Mi profesora.

Quando eu era menor de idade, mais ou menos na quarta e quinta série, tive meu primeiro contato com o sexo, mas não de forma educativa. Naquela época, circulava um jornal meio sensacionalista. Na primeira página, ocupando a folha inteira, mostrava a foto de um acidente violento, e do outro lado, no final, uma foto de uma modelo sensual, quase ou praticamente nua. Foi assim que descobri como as garotas eram sem roupa. O caso é que na minha escola tinha uma professora, curiosamente a mais jovem das professoras — infelizmente não lembro mais o nome dela —, mas era uma mulher que praticamente poderia ser minha mãe. Ela era minha professora de ciências sociais e me deixava hipnotizado com o corpo dela. Tinha quadris largos e peitos grandes, mas meio caídos, cabelo cacheado e ruivo. Geralmente, ela usava vestido e não parecia ligar muito para decote, além de usar sandálias ou sapatos de salto. Uma vez, lembro que para um evento da escola, montaram umas arquibancadas no pátio, daquelas que parecem andaimes. Minha professora subiu e sentou na parte mais alta para chamar a atenção dos alunos e mandar todo mundo sentar. Enquanto ela estava de pé, eu estava perto das arquibancadas e, graças à diferença de altura, consegui ver as pernas dela por baixo da saia. Me aproximei mais para ver a calcinha dela. Olhei por baixo do vestido: ela usava uma calcinha preta com transparências. Durante um bom tempo, pude detalhar bem a virilha dela, a bunda dela. Felizmente, foi um dia ensolarado e não perdi nenhum detalhe. Na frente da calcinha, como eu disse, tinha uma transparência; dava pra ver a pelugem pubiana dela e a linha dos lábios da buceta. Ela sabia o que eu estava fazendo e não deu importância. Não me repreendeu nem me expôs na frente dos outros colegas. Lembro que nossos olhos se encontraram naquele momento, e o olhar dela não era de reprovação, vergonha ou raiva. Ela simplesmente continuou ali parada no alto, com a pernas um pouco mais abertas, me deixando admirar um pouco mais a parte mais íntima do corpo dela. E é que eu lembro que ela, em várias ocasiões, dava sinais pra se deixar ver. Numa aula com ela, a gente tinha que revisar um material individualmente. Depois de um tempo, a gente tinha que ir até a mesa dela pra responder uma prova oral. Naquele dia, a professora estava usando um vestido com um decote generoso. Ao lado da mesa, tinha uma cadeira onde a gente fazia a prova com ela. Ali, enquanto eu tentava responder às perguntas dela, me distraía olhando aqueles peitões enormes. Ela não usava sutiã naquele dia, dava pra ver os bicos salientes por baixo do tecido e a cor das auréolas onde o decote terminava. Naquela época, ela era a mulher mais gostosa pra mim. Nunca mais a vi quando entrei no ensino médio, mas sem dúvida é e foi uma grande lembrança da minha adolescência.

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