Faço dela minha puta no carro

Sou o Pablo e, há alguns anos, quando ainda estava na faculdade, aconteceu uma das situações mais quentes da minha vida. Eu era de outra cidade, então de vez em quando voltava pra casa pra passar tempo com a família. Ia no meu carro, era velho, mas funcionava, e a viagem durava umas 3 horas. A Karla, uma colega e amiga da escola, é quem protagoniza essa história. Ela era da mesma cidade e sala que eu, e também era uma das minhas amigas mais próximas. A gente tinha muita intimidade, e eu sentia uma atração sexual enorme por ela. Não queria ser namorado dela nem nada do tipo, só queria comer ela gostoso, porque ela parecia ser uma garota de mente aberta, capaz de topar sem precisar de envolvimento sentimental. Ela tem namorado, o Joel, com quem é muito atenciosa e carinhosa, mas isso pouco me importava. Eu tenho 1,90 m e um corpo trabalhado, porque malho na academia. Ela tem uns 1,50 m, um corpo magro, uns peitos empinados, uma bunda pequena, mas firme e redonda, pele morena, cabelo ondulado e escuro que batia no meio das costas, e sempre com uma franja. Eu sou muito voyeur, então sempre dava um jeito de olhar pra ela. Me excitava ver a bunda dela e descobrir que tipo de calcinha ela usava, porque marcava quando ela vestia roupa justa. Ou, quando ela tava perto de mim, eu olhava os peitos dela de cima, já que eu era mais alto e não precisava ser tão cara de pau. Sempre conseguia ver pelo menos um mamilo, ainda mais quando ela usava blusas soltinhas. Por isso sabia que os peitos dela eram empinados. Tudo começou assim. Numa sexta-feira à tarde, eu tava arrumando tudo pra voltar pra minha cidade quando a Karla me liga e, meio sem graça, pergunta se eu podia dar uma carona pra ela, porque tinha dado um problema na casa dela e ela ficou sem grana pra pegar o ônibus. Eu respondi que sim, sem problema, mas que ela não demorasse pra se arrumar, senão a gente ia pegar A noite na estrada e era meio perigoso, depois de meia hora passei por ela e a putinha não deu bola pra minhas palavras, já que teve a cara de pau de tomar um banho longo sem nem fazer a mala dela, pelo tanto que demorou, duvidei se ela realmente tinha uma emergência, mas no final, tudo valeu a pena, porque quando saiu do chuveiro, tava usando umas leggings pretas que eu amava que ela usasse, porque marcava toda a bunda dela e até se abaixasse um pouco, ficava tudo transparente. Rapidão percebi que ela tava de fio dental, além de uma camiseta velha e largada que parecia mais um pijama. Demorou quase outra hora fazendo a mala e quando finalmente saiu... Caralho. P) Vai se mudar? Ou por que tanta roupa? K) Desculpa, é que não tenho mais roupa limpa e quero aproveitar pra lavar na casa (Isso explicava a roupa que ela tava usando). Ajudei ela a subir tudo no carro e quando abri o porta-malas, eu sabia o que ia rolar. Fiquei atrás dela e quando ela se inclinou pra colocar a roupa, as leggings fizeram o trabalho delas e eu vi a bunda toda dela transparente e, puta merda, não era um fio dental qualquer, era um fio dental preto com letras de bijuteria dourada penduradas que formavam a frase "sou sua puta". Ver aquilo me deixou tão excitado que me convenceu de que eu tinha que fazer alguma coisa pra comer ela, então comecei a bolar um plano pra aproveitar aquelas horas sozinhos e pelo menos arrancar um boquete no caminho. Durante o trajeto, eu tava indo na maior pressa, porque já era bem tarde, umas 10 da noite, passaram duas horas em que ficamos conversando sobre tudo, eu aproveitava cada momento pra olhar as pernas dela e ela só ficava trocando mensagem com as amigas e o Joel. Já era bem tarde e tava chovendo pra caralho, mas mesmo assim, a pedido dela, paramos num povoado pequeno que ficava no caminho pra comer alguma coisa rápida. Aceitei só porque precisava de mais tempo pra pensar em como fazer algo rolar e bem na hora que estávamos pedindo e vendo o vapor que Vindo do carrinho de comida, me veio uma ideia à cabeça. Com a desculpa de ir pegar umas bebidas, me separei dela enquanto nossa comida ficava pronta, voltei pro meu carro, afrouxei a tampa do anticongelante e fui correndo pra farmácia mais próxima comprar camisinhas. Meu plano tava pronto, mesmo que toda essa correria me deixasse todo suado. Não sabia se ia dar certo, mas também não tinha nada a perder. A ideia era que, quando voltássemos pra estrada, depois de forçar um pouco o carro, ele começasse a "ferver" com a tampa do anticongelante solta, me obrigando a encostar no meio do nada. E nessa janela de tempo em que esperaríamos o carro esfriar, a gente conversasse sobre coisas mais sexuais pra esquentar ela. Voltei pra ela e fui jantar tranquilo enquanto continuávamos falando qualquer besteira, mas eu, aos poucos, tentava desviar a conversa pra algo mais picante pra ir preparando a mente dela.

K) Nossa, olha como você se molhou
P) É, nessa hora não tinha muita loja aberta, mas relaxa, no carro tenho uma muda de roupa.
K) Tá, e quanto falta?
P) Umas uma hora, mais ou menos
K) Sério?! Vamos chegar muito tarde
P) Por isso te falei pra não demorar, aqui jantando já perdemos outra hora. Acho que vamos chegar umas 2 da manhã
K) Como assim?!
P) Qual era sua pressa? É algo grave?
K) Não exatamente, meus pais vão sair pra resolver uns problemas e precisam que eu fique o fim de semana inteiro pra casa não ficar vazia
P) Isso não parece ruim, tipo, você vai ter a casa só pra você. Faz uma festa ou chama um amigo pra brincar hahaha
Percebi no olhar dela que isso não tinha passado pela cabeça dela.
K) É, não é má ideia
P) A festa ou o amigo?
K) Não, bobo, a festa.
P) Tá aí... Terminou? Vamos logo
K) Sim, bora

Assim que voltamos pro carro, eu tava indo a toda velocidade, mas dessa vez com toda a intenção de esquentar o motor. Ele aguentou meia hora, tempo em que notei que Karla já não tava mais trocando mensagem com ninguém. Finalmente aconteceu o que tinha que acontecer.
P) não, não agora! (Comecei a encostar o carro no acostamento)
K) o que foi?!
P) superaqueceu, é que tô forçando demais por causa da pressa que a gente tava.
K) ah não, então a gente vai ficar preso aqui no meio do nada?!
P) acho que sim, mas relaxa, vai ser só um tempinho até esfriar, não se preocupa, lá atrás tenho o que precisa pra arrumar.
K) mas que medo, a gente tá no meio do nada, e se aparece alguém perigoso?
Como pude, entrei no meio de uns arbustos pra esconder o carro.
P) aqui a gente vai ficar de boa, não se preocupa, vai ser só um pouco.
K) bom, não sei se aviso alguém...
P) eu acho que não, pra que deixar os outros preocupados? Além disso, com certeza já tão dormindo, e tô te falando que não vai demorar muito.
K) tá bom

Como eu falei, lá fora tava caindo um toró, não dava pra ver nada, só de vez em quando um clarão enorme por causa de um raio, e por dentro a luz do painel e do som já era mais que suficiente pra gente se ver.
Então a Karla criou coragem, reclinou o banco até virar cama e subiu os pés no painel, e aí de novo a gente começou a conversar pra passar o tempo.
Ao mesmo tempo, começamos a falar exatamente do que eu queria.
K) ei, soube que encontraram o Mário e a Andrea no banheiro?
P) sim! Já sei, tudo idiota, e ainda acho que a Andrea tá grávida, por isso que ela tem faltado essas semanas.
K) siiiim, tá mesmo!! Que vergonha, o namorado dela foi fazer um escândalo lá.
P) tô te falando que são tudo idiota, tem lugar mais seguro na escola pra fazer isso.
Tentei ver a reação dela ao falar isso, e foi satisfatório ver que consegui o que queria, ela só ficou calada, mas deixou escapar um sorrisinho.
K) você... você já fez isso na escola?
P) claro, por que cê acha que eu faltava no último horário toda sexta?
K) hahaha sério?!! Onde? Com quem?!!
P) hahaha pra que você quer saber? Quer levar alguém ou o quê?
K) não, idiota! Com quem você tava se metendo?
P) ah hahaha, não faz ideia?
K) acho que sim, um dia... Ouvi alguém falando algo.
P) Quem?
K) Não, você fala primeiro e depois eu falo.
P) OK, era a Brenda. Tava levando ela pro último andar, naquela hora não tem ninguém naquele nível todo.
K) Sabia!! Hahaha, essa mulher é uma foxy.
P) E o que foi que ela disse?
K) Não sei, tô com vergonha... é que foi muito explícita.
P) Fala logo, é óbvio que te deixou pensando.
K) É que ela não falou pra mim, falou pro trio de lesmas dela, e eu ouvi. Tava de fone e ela achou que eu não tava escutando.
P) Mas o que ela disse! Fala!
K) Ah, tá bom... ela tava contando como você fazia.
P) Sim, aham... e mais o quê?! Haha
K) Bom... ela destacou que você era muito... dominante.
A partir desse comentário, a voz dela já não era mais nervosa, agora era uma voz segura, atrevida e safada.
P) Hahaha, é, verdade, sou mesmo. Mas o que vou fazer? Sou muito tarado, e na minha defesa, todas quiseram assim, ninguém reclamou. O que mais ela disse?
A gente ficou se olhando nos olhos, como se desafiando, até que ela deixou escapar um sorriso de novo, que denunciava o tesão dela. Já sabia o que eu queria.
K) Hum, também... também disse que você tem um pau enorme.
P) Hahaha, sério?
K) Sim, foi bem explícita mesmo.
P) Vamos ver, fala o que ela disse e eu te falo se é verdade.
K) Por que você quer que eu fale?
P) É óbvio que te excitou saber disso, além do mais, fica tranquila, estamos sozinhos aqui.
K) Hahaha, então... ela disse que você tem ele bem comprido, tipo uns 20 ou 22 cm, e além disso, que você tem ele bem grosso na base, o que dava muito prazer na hora de meter tudo.
P) Caralho, foi bem explícita mesmo... e me diz, você queria ver?
Ela hesitou em falar e não disse nada, só me olhou, levantou a sobrancelha e apertou os lábios.
P) Quer experimentar?
De novo ela ficou calada me olhando, agora o olhar dela tinha malícia.
K) Talvez... pena pra você que eu tenho namorado.
P) Seu namorado já tá dormindo, não vai atrapalhar. Além disso, te repito, estamos aqui sozinhos. Enquanto a gente não falar, ninguém vai saber de nada.
Ela ficou só pensando um momento.
K) Também não temos camisinha.
P) Hahaha, sério? (Mostrei a caixa que tinha pegado) comprado) K) Nãão?!! É sério?!!! P) Sim, isso é sério K) Mas me sinto mal por fazer isso com o Joel. P) Olha, aqui ninguém vai incomodar, a gente tá escondido num lugar que ninguém conhece, ninguém vai passar e eu posso te garantir que não vou falar nada, fica tranquila, isso fica só entre nós, eu sei que você quer, dá pra ver que você tá excitada. (de novo uns olhares silenciosos) P) Vamos, faz isso K) Fazer o quê? P) Tira meu pau e confere por si mesma (Peguei a mão dela e coloquei por cima da minha calça com meu pau já duro) Só ficava acariciando por cima enquanto avaliava a situação, mas sem tirar os olhos de mim. K) Você promete que vai ficar só entre nós? P) Claro K) Como eu posso acreditar em você? P) Eu não ganho nada falando pra ninguém, só arrumo problema, e faz tempo que eu quero te comer K) Comer? Você só ia me mostrar, não ia? Um pouco puto com as dúvidas dela, desabotoei a calça e baixei tudo até os tornozelos, deixando à vista dela um pau enorme, cheio de veias e pulsando P) Você só quer ver mesmo? Ela ficou chocada, com a boca levemente aberta, parecia hipnotizada, dava pra ver que ela tava salivando. Ela pegou de leve, como se tentasse resistir ao desejo. K) Pablo! Você tem... Você tem... P) Chupa Ele Coloquei minha mão na nuca dela pra guiar, sem empurrar, ela mesma começou a descer. Na metade do caminho, ela parou, me olhou séria e disse: K) Isso fica só entre nós, ouviu? Não respondi, só terminei de guiar a cabeça dela pro meu pau, sem ela resistir, e finalmente consegui. Sentir finalmente a boca molhada dela tocando pela primeira vez meu pau quente foi uma loucura total de prazer, aquele prazer especial de satisfação que só se sente quando se alcança uma vitória, ter conseguido o que queria depois de tanto tempo desejando ela e, mais ainda, sabendo que ela tava fazendo isso sem se importar com o lugar onde a gente tava. Só conseguia pensar "que puta que você é, Karla" e olha se ela não era. lutando pra resistir porque a puta chupava de um jeito único, daquelas que fazem por verdadeiro amor e desejo de comer pica, era toda uma profissional. Ela chupava até onde a garganta permitia, ânsia após ânsia que deixavam meu pau cada vez mais babado, tirava só pra pegar ar. P) mmm, ahh, olha só, você tava resistindo hein, é toda uma profissional K) gghh, gghh, gghg, é mais que isso gggh, gghh P) mmm, mmm, o que quer dizer? K) gghh, gghh..., você me excita, me excita muito desde que nos conhecemos, tava com vontade da gente transar, mas nunca estávamos disponíveis, queria ter você em cima de mim, ter suas mãos por todo meu corpo e desde que ouvi a Brenda, só me fez te desejar muito mais, mas o Joel tava ali e eu não sabia se você pensava o mesmo, então tive que acalmar esse tesão P) hahaha que coincidência, eu também tava morrendo de vontade de te comer, fico sempre te olhando, quando você se abaixa ou quando chega perto de mim K) hahaha sabia!, e pra ser sincera, muitas vezes foi de propósito, é muito bom ser tão desejada por alguém desse jeito P) hahaha pois finalmente vai rolar, então vamos fazer valer a pena, continua chupando meu pau, assim que terminar vou meter até você gozar jorrando Assim que ele falou isso, ela começou a chupar sem parar, das bolas até a cabeça e depois engolia até onde dava, cuspia, enchia de saliva e depois limpava tudo, assim por uns 10 minutos. P) ahhh! Continua, continua, tô perto de gozar!! K) gghh, gghh, gghh... Me dá seu leite, quero tudo!! P) aaaahhhh!! Peguei ela pela nuca e fiz ela engolir tudo até os lábios dela abraçarem minhas bolas, forçando a garganta, sem conseguir respirar, ela começou a receber cada jato lá no fundo da garganta, dava pra sentir ela se esforçando pra me tirar de lá, mas só quando meu prazer acalmou é que deixei ela sair. Ela se levantou exausta, sem ar, com os olhos lacrimejando e vermelha de falta de ar, e levou com ela uma Uma infinidade de fios de saliva e porra que acabaram caindo no lábio inferior dela, no queixo e no pescoço, deixando meu pau banhado nos mesmos sucos. Ela parou um momento pra pegar ar e, com a voz rouca, me diz... K) que filho da puta você é, amanhã minha garganta vai doer. P) eu não notei você reclamar. Achou que era brincadeira quando falei que sou dominante? Ou talvez nunca ninguém te comeu como eu. K) não, nunca, nem o Joel. Peguei ela pelas bochechas e falei... P) não se preocupa, você vai ver que vou te comer bem gostoso e fica tranquila, o limite é você quem põe, não vou fazer nada que você não queira, mas também não vou pedir permissão. Você vai se surpreender com o quanto vai aceitar e o quanto vai gozar experimentando isso. Ela, em total submissão, só assentiu. P) muito bem, já que estabelecemos as condições, vamos continuar. Peguei ela pela nuca de novo. P) limpa bem o pau pra eu começar a te comer. Em só 20 segundos ela deixou ele brilhando. P) muito bem, muito bem... Agora, fica de quatro no banco de trás virada pra janela e levanta bem a bunda. Ela obedeceu, ficando com o rosto na janela, e eu, como pude, me posicionei atrás pra puxar a legging dela pra baixo. P) olha só, olha só, o que temos aqui. K) o quê? P) uma calcinha fio dental bonita. K) ah!!! É verdade, esqueci que tava usando. P) muito bem, e me diz, você é? K) o que você quer dizer? Dei um tapa forte na bunda dela. K) aaahh!!! P) você é minha putinha? K) isso depende de como você me comer. P) bem dito. Puxei o fio dental pro lado, que já tava encharcado, e comecei a lamber toda a racha dela. Comi como se não houvesse amanhã, chupando e passando a língua enquanto esfregava a área do clitóris. Ela só gemia e gemia, sem se preocupar se alguém ia ouvir. P) hahaha, você é toda gulosa mesmo, né? K) aahh, aahh, por que você diz isso? P) dá pra ver que essa buceta já comeu. K) hehe, sim, tenho uns brinquedos que gosto de usar, mas nada tão grande. Continuei chupando toda a buceta dela, mas agora passava até o cu dela e voltava, e ela só começou a gemer de maneira mais exaltada me dando a entender que ela realmente gostava. K) mmmm, aaahhh Pedro, que gostoso você me come P) é fácil quando você está deliciosa. Eu tinha o cu tão babado que comecei a meter um dedo sem dificuldade, mal introduzi, com a outra mão enfiei outros na pussy pra massagear o ponto G e o clitóris por fora, minhas mãos viravam tenazes. K) aaahhh!!! Que gostoso Pedro!!, não para, não para P) isso, grita, grita, aqui ninguém te ouve K) aahh, aahh, aahh, aaaaahhhh As pernas dela começaram a tremer e jorrar violentamente jatos e jatos de sucos caindo tudo no banco, na calça legging dela e em mim, depois ela se jogou no banco desmaiando completamente, vieram espasmos, um atrás do outro, assim por uns 10 segundos, ela estava totalmente largada e mole P) levanta a bunda que isso é só o começo. Eu forcei ela a ficar de joelhos de novo, coloquei a pica na entrada da pussy e comecei a entrar devagar. Peguei ela pelo cabelo. P) agora sim, é isso que a gente queria (puxei ela pra mim), ah não, ?! K) sim, me fode por favor Comecei a meter devagar pra testar o que ela aguentava, era tão gostoso ver meu pau sumindo dentro dela, mas quando faltava um quarto pra enfiar tudo, a reação dela foi mais de dor. P) hahaha já não aguenta mais, é? K) dói, é demais, quanto falta P) a parte mais grossa, aguenta K) tá bom, mas devagar P) lá vai...(finalmente minhas coxas encostaram na bunda dela) K) aahhh! Dói, dói P) calma, relaxa e deixa acostumar Não demorou pra isso acontecer, então peguei um ritmo médio de penetradas onde ela mesma começou a se mexer pra se empalar até o fundo, perdendo o controle de si, só ecoavam os gemidos dela a cada impacto das minhas coxas contra as nádegas dela...plas!, plas!, plas! K) aahh, aahh, aahh, assim, assim, me fode assim, que gostoso!! Mmm, mmm, aahh, aahh P) eu só fodo assim minhas putas (puxo o cabelo dela), fala! Você é minha putinha? (Mais estocadas) Plas!, plas!, plas! (uma palmada forte) K) AAHH, SIM, SIM, SIM!!! SOU SUA putinha!! ME COME, ME COME DURO, SUA putinha! P) assim que se fala. Puxei mais o cabelo dela, forçando a cabeça pra trás e deixando o pescoço exposto P) me fala quando estiver perto de gozar... plas!, plas!, plas! K) aahh, aahh, tá bom... plas!, plas!, plas! plas!, plas!, plas! plas!, plas!, plas! plas!, plas!, plas! K) aahh, aahh, ahhh, papai!! Tô perto, vou gozar P) respira fundo, putinha! Coloquei a mão no pescoço dela e comecei a sufocar enquanto continuava metendo. Ela não conseguia gemer, não conseguia gritar, só fazia sons abafados enquanto ficava cada vez mais vermelha, os olhos revirando, os dedos dos pés encurvados, as pernas tremendo. Quando soltei, ela só se deixou cair no banco, se contorcendo, mordendo os lábios e apertando forte um peito. Continuou assim por uns 30 segundos, aproveitando um orgasmo atrás do outro, até ficar totalmente imóvel, parecia até dormindo. P) que bom que você gozou, sua putinha, mas eu ainda não cheguei, levanta essa bunda. Ela não conseguia, não tinha forças, então peguei ela pelos quadris e forcei, comecei a chupar o cu dela e penetrar com minha língua e meu dedo, depois de um tempo coloquei dois, até chegar a três. Ela começou a reagir de novo com gemidinhos. K) mmm, mmm, Pablo, cê vai me comer pelo cu? mmm, mmm. P) sim, levanta, porque você vai enfiar. K) mm, eu? Como? Nos reorganizei, sentei no meio do banco e coloquei ela sentada no meu colo de perninhas abertas, ela me olhava totalmente exausta, mas entregue pra mim. P) agora, começa a enfiar. K) ma... Mas, não tenho força nenhuma, não consigo rebolar. P) falei pra enfiar, não pra se mexer, agora coloca no seu cu e começa a se empalar. Bem devagar, ela começou a enfiar meu pau. K) aaahh, que gostoso, Pablo filho da puta, como você é grande. P) até o fundo e não para. K) aahh, aahh, tô tentando... Pronto. P) isso, putinha, muito bem, agora deixa sua buceta cu se acostumbrar. Coloquei minhas mãos na bunda dela e comecei a levantar e abaixar, enquanto mexia meus quadris, penetrando ela de novo com um mete-saca lento até que seus gemidos voltassem a ser de prazer K) aahh, aahh, aahh, sim, sim, bem assim, que gostoso aahh, aahh, aahh P) você gosta muito de levar no cu, né putinha? Ela não respondeu, então dei um tapa nela K) aahh, sim!! Adoro!, aahh, arrebenta meu cu por favor P) então grita, mostra o quanto você ama isso Acelerei minhas estocadas, ela era bem leve então eu mexia ela do meu jeito, era meu brinquedo, mas de repente ela ganhou força nas pernas e começou a se mexer do jeito dela, estava totalmente eufórica cavalgando em mim. Eu aproveitei aquele momento e...zzzzzaaaasss.... Rasguei completamente a camiseta dela soltando os peitos dela, comecei a chupá-los, lambia e sugava um, enquanto apertava o outro, passava a língua no mamilo dela com a ponta da minha língua de um jeito desenfreado, eu estava quase gozando, estava a mil, mas ela tinha que gozar comigo, então com a mão livre comecei a esfregar o clitóris dela e dar tapas, ela não sabia o que fazer com tanta estimulação a não ser gritar K) AAAAHHHH, AAHHHHH, AAHHHH DEUS QUE GOSTOSO, QUE GOSTOSO!!! EU VOU GOZAR!!! AAAHHH!!! Ela explodiu em sucos de novo como da primeira vez, embora em menor quantidade Eu também estava chegando lá, mas não falei nada porque estava chupando o peito dela como um louco, só suguei com mais força. Os dois estávamos exaustos, banhados no nosso suor e nos sucos dela, ficamos descansando assim, um de frente pro outro nos olhando, eu tentava manter uma cara séria, mas a dela dava pra ver que tentava entender tudo que tinha acabado de acontecer. Ela começou a se levantar, tirou meu pau do cu dela, começou a se limpar e se arrumar assim como eu até deixar tudo em ordem, a chuva já tinha parado então eu saí, "resolvi" o problema e quando entrei de novo ficamos nos olhando por um momento, sorrimos cúmplices do que tinha rolado P) Me diz, já tinham te comido assim antes?
K) Não! Nada parecido hahaha, nunca tinha tido orgasmos assim hahaha, foi tudo muito intenso hahaha, mas me sinto mal.
P) Por causa do Joel?
K) Não, porque eu gozei três vezes muito fortes e você só uma.
P) Se te dá tanta culpa assim, pode vir chupando ele. Com um olhar malicioso, ele colocou a mão de novo no meu volume.

E foi o que ela fez, me chupou por quase 30 minutos da hora de viagem que ainda faltava. Como prometemos, nunca tocamos no assunto, e tudo seguiu como sempre — exceto que agora ela sabia que eu olhava pra ela, e que ela fazia de propósito.Faço dela minha puta no carro(Um exemplo da fio dental que ela usava)

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