Esses últimos dias aconteceram duas coisas que acabaram entregando o pouco que me restava de mim mesma. Na sexta daquela semana, meu dono mandou eu largar meu trampo e ir trabalhar com ele, porque um funcionário tinha saído e ele precisava de alguém novo, e tinha que ser eu. Tentei explicar que não dava, mas ele não aceitou desculpa, então pedi demissão. Saí do meu serviço e fui pra loja dele. Comecei na segunda daquela semana. No primeiro dia, ele me recebeu às 9, abrimos a loja às 10. Ele me mandou pelar no depósito, puxou a rola dele, chupei e ele me comeu. Não gozou. "Vou ter você à minha disposição toda manhã e toda tarde, putinha." "Sim, senhor." "Agora veste essa tanga, essas meias, mas antes vou amarrar sua rola pra trás." Pegou um cordão, passou pelas bolas, amarrou a cabeça e puxou pra trás, prendendo na cintura. Coloquei a tanga, as meias e minha roupa. Às 10 abrimos a loja. Durante a manhã toda, quando não tinha ninguém, ele me levava pro depósito e me fazia chupar a rola dele ou me comia, e até me deu a urina dele. No meio-dia fechamos e fomos pra minha casa. Fiz o almoço pra ele, deitamos pra tirar um cochilo, mas antes ele me comeu com tudo e gozou no meu rabo. De tarde voltamos pra loja, repetiu a mesma coisa: me deu a roupa e amarrou minha rola. À noite ele disse que ia pra casa dele. Agora, todos os dias da minha vida começam comigo chupando a rola do meu dono no trampo, e se ele tiver vontade, como já aconteceu, ele me castiga, me amarra, me usa. Esse fato por si só já mudou minha vida, mas no meio da semana ele falou que ia morar sozinho (ele morava com os primos). No sábado ele se mudou e me usou o fim de semana inteiro pra limpar o apê dele, e me fez ficar pra dormir sábado e domingo. Ontem à noite ele convidou dois amigos pra conhecer o apê. Eu cozinhei pizza e acabei sendo comida pelos três. Primeiro um de cada vez, e depois os três juntos.
3 comentários - Meu dono tomou conta da minha vida