Fala, poringa boys... Vou contar um pouco sobre mim. Sou de Rosario... Meus pais se separaram quando eu tinha uns 6 anos. Aos 12, fomos morar numa cidade perto de Rosario, de onde minha mãe é, por causa da morte da minha avó e pra não deixar meu avô sozinho... Aí começamos uma vida nova. Todo mundo se adaptou, menos eu, que aos 16 voltei pra minha cidade... Foi lá que conheci minha vizinha Mari, que me ensinou e realizou todas as fantasias dela comigo. Um moleque inexperiente, cheio de porra pra dar. Ela trabalhava em casa de manhã, cuidava dos meus irmãos, limpava e cozinhava... Entrava e saía da minha casa numa boa, sem levantar suspeitas... Ainda mais numa cidade pequena, onde todo mundo fofoca... Isso fez com que Mari me usasse como objeto sexual dela, sem ninguém desconfiar... Ela já tinha me visto espiando e batendo uma enquanto ela tomava sol de peito nu... Isso foi nos anos 90. Pra vocês terem uma ideia... Era difícil ver uns peitos ou uma rabeta de perto... Sexta à tarde a gente costumava se encontrar e dar um rolê de moto pela cidade... Eu tinha uma Juky 50, pros mais velhos lembrarem. Flávia, uma colega de escola, peituda pra caralho, loira de olhos verdes, cabelo cacheado. Com um corpão de americana de cidade pequena, robusta... Não gorda, imponente. Ela me pediu pra levar ela em casa. Era minha colega de carteira, e a gente tinha muita intimidade, já tinham rolado umas coisas, beijos, roçadas, muita indireta... Que eu deixava passar porque toda minha libido era da Mari... Chegamos, ela desceu e me chamou pra entrar. Entramos na casa e vi que tava fechada (raro na cidade). "Tamo sozinhos", ela disse... E eu entendi o plano. Cheguei perto, beijei ela por um tempão, explorei o corpo inteiro, acariciando cada canto... Consegui tirar o sutiã dela com muita dificuldade (vocês vão entender) e dei uma chupada de peitos majestosa... Que tetas, pelo amor de Deus... Os bicos eram rosados, grandes como hambúrgueres, que nem se diferenciavam da pele branca dela... Flávia ficou muito excitada, diria até demais. Com o tempo, descobri que era o ponto fraco dela. Enfiei minha mão na legging dela e ela tava toda molhada, excitada... Tirei a mão, coloquei bastante cuspe e enfiei de novo na pussy dela, masturbei ela como um mestre... Ela segurava minha mão e fingia que eu tava tirando... Coisas de antigamente, haja... Daí a pouco ela tava gemendo igual uma loba e aproveitei pra puxar a legging dela pra baixo, ela resistiu um pouco... Continuava no joguinho dela de não parecer uma puta (repito, coisas do passado). Deitei ela no sofá e rapidamente me enfiei entre as pernas dela e comecei a devorar a pussy dela sem dar tempo pra ela recusar.
Usei todos os meus truques pra satisfazer minha parceira... Ela foi me mostrando o que gostava com gemidos, curtia meu cunilíngua feito uma deusa... A pussy dela era de um rosa suave, quase parecia branca... Ela começou a ter uns espasmos leves, sinal de que tava no ponto... Aí com minha língua fiz círculos em cima da capinha do clitóris dela... E veio o melhor pra ela. Acabou a vida, que lindo é sentir o prazer de uma mulher na sua cara... Ela ficou assim, meio liquidificada de prazer por um tempo. Eu continuei lambendo devagar os fluidos deliciosos dela... Ela deitada me disse que não queria ir tão longe. Eu baixei minha calça, meu pau pulou pra cima, pedi pra ela pelo menos me masturbar... Por sorte fomos além. Ela me masturbou um pouco e depois chupou... Do jeito que conseguiu. Meio atrapalhado, mas adorei... Avisei que ia gozar e joguei a porra nos peitos, pescoço, cara dela... Ela me beijou apaixonadamente e disse que me amava... Eu já sabia. Agora tinha com quem compartilhar tudo que aprendi com a Mari... Nos fins de semana.
Usei todos os meus truques pra satisfazer minha parceira... Ela foi me mostrando o que gostava com gemidos, curtia meu cunilíngua feito uma deusa... A pussy dela era de um rosa suave, quase parecia branca... Ela começou a ter uns espasmos leves, sinal de que tava no ponto... Aí com minha língua fiz círculos em cima da capinha do clitóris dela... E veio o melhor pra ela. Acabou a vida, que lindo é sentir o prazer de uma mulher na sua cara... Ela ficou assim, meio liquidificada de prazer por um tempo. Eu continuei lambendo devagar os fluidos deliciosos dela... Ela deitada me disse que não queria ir tão longe. Eu baixei minha calça, meu pau pulou pra cima, pedi pra ela pelo menos me masturbar... Por sorte fomos além. Ela me masturbou um pouco e depois chupou... Do jeito que conseguiu. Meio atrapalhado, mas adorei... Avisei que ia gozar e joguei a porra nos peitos, pescoço, cara dela... Ela me beijou apaixonadamente e disse que me amava... Eu já sabia. Agora tinha com quem compartilhar tudo que aprendi com a Mari... Nos fins de semana.
2 comentários - Fazendo minha fama (saga 3)
Y había que insistirle si querias garchar entonces, era verdad.