Espero que vocês curtam, deixem seus pontos, comentários e compartilhemParte IV
Ficamos descansando um tempão largados no quarto da Flor, o som do telefone nos trouxe de volta à terra, Flor levantou correndo pelada até a cozinha pra atender. Depois de alguns minutos, voltou com uma garrafa de água.
Flor – Gente, era minha mãe, eles voltam à noite, falou que se a gente tivesse fome, era só pedir pizza na Farola. Vocês querem?
Nos olhamos com a Maca e os dois concordamos com a cabeça. Levantei da cama e coloquei a cueca e a camiseta, mas vi que as minhas só botaram as calcinhas e desceram de peitos de fora, então decidi descer assim de camiseta e cueca, tava com o pau meio duro porque ainda queria mais ação, mas também tava com muita fome.
Flor – Beleza, vou pedir duas pizzas. Do que vocês gostam?
Nacho – Napolitana ou com pimentão, eu curto.
Maca – Muçarela dupla, melhor, com muito queijo.
Flor – Ok, peço uma de muçarela dupla e uma de pimentão.
Quando a pizza chegou, tive que receber de cueca, fiquei com vergonha de abrir a porta assim, mas por sorte foi rápido e parece que ninguém percebeu como eu tava vestido.
Sentamos na mesa pra comer, enquanto devorávamos as pizzas, sentia os pés das minhas se pegando pra tocar meu pau, entre risadas e mais risadas, continuávamos brincando e nos esquentando.
Flor – Isso é a mesma coisa que você faz com as outras minas? – perguntou bem séria.
Pensei na resposta e decidi contar a verdade pra ver se elas topavam ir mais longe.
Nacho – Sim, mas também transamos, com a Vane fizemos várias vezes na buceta dela, e com a Sandra, como ela ainda não se anima, a gente tentou pelo cu, porque isso excitou ela pra caralho. – Essa última parte era mentira, mas queria ver se elas topavam, além disso, tava muito curioso sobre sexo anal.
As duas ficaram caladas e de boca aberta.
Maca – Sério que você transou com a Vane? E como foi? Quero saber.
Flor – Eu também quero saber, doeu nela? Porque seu pau parece grosso e não sei se cabe numa buceta, e muito menos num uma Booty.
Nacho — acredita em mim, se entra e no começo doeu um pouco, mas depois foi muito gostoso o que a gente sentia, só que como a gente tá fazendo isso muito seguido, recomendaram pra Vane tomar pílula anticoncepcional pra não engravidar, é que a gente não sabia e tava fazendo sem camisinha, e na maioria das vezes eu gozo dentro da buceta da Vane.
As duas ficaram me encarando, nem vi elas piscarem por uns minutos até que finalmente a Maca saiu do choque que tava.
Maca — e na Sandra você também goza na Booty? E entra, porque ela é mais magra que eu e vendo seu pau duro deve doer muito.
Nacho — não doeu tanto pelo que ela me disse, além disso a gente deixou a bunda bem babada e foi isso que fez meu pau entrar sem causar tanta dor. A Sandra adora sentir meu pau na Booty dela e muito mais quando eu gozo dentro.
Flor — Bom, Nacho, então agora quero que a gente transe e ver se é verdade que é tão gostoso assim.
Disse a Flor quase como se fosse uma ordem e me condicionando a ter que fazer a gente se divertir.
Nacho — bom, a gente pode tentar, além disso vocês é que tão me usando pra essas brincadeiras, eu gosto de ficar com vocês, meninas, mas vocês deviam ter algum amigo de confiança ou um namorado pra fazer isso. — falei pensando na Sandra e na Vane.
Maca — a verdade é que nenhuma tem namorado e os caras não dão muita bola pra gente, além disso o único com quem a gente sempre se sentiu à vontade é com você. Mas a gente tinha vergonha de falar porque você tava sempre com suas amigas.
Nacho — agora entendo por que vocês ficavam olhando pra gente quando a gente se juntava com a Sandra e a Vane, a gente achava que vocês tinham raiva da gente, hahahaha.
Flor — Nãooo, bom, talvez delas um pouco, mas era mais por inveja agora que eu vejo por outro lado.
A gente riu do comentário da Flor por um bom tempo enquanto limpava a mesa e jogava o lixo fora. Enquanto arrumávamos tudo, não consegui parar de olhar pra elas, me excitava muito ter elas assim, meu pau foi ficando duro, me coloquei atrás da Florencia e apoiei meu pau na bunda dela, segurando ela pela cintura, apertei ela forte contra meu corpo.
Flor — que abraço gostoso, mas mais gostoso ainda o que sinto atrás. — enquanto mexia a bunda de um lado pro outro.
Não consegui resistir e me afastei dela, peguei na bunda dela com as duas mãos e enfiei a calcinha fio dental bem entre as nádegas, deixei tão enfiada que quase não dava pra ver entre as bundas dela, me agachei atrás dela e passei a língua em cada nádega e dei um beijo.Depois fui até a Maca, abracei ela de frente e coloquei minhas mãos na bunda dela, passei a mão um pouco, fiz a mesma enfiada de calcinha que na Flor, coloquei bem entre as nádegas e separei os glúteos pra roupa entrar bem fundo naquele cu. Depois fiquei atrás dela, de joelhos, e passei a língua pelos glúteos dela, terminando com um beijo em cada um.
Elas se olharam e, com o rosto vermelho, caminharam rebolando até o quarto da Flor. Eu segui elas com o olhar e fui me aproximando da porta.
Ao entrar, encontrei uma imagem que fez meu pau dar vários pulinhos.
A Flor estava deitada na cama com as pernas abertas, e a Maca tava acariciando a buceta dela, as duas completamente peladas. Cheguei perto da cabeça da Flor, tirei minha roupa, coloquei a ponta do pau duro nos lábios dela, e ela esticou a língua pra dar umas carícias gostosas. Empurrei um pouco mais e meti o pau na boca dela, segurei a cabeça dela com uma mão e ela começou a se mexer devagar. De vez em quando, eu sentia os dentes dela roçando no meu tronco, mas gostava de sentir ela assim.
A Maca, vendo isso, esfregou com mais força a buceta da Flor. Isso fez a Flor abrir mais a boca pra soltar um gemido e largou meu pau, deixando ele balançando no ar. Cheguei perto da Maca e ela parou de masturbar a Flor pra começar a curtir meu pau. Parecia descontrolada, a língua dela se movia percorrendo todo meu tronco e cabeça, chegou a enfiar o pau inteiro na boca e bater o nariz na minha barriga. Ficou assim uns minutos e depois me soltou, deixando meu pau todo babado de saliva e meus sucos.
— Maca, ajoelha de costas pra mim na beirada da cama e apoia as mãos no colchão. — foi a ordem que eu dei, e ela obedeceu na maior rapidez.
Me coloquei atrás dela e passei a língua do clitóris até o buraco do cu. Ela se arrepiou, senti o corpo todo dela tremer enquanto eu mantinha a língua grudada no ânus dela. Continuei lambendo a buceta e o cu dela sem parar. intermitente, ouvindo os gemidos que a Maca me dedicava e só me deixavam mais tarado, comecei a meter minha língua na buceta dela, que já tava bem quente e molhada, quando ela me parou com a mão.
— Não, Nacho, quero que você meta seu pau, não aguento mais. Desde que você mostrou ele na mesa, tô morrendo de vontade de você fazer isso comigo. Por favor, Nacho, enfia em mim, na minha buceta.
Ela virou e ficou de barriga pra cima com as pernas abertas, se tocava a boceta com as duas mãos, mordendo o lábio inferior.
Não consegui parar de olhar pra ela, a cena tava muito gostosa, e eu tava ficando ainda mais excitado, mas tudo foi pro caralho quando ela pegou os lábios da buceta com os dedos e abriu pra me mostrar o quanto tava louca pra ter meu pau dentro.
— Nacho, enfia aqui, sim... — disse ela, olhando nos meus olhos.
— Sim, Nacho, primeiro ela, quero ver como vocês fazem e depois é minha vez. — A Flor falava enquanto abria as pernas e enfiava devagar o dedo do meio na boceta virgem.
Eu me aproximei da Maca, peguei meu pau com a mão direita e liberei a cabeça da minha pica, toda vermelha, babada e pulsante, acariciei a buceta dela com a minha glande e passei por todos os lábios dela. Fiz isso umas duas vezes, e a Maca tremia com o roçar do meu pau. Apoiei a cabeça na entrada da buceta dela, fiz um pouco de pressão e senti o quanto tava quente a buraquinha dela. Fui enfiando de pouco em pouco, e a cada avanço a Maca abria mais os olhos, não conseguia fechar a boca e só ofegava. Parecia que os gemidos não conseguiam sair do corpo dela. Consegui enfiar toda a minha glande lá dentro. A Maca levantou a cabeça pra ver até onde meu pau tava, mal conseguiu ver um pouco e caiu de costas na cama.
— Maca: Haaaaa!!! Que gostoso, doi um pouco, mas ao mesmo tempo eu gosto dessa dor. Quero que você enfie mais, por favor, não para.
Atendi o pedido dela e comecei a avançar devagar. Segurei ela pelas cadeiras quando meu pau chegou na metade e recuei um pouco. Enfiei de novo, dessa vez um pouco mais fundo. Lá dentro, a Maca só se deixava levar, com as mãos ao lado do corpo, segurando os lençóis, os olhos bem abertos e a boca quase sem conseguir soltar um som sequer.
Recuei de novo, tava tudo tão molhado e escorregadio, meu pau se movia sem problema e com pouca resistência, tava muito quente dentro dela e a pressão que a buceta dela fazia no meu pau era uma delícia. Meti fundo na buceta da Maca, mas dessa vez minhas bolas bateram no corpo dela. Deixei bem encaixado por uns segundos enquanto a Maca me envolvia com as pernas e me segurava com força pra eu não me mexer, senti os braços dela me pegarem pelo pescoço e se pendurarem no meu corpo.
Maca - Haaaaaaa!!! Nãooooo!!! Vou fazer xixi!!! Vou gozaaaaaar!!!! Haaaaaaaaaa! — gritou enquanto minha Vega era tomada pelos espasmos da buceta dela, senti uma explosão de líquidos que saíram da buceta dela molhando minha barriga e minhas pernas.
Me deixei cair em cima dela e meu pau cravou ainda mais fundo, ela gritou de novo e me segurou com força, ficamos abraçados assim por uns minutos enquanto os gemidos continuavam e iam sumindo aos poucos. Ouvi depois um soluço baixinho, quando me levantei e olhei no rosto da Maca, vi umas lágrimas escorrendo pelas bochechas dela.
Nacho - Tá bem, Maca? Te machuquei?
Maca - Tô bem, sim, só que nunca tinha perdido o controle do meu corpo assim, sinto que não tenho força pra nada, obrigada, Nacho, te amo. — segurou meu rosto e me deu um beijo tão apaixonado e doce que me deixou bobo.
Depois do beijo, me levantei tirando meu pau devagar de dentro da Maca e vendo como ele tava molhado da gozada forte. A Maca se deitou de lado e ficou na posição fetal olhando pra gente.
A Flor tinha ficado parada vendo tudo o que rolou com a Maca, quando viu que eu me aproximava dela, levantou as pernas. Quando cheguei na frente, ela esticou e me envolveu com elas.
Flor - Agora é minha vez, Nacho, vai com calma, quero aproveitar igual minha amiga.
Me posicionei, cheio dos fluidos da Maca, segurei meu pau e deslizei a cabeça por... Toda a buceta da Flor já tava bem molhada por causa de toda a excitação anterior, então coloquei minha cabeça na entrada da buceta dela e empurrei um pouco. Me surpreendi quando minha cabeça entrou de uma vez sem problema, empurrei mais um pouco e meu pau foi abrindo caminho devagar. Era ainda mais quente que a outra buceta, só parei quando enfiei tudo. Flor tava parada com os olhos fechados e as mãos massageando os peitos dela. Deixei ela quieta uns segundos antes de começar a me mexer.
Sentia como meu pau pulsava dentro da Flor, as batidas e os espasmos da buceta dela — era uma sensação que eu não queria que acabasse. Tirei meu pau até a metade e enfiei de novo devagar, o gemido da Flor ecoou pelo quarto inteiro. Repeti a ação umas quantas vezes mais e fui aumentando o ritmo das minhas penetradas. Flor gemia a cada estocada, tentava abafar os gemidos mordendo os lábios, mas era inútil. De repente, senti meu pau ser apertado com força e não aguentei mais a vontade — cravei o pau até o fundo, soltando toda minha porra dentro da Florencia. Ela arqueou as costas, soltou um grito de alívio e prazer que deu pra ouvir na casa inteira. Quase sem forças, me deixei cair sobre o corpo dela e me deitei entre as duas garotas.
Flor — Não acredito como isso foi bom. Quando senti sua porra dentro de mim, apagou tudo por uns segundos, só sentia seu sêmen percorrendo o interior da minha buceta. Isso foi a coisa mais linda que já me aconteceu na vida, Nacho. Te amo pra caralho. — ela disse entre lágrimas e me beijou com paixão.
Eu não acreditava no que tava acontecendo comigo. Queria tirar foto do momento pra ter um registro daquilo. Se contasse pra alguém, ninguém ia acreditar, mas uma coisa era certa: eu tava me divertindo pra caralho.
Ficamos na cama nem sei quanto tempo. Acordei de repente e vi que tava escurecendo. Levantei as garotas que ainda estavam dormindo e peladas.
Nacho — Garotas, acordem... já é muito tarde. Flor, seus pais vão chegar. Em um tempinho a gente tem que dar uma limpada, eu preciso ir pra casa.
Flor — Fica tranquilo, Nacho, a gente limpa, mas me promete que a gente vai repetir.
Nacho — Sim, Flor, claro que sim, mas antes você vai ter que arrumar umas pílulas anticoncepcionais pra poder continuar sentindo meu gozo dentro de você, senão corre o risco de engravidar.
Maca — É, Nacho, minha irmã mais velha falou sobre isso com a gente, vou pedir pra ela me explicar direitinho e ver onde a gente consegue.
Flor — Toma, Nacho, leva minha calcinha usada de lembrança. Tomara que a gente sempre possa ter momentos assim. Não esquece que você prometeu.
Me troquei como pude e guardei a calcinha da Flor no meu bolso, me despedi com um beijo em cada uma e tirei uma foto mental daquele momento pra nunca mais esquecer.
No meio do caminho pra casa, lembrei que tinha que contar pra Vane e pra Sandra o que aconteceu. Não sabia como elas iam reagir, então uma sombra de preocupação pairou sobre mim... aquela segunda-feira no colégio ia ser um pouco complicada...
Continua... depende de vocês e dos seus pontos hehehehe
Ficamos descansando um tempão largados no quarto da Flor, o som do telefone nos trouxe de volta à terra, Flor levantou correndo pelada até a cozinha pra atender. Depois de alguns minutos, voltou com uma garrafa de água.
Flor – Gente, era minha mãe, eles voltam à noite, falou que se a gente tivesse fome, era só pedir pizza na Farola. Vocês querem?
Nos olhamos com a Maca e os dois concordamos com a cabeça. Levantei da cama e coloquei a cueca e a camiseta, mas vi que as minhas só botaram as calcinhas e desceram de peitos de fora, então decidi descer assim de camiseta e cueca, tava com o pau meio duro porque ainda queria mais ação, mas também tava com muita fome.
Flor – Beleza, vou pedir duas pizzas. Do que vocês gostam?
Nacho – Napolitana ou com pimentão, eu curto.
Maca – Muçarela dupla, melhor, com muito queijo.
Flor – Ok, peço uma de muçarela dupla e uma de pimentão.
Quando a pizza chegou, tive que receber de cueca, fiquei com vergonha de abrir a porta assim, mas por sorte foi rápido e parece que ninguém percebeu como eu tava vestido.
Sentamos na mesa pra comer, enquanto devorávamos as pizzas, sentia os pés das minhas se pegando pra tocar meu pau, entre risadas e mais risadas, continuávamos brincando e nos esquentando.
Flor – Isso é a mesma coisa que você faz com as outras minas? – perguntou bem séria.
Pensei na resposta e decidi contar a verdade pra ver se elas topavam ir mais longe.
Nacho – Sim, mas também transamos, com a Vane fizemos várias vezes na buceta dela, e com a Sandra, como ela ainda não se anima, a gente tentou pelo cu, porque isso excitou ela pra caralho. – Essa última parte era mentira, mas queria ver se elas topavam, além disso, tava muito curioso sobre sexo anal.
As duas ficaram caladas e de boca aberta.
Maca – Sério que você transou com a Vane? E como foi? Quero saber.
Flor – Eu também quero saber, doeu nela? Porque seu pau parece grosso e não sei se cabe numa buceta, e muito menos num uma Booty.
Nacho — acredita em mim, se entra e no começo doeu um pouco, mas depois foi muito gostoso o que a gente sentia, só que como a gente tá fazendo isso muito seguido, recomendaram pra Vane tomar pílula anticoncepcional pra não engravidar, é que a gente não sabia e tava fazendo sem camisinha, e na maioria das vezes eu gozo dentro da buceta da Vane.
As duas ficaram me encarando, nem vi elas piscarem por uns minutos até que finalmente a Maca saiu do choque que tava.
Maca — e na Sandra você também goza na Booty? E entra, porque ela é mais magra que eu e vendo seu pau duro deve doer muito.
Nacho — não doeu tanto pelo que ela me disse, além disso a gente deixou a bunda bem babada e foi isso que fez meu pau entrar sem causar tanta dor. A Sandra adora sentir meu pau na Booty dela e muito mais quando eu gozo dentro.
Flor — Bom, Nacho, então agora quero que a gente transe e ver se é verdade que é tão gostoso assim.
Disse a Flor quase como se fosse uma ordem e me condicionando a ter que fazer a gente se divertir.
Nacho — bom, a gente pode tentar, além disso vocês é que tão me usando pra essas brincadeiras, eu gosto de ficar com vocês, meninas, mas vocês deviam ter algum amigo de confiança ou um namorado pra fazer isso. — falei pensando na Sandra e na Vane.
Maca — a verdade é que nenhuma tem namorado e os caras não dão muita bola pra gente, além disso o único com quem a gente sempre se sentiu à vontade é com você. Mas a gente tinha vergonha de falar porque você tava sempre com suas amigas.
Nacho — agora entendo por que vocês ficavam olhando pra gente quando a gente se juntava com a Sandra e a Vane, a gente achava que vocês tinham raiva da gente, hahahaha.
Flor — Nãooo, bom, talvez delas um pouco, mas era mais por inveja agora que eu vejo por outro lado.
A gente riu do comentário da Flor por um bom tempo enquanto limpava a mesa e jogava o lixo fora. Enquanto arrumávamos tudo, não consegui parar de olhar pra elas, me excitava muito ter elas assim, meu pau foi ficando duro, me coloquei atrás da Florencia e apoiei meu pau na bunda dela, segurando ela pela cintura, apertei ela forte contra meu corpo.
Flor — que abraço gostoso, mas mais gostoso ainda o que sinto atrás. — enquanto mexia a bunda de um lado pro outro.
Não consegui resistir e me afastei dela, peguei na bunda dela com as duas mãos e enfiei a calcinha fio dental bem entre as nádegas, deixei tão enfiada que quase não dava pra ver entre as bundas dela, me agachei atrás dela e passei a língua em cada nádega e dei um beijo.Depois fui até a Maca, abracei ela de frente e coloquei minhas mãos na bunda dela, passei a mão um pouco, fiz a mesma enfiada de calcinha que na Flor, coloquei bem entre as nádegas e separei os glúteos pra roupa entrar bem fundo naquele cu. Depois fiquei atrás dela, de joelhos, e passei a língua pelos glúteos dela, terminando com um beijo em cada um.
Elas se olharam e, com o rosto vermelho, caminharam rebolando até o quarto da Flor. Eu segui elas com o olhar e fui me aproximando da porta.
Ao entrar, encontrei uma imagem que fez meu pau dar vários pulinhos.
A Flor estava deitada na cama com as pernas abertas, e a Maca tava acariciando a buceta dela, as duas completamente peladas. Cheguei perto da cabeça da Flor, tirei minha roupa, coloquei a ponta do pau duro nos lábios dela, e ela esticou a língua pra dar umas carícias gostosas. Empurrei um pouco mais e meti o pau na boca dela, segurei a cabeça dela com uma mão e ela começou a se mexer devagar. De vez em quando, eu sentia os dentes dela roçando no meu tronco, mas gostava de sentir ela assim.
A Maca, vendo isso, esfregou com mais força a buceta da Flor. Isso fez a Flor abrir mais a boca pra soltar um gemido e largou meu pau, deixando ele balançando no ar. Cheguei perto da Maca e ela parou de masturbar a Flor pra começar a curtir meu pau. Parecia descontrolada, a língua dela se movia percorrendo todo meu tronco e cabeça, chegou a enfiar o pau inteiro na boca e bater o nariz na minha barriga. Ficou assim uns minutos e depois me soltou, deixando meu pau todo babado de saliva e meus sucos.
— Maca, ajoelha de costas pra mim na beirada da cama e apoia as mãos no colchão. — foi a ordem que eu dei, e ela obedeceu na maior rapidez.
Me coloquei atrás dela e passei a língua do clitóris até o buraco do cu. Ela se arrepiou, senti o corpo todo dela tremer enquanto eu mantinha a língua grudada no ânus dela. Continuei lambendo a buceta e o cu dela sem parar. intermitente, ouvindo os gemidos que a Maca me dedicava e só me deixavam mais tarado, comecei a meter minha língua na buceta dela, que já tava bem quente e molhada, quando ela me parou com a mão.
— Não, Nacho, quero que você meta seu pau, não aguento mais. Desde que você mostrou ele na mesa, tô morrendo de vontade de você fazer isso comigo. Por favor, Nacho, enfia em mim, na minha buceta.
Ela virou e ficou de barriga pra cima com as pernas abertas, se tocava a boceta com as duas mãos, mordendo o lábio inferior.
Não consegui parar de olhar pra ela, a cena tava muito gostosa, e eu tava ficando ainda mais excitado, mas tudo foi pro caralho quando ela pegou os lábios da buceta com os dedos e abriu pra me mostrar o quanto tava louca pra ter meu pau dentro.
— Nacho, enfia aqui, sim... — disse ela, olhando nos meus olhos.
— Sim, Nacho, primeiro ela, quero ver como vocês fazem e depois é minha vez. — A Flor falava enquanto abria as pernas e enfiava devagar o dedo do meio na boceta virgem.
Eu me aproximei da Maca, peguei meu pau com a mão direita e liberei a cabeça da minha pica, toda vermelha, babada e pulsante, acariciei a buceta dela com a minha glande e passei por todos os lábios dela. Fiz isso umas duas vezes, e a Maca tremia com o roçar do meu pau. Apoiei a cabeça na entrada da buceta dela, fiz um pouco de pressão e senti o quanto tava quente a buraquinha dela. Fui enfiando de pouco em pouco, e a cada avanço a Maca abria mais os olhos, não conseguia fechar a boca e só ofegava. Parecia que os gemidos não conseguiam sair do corpo dela. Consegui enfiar toda a minha glande lá dentro. A Maca levantou a cabeça pra ver até onde meu pau tava, mal conseguiu ver um pouco e caiu de costas na cama.
— Maca: Haaaaa!!! Que gostoso, doi um pouco, mas ao mesmo tempo eu gosto dessa dor. Quero que você enfie mais, por favor, não para.
Atendi o pedido dela e comecei a avançar devagar. Segurei ela pelas cadeiras quando meu pau chegou na metade e recuei um pouco. Enfiei de novo, dessa vez um pouco mais fundo. Lá dentro, a Maca só se deixava levar, com as mãos ao lado do corpo, segurando os lençóis, os olhos bem abertos e a boca quase sem conseguir soltar um som sequer.
Recuei de novo, tava tudo tão molhado e escorregadio, meu pau se movia sem problema e com pouca resistência, tava muito quente dentro dela e a pressão que a buceta dela fazia no meu pau era uma delícia. Meti fundo na buceta da Maca, mas dessa vez minhas bolas bateram no corpo dela. Deixei bem encaixado por uns segundos enquanto a Maca me envolvia com as pernas e me segurava com força pra eu não me mexer, senti os braços dela me pegarem pelo pescoço e se pendurarem no meu corpo.
Maca - Haaaaaaa!!! Nãooooo!!! Vou fazer xixi!!! Vou gozaaaaaar!!!! Haaaaaaaaaa! — gritou enquanto minha Vega era tomada pelos espasmos da buceta dela, senti uma explosão de líquidos que saíram da buceta dela molhando minha barriga e minhas pernas.
Me deixei cair em cima dela e meu pau cravou ainda mais fundo, ela gritou de novo e me segurou com força, ficamos abraçados assim por uns minutos enquanto os gemidos continuavam e iam sumindo aos poucos. Ouvi depois um soluço baixinho, quando me levantei e olhei no rosto da Maca, vi umas lágrimas escorrendo pelas bochechas dela.
Nacho - Tá bem, Maca? Te machuquei?
Maca - Tô bem, sim, só que nunca tinha perdido o controle do meu corpo assim, sinto que não tenho força pra nada, obrigada, Nacho, te amo. — segurou meu rosto e me deu um beijo tão apaixonado e doce que me deixou bobo.
Depois do beijo, me levantei tirando meu pau devagar de dentro da Maca e vendo como ele tava molhado da gozada forte. A Maca se deitou de lado e ficou na posição fetal olhando pra gente.
A Flor tinha ficado parada vendo tudo o que rolou com a Maca, quando viu que eu me aproximava dela, levantou as pernas. Quando cheguei na frente, ela esticou e me envolveu com elas.
Flor - Agora é minha vez, Nacho, vai com calma, quero aproveitar igual minha amiga.
Me posicionei, cheio dos fluidos da Maca, segurei meu pau e deslizei a cabeça por... Toda a buceta da Flor já tava bem molhada por causa de toda a excitação anterior, então coloquei minha cabeça na entrada da buceta dela e empurrei um pouco. Me surpreendi quando minha cabeça entrou de uma vez sem problema, empurrei mais um pouco e meu pau foi abrindo caminho devagar. Era ainda mais quente que a outra buceta, só parei quando enfiei tudo. Flor tava parada com os olhos fechados e as mãos massageando os peitos dela. Deixei ela quieta uns segundos antes de começar a me mexer.
Sentia como meu pau pulsava dentro da Flor, as batidas e os espasmos da buceta dela — era uma sensação que eu não queria que acabasse. Tirei meu pau até a metade e enfiei de novo devagar, o gemido da Flor ecoou pelo quarto inteiro. Repeti a ação umas quantas vezes mais e fui aumentando o ritmo das minhas penetradas. Flor gemia a cada estocada, tentava abafar os gemidos mordendo os lábios, mas era inútil. De repente, senti meu pau ser apertado com força e não aguentei mais a vontade — cravei o pau até o fundo, soltando toda minha porra dentro da Florencia. Ela arqueou as costas, soltou um grito de alívio e prazer que deu pra ouvir na casa inteira. Quase sem forças, me deixei cair sobre o corpo dela e me deitei entre as duas garotas.
Flor — Não acredito como isso foi bom. Quando senti sua porra dentro de mim, apagou tudo por uns segundos, só sentia seu sêmen percorrendo o interior da minha buceta. Isso foi a coisa mais linda que já me aconteceu na vida, Nacho. Te amo pra caralho. — ela disse entre lágrimas e me beijou com paixão.
Eu não acreditava no que tava acontecendo comigo. Queria tirar foto do momento pra ter um registro daquilo. Se contasse pra alguém, ninguém ia acreditar, mas uma coisa era certa: eu tava me divertindo pra caralho.
Ficamos na cama nem sei quanto tempo. Acordei de repente e vi que tava escurecendo. Levantei as garotas que ainda estavam dormindo e peladas.
Nacho — Garotas, acordem... já é muito tarde. Flor, seus pais vão chegar. Em um tempinho a gente tem que dar uma limpada, eu preciso ir pra casa.
Flor — Fica tranquilo, Nacho, a gente limpa, mas me promete que a gente vai repetir.
Nacho — Sim, Flor, claro que sim, mas antes você vai ter que arrumar umas pílulas anticoncepcionais pra poder continuar sentindo meu gozo dentro de você, senão corre o risco de engravidar.
Maca — É, Nacho, minha irmã mais velha falou sobre isso com a gente, vou pedir pra ela me explicar direitinho e ver onde a gente consegue.
Flor — Toma, Nacho, leva minha calcinha usada de lembrança. Tomara que a gente sempre possa ter momentos assim. Não esquece que você prometeu.
Me troquei como pude e guardei a calcinha da Flor no meu bolso, me despedi com um beijo em cada uma e tirei uma foto mental daquele momento pra nunca mais esquecer.
No meio do caminho pra casa, lembrei que tinha que contar pra Vane e pra Sandra o que aconteceu. Não sabia como elas iam reagir, então uma sombra de preocupação pairou sobre mim... aquela segunda-feira no colégio ia ser um pouco complicada...
Continua... depende de vocês e dos seus pontos hehehehe
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