CAPÍTULO 1(Tudo pra ver minha sogra gostosa pra caralho...! rebolando aquela bunda enorme pra um cara na escada! e curtindo como ela se remexe.
Nunca pensei que veria algo tão tarado assim, ainda mais porque era numa escada onde qualquer morador do prédio podia passar. Uma coroa com um moleque do ensino médio rebolando a bunda no pau dele, tudo isso com roupa, só esquentando ele. Mas aquilo foi a chave pra saber que ela também me faria dela, se eu quisesse, claro...)
Incrível o que estava prestes a começar a viver, nunca esperava por algo assim... definitivamente devo ser um cara muito sortudo!
E tudo começou quando finalmente comecei a andar com a Nancy! A aluna mais gostosa de toda a escola, até mais que as professoras, tinha absolutamente tudo. Todo mundo babava por ela, até eu, que sou bem na minha, morria de vontade. Em todas as minhas punhetas, ela estava lá.
Vou descrever ela: Nancy é uma mulher meio alta, loira, cabelo liso e comprido, e o corpo dela é a melhor parte. Mesmo tendo só 19 anos, ela tem umas tetas enormes pra idade dela, maiores que as de muita mulher mais velha. E umas pernas grandes e grossas, isso faz com que a bunda dela pareça ainda maior, e tudo isso sem perder a cintura fina. Ela tem é sobra de tudo... a rabuda enorme dela, toda vez que anda, fica um tesão só de ver o tamanho... dá pra ver que ela malha bem, não tem uma celulite sequer, mesmo sendo gigante. Toda calça que ela veste gruda nas nalgas e coxas enormes dela... fica tudo bem justinho, qualquer um ia querer ter uma mulherão dessas!
Qualquer roupa que ela vestia ficava grudada nela, parecia que ia rasgar, e deixava ela gostosa pra caralho. Repito: a mulher mais gostosa que já vi na vida!
Mas depois que conheci a mãe da Nancy, fiquei de boca aberta...! A mãe dela era muito mais gostosa, tinha um corpo voluptuoso enorme! A Nancy não chegava nem aos pés da mãe. Sem falar nas irmãs de Lourdes. Uma família inteira de mulheres boas demais.
Vou contar um pouco sobre a mãe da Nancy, minha futura sogra! Ela se chama Lourdes, minha famosa futura sogra Lulú, tem 40 anos. E duas filhas, uma que é minha namorada Nancy, de 19 anos, e a irmã dela de 8 anos. O corpo dela é exuberante demais...! É o triplo da Nancy, tinha umas tetonas gigantes, uma bunda enormíssima, linda demais, e uns quadris muito largos com as pernas grossas! Isso faz com que minha sogra Lulú, se usar roupa larga, dá pra dizer que parece gorda, impossível esconder o que o corpo perverso dela tem. Mas quando usa roupa justa, fica muito vulgar por causa do corpo frondoso dela! Era um espetáculo.
O bom é que ela nunca foi pra faculdade, porque todos os professores ou colegas iam querer pegar ela, e como eu e a Nancy já tamo na faculdade, os pais ficam em segundo plano, não é que nem no ensino fundamental ou médio que iam pra reunião ou assinar boletim e tal, e por isso ela nunca pisou na faculdade.
Nem eu imaginava que a mãe da minha namorada fosse tão gostosa, com um corpo totalmente voluptuoso, gigante demais, com peitão e rabão enormes. Ela era toda cheinha, mas o incrível é que mantinha uma forma muito boa e com roupa colada dava pra ver uma cinturinha fina, como se fosse uma modelo. Ela era literalmente perfeita. Só de olhar pra ela já dá vontade de gozar.
Mas até minha namorada Nancy continuava me fazendo pensar nela, e muito. Ela era muito gostosa e eu adorava como ela me comia. Agora, eu tava com a cabeça completamente ocupada na minha namorada e na minha sogra, que merda, hein. Como posso desejar sexualmente a mãe da minha namorada, sendo que a minha namorada eu queria pra ser minha esposa e ter tudo com ela?
Mesmo assim, eu desejava a minha mãe voluptuosa... mas que homem não a desejaria, se minha sogra tivesse um filho, aposto o que for que o filho dela passaria o tempo batendo uma pensando nela. Mesmo que minha namorada Nancy tenha primos, tenho certeza de que esses malditos primos tarados a desejam e, toda vez que a veem, ficam de olho na tia gostosa deles.
Tava fazendo uma semana que eu tava namorando a Nancy, um dia a gente teve que fazer um trabalho em grupo e foi a desculpa perfeita pra ir na casa dela e conhecer minha sogra Lulú. Além disso, era a primeira semana que a gente tinha começado a namorar.
Agora vou me descrever, sou um cara normal que pratica esporte. Meu nome é Drake, sou moreno e tenho um corpo legal porque malho, nado. Quase evito festas e tava me dedicando completamente à minha mina, porque na real eu tava doido pra comer ela e queria passar o resto da vida curtindo o corpo gostoso e delicioso dela. Imagino que mais velha ela vai ficar muito mais gostosa...!
Tudo começa assim.
- Quinta-feira.
Nancy: oi amor, já falei com minha mãe! pra você ir lá em casa amanhã e a gente poder fazer o trabalho que passaram.
Drake: oi, minha gostosa! Claro, já até preparei uns arquivos pra gente extrair informação e escrever no nosso trampo.
Nancy: já tava pensando em contar pra minha mãe que você é meu namorado, sei que a gente tá junto há pouco tempo. Mas seria melhor pra ela não estranhar te ver na minha casa ou por perto quando for me deixar, amor.
Drake: sim, entendo, sei que é pouco tempo, mas seria o melhor assim a gente não precisava mais se esconder e já podia sair muito mais. - Eu tava morrendo de vontade de comer minha namorada Nancy, a gente tava junto há uma semana e eu ainda não tinha conseguido nem beijar aqueles peitões enormes dela ou pegar naquelas bundas carnudas que ela tem, tava imaginando que já na casa dela, sozinhos, isso ia rolar...!
Nancy: se beber na sexta, minha mãe vai conhecer meu namorado lindo pra caralho. – sorria e parecia uma gostosa –
Drake: e como é minha sogra, não é rabugenta? - pensei que mesmo que minha sogra fosse chata, eu aguentaria. Desejo tanto a Nancy que tô disposto a tudo pra ficar sempre com ela.
Nunca pensei que minha sogra Lulu era uma mulher muito voluptuosa, a mais perversa que já conheci. E que estaria completamente apaixonado por ela e pela filha dela.
Nancy: calma, bebê, minha mãe é super moderna e acho que não vai ligar de eu ter namorado, já tenho 19 anos, é normal!
Drake: ok amor, entendi. Ei amor, e se a gente matar a última aula e for deitar na grama atrás das salas, onde tem as árvores? Queria te abraçar, amor. Senti muito sua falta esse fim de semana.
Nancy: se beber, tudo bem, mas que seja a última aula das 3 às 4. Pra sairmos mais cedo e irmos comprar o material, porque amanhã não vou conseguir sair.
E quando eu disser pra minha mãe que já tenho namorado, você vai poder me visitar em casa, amor, e aí não vamos passar mais outro fim de semana sem nos ver.
Sorri e abracei minha namorada gostosa, toda vez que a abraçava ou sentia ela perto, sentia os peitões enormes dela que pareciam travesseiros, nem duros nem moles, eram perfeitos.
Pegamos a penúltima aula e na próxima a gente vazou, saímos abraçados, tão apaixonados que dava pra ver, mas com uma namorada tão gostosa, uma delícia, quem não ia ficar assim por ela....! Fomos pro jardim dos fundos da universidade, é um lugar sossegado, não passa professor nem ninguém por lá, no máximo uns alunos que tão matando aula, igual a gente, hahaha!
Sentamos do lado de umas árvores, a vegetação rasteira nos cobria muito bem, além de ser um jardim dos fundos.
Nancy: meu amor.... senti saudades da sua boquinha! - Na hora começa a me beijar segurando meu rosto e pescoço ao mesmo tempo.
Tamo bem juntinhos sentados, ela tava vestida com uma blusa e uma camisa por cima, era uma camisa folgada, e uma calça jeans que grudava todinha nas coxas gordas e fitness dela, a raba dela tava tão gostosa nessa calça, na verdade com qualquer coisa que ela vestisse. A camisa cobria um pouco a bunda dela porque era uma camisa largona, mas mesmo assim as rabão dela aparecia! Era impossível esconder aquela carne toda.
Drake: tô morrendo de saudade de você, sua linda! - comecei a descer minhas mãos até a cintura dela, parecia uma delícia, já a centímetros daquelas bundona. Não queria me apressar.
Nancy: sim, meu amor, me abraça bem forte...! - o tom de voz dela já soava diferente.
Ela subiu em cima de mim como se fosse me montar, claro, vestida.
Isso eu não esperava, fiquei pasmo de sentir a bunda dela nas minhas pernas, os peitões esmagados no meu peito. Era uma delícia ter minha mina assim, já tava com a pica dura.
Drake: sim, meu amor, você me encanta...! - já meu tom de voz tava mudando, desci minhas mãos um pouco mais pra baixo da cintura dela e senti como aquela bunda gostosa fazia o nível mudar, tava dura, malhada...! era perfeita, e olha que eu ainda nem tinha pegado ela inteira.
Nancy: Vamos, bebê, segura elas direitinho... você sempre quis apalpar elas! - Na hora ela rebola o corpo devagar e as tetonas batem no meu queixo, consegui sentir elas rapidão e era uau....
Drake: posso...? — perguntei enquanto via as tetonas dela balançando com o movimento dela em cima de mim. Tenho certeza que ela já sentiu minha rola toda dura.
Eu mesmo levanto meus joelhos pra ela ficar mais centrada no meu pau e sinto que já tenho ela posicionada no meu pau em toda a sua buceta, mas infelizmente a gente tava de roupa, era só o puro contato dos nossos sexos.
Nancy: sim.... meu amor, são tuas....! - já dava pra ouvir a voz dela completamente diferente, não pensei que a Nancy fosse ser assim tão rápido, achei que teriam que passar mais meses pra ter ela desse jeito, mas vejo que não. Tem que dar manutenção em todo esse corpo voluptuoso dela..
Debaixo das minhas mãos, pego naquelas bundonas dela e começo a massagear sem o menor pudor... eu já tava de pau duro como se estivesse metendo nela, mas era bem devagar, era uma daquelas amassos de colégio ou ensino médio.
Drake: adoro isso...! - não sei se ela entendeu, mas eu tava dizendo que amava aquela bundona dela, comecei a descer meus beijos pelo pescoço dela até chegar naquelas tetonas que quase escapavam da blusa, e comecei a beijar as duas peitudas por cima e no meio.
Ela mesma colava elas no meu rosto e apertava contra mim. Sem contar que a buceta dela continuava se mexendo no meu pau, era só uma esfregada, mas era do caralho ter uma mulher tão gostosa em cima de mim...! Se esfregando toda.
Nancy: adoro sentir você...! já tá bem durinha, bebê! - ela parou de apertar meu rosto nos peitos dela e me olhou nos olhos com um sorriso lindo e disse - quer beijar uma? - na hora que falou, com uma mão ela levantou um peito e isso fez ele parecer ainda maior, quase escapando.
Por isso paramos a esfregada, mas meu pau continuava entre as pernas dela.
Drake: você me faria sentir tão sortudo! Ter ela na minha boca...! - meu olhar nos peitos dela e minhas mãos naquelas bundonas e a outra começava a passar pelo quadril até a cintura dela. Eu sentia a lingerie dela de tão justo que o short ficava.
Nancy: beija eu, meu amor...! - ela começou a puxar a teta enorme pra fora por cima da blusa, e ela parecia ainda maior, com o mamilo e a auréola enormes comparando com o tamanhão daquela peitona. E como ela era loira, o mamilo era rosado e a carne dela toda linda...
Ela tira ele completamente e olha nos meus olhos. Dava pra ver o sutiã dela também, e era branco. Parecia lingerie de mulher, não de uma garota. Isso me deixava ainda mais louco.
Nancy: é toda sua, meu bebê...! - Ela começa a colocar ela na minha boca sem eu precisar me mexer, ela pegou e colou na minha boca, e já que tava na minha boca, comecei a chupar ela toda, mas minha boca ficava pequena perto das dimensões daquela tetona gigante...
Drake: hmmmmm...... sim.....! - só conseguia falar porque passei o tempo todo com a boca naquela tetona gostosa dela, sentia ela nos meus lábios e era a melhor coisa.... subi minha mão e comecei a agarrar, agarrei ela direto, sentia ela, era outra coisa só de imaginar, ter ela na minha mão, entre meus dedos, a carne dela escapava entre meus dedos de tão grande que era, era tão gostoso.
Nancy: são completamente suas, meu amor..! Aproveita, vai... mmmm! - ela mesma, com a mão dela, pegou na minha mão e foi guiando por todo o peito dela.
Via o gesto na cara dela e os gemidos, isso tava sendo um espetáculo completo. Nem quero imaginar quando ela for minha e eu tiver ela toda penetrada. Acho que na primeira sentada daquelas bundonas dela, vou estourar minhas bolas e, vendo aqueles peitões gigantes pulando, vou gozar na primeira...
Drake: uau... meu amor, sempre pensei nisso e não tava sóbria que seria muito melhor...! - continuava beijando a tetona dela e às vezes apertava a outra que tava coberta pela blusa e sutiã que já aparecia.
Nancy: você gosta tanto assim....?
Drake: elas parecem enormes pra fora do sutiã... eu mataria por elas... - não parava de beijar ela e ela esfregava os peitos na minha cara toda.
Nancy: sim, são bem grandes, amor, graças à minha família, é genética.
Drake: nossa... você tá do jeitinho que eu gosto...! - pensei, se ela já é assim com só 19 anos, nem quero imaginar a mãe ou as tias dela, devem ser umas gostosas de cair o cu da bunda...
Nancy: anda, meu amor, aproveita porque a gente tem que ir comprar o material pra sexta, e amanhã eu não posso porque vou ficar cuidando da filha da minha tia.
Drake: sim, amor, você tem razão, amanhã você não vai vir até mais tarde, mas eu vou quando sair da escola pra sua casa fazer o trabalho, não é, amor? - voltei a beijar o mamilo dela e lambi toda a auréola com minha língua, chupando como se fosse tirar leite dela.
Nancy: sim, amor, quando você sair, vai pra minha casa, mesmo que minha irmã me ajude a cuidar da minha priminha enquanto a gente faz o serviço. — enquanto suspirava porque continuava chupando o mamilo dela, ou melhor, a peitona toda.
Drake: e sua mãe não vai estar por aí, amor?
Nancy: cê não viu que semana passada fui acampar na montanha com minhas amigas e agora minha mãe quer ir com minha tia e meu primo, do jeito que contei que era lindo pra caralho... mas eu falei que não ia pra poder ficar contigo na sexta.
Ela desceu a mão e sentiu minha rola bem dura, acariciava por cima da calça e passava os dedos na minha rola como se fosse uma textura, sentindo ela por completo, como os dedos roçavam na minha rola toda...
Nancy: vou te compensar na sexta, meu amor, claro, se a gente ficar sozinho...! E se não, prometo que vou compensar mesmo assim, bebê.! - ela separou a peitona dela da minha boca, limpou com a mão e guardou de volta na blusa dela....
CONTINUA
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