na minha frente, a cueca dele com um volume que, aos poucos, pego com a mão, acariciando, vendo que ele me deixava, até que vejo uma barraca bem grande (era grossa). Tiro a cueca dele. Vejo a piroca dele e começo a chupar sem falar nada (tava com medo de ele broxar se eu falasse). Subia e descia, passava a língua no tronco, batia a rola dele no meu rosto e continuava boqueteando. Acariciava as bolas dele enquanto fazia isso, ele só respirava fundo e, de vez em quando, olhava. Quando vi que ele tava a todo vapor, enquanto chupo, pego a mão dele e levo até minha cabeça, me afasto e falo:diriji vocêsEle começa a subir e descer minha cabeça com força, enquanto dizia "continua assim, gato... não para." (me esquentava demais o sotaque kkk) ele fala que vai gozar onde eu quiser e eu digo no rosto, eu me posiciono na frente da pica dele, ele se masturba e jorra leite na minha cara e um pouco no cabelo. Vou me limpar no banheiro de novo, quando volto ele já estava vestido e sem dizer palavras, convido ele a se retirar da minha casa.
Chegamos na minha casa e vou pagar ele, mas antes eu faloVocê ainda tem que continuar trampando?Ele me dizsim, acabei de começare eu digo pra elanão quer tomar alguma coisa?(onda, eu tô mandando ver) ele me dá o troco, me olha e falaChamo, não sou desses não.e me dá meu troco, eu desço com um sorrisoPelo menos eu tentei, haha(na minha cabeça eu penso) me despeço e quando viro as costas do carro dele pra ir pra minha casa, o cara me chama, abre a janela e falaSabe? Tô a fim de tomar um negócio, se quiser.Apaga o carro, desce. (Eu meio com medo porque, sinceramente, não achei que ele toparia, mas fazer o quê, já me joguei, agora o que vier é lucro.) Ele entra na minha casa.
(Ele tem 39 anos, cabelo curto, moreno, grandão de costas e gordinho — me amarro, n,n.) Tiro minhas coisas e ofereço algo pra beber do que tinha na geladeira. Ele senta no meu sofá. Enquanto a gente bebe, vou no banheiro me limpar um pouco. Quando volto, ele já tava de pé e fala:Acho que tenho que ir, não pensei direito.eu falo com ela numa boa e digoolha, tá tudo bem, te abro se quiser, sem pressão,Isso meio que acalmou ele um pouco e ele me disse que nunca fez isso e que eu deixava ele nervoso. Eu falei pra ele que tudo bem, que é só conversa, não se faz nada que não se queira, haha. A gente conversou um pouco e ele solta:como a gente faz?(ele sentado no meu sofá)
digo enquanto me aproximo, me ajoelho e pego no cinto dele, desabotoandoBom, se você me deixar, eu cuido disso e me avisa se eu pararEu olho pra ela e pergunto.Posso?Ele acena e eu abaixo o jeans dele até os pés, vendo as pernas bem fortes dele e, na minha frente, a cueca dele com um volume que, aos poucos, pego com a mão, acariciando, vendo que ele me deixava, até que vejo uma barraca bem grande (era grossa). Tiro a cueca dele. Vejo a piroca dele e começo a chupar sem falar nada (tava com medo de ele broxar se eu falasse). Subia e descia, passava a língua no tronco, batia a rola dele no meu rosto e continuava boqueteando. Acariciava as bolas dele enquanto fazia isso, ele só respirava fundo e, de vez em quando, olhava. Quando vi que ele tava a todo vapor, enquanto chupo, pego a mão dele e levo até minha cabeça, me afasto e falo:diriji vocêsEle começa a subir e descer minha cabeça com força, enquanto dizia "continua assim, gato... não para." (me esquentava demais o sotaque kkk) ele fala que vai gozar onde eu quiser e eu digo no rosto, eu me posiciono na frente da pica dele, ele se masturba e jorra leite na minha cara e um pouco no cabelo. Vou me limpar no banheiro de novo, quando volto ele já estava vestido e sem dizer palavras, convido ele a se retirar da minha casa.
3 comentários - pete a uber 2 (relato gay)