Emputecida por proteger o casamento (prólogo)

Um casal com problemas financeiros, o marido incentiva a esposa a se prostituir.Emputecida por proteger o casamento (prólogo)
Fodida por proteger o casamento dela. (prólogo)

Maria e Pablo eram um casal tradicional, ela com 34 anos e junta desde os 18 com o marido, três anos mais velho que ela, muito gente boa, mas sem sorte na vida. Um problema dele tinha impedido eles de ter filhos e a COVID tinha feito ele perder os negócios. A partir daí, os novos empreendimentos só davam errado, e isso fez eles se afastarem das famílias, pra quem deviam uma boa grana.

Pablo encarou um novo projeto que no começo até deu certo, mas a falta de dinheiro e os problemas com os bancos por estar no cadastro de devedores tavam ferrando ele nos negócios. Logo apareceu o que ele tava procurando: um terreno, mas precisava desembolsar uma boa quantia pra conseguir os direitos.

Aquela noite foi especialmente difícil e ele resolveu abrir o jogo com a mulher, explicando a situação complicada: se não fizesse um pagamento de uns 36.000 euros, não conseguiria fechar o negócio, e isso ia levar eles ao próximo fracasso. Só precisava daquela grana por uns três meses, pra depois multiplicar por 10.

Maria viu a tristeza e a frustração na cara do marido. Muitas vezes a família dela pediu pra ela largar ele, mas ela confiava cegamente nele. Era a única pessoa por quem ela tava disposta a dar tudo.

Pablo abraçou a mulher chorando e disse que tinha encontrado uma solução, que seria só por um tempinho e era a única chance que eles tinham: a santarrona da mulher dele virar puta por um tempo. Maria se levantou alterada, nervosa, e começaram a discutir aos berros. Ele foi pra um canto, arrasado, e ela seguiu ele, e choraram abraçados, até que ela deu o sinal verde.

Pablo mandou um e-mail pra um endereço que tinha achado na internet e que tinha boas referências. Naquela noite, eles transaram em várias posições e, quando terminaram, tiveram uma conversa realista e sincera.

— Não — Você se importaria se eu transasse com outros homens? — perguntou ela.
— Você vai fazer isso por nós! — respondeu ele.
Pablo levantou da cama e voltou eufórico com o notebook na mão, se esticou na cama com a mulher.
— Olha, já me responderam! — exclamou Pablo.
Maria se aproximou curiosa do marido e os dois abriram o e-mail recebido.
*Estou interessado, tenho um chalé nos arredores do Tigre, clientes importantes e solventes… te passo o site…. Manda fotos da sua mulher*
— Põe aí que vou tirar duas fotos sua pelada! — insinuou o marido.
Maria se ajoelhou e deixou ele tirar uma foto com o notebook.
— Estica e abre bem a buceta.
Maria se esticou com semblante sério, mas aceitou e abriu as pernas, dando o que o marido pedia. Pablo enviou as fotos num e-mail e os dois abriram o link que tinham recebido. Não dava pra ver fotos do lado de fora, só do interior. As camas eram redondas e eles viram uma sala de BDSM: uma mulher estava amarrada num grande X de couro vermelho preso na parede, e outra tirava a calcinha fio dental dela.
— Isso não! — exclamou Maria, corada.
Ela conseguiu contar até 8 mulheres, todas com os rostos pixelados e com um nome embaixo da foto, uma idade (nenhuma abaixo dos 30), suas medidas e estado civil. Tinha casadas, divorciadas e até algumas sem o marido saber.
Um asterisco apareceu na tela do computador, indicando uma resposta ao e-mail enviado.
*O que me interessa! Uma casada como ela, essa é um pouco gordinha e tem a buceta apertadinha, mas muito transável… posso fazer uma oferta…. 6XXXXXXXX*
Pablo e Maria se olharam e os dois fizeram um gesto de interrogação. Pablo pegou o celular, discou o número, apertou o ícone do viva-voz e largou o celular em cima dos lençóis. O toque de espera soou e uma voz ecoou pelo alto-falante.
— Maria e Pablo?
— Sim! — responderam os dois ao mesmo tempo.
— Podem me chamar de Chefe, meu nome não importa. — Me conta por que vocês tão fazendo isso?
— Por dinheiro! — respondeu Pablo — A gente precisa de grana urgente.
— Quanto?
— Uns 40.000 euros — disse Pablo.
— Uma grana pesada! — falou a voz, e ficou em silêncio por um instante.
Pablo e Maria também ficaram quietos, e ela passou a mão no ombro dele pra dar uma força.
— Dá pra chegar num acordo! — disse o Chefe.
Pablo fez um gesto com o braço comemorando aquelas palavras em silêncio, mas Maria não comemorou.
— Maria, me diz quais são suas experiências sexuais. — perguntou o Chefe, sem rodeios.
— Nenhuma experiência fora do casamento — respondeu ela, corando.
— Então nada de cu, nada com mulher, nenhum ménage?
— Não! — respondeu ela, meio irritada, se achando uma mulher decente.
— Que vida mais sem graça! — se gabou o Chefe — Totalmente novata! — deu pra ouvir uma risada ao fundo.
Maria quase desligou a ligação, mas o marido impediu com as mãos, e o silêncio voltou por uns dois minutos.
— Você goza bem? — perguntou o Chefe de novo.
— Às vezes demoro um pouco — respondeu ela, sincera, enquanto o marido fazia uma cara de surpresa.
— Tá bom! — disse o Chefe — Manda aí a localização de vocês!
Pablo fez um gesto com o celular e mandou a localização. Ficou um minuto de silêncio de novo.
— Ciudad Real?
— Sim! — respondeu Carlos.
— Amanhã você vai ter notícias minhas! — o sinal indicou que ele tinha desligado.
Pablo
Pegou o notebook e deixou em cima de uma mesinha que tinha ao lado, se recostou na cama e olhou a hora, eram duas da manhã e a mulher dele se aninhou no colo dele, agarrou a pica dele e começou a punhetar.

— Tem certeza que quer fazer isso, amor? — perguntou Rosa.

— É a única opção que a gente tem! — respondeu Pablo — Assim que eu tiver o dinheiro, tiro você dessa.

— Quero chupar ela! — sussurrou Maria — Tô com tesão!

Maria beijou o marido nos lábios e abaixou a cabeça pra fazer um boquete, os lábios dela beijavam a cabeça da pica e depois chupavam enfiando na boca. Pablo soltou um gemido de prazer e fechou os olhos, fazia tempo que a mulher não dava uma mamada tão intensa. Passou pela cabeça dele quantas picas a mulher teria que chupar a partir de agora. Ao mesmo tempo, Maria também sentia sentimentos opostos. Por um lado, se sentia humilhada pelo próprio marido, agarrava a pica com força e apertava com a mão. Como seria chupar a pica de outro? Ser comida por alguém melhor que o marido? Também não confessou que ficar com uma mulher era uma das fantasias sexuais dela, e fazer um ménage também já tinha passado pela cabeça.

— Deixa eu te foder! — sugeriu o marido.

— Também quero foder! — concordou Maria.

— Vamos tentar pelo cu de novo! — sussurrou o marido.

Maria ficou olhando pro marido pensativa, sempre negava essa prática sexual porque doía, mas ouvir as palavras do Chefe tinha irritado ela e não fazia sentido negar isso agora pro marido.

— Mas se você me machucar e eu mandar parar, você para! — murmurou Maria, ficando de quatro.

Pablo concordou com a cabeça, abriu uma gaveta e pegou um pote de lubrificante, besuntou o cu da mulher e se preparou pra penetrar. Apontou a ponta da pica e enfiou de uma vez. Maria soltou um grito e mordeu os lençóis, a cabeça tinha entrado e o marido empurrou mais algumas vezes e conseguiu penetrar ela. com mais da metade da vara.
— Não enfia mais! — ela reclamou — Me fode assim!

Pablo fez uma careta de contrariedade, mas por outro lado era a primeira vez que a penetrava tão fundo e que a mulher dele deixava ele foder ela por trás. Começou a meter e tirar, custava a mexer na bunda apertada dela.

— Tá doendo, amor, mas eu faço porque te amo! — ela balbuciava.

Pablo investiu com fúria e a fodeu com a meia penetração como pôde, ela não parava de reclamar e ele, ao encontrar a bunda da mulher tão estreita e apertada, não conseguiu se segurar e gozou dentro do cu da mulher, caindo exausto na cama. A mulher dele deu um beijo na boca dele e ficaram abraçados por um tempo, depois apagaram a luz e caíram no sono. Maria ficou com vontade de se masturbar, mas não queria que o marido descobrisse que ela tinha ficado insatisfeita.

Continua...

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