Um casal com problemas financeiros. O marido incentiva a esposa a se prostituir.
— Tem certeza disso, querido? — perguntou Rosa.
— É a única opção que a gente tem! — respondeu Pablo. — Assim que eu tiver o dinheiro, tiro você dessa.
— Quero chupar ela! — sussurrou Maria. — Tô com tesão!
Maria beijou o marido nos lábios e abaixou a cabeça pra fazer um boquete, os lábios dela beijavam a glande e depois chupavam enfiando na boca. Pablo soltou um gemido de prazer e fechou os olhos, fazia tempo que a mulher não dava uma mamada tão intensa. Passou pela cabeça dele quantas picas a esposa teria que chupar a partir de agora. Ao mesmo tempo, Maria também sentia sentimentos opostos. Por um lado, se sentia humilhada pelo próprio marido, agarrava a pica com força e apertava com a mão. O que sentiria ao chupar a pica de outro? Ser fodida por alguém melhor que o marido? Também não confessou que ficar com uma mulher era uma das fantasias sexuais dela, e fazer um ménage também já tinha passado pela cabeça dela.
— Deixa eu te foder! — sugeriu o marido.
— Também quero foder! — concordou Maria.
— Vamos tentar pelo cu de novo! — sussurrou o marido.
Maria ficou olhando pro marido pensativa, sempre negava essa prática sexual porque doía, mas ouvir as palavras do Chefe tinha irritado ela e não fazia sentido negar isso agora pro marido.
— Mas se você me machucar e eu mandar parar, você para! — murmurou Maria, ficando de quatro.
Pablo concordou com a cabeça, abriu uma gaveta e pegou um pote de lubrificante, besuntou o cu da mulher e se preparou pra penetrar ela. Apontou a ponta da pica e enfiou de uma vez. Maria soltou um grito e mordeu os lençóis, a glande tinha entrado e o marido empurrou mais algumas vezes e conseguiu penetrar ela. com mais da metade da vara.
— Não enfia mais! — ela reclamou — Me fode assim!
Pablo fez uma careta de frustração, mas por outro lado era a primeira vez que penetrava tão fundo e que sua mulher deixava ele foder ela por trás. Começou a meter e tirar, custava a movê-la naquele cu apertado.
— Tá doendo, amor, mas eu faço porque te amo! — ela gaguejou.
Pablo investiu com fúria e a fodeu com aquela meia penetração como pôde, ela não parava de reclamar e ele, ao sentir o cu da mulher tão estreito e apertado, não conseguiu se segurar e gozou dentro do cu dela, caindo exausto na cama. A mulher dele deu um beijo na boca dele e ficaram abraçados por um tempo, depois apagaram a luz e dormiram. Maria ficou com vontade de se masturbar, mas não queria que o marido descobrisse que ela tinha ficado insatisfeita.
Continua...

Fodida por proteger o casamento dela. (prólogo)
Maria e Pablo eram um casal tradicional, ela com 34 anos e junta desde os 18 com o marido, três anos mais velho que ela, muito boa gente, mas sem sorte na vida. Um problema dele tinha impedido eles de ter filhos e a COVID tinha feito ele perder os negócios. A partir daquele momento, os novos negócios só contavam como fracassos e isso fez eles se afastarem das famílias, pra quem deviam uma boa grana.
Pablo encarou um novo projeto que no começo deu certo, mas a falta de dinheiro e os problemas com os bancos por estar na lista de inadimplentes tavam ferrando ele nos negócios. Logo apareceu o que ele tava procurando: um terreno, mas ele precisava desembolsar uma boa quantia pra conseguir os direitos.
Aquela noite foi especialmente difícil e ele decidiu abrir o jogo com a mulher e explicar a situação tensa. Se não fizesse um pagamento de uns 36.000 euros, não conseguiria fechar o negócio e aquilo ia levar eles ao próximo fracasso. Ele só precisava daquela grana por uns três meses pra depois multiplicar por 10.
Maria viu a tristeza e a frustração na cara do marido. Muitas vezes a família dela pediu pra ela largar ele, mas ela confiava cegamente nele. Era a única pessoa por quem ela tava disposta a dar tudo.
Pablo abraçou a mulher chorando e falou que tinha achado uma solução, que seria só por pouco tempo e que era a única chance que eles tinham. E passava pela mulher santarrona dele se prostituir por um tempo. Maria se levantou alterada e nervosa, começaram a discutir aos berros. Ele foi pra um canto abatido e ela seguiu ele, e choraram abraçados, até que ela deu o sinal verde.
Pablo mandou um e-mail pra um endereço que tinha achado na internet e tinha boas referências. Naquela noite, eles transaram em várias posições e, quando terminaram, tiveram uma conversa realista e sincera.
- Não — Te importaria se eu transar com outros homens? — perguntou ela.
— Você vai fazer isso por nós! — respondeu ele.
Pablo levantou da cama e voltou eufórico com o notebook na mão, se esticou na cama com a esposa.
— Olha, já me responderam! — exclamou Pablo.
Maria se aproximou curiosa do marido, e os dois abriram o e-mail recebido.
*Estou interessado. Tenho um chalé nos arredores do Tigre, clientes importantes e solventes… passo o site…. Manda fotos da sua mulher.*
— Põe a roupa que vou tirar duas fotos suas pelada! — insinuou o marido.
Maria se ajoelhou e deixou ele tirar uma foto com o notebook.
— Estica e abre bem a buceta.
Maria se esticou com semblante sério, mas aceitou e abriu as pernas, dando o que o marido pedia. Pablo enviou as fotos num e-mail, e os dois abriram o link que tinham recebido. Não dava pra ver fotos do lado de fora, todas eram do interior. As camas eram redondas, e eles viram uma sala de BDSM: uma mulher estava amarrada num grande X de couro vermelho preso na parede, e outra tirava a calcinha fio dental dela.
— Isso não! — exclamou Maria, corando.
Ela conseguiu contar até 8 mulheres, todas com os rostos pixelados e com um nome embaixo da foto, uma idade (nenhuma abaixo dos 30), suas medidas e estado civil. Tinha casadas, divorciadas e até algumas sem o marido saber.
Um asterisco apareceu na tela do computador, indicando uma resposta ao e-mail enviado.
*O que me interessa! Uma casada como ela. Ela é um pouco gordinha e tem a buceta apertadinha, mas muito transável… posso fazer uma oferta…. 6XXXXXXXX*
Pablo e Maria se olharam, e os dois fizeram um gesto de interrogação. Pablo pegou o celular, discou o número, apertou o ícone do viva-voz e largou o celular em cima dos lençóis. O toque de espera soou, e uma voz ecoou pelo alto-falante.
— Maria e Pablo?
— Sim! — responderam os dois ao mesmo tempo.
— Podem me chamar de Chefe. Meu nome não importa. — Me conta por que vocês tão fazendo isso?
— Por dinheiro! — respondeu Pablo — A gente precisa de grana urgente.
— Quanto?
— Uns 40.000 euros — disse Pablo.
— Uma grana alta! — falou a voz, e ficou em silêncio por um instante.
Pablo e Maria também ficaram quietos, e ela passou a mão no ombro dele pra dar uma força.
— Dá pra chegar num acordo! — disse o Chefe.
Pablo fez um gesto com o braço comemorando aquelas palavras em silêncio, mas Maria não comemorou.
— Maria, me diz quais são suas experiências sexuais. — perguntou o Chefe, sem rodeios.
— Nenhuma fora do casamento — respondeu ela, corando.
— Então nada de cu, nada com mulher, nenhum ménage?
— Não! — respondeu ela, meio irritada, se achando uma mulher decente.
— Que vida mais sem graça! — se gabou o Chefe — Totalmente novata! — uma risada ao fundo.
Maria quase desligou a chamada, mas o marido impediu com as mãos, e o silêncio voltou por uns dois minutos.
— Você goza bem? — perguntou o Chefe de novo.
— Às vezes demoro um pouco — respondeu ela, sincera, enquanto o marido fazia cara de surpresa.
— Tá bom! — disse o Chefe — Mandem a localização de vocês!
Pablo fez um gesto com o celular e mandou a localização. O silêncio voltou por mais um minuto.
— Ciudad Real?
— Sim! — respondeu Carlos.
— Amanhã vocês têm notícias minhas! — o sinal tocou, indicando que ele tinha desligado.
Pablo
Pegou o notebook e deixou em cima de uma mesinha que tinha ao lado, se recostou na cama e olhou a hora, eram duas da manhã e a esposa se aninhou no colo dele, agarrou a pica dele e começou a bater uma.Maria e Pablo eram um casal tradicional, ela com 34 anos e junta desde os 18 com o marido, três anos mais velho que ela, muito boa gente, mas sem sorte na vida. Um problema dele tinha impedido eles de ter filhos e a COVID tinha feito ele perder os negócios. A partir daquele momento, os novos negócios só contavam como fracassos e isso fez eles se afastarem das famílias, pra quem deviam uma boa grana.
Pablo encarou um novo projeto que no começo deu certo, mas a falta de dinheiro e os problemas com os bancos por estar na lista de inadimplentes tavam ferrando ele nos negócios. Logo apareceu o que ele tava procurando: um terreno, mas ele precisava desembolsar uma boa quantia pra conseguir os direitos.
Aquela noite foi especialmente difícil e ele decidiu abrir o jogo com a mulher e explicar a situação tensa. Se não fizesse um pagamento de uns 36.000 euros, não conseguiria fechar o negócio e aquilo ia levar eles ao próximo fracasso. Ele só precisava daquela grana por uns três meses pra depois multiplicar por 10.
Maria viu a tristeza e a frustração na cara do marido. Muitas vezes a família dela pediu pra ela largar ele, mas ela confiava cegamente nele. Era a única pessoa por quem ela tava disposta a dar tudo.
Pablo abraçou a mulher chorando e falou que tinha achado uma solução, que seria só por pouco tempo e que era a única chance que eles tinham. E passava pela mulher santarrona dele se prostituir por um tempo. Maria se levantou alterada e nervosa, começaram a discutir aos berros. Ele foi pra um canto abatido e ela seguiu ele, e choraram abraçados, até que ela deu o sinal verde.
Pablo mandou um e-mail pra um endereço que tinha achado na internet e tinha boas referências. Naquela noite, eles transaram em várias posições e, quando terminaram, tiveram uma conversa realista e sincera.
- Não — Te importaria se eu transar com outros homens? — perguntou ela.
— Você vai fazer isso por nós! — respondeu ele.
Pablo levantou da cama e voltou eufórico com o notebook na mão, se esticou na cama com a esposa.
— Olha, já me responderam! — exclamou Pablo.
Maria se aproximou curiosa do marido, e os dois abriram o e-mail recebido.
*Estou interessado. Tenho um chalé nos arredores do Tigre, clientes importantes e solventes… passo o site…. Manda fotos da sua mulher.*
— Põe a roupa que vou tirar duas fotos suas pelada! — insinuou o marido.
Maria se ajoelhou e deixou ele tirar uma foto com o notebook.
— Estica e abre bem a buceta.
Maria se esticou com semblante sério, mas aceitou e abriu as pernas, dando o que o marido pedia. Pablo enviou as fotos num e-mail, e os dois abriram o link que tinham recebido. Não dava pra ver fotos do lado de fora, todas eram do interior. As camas eram redondas, e eles viram uma sala de BDSM: uma mulher estava amarrada num grande X de couro vermelho preso na parede, e outra tirava a calcinha fio dental dela.
— Isso não! — exclamou Maria, corando.
Ela conseguiu contar até 8 mulheres, todas com os rostos pixelados e com um nome embaixo da foto, uma idade (nenhuma abaixo dos 30), suas medidas e estado civil. Tinha casadas, divorciadas e até algumas sem o marido saber.
Um asterisco apareceu na tela do computador, indicando uma resposta ao e-mail enviado.
*O que me interessa! Uma casada como ela. Ela é um pouco gordinha e tem a buceta apertadinha, mas muito transável… posso fazer uma oferta…. 6XXXXXXXX*
Pablo e Maria se olharam, e os dois fizeram um gesto de interrogação. Pablo pegou o celular, discou o número, apertou o ícone do viva-voz e largou o celular em cima dos lençóis. O toque de espera soou, e uma voz ecoou pelo alto-falante.
— Maria e Pablo?
— Sim! — responderam os dois ao mesmo tempo.
— Podem me chamar de Chefe. Meu nome não importa. — Me conta por que vocês tão fazendo isso?
— Por dinheiro! — respondeu Pablo — A gente precisa de grana urgente.
— Quanto?
— Uns 40.000 euros — disse Pablo.
— Uma grana alta! — falou a voz, e ficou em silêncio por um instante.
Pablo e Maria também ficaram quietos, e ela passou a mão no ombro dele pra dar uma força.
— Dá pra chegar num acordo! — disse o Chefe.
Pablo fez um gesto com o braço comemorando aquelas palavras em silêncio, mas Maria não comemorou.
— Maria, me diz quais são suas experiências sexuais. — perguntou o Chefe, sem rodeios.
— Nenhuma fora do casamento — respondeu ela, corando.
— Então nada de cu, nada com mulher, nenhum ménage?
— Não! — respondeu ela, meio irritada, se achando uma mulher decente.
— Que vida mais sem graça! — se gabou o Chefe — Totalmente novata! — uma risada ao fundo.
Maria quase desligou a chamada, mas o marido impediu com as mãos, e o silêncio voltou por uns dois minutos.
— Você goza bem? — perguntou o Chefe de novo.
— Às vezes demoro um pouco — respondeu ela, sincera, enquanto o marido fazia cara de surpresa.
— Tá bom! — disse o Chefe — Mandem a localização de vocês!
Pablo fez um gesto com o celular e mandou a localização. O silêncio voltou por mais um minuto.
— Ciudad Real?
— Sim! — respondeu Carlos.
— Amanhã vocês têm notícias minhas! — o sinal tocou, indicando que ele tinha desligado.
Pablo
— Tem certeza disso, querido? — perguntou Rosa.
— É a única opção que a gente tem! — respondeu Pablo. — Assim que eu tiver o dinheiro, tiro você dessa.
— Quero chupar ela! — sussurrou Maria. — Tô com tesão!
Maria beijou o marido nos lábios e abaixou a cabeça pra fazer um boquete, os lábios dela beijavam a glande e depois chupavam enfiando na boca. Pablo soltou um gemido de prazer e fechou os olhos, fazia tempo que a mulher não dava uma mamada tão intensa. Passou pela cabeça dele quantas picas a esposa teria que chupar a partir de agora. Ao mesmo tempo, Maria também sentia sentimentos opostos. Por um lado, se sentia humilhada pelo próprio marido, agarrava a pica com força e apertava com a mão. O que sentiria ao chupar a pica de outro? Ser fodida por alguém melhor que o marido? Também não confessou que ficar com uma mulher era uma das fantasias sexuais dela, e fazer um ménage também já tinha passado pela cabeça dela.
— Deixa eu te foder! — sugeriu o marido.
— Também quero foder! — concordou Maria.
— Vamos tentar pelo cu de novo! — sussurrou o marido.
Maria ficou olhando pro marido pensativa, sempre negava essa prática sexual porque doía, mas ouvir as palavras do Chefe tinha irritado ela e não fazia sentido negar isso agora pro marido.
— Mas se você me machucar e eu mandar parar, você para! — murmurou Maria, ficando de quatro.
Pablo concordou com a cabeça, abriu uma gaveta e pegou um pote de lubrificante, besuntou o cu da mulher e se preparou pra penetrar ela. Apontou a ponta da pica e enfiou de uma vez. Maria soltou um grito e mordeu os lençóis, a glande tinha entrado e o marido empurrou mais algumas vezes e conseguiu penetrar ela. com mais da metade da vara.
— Não enfia mais! — ela reclamou — Me fode assim!
Pablo fez uma careta de frustração, mas por outro lado era a primeira vez que penetrava tão fundo e que sua mulher deixava ele foder ela por trás. Começou a meter e tirar, custava a movê-la naquele cu apertado.
— Tá doendo, amor, mas eu faço porque te amo! — ela gaguejou.
Pablo investiu com fúria e a fodeu com aquela meia penetração como pôde, ela não parava de reclamar e ele, ao sentir o cu da mulher tão estreito e apertado, não conseguiu se segurar e gozou dentro do cu dela, caindo exausto na cama. A mulher dele deu um beijo na boca dele e ficaram abraçados por um tempo, depois apagaram a luz e dormiram. Maria ficou com vontade de se masturbar, mas não queria que o marido descobrisse que ela tinha ficado insatisfeita.
Continua...
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