Primeira vez com minha prima

Quero contar pra vocês sobre a primeira vez que transei com minha prima, mas pra isso preciso dar um pouco de contexto pra vocês entenderem como foi ter transado com ela.
Desde moleque sempre senti atração por ela, não lembro direito quando foi a primeira vez que percebi isso. Mas sei que foi uma das primeiras ereções, as primeiras punhetas. Vale dizer que a gente tem só um ano de diferença, então crescemos praticamente juntos.
Muitas vezes eu dormia na casa da minha tia e a gente dormia junto, éramos crianças. Lembro de ter minhas primeiras ereções dormindo com ela. Quando a gente brincava de esconde-esconde com meus outros primos, ela sempre se escondia comigo ou eu ia com ela, talvez os dois sentindo uma atração mútua, e a gente acabava se pegando ou se apoiando.

Numa dessas noites que eu dormia com ela, lembro que tava muito calor, a gente via TV e ela me perguntou se eu me importava dela tirar a calça porque tava com calor. Falei que não, que tava de boa, que eu também tava com calor, e ela disse pra eu tirar a minha também. Foi a primeira vez que vi uma mulher semi-nua. A gente acabou dormindo de cueca e calcinha, abraçados, como quase sempre quando dormíamos juntos.

Às vezes a gente brincava de "luta" e acabava se apalpando e se pegando.

Tudo isso só aumentava a tesão com o passar do tempo. Lembro de dedicar minhas primeiras punhetas pra ela.

A gente foi crescendo e, com o tempo, começou a se ver menos nessas situações.

Não deixavam mais a gente dormir junto como antes, e quando dormia, era em camas separadas. Acho que nossos pais, ao nos ver crescer, não queriam mais que a gente dividisse a cama como antes. Mas às vezes a gente deitava junto escondido pra dormir de conchinha.

A gente começou a ter nossos primeiros namorados e namoradas e se via cada vez menos, porque eles não gostavam muito que a gente tivesse uma relação tão próxima e ficavam com ciúmes.

Na adolescência, a gente continuava se vendo de vez em quando, mas em situações mais familiares, e, embora ainda sentisse muita atração, já não era como antes. Talvez por não ter mais a intimidade de antes ou pelo fato de ter crescido e ver as coisas com menos inocência.
Lembro que uma vez, já mais velhos, a gente se trombou na rua sem querer e ficou batendo papo, relembrando os velhos tempos, de quanto a gente cresceu, porque não se via há dois anos e nessa idade a gente cresce de uma hora pra outra. Tava perto do meu aniversário de 19 anos, aproveitei a chance pra lembrar ele que a data tava chegando e que ele tava convidado, que eu queria que ele fosse, e ficou por isso. A gente se despediu e disse que "ia se falando".

Naquela mesma noite, entrei no Facebook e vi que ele tinha postado um status que dizia "é tão lindo, mas tão impossível". Lembro bem porque curti e, pouco depois, ele apagou, e achei suspeito ele ter feito isso.

Tudo isso ficou como anedota, não lembro direito quanto tempo passou, mas aí chegou o dia do meu aniversário. Naquele dia, minha namorada veio cedo em casa porque não podia ficar até tarde, então a gente aproveitou o dia pra transar o dia inteiro antes dos convidados chegarem.

De tarde, os convidados começaram a chegar, amigos, família. Inesperadamente, minha prima apareceu entre os convidados, embora eu não esperasse que ela viesse, já que não tinha confirmado nada desde o dia que a gente tinha conversado. Ela veio sozinha.

Naquela noite, ela tava com um shortinho bem curto preto, uma camiseta preta bem decotada e uma camisa xadrez vermelha e preta. Tava um tesão, tinha acabado de se separar do namorado e veio toda putinha. Meus amigos queriam pegar ela a todo custo. Eu olhava pra ela e não acreditava, tinha que disfarçar porque a família toda tava lá, incluindo minha namorada, mas meu olhar escapava o tempo todo.

Assim que ela tava naquele dia:Primeira vez com minha primaA noite foi passando e o pessoal começou a ir embora, primeiro meus parentes, depois minha namorada, meus amigos e ela não ia. Aí perguntei se ela queria ficar pra dormir, como nos velhos tempos, que não tinha problema. Ela disse que sim, que queria ficar.

Depois que todo mundo foi, a gente ficou batendo papo com ela e minha irmã, tomando umas bebidas. Até que minha irmã foi dormir e a gente ficou sozinho. Então perguntei se ela queria ir pro meu quarto pra não fazer tanto barulho e deixar o pessoal dormir (meu quarto é no fundo da casa). Lá, continuamos tomando umas cervejas, colocando a fofoca em dia e relembrando coisas da vida. Até que a conversa começou a ficar bem picante e a gente começou a falar de sexo, coisa que nunca tinha rolado antes porque éramos mais novos. Tudo começou porque ela perguntou sobre minha namorada e se a gente tinha transado naquele dia pra comemorar (certeza que o quarto tava cheirando muito a sexo). Começamos a contar umas paradas sexuais que a gente já tinha vivido e mais umas coisas. Num momento, a gente começou a se esquentar e ela me contou que tava há muito tempo sem transar porque tinha terminado com o namorado e não achava ninguém que atraísse ela, até me reencontrar naquele dia. Perguntei se o status do Facebook dela era por minha causa e ela disse que sim.

Depois dessa afirmação bombástica, ela fala que queria ir ao banheiro e, bom, eu também precisava, então acompanhei ela e depois voltamos pro quarto. Quando voltamos, ela perguntou onde ia dormir, já que só tenho uma cama grande. Falei que se não incomodasse, a gente dormia junto como quando éramos crianças, e ela disse que tudo bem.

Na hora, ela solta: "Mas já não somos mais crianças, já não somos tão inocentes... Mas eu nunca fui tão inocente também", ela diz. "Lembra como a gente se apalpava e se pegava? Era tão gostoso..."

"Eu adorava fazer aquilo", falei. "Mas bom, se eu fizer agora, a gente vai acabar transando..." E a gente riu.

A conversa foi mais ou menos nessa linha até a gente se deitar e ela virou de costas pra mim. Virei as costas pra ela. Em um momento ela me perguntou se podia me abraçar e ficar mais perto, o que me deixou muito excitado. Abracei ela por trás, tomando cuidado pra não encostar demais, pra ela não pensar que eu queria comer ela toda. Tocar a cintura dela e a barriga com minhas mãos estava me deixando muito excitado, até que ela diz: "bom, já chega, encosta a pica na minha bunda".

Quando ela disse essas palavras, encostei meu corpo todo no dela e falei que sempre quis fazer aquilo, e ela disse que também.

Aí comecei a tocar o corpo todo dela, dar beijos no pescoço e encostar minha pica na bunda dela. Ela tava na minha frente, de costas, enquanto eu ouvia os gemidos suaves dela e lambia o pescoço dela. A paixão fez a gente esquecer de tudo, finalmente estávamos aproveitando nossos corpos depois de tanto esperar anos. Ela começou a tocar minha pica e ficou surpresa com o tamanho e a dureza. Fiz o mesmo com os peitos dela, bem durinhos, grandes e carnudos. Ela tava com um sutiã de animal print que ficava lindo na pele morena dela. Ela pediu pra eu apagar a luz e colocar música. Fiz na hora.

Ficamos só iluminados de leve pela luz do som.

Começamos a tirar a roupa e nos beijar. Tudo aquilo era uma loucura, mas não dava pra parar.

A gente falava o quanto gostava um do outro, o quanto tinha esperado aquele momento e o quanto tudo era gostoso.

Com a pouca luz, dava pra ver uns peitões lindos, grandes e firmes, uma buceta bem depilada (parece que ela tinha ido preparada), aquele corpo todo nu me excitava pra caralho.

Falei pra ela deitar na cama e, por cima dela, comecei a beijar ela toda. Nunca tinha provado uns peitos tão gostosos e macios na minha vida, e a mesma coisa com a buceta dela. Tão macia e molhada... Só de pensar, lembro dos meus dedos cheios da umidade dela e dos gemidos tão doces pedindo mais e mais...

Ela não aguentava mais de vontade de eu meter e pedia pra eu fazer. Mas não parei de chupar ela até fazer ela gozar. Quando ela gozou, disse: "você é um filho da puta, queria que eu... Pega" — e eu respondi "agora vou te pegar, temos a noite toda pra gente".
Comecei a comer ela na hora, ela ainda tava bem sensível por causa da gozada que tomou, mas queria que eu comesse bem forte desde o começo. Depois de um tempo, ela pediu pra ir mais devagar, que eu ia rasgar ela toda. Aí começamos mais devagar, trocando beijos, carícias e conversando sobre o que a gente tava fazendo. Nenhum dos dois acreditava, estávamos muito excitados.

Ela pediu pra eu começar a meter mais forte e começou a me agarrar com as pernas pra eu não sair e entrar mais fundo nela. Ficamos assim por um tempo até ela gozar como eu nunca tinha ouvido uma mulher gozar antes. Ela queria que eu gozasse junto, mas eu não consegui — tava adorando demais o momento e dar prazer pra ela, pra ela nunca esquecer aquela noite. Depois de mais um tempo comendo ela, ela perguntou se eu ia gozar comendo ela ou se queria que ela chupasse minha pica.

Aceitei que ela fizesse um boquete. Foi o boquete mais gostoso que já fizeram na minha vida. Ela lambia tudo, engasgava, fazia sem mão, com as mãos também me punhetava e chupou minhas bolas de um jeito delicioso. A única coisa que não curti foi que ela pediu pra avisar quando fosse gozar, porque não gostava de engolir nem de receber na cara... Eu falei que queria que ela engolisse ou cuspisse, que escolhesse.

Quando tava quase gozando, avisei que vinha, e ela ficou toda doida pela porra, mas só aceitou que eu gozasse na boca dela e depois cuspisse. Gozei pra caralho, e ela cuspiu na hora do lado da cama.

Depois de tudo, a gente se limpou, trocamos uns beijos e começamos a conversar sobre o que a gente tinha feito. Caímos na real de que aquilo não era certo, mesmo tendo sido tão gostoso.

Eu ainda tava com vontade de continuar, então perguntei se a gente podia seguir, e ela disse que tava confusa, pra esperarmos um pouco. A gente conversou sobre o assunto e ela chegou à conclusão de que, mesmo tudo tendo sido muito bom, foi fruto da putaria do momento e que queria que fosse um segredo. Entre os dois
Naquela noite dormimos abraçados feito namorados e de manhã nos despedimos como se nada tivesse rolado, com a promessa de nos vermos de novo em outra ocasião

Deixo mais uma fotinha dela daquela época, não posto foto do rosto nem nada porque tem muito punheteiro sem código.


peitao



Bom, pessoal, se vocês gostaram, tô afim de escrever esse tipo de relato que são coisas reais que já aconteceram comigo e que nunca contei pra ninguém. E no anonimato fica bem mais fácil contar essas paradas.
Se vocês se interessarem por mais alguma coisa, tenho mais histórias com ela e outras minas.

6 comentários - Primeira vez com minha prima

buenisimo, al final lo volvieron hacer?
Varias veces.. hay más historia que contar
seria bueno leer esas historias con la prima
Lessi_
Me gustó mucho tu relato, yo también tengo a mí primo especial, Espero leer más sobre ustedes 🤭😘
Me calentó el relato, yo viví algo muy fogoso con una prima y algo muy loco con una media hermana tambien
culodb
Que lindo relato, me hizo acordar de una prima que tambien jugabamos a la lucha o coreos donde la apoyada se daba siempre dormir apoyados, o tocarse como sin querer, pero no tuve tu suerte ahora ella vive en otro pais y nunca se dio
divina tu prima, no dudaria en culiarla toda la noche, despues nos confundimos y arrepentimos. +10