Aprendendo a ordenhar

Minha mãe é uma mulher muito fogosa e meu pai um comerciante que não conseguiu evitar de foder ela e aproveitar, mesmo sendo 20 anos mais velho, até ela engravidar de mim e meu avô botar ela pra fora de casa. Meu pai levou ela pra morar no campo, porque sabia que por causa do trabalho não podia ficar com ela, e como ela era bem safada, quanto mais longe dos homens, mais seguro pra ele que ela não o traísse. Foi assim que chegamos no campo, entre natureza e liberdade fui crescendo e sendo testemunha dos homens que visitavam minha mãe frequentemente, porque nossa casa era de bambu, deixando espaços nas paredes, então eu podia ver, como num filme pornô, tudo o que minha mãe curtia com os vários homens.Aprendendo a ordenharPra mim era normal ver corpos nus, se beijando, se acariciando e se devorando desde muito nova.
Quando meu pai descobriu as traições, expulsou minha mãe de casa e resolveu me criar junto com a família dele. Eu tinha herdado o corpo gostoso da minha mãe, o rostinho lindo e angelical, e agora a gente morava em outra cidade com meus avós. Meu pai vinha de vez em quando me visitar e deixar dinheiro pros meus avós cuidarem de mim. Eu era mimada e a menina queridinha por ser tão bonitinha, não deixavam eu fazer nada, ainda mais porque meu pai deixava uma grana boa e ordens pra eu não fazer serviço nenhum. Assim, eu só me dedicava às tarefas da escola e brincava com meus priminhos no campo.

Como eu tinha a lembrança da minha mãe com aqueles homens, a gente brincava com meus primos de coisas parecidas, tipo, a gente se beijava, eles chupavam meus peitos enquanto eu chupava os paus deles, umas coisas "inocentes", mas era o segredo entre nós, onde todo mundo se divertia e cada vez a gente fazia melhor. Isso fez com que meus primos tivessem uns paus bem grandes e eu umas tetas enormes, porque ficavam estimulados todo dia com a chupada que a gente dava um no outro.sexoCom as hormonas à flor da pele, meus primos muitas vezes tentaram me penetrar, mas tinham medo do meu pai e dos meus avós, por isso só terminavam na minha boca. Aprendi a engolir o esperma deles e sabia exatamente como fazer para eles gozarem rápido, mas isso não era suficiente para eles. Então me convenceram a deixar eles me comerem pelo cu, assim não corriam risco de eu perder a virgindade. Enquanto uns primos me beijavam, outros metiam os paus na minha boca, enquanto outro me comia pelo cu até gozar. Às vezes eu montava em cima de um deles e, com o pau dele duro, me movia por cima simulando estocadas sem penetração, enquanto outros me metiam na boca e no cu. Mas naqueles momentos, como eu desejava que sem querer escorregasse e me enfiassem o pau na buceta. Vocês não sabem o quanto eu queria aquilo, e por isso me mexia mais em cima dos paus deles para que acontecesse algum acidente assim. Às vezes eu não deixava eles me comerem pelo cu se primeiro não roçassem os lábios da minha buceta com os paus deles. Era delicioso sentir os paus quentes e babados entre os lábios da minha buceta, e mesmo eu me mexendo tentando fazer com que me penetrassem, eles sabiam se controlar e adoravam me ver toda cheia de vontade de senti-los dentro de mim.

Até que um dia tivemos uma festa de família e, entre os amassos com meus primos, escondido do resto da família, a cumplicidade que havia entre nós, primos, as cervejas que pela primeira vez eu estava tomando, me senti super excitada. Até que alguns dos meus primos me levaram para dormir. Não sei qual deles tirou minha roupa, e dois deles grudaram nos meus peitos para mamar, chupar e morder meus mamilos, me fazendo gemer de prazer e de vontade de ser penetrada. Depois sinto que outro me beija enquanto outro se ajoelha e me faz sexo oral, chupa meu clitóris e me penetra com os dedos até que sinto outro me comendo pelo cu até gozar. E assim eles se revezaram, cada um deles me deixando cheia de esperma que escorria do meu cu até o chão. Me colocam minha camisola sem nada por baixo e vão embora me deixando deitada. Depois de alguns minutos, eu estava quase dormindo quando sinto umas mãos tocando meus mamilos enquanto saboreiam meu clitóris e me provocam uma corrente de arrepios que percorre meu corpo, e eu começo a me molhar de novo. Ouço uma voz profunda e viril dizer: "Você gosta disso, puta? Eu imaginava que você era tão gostosa assim, e finalmente vou te provar." Sinto aquele homem se posicionar em cima de mim e, colocando o pau na minha entrada pulsante, me penetra de uma só estocada, arrancando um grito de dor que é abafado pela música cúmplice da festa, onde só tem familiares. Aquele homem desconhecido, musculoso, começa a meter forte enquanto minhas lágrimas brotam pela dor e pelo prazer misturados, enquanto ele tapa minha boca até sentir meus gritos virarem gemidos de prazer, e meus quadris começam a se mover sozinhos para aprofundar as penetradas. Assim, passamos alguns minutos de uma penetração deliciosa e intensa, ele goza dentro de mim, e ouço outro alguém dizer: "Agora é minha vez." E esse outro homem, mais magro e menos musculoso que o anterior, continua me penetrando com menos vigor, mas quando tenta gozar dentro de mim, o primeiro não permite e o obriga a gozar fora do meu corpo. Eles vão embora, me deixando dormir de novo. No dia seguinte, noto meu corpo muito dolorido e o lençol grudado na minha bunda e buceta. O sangue e o sêmen dos meus primos e dos dois desconhecidos da minha família secaram, com o lençol colado em mim. Tive que ir para o chuveiro para me molhar e soltar ele do meu corpo. Agora, não sei quem foram os familiares que levaram minha virgindade daquele jeito. Com a confiança que tenho nos meus primos, perguntei se foram eles, e nenhum me deu resposta. Então, propus que, para descartar que era algum deles, eles teriam que transar comigo, um por um, e não todos ao mesmo tempo. E foi assim, tanto eles quanto eu, encantados com a ideia. Fazer essa verificação, então transei com meus primos, finalmente, vocês não sabem o quanto eu desejava isso, mas nenhum deles tinha uma tão grossa e, embora eu tenha aproveitado muito cada trepada com meus primos, não era igual àquele homem ardente que tomou minha virgindade de surpresa. Depois de um mês, eu estava grávida sem saber de quem era o bebê, porque transei várias vezes com meus primos e também com os dois desconhecidos da família. Então, tive que ligar para meu pai antes que meus avós descobrissem, e ele foi me buscar e me levou para morar com ele.Incesto FamiliarMeu pai nunca perguntou quem era o pai do bebê, mas eu percebia que ele me mimava cada dia mais e que não parava de acariciar minha barriguinha todos os dias quando chegava do trabalho, me fazia dormir na cama dele porque o apartamento era pequeno e preparava comidas adequadas pro bebê. Ele me acompanhava nos exames médicos e no primeiro ultrassom chorou de emoção, pegou minhas mãos e beijou elas, de verdade meu paizinho estava presente pela primeira vez na minha vida e eu amava aquilo, era como ter um parceiro do meu lado e era muito bom, me sentia segura com ele. Mesmo tendo 48 anos, meu pai era um homem gostoso, imponente, musculoso, que nunca quis casar com ninguém, nem com minha mãe.

Conforme a barriga crescia, meu pai trazia roupas mais adequadas, mas bem sexy e curtas, porque ele dizia que a barriga não devia ficar apertada, então comprava uns tops e umas calcinhas fio dental que ficavam por baixo da barriga, mostrando muita pele, mas eu não liguei. Como dormíamos na mesma cama, ele me abraçava e me dava muito carinho, beijando meu cabelo, minha testa, minhas bochechas, meu queixo, minha barriguinha, minhas costas, enfim, qualquer parte do meu corpo era lugar pra me dar beijinhos e mostrar o carinho dele, e isso me deixava feliz. "Te amo, papai", eu dizia toda noite, e de manhã acordava com café na cama e um beijinho inocente na boca.

Por causa da gravidez e por ser de sangue quente, meus desejos sexuais começaram a me agitar e eu precisava transar, sonhava em ser penetrada por aquele familiar musculoso que me tirou a virgindade, não sei por que não consigo tirar ele da minha mente nem do meu corpo… será que meu filho é filho dele, por isso não sai da minha cabeça? Definitivamente aquele homem sabia o que fazia, porque nenhum dos meus primos me fez sentir no paraíso como aquele desconhecido.

Entre meus sonhos, eu gemia e pedia pra ser penetrada, minha buceta lubrificava a toda hora do dia e ainda mais com meus sonhos molhados, meus bicos doíam e ficavam duros. Todos duros e eu tinha que me masturbar pra conseguir dormir, o que às vezes era difícil com meu pai deitado do meu lado.
Cada vez mais meu corpo crescia, assim como meus quadris, peitos e, especialmente, meus mamilos, que apareciam fácil e não ajudava a roupa de dormir quase transparente que meu pai comprava pra mim. Tem noites que, entre sonhos molhados e gemidos, eu sentia como deliciosamente chupavam meus mamilos, me fazendo gemer de prazer e implorando pra me penetrarem, e eu sentia meus sonhos muito reais, porque quando eu me levantava, caía no chão uma coisa branca e viscosa, deviam ser meus sonhos e minha gravidez. Todas as noites eu tinha sonhos molhados e adorava sentir a sensação de serem reais, que quando acordava começava a acariciar meu pai e percorrer seu corpo tão musculoso e perfeito.
Um dia chega sem avisar um amigo do meu pai, um homem magro, e ele se surpreende ao me ver e olha minha barriga e me diz: "Esse é o filho do Xavier?" E eu não sei o que responder, e ele me diz: "Você não se lembra de mim?" E eu, mais confusa, olho pra ele e nego. "Fomos nós no dia da festa na casa dos seus avós, você não lembra?"
Aí é que eu reajo e pergunto pra ver se as datas e as poucas lembranças coincidem, e ele confessa que naquele dia acompanhou o amigo porque queria me dar uma surpresa, mas quando chegou, disseram que eu tinha ido dormir e me encontrou transando com seus primos, e quis te dar uma lição porque imaginou que você era tão gostosa quanto sua mãe. Então esperou seus primos irem embora e entramos no seu quarto; ao não encontrar calcinha, ficou ainda mais puto e te enfiou de uma só estocada, meteu o pau inteiro. Mas ao ouvir como você gritava de dor e rapidamente começou a gemer de prazer, ele já não conseguiu parar até gozar dentro de você, e quando saiu de você, eu não ia perder a chance e também te penetrei, embora você não tenha gemido tanto quanto com seu pai, isso me entristeceu, mas tudo bem, admito que seu pai tem um tamanho grande... te penetrei por alguns minutos e, bem antes Eu gozei, falei que tava quase chegando, teu pai reagiu e me tirou de dentro de ti e mandou eu gozar fora dela, e foi o que eu fiz. Aí vazamos sem ninguém perceber nossa presença, voltamos pelo mesmo caminho pra cidade.paixaoAgora que te vejo aqui com ele e com essa barriguinha tão linda, deduzo que esse bebê é gerado pelo seu pai.

Ela fica chocada com o que o amigo do Xavier, o pai dela, contou, e pediu pra ele não contar nada ao pai sobre ela saber a verdade. Naquela noite, como de costume, ela se aninha nos braços dele e começa a gemer e pedir pra ser penetrada, quando Xavier delicadamente a deita e monta em cima dela com muito cuidado pra penetrá-la, chupando os biquinhos dela com jeitinho pra ela não acordar, mas sem saber que ela tava acordada e fingia dormir. Assim, ela tirou a dúvida de que não eram só sonhos, mas que o pai dela todas as noites comia ela de novo enquanto ela curtia cada penetrada.

Isso fez com que ela passasse o tempo todo seduzindo ele, andava quase pelada na frente dele, dizendo que tava com muito calor, falava que numa revista os maridos deviam chupar os biquinhos das futuras mamães pra eles se moldarem à boca do bebê. Então, com essa desculpa, fazia ele chupar os peitos dela toda vez que o via em casa, enquanto ela segurava a cabeça dele e gemia de prazer sentindo o roçar dos lábios e dentes dele nos biquinhos, provocando uma bela ereção e aumentando a vontade de meter nela quando a noite chegasse.

À noite, ela se despia completamente, dizendo que não só tava com calor, mas que toda a roupa apertava. Assim, se aninhava nele ou virava de costas, mas empinando a raba pra ele admirar o corpo dela e não se segurar mais. Ela enlouquecia ele e enchia ele de tesão, bastava ele entrar em casa e já dava pra ver um baita volume na calça dele, e isso fascinava ela.

À noite, ela fingia dormir quando ele saciava toda a fome e vontade que ela provocava durante o dia, até que um dia ela não aguentou mais e enroscou as pernas nele pra ele continuar metendo, enquanto as mãos dela puxavam ele pra boca dela pra dar beijos apaixonados, cheios de desejo e luxúria, e começou a rebolar no pau dele. desenfreadamente.
Naquela noite, eles aproveitaram pra valer, já não era mais uma rapidinha como o pai Xavier dava nela toda noite, com cuidado pra ela não acordar. Agora eram longas sessões de sexo em todas as posições, e ela pedia sempre mais. Ela curtia o sexo pesado com o pai, não só à noite, mas ao acordar, a qualquer hora que Xavier pudesse chegar em casa. Ele não se segurava e só metia nela. Ficavam como dois adolescentes transando pela casa toda e de todas as maneiras possíveis. Definitivamente, o prazer que o pai dava, nenhum dos primos ou o amigo do pai conseguiu proporcionar.
Eram tão compatíveis, tão apaixonados, tão insaciáveis que se harmonizavam tão bem que, pouco tempo depois, casaram em segredo e agora são um casal feliz. De tanto sexo, já tiveram 4 filhos e confirmaram que o primeiro filho foi concebido no dia em que ele a desvirginou, naquela mesma madrugada da festa. Por isso, os primos, mesmo tendo transado com ela várias vezes naquele mês, não conseguiram engravidá-la, porque ela já estava grávida de Xavier, o pai dela.
Agora vivem felizes e continuam transando intensamente. Compraram uma casa grande, com empregadas pra cuidar da casa e dos filhos, enquanto eles tiveram que fazer um quarto separado da casa, à prova de som, onde transam desenfreadamente a toda hora, sem interrupções e sem que os filhos ou os empregados ouçam.

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