Aquela noite não conseguia dormir, fiquei atordoado depois do que aconteceu, na minha mente estava gravada a cena da minha namorada curtindo chupar outra rola completamente alheia e enquanto isso ela dormia tranquilamente ao meu lado.
No dia seguinte tudo estava igual, Sara saiu cedo e de novo eu estava sozinho com o velho que mantinha um certo respeito, evitando o assunto quando me via, essa cordialidade durou pouco antes do velho sentar no sofá pra se masturbar, projetando na tela da sala o vídeo que ele tinha gravado à força, aquilo me destruía.
Não sei por que, mas me aproximei pra olhar, a cena era exatamente como eu lembrava e o velho não demorou pra se gabar do que fez.
V: Uff, aquela puta engoliu porra como se nada, dá pra ver que ela gosta de cargas grandes. Olha ela, olha ela, como ela lambe os lábios, gostou da porra a garota doce.
De braços cruzados, só olhava tentando ignorar os comentários dele, algo impossível pra crescente excitação subindo dos meus shorts. O velho continuava falando da minha namorada e agora zoava que algo assim pudesse me excitar tanto.
V: E quando é que você vai me emprestar a buceta dela?
E: Cê tá delirando, velho senil.
V: Qual é, se você já viu como ela curte a porra na boca dela, que diferença faz se agora for na buceta, com certeza ela enfia o dedo pensando nisso.
Em parte era verdade, minha namorada tinha uma certa fascinação por ficar coberta de sêmen, seja dentro ou fora, sempre espera o momento em que eu gozo pra decidir onde quer a porra dela, tava distraído entre a ideia que o Dom dava e o som da tela que continuava reproduzindo o vídeo.
V: Você é realmente ignorante por recusar meus pedidos.
E: Se explica.
V: Nada, só imagino o que sua namorada acharia de ver você gravando ela chupando minha rola.
Gelei, não sei por que em nenhum momento tinha considerado isso, mas ele tava certo, o velho tinha conseguido uma forma infalível de chantagem e agora podia pedir o que quisesse ou as consequências seriam piores, queria atacá-lo mas Faltava coragem e, na real, no meu subconsciente, a ideia de ter que dar minha mina pra outro cara me excitava mais do que eu gostaria. O velho percebeu meu silêncio.
D: Haha, olha como você fica só de pensar, seu cuck sem vergonha. Te aviso que amanhã e depois não vou estar aqui, tenho uma viagenzinha pra fazer, então a casa é sua, aproveita e grava algo pra mim.
Esse velho realmente sabia me deixar mal, mas vendo as circunstâncias, achei que finalmente podia ter um dia com a Sara sem a carga emocional que esse velho causava. No dia seguinte, a ansiedade era visível até que a noite chegou e, com ela, a Sara. Ela tinha as próprias chaves, então conseguiu entrar sozinha. Recebi ela com carinho, abraçando a cintura dela e beijando os lábios dela. O estilo gótico dela sempre me hipnotiza, ainda mais com as roupas provocantes que ela usa.
Fomos direto pra sala principal, sentamos pra conversar num ambiente totalmente tranquilo e sozinhos, prontos pra curtir uma noite com nossa companhia até que o velho apareceu.
D: Uuuh, olha que surpresa gostosa eu vim encontrar. Vocês não iam sair?
S: Boa noite. Não, na verdade não tínhamos planos pra hoje e estávamos pensando em ver um filme.
Sara se aproximou de mim e sussurrou.
S: Você disse que a gente ia ficar sozinho...
Foi o que pensei, mas depois me senti extremamente ingênuo por ter acreditado que o velho falava sério. Por algum motivo, Don tinha uma garrafa, e isso me angustiou. Sara não é boa com bebida e geralmente uma quantidade bem pequena já mexe muito com ela, principalmente hormonalmente. Costumo usar isso quando quero testar algo diferente com ela, já que um efeito colateral é que a libido dela aumenta, claro que dependendo da quantidade ingerida, mas pra isso menos da metade da garrafa já seria suficiente.
D: Bom, já que vocês estão aqui, que tal se eu me juntar a vocês? Não tenho mais nada pra fazer hoje.
S: Ah não, não queremos fazer você perder seu tempo.
Y: É, além disso, a gente queria um tempo a sós, se é que me entende.
D: Uhh, entendo. Bom, mesmo assim, eu tinha algo pra mostrar se vocês quiserem ver um filme.
Ele pegou o celular, meu coração acelerou e tentei parar a ameaça dele mudando de ideia.
Y: Bom, na verdade não seria ruim se você ficasse. Além disso, já terão outros dias pra ficarmos a sós.
S: Mas...
Y: Calma, amor. A gente vai ter tempo depois.
D: Perfeito. Olha, eu tinha exatamente essa garrafa e que momento melhor pra abrir do que agora?
Don foi direto pegar copos pra servir a garrafa. Tentei controlar meu consumo, mas eu tenho mais tolerância, então não me preocupava com a quantidade como ela, que tomava o copo em goles pequenos que rapidamente viravam shots inteiros.
S: Uff, amor, tô ficando com calor, pra caramba.
D: Mas olha como você vem vestida, só de te ver já me dá calor.
Y: Você tem algo por baixo? É sério?
S: Sim, mas... não é tão recatado...
Y: E daí? O que importa é que não te faça calor.
Si: Bom... já que você insiste.
Ela tirou a camisa, mostrando o sutiã preto que mal conseguia segurar os peitos dela, brilhando com o suor acumulado. Achei que era efeito da bebida, mas a temperatura realmente parecia aumentar.
D: Uff, já vi por que você escolheu ela, é uma gostosa do caralho.
Sara riu do comentário, eu sabia que finalmente a bebida estava fazendo efeito nela e, mesmo que eu tentasse controlar o ambiente, ela não parecia muito colaborativa comigo.
S: Aii que lindo, obrigada.
Y: Bom, sim, ela é linda.
D: Que linda o quê? Tô falando dessas tetas tão yummy, dá vontade de chupar até deixar elas sensíveis.
S: Mmhg~.
Sara soltou um gemido bem abafado enquanto se recostava no sofá, não sabia como deveria agir diante disso, parece que ela realmente se excitou com o que o velho disse, e eu só me limitava a prestar atenção porque, toda vez que tentava mudar de assunto, Sara me calava e eles continuavam conversando como se nada.
D: Suas tetas ficariam melhores com uma boa quantidade de porra em cima, não é, Carlos?
S: Uff, isso seria tasty, adoro usar minhas tetas no pau dele, ele sempre deixa elas cobertas.
D: Uai, ele solta tanta porra assim?
S: Mmh~ sim, uns dias atrás ele deixou minha boquinha que não aguentava mais, gozou duas vezes seguidas e tudo caiu nas minhas tetas.
As palavras dela atordoavam minha consciência, ela lembrava daquela noite com prazer sem saber que nem fui eu quem banhou ela de porra. A conversa dela continuou sobre aquela noite e era frustrante como ela falava de outra rola, mas me excitava e ainda era oportuno pro velho e suas várias fantasias.
S: Mmhg~ daquela vez minha garganta não aguentou, achei que ia vomitar se continuasse me pressionando assim
D: Com uma bunda dessas, qualquer um queria te comer como uma puta.
Eu tava pasmo vendo a naturalidade com que Sara caía na conversa, se sentindo lisonjeada e, em segundo plano, excitada pelo jeito que esse velho falava com ela e as insinuações aumentavam.
S: Fica mais gostosa quando eu rebolo dançando.
D: Uff, e por que você não mostra pra gente como faz?
Sara se levantou e o Don sentou do meu lado, ela de costas começou a mexer os quadris numa dança sedutora impressionante, levantando a bunda que erguia a saia quase toda, no fim das contas ela tinha perdido qualquer juízo e ficava mais evidente vendo que a garrafa quase acabava, o velho sem vergonha se tocava no volume enquanto continuava falando do corpo dela e eu não queria interromper porque realmente gostava de como Sara se mexia, ela nunca tinha feito isso comigo por mais insistente que eu fosse.
D: Uff, Sarita, que puta gostosa. Queria ver você rebolar assim no meu pau.
S: Assim?
D: Sim, gata, mexe essa bunda.
Sara continuava se mexendo, a saia tão curta levantava ainda mais, deixando o velho olhar pra bunda dela naquela calcinha fininha que ela gosta de usar. Parei de entender se Sara fazia aquilo pra se divertir ou se realmente queria tentar algo com aquele velho, de qualquer jeito, sem perceber, comecei a me tocar também. Ela percebeu e, em vez de parar, se aproximou dançando ainda mais perto da gente, mostrando os peitos na cara do velho.
S: Quer mais?
Don se levantou e, desrespeitosamente, se aproximou de Sara tocando a bunda dela, esperando uma reação negativa. Minha surpresa foi que Sara aceitou e ainda correspondeu, tocando a rola dele.
Reagi da pior forma, afastando a Sara do velho e gritando o nome dela, isso quebrou a tensão que existia entre os dois. Comecei a repreender a Sara pela atitude dela, e ela baixou o olhar. Me aliviou saber que a Sara estava envergonhada do que fez e parecia estar voltando a si. Nisso, o Don ficou puto e foi embora, nos deixando, eu e minha namorada, sozinhos pra aliviar a ereção que já tava me incomodando.
A Sara sentou em cima de mim, do jeito que ela gosta, e enfiou meu pau na buceta dela, que tava escorrendo de tão molhada. Mas mesmo assim, minha expressão não mudava. O que teria acontecido se eu não interferisse? A Sara tava realmente disposta a dar pra aquele velho, mesmo na minha frente? Parece que minha atitude foi clara pra ela, porque ela começou a implorar enquanto enfiava meu pau na bocetinha dela.
S: Dale, meu amor. Esquece o que aconteceu, tava só brincando, ahh~!
Y: Você dançou pra aquele velho como se nada, e eu tava ali
S: Uff~ desculpa, meu bem. Mas lembrar da porra e falar com aquele velho me deixou com tesão~
Y: Gostou tanto assim?
S: Mm~ Sim, quero mais dessa porra, só pra mim
Y: Uff, você é uma puta danada. Quer que eu encha sua boquinha?
S: Siiim, mas também quero muita no meu cuzinho, tá?
Y: Uai, amor. Não sei se a minha dá conta
S: Mmmhf~ Então talvez precise de outra rola pra ficar bem cheia
Isso foi totalmente inesperado, nem precisei puxar o assunto, ela mesma trouxe a ideia, talvez por causa do que tinha bebido ou quem sabe era indireta pra chamar o velho de novo. Agora não sabia se devia entrar na brincadeira ou parar antes que isso escalasse mais nessa experiência.
Y: Sério que você ia querer outra rola?
S: Mmjh~ Bem, sei lá, podia ser gostoso, né?
Y: E quem seria um candidato?
S: Uai, meu amor. Podia ser qualquer um, tenho uns colegas do trabalho que não param de me dar mole, e nas minhas redes é pior ainda
Y: Ah é, então quer incluir mais alguém?
S: Sim, meu amor. Não ia ser gostoso você me comendo enquanto eu masturbo outro pinto? (Começou a simular que tava batendo uma rola do meu lado)
Y: Mm, então a putinha quer ser enchida como um saquinho de porra
Entrar na brincadeira deixava ela mais excitada, agora a bucetinha apertada dela apertava mais ainda meu pau enquanto os dedos dela brincavam com o clitóris, já molhadinho.
S: Sim, meu bem. Quero que dois me abram, meu cu quer uma rola mas a buceta também, preciso das duas e montar em você assim
Ela estava incontrolável, o desejo dela era maior que a razão e em algum ponto nem precisei mais motivá-la, ela mesma soltava as fantasias dela e eu ouvia atento.
S:Sabe, no ônibus, quando tá lotado e eu entro, adoro esfregar minha bunda pequena nos caras que sobem, alguns parecem que têm o pau grosso e outros maior, imagino como cada um ia sentir na minha boquinha até escorrer porra pela boca.
Não aguentava mais, exigi que ela chupasse meu pau até eu gozar, obviamente sem proibir suas longas confissões. Em algum momento, ela precisava incluir o nome do Don nas fantasias dela, então não dava pra parar o que a Sara dizia.
E: Então, quem seria um candidato pra você?
S: Já falei, meu amor, qualquer um. Desde que me preencha toda, pode ser qualquer um.
Ela parou por uns segundos, como se estivesse pensando, e então disse o que eu esperava.
S: Até o velho que acabou de sair.
Nesse ponto, meu pau pulsou, prestes a soltar o leite que a Sara queria, mas por milésimos consegui me segurar. Ela sabia o que devia fazer: levantou o sutiã e enfiou meu pau entre os peitos dela, aprisionando o falo naquelas delícias e os movendo enquanto continuava me provocando.
S:Esse velhinho parece ter experiência, além de ser um velho nojento, sempre vejo ele olhando pra minha bunda como se fosse me devorar, e eu levanto um pouquinho pra deixar ele apreciar a tiny ass que ele tanto deseja.
Não aguentava mais, resistia o possível mas ela simplesmente não parava e não parecia querer parar.
S:Além disso, parece que ele tem uma pica monumental, preciso de algo assim pra me abrir toda, imagino toda a porra que ele soltaria e eu poderia esfregar na minha bunda feito uma puta, e aí você teria que comer meu cu banhado na porra dele.
Gozei de uma vez, nem consegui avisar a Sara, a descarga foi inevitável e maior do que eu imaginava, o jato saiu disparado e caiu direto nas tetas molhadas dela, cobertas pela saliva que ela mesma cuspiu no meu pau.
Que lindo~ toda a porra só por mencionar o velho punheteiro~
Acumulou um pouquinho no dedo e chupou com um olhar de puro tesão, isso foi algo totalmente inesperado e agora me fazia duvidar de tudo, se minha namorada era mesmo a garota fiel que eu pensava ou se era uma ninfomaníaca pronta pra dar a buceta pra quem aparecesse. Tive que parar meus pensamentos porque não aguentava mais, sem dar explicação, dormi no sofá deixando Sara com a cara cheia de porra.
Passaram-se minutos, talvez, acordei com o barulho incomum de um boquete, pensei que era Sara vendo algo na TV, mas quando virei fiquei petrificado com a cena acontecendo ao meu lado, Sara tinha a pica do velho na boca e ele segurava o cabelo dela.
No dia seguinte tudo estava igual, Sara saiu cedo e de novo eu estava sozinho com o velho que mantinha um certo respeito, evitando o assunto quando me via, essa cordialidade durou pouco antes do velho sentar no sofá pra se masturbar, projetando na tela da sala o vídeo que ele tinha gravado à força, aquilo me destruía.
Não sei por que, mas me aproximei pra olhar, a cena era exatamente como eu lembrava e o velho não demorou pra se gabar do que fez.
V: Uff, aquela puta engoliu porra como se nada, dá pra ver que ela gosta de cargas grandes. Olha ela, olha ela, como ela lambe os lábios, gostou da porra a garota doce.
De braços cruzados, só olhava tentando ignorar os comentários dele, algo impossível pra crescente excitação subindo dos meus shorts. O velho continuava falando da minha namorada e agora zoava que algo assim pudesse me excitar tanto.
V: E quando é que você vai me emprestar a buceta dela?
E: Cê tá delirando, velho senil.
V: Qual é, se você já viu como ela curte a porra na boca dela, que diferença faz se agora for na buceta, com certeza ela enfia o dedo pensando nisso.
Em parte era verdade, minha namorada tinha uma certa fascinação por ficar coberta de sêmen, seja dentro ou fora, sempre espera o momento em que eu gozo pra decidir onde quer a porra dela, tava distraído entre a ideia que o Dom dava e o som da tela que continuava reproduzindo o vídeo.
V: Você é realmente ignorante por recusar meus pedidos.
E: Se explica.
V: Nada, só imagino o que sua namorada acharia de ver você gravando ela chupando minha rola.
Gelei, não sei por que em nenhum momento tinha considerado isso, mas ele tava certo, o velho tinha conseguido uma forma infalível de chantagem e agora podia pedir o que quisesse ou as consequências seriam piores, queria atacá-lo mas Faltava coragem e, na real, no meu subconsciente, a ideia de ter que dar minha mina pra outro cara me excitava mais do que eu gostaria. O velho percebeu meu silêncio.
D: Haha, olha como você fica só de pensar, seu cuck sem vergonha. Te aviso que amanhã e depois não vou estar aqui, tenho uma viagenzinha pra fazer, então a casa é sua, aproveita e grava algo pra mim.
Esse velho realmente sabia me deixar mal, mas vendo as circunstâncias, achei que finalmente podia ter um dia com a Sara sem a carga emocional que esse velho causava. No dia seguinte, a ansiedade era visível até que a noite chegou e, com ela, a Sara. Ela tinha as próprias chaves, então conseguiu entrar sozinha. Recebi ela com carinho, abraçando a cintura dela e beijando os lábios dela. O estilo gótico dela sempre me hipnotiza, ainda mais com as roupas provocantes que ela usa.
Fomos direto pra sala principal, sentamos pra conversar num ambiente totalmente tranquilo e sozinhos, prontos pra curtir uma noite com nossa companhia até que o velho apareceu.D: Uuuh, olha que surpresa gostosa eu vim encontrar. Vocês não iam sair?
S: Boa noite. Não, na verdade não tínhamos planos pra hoje e estávamos pensando em ver um filme.
Sara se aproximou de mim e sussurrou.
S: Você disse que a gente ia ficar sozinho...
Foi o que pensei, mas depois me senti extremamente ingênuo por ter acreditado que o velho falava sério. Por algum motivo, Don tinha uma garrafa, e isso me angustiou. Sara não é boa com bebida e geralmente uma quantidade bem pequena já mexe muito com ela, principalmente hormonalmente. Costumo usar isso quando quero testar algo diferente com ela, já que um efeito colateral é que a libido dela aumenta, claro que dependendo da quantidade ingerida, mas pra isso menos da metade da garrafa já seria suficiente.
D: Bom, já que vocês estão aqui, que tal se eu me juntar a vocês? Não tenho mais nada pra fazer hoje.
S: Ah não, não queremos fazer você perder seu tempo.
Y: É, além disso, a gente queria um tempo a sós, se é que me entende.
D: Uhh, entendo. Bom, mesmo assim, eu tinha algo pra mostrar se vocês quiserem ver um filme.
Ele pegou o celular, meu coração acelerou e tentei parar a ameaça dele mudando de ideia.
Y: Bom, na verdade não seria ruim se você ficasse. Além disso, já terão outros dias pra ficarmos a sós.
S: Mas...
Y: Calma, amor. A gente vai ter tempo depois.
D: Perfeito. Olha, eu tinha exatamente essa garrafa e que momento melhor pra abrir do que agora?
Don foi direto pegar copos pra servir a garrafa. Tentei controlar meu consumo, mas eu tenho mais tolerância, então não me preocupava com a quantidade como ela, que tomava o copo em goles pequenos que rapidamente viravam shots inteiros.
S: Uff, amor, tô ficando com calor, pra caramba.
D: Mas olha como você vem vestida, só de te ver já me dá calor.
Y: Você tem algo por baixo? É sério?
S: Sim, mas... não é tão recatado...
Y: E daí? O que importa é que não te faça calor.
Si: Bom... já que você insiste.
Ela tirou a camisa, mostrando o sutiã preto que mal conseguia segurar os peitos dela, brilhando com o suor acumulado. Achei que era efeito da bebida, mas a temperatura realmente parecia aumentar.
D: Uff, já vi por que você escolheu ela, é uma gostosa do caralho.Sara riu do comentário, eu sabia que finalmente a bebida estava fazendo efeito nela e, mesmo que eu tentasse controlar o ambiente, ela não parecia muito colaborativa comigo.
S: Aii que lindo, obrigada.
Y: Bom, sim, ela é linda.
D: Que linda o quê? Tô falando dessas tetas tão yummy, dá vontade de chupar até deixar elas sensíveis.
S: Mmhg~.
Sara soltou um gemido bem abafado enquanto se recostava no sofá, não sabia como deveria agir diante disso, parece que ela realmente se excitou com o que o velho disse, e eu só me limitava a prestar atenção porque, toda vez que tentava mudar de assunto, Sara me calava e eles continuavam conversando como se nada.
D: Suas tetas ficariam melhores com uma boa quantidade de porra em cima, não é, Carlos?
S: Uff, isso seria tasty, adoro usar minhas tetas no pau dele, ele sempre deixa elas cobertas.
D: Uai, ele solta tanta porra assim?
S: Mmh~ sim, uns dias atrás ele deixou minha boquinha que não aguentava mais, gozou duas vezes seguidas e tudo caiu nas minhas tetas.
As palavras dela atordoavam minha consciência, ela lembrava daquela noite com prazer sem saber que nem fui eu quem banhou ela de porra. A conversa dela continuou sobre aquela noite e era frustrante como ela falava de outra rola, mas me excitava e ainda era oportuno pro velho e suas várias fantasias.S: Mmhg~ daquela vez minha garganta não aguentou, achei que ia vomitar se continuasse me pressionando assim
D: Com uma bunda dessas, qualquer um queria te comer como uma puta.
Eu tava pasmo vendo a naturalidade com que Sara caía na conversa, se sentindo lisonjeada e, em segundo plano, excitada pelo jeito que esse velho falava com ela e as insinuações aumentavam.
S: Fica mais gostosa quando eu rebolo dançando.
D: Uff, e por que você não mostra pra gente como faz?
Sara se levantou e o Don sentou do meu lado, ela de costas começou a mexer os quadris numa dança sedutora impressionante, levantando a bunda que erguia a saia quase toda, no fim das contas ela tinha perdido qualquer juízo e ficava mais evidente vendo que a garrafa quase acabava, o velho sem vergonha se tocava no volume enquanto continuava falando do corpo dela e eu não queria interromper porque realmente gostava de como Sara se mexia, ela nunca tinha feito isso comigo por mais insistente que eu fosse.
D: Uff, Sarita, que puta gostosa. Queria ver você rebolar assim no meu pau. S: Assim?
D: Sim, gata, mexe essa bunda.
Sara continuava se mexendo, a saia tão curta levantava ainda mais, deixando o velho olhar pra bunda dela naquela calcinha fininha que ela gosta de usar. Parei de entender se Sara fazia aquilo pra se divertir ou se realmente queria tentar algo com aquele velho, de qualquer jeito, sem perceber, comecei a me tocar também. Ela percebeu e, em vez de parar, se aproximou dançando ainda mais perto da gente, mostrando os peitos na cara do velho.
S: Quer mais?Don se levantou e, desrespeitosamente, se aproximou de Sara tocando a bunda dela, esperando uma reação negativa. Minha surpresa foi que Sara aceitou e ainda correspondeu, tocando a rola dele.
Reagi da pior forma, afastando a Sara do velho e gritando o nome dela, isso quebrou a tensão que existia entre os dois. Comecei a repreender a Sara pela atitude dela, e ela baixou o olhar. Me aliviou saber que a Sara estava envergonhada do que fez e parecia estar voltando a si. Nisso, o Don ficou puto e foi embora, nos deixando, eu e minha namorada, sozinhos pra aliviar a ereção que já tava me incomodando.A Sara sentou em cima de mim, do jeito que ela gosta, e enfiou meu pau na buceta dela, que tava escorrendo de tão molhada. Mas mesmo assim, minha expressão não mudava. O que teria acontecido se eu não interferisse? A Sara tava realmente disposta a dar pra aquele velho, mesmo na minha frente? Parece que minha atitude foi clara pra ela, porque ela começou a implorar enquanto enfiava meu pau na bocetinha dela.
S: Dale, meu amor. Esquece o que aconteceu, tava só brincando, ahh~! Y: Você dançou pra aquele velho como se nada, e eu tava ali
S: Uff~ desculpa, meu bem. Mas lembrar da porra e falar com aquele velho me deixou com tesão~
Y: Gostou tanto assim?
S: Mm~ Sim, quero mais dessa porra, só pra mim
Y: Uff, você é uma puta danada. Quer que eu encha sua boquinha?
S: Siiim, mas também quero muita no meu cuzinho, tá?
Y: Uai, amor. Não sei se a minha dá conta
S: Mmmhf~ Então talvez precise de outra rola pra ficar bem cheia
Isso foi totalmente inesperado, nem precisei puxar o assunto, ela mesma trouxe a ideia, talvez por causa do que tinha bebido ou quem sabe era indireta pra chamar o velho de novo. Agora não sabia se devia entrar na brincadeira ou parar antes que isso escalasse mais nessa experiência.
Y: Sério que você ia querer outra rola?
S: Mmjh~ Bem, sei lá, podia ser gostoso, né?
Y: E quem seria um candidato?
S: Uai, meu amor. Podia ser qualquer um, tenho uns colegas do trabalho que não param de me dar mole, e nas minhas redes é pior ainda
Y: Ah é, então quer incluir mais alguém?
S: Sim, meu amor. Não ia ser gostoso você me comendo enquanto eu masturbo outro pinto? (Começou a simular que tava batendo uma rola do meu lado)
Y: Mm, então a putinha quer ser enchida como um saquinho de porra
Entrar na brincadeira deixava ela mais excitada, agora a bucetinha apertada dela apertava mais ainda meu pau enquanto os dedos dela brincavam com o clitóris, já molhadinho.
S: Sim, meu bem. Quero que dois me abram, meu cu quer uma rola mas a buceta também, preciso das duas e montar em você assim
Ela estava incontrolável, o desejo dela era maior que a razão e em algum ponto nem precisei mais motivá-la, ela mesma soltava as fantasias dela e eu ouvia atento. S:Sabe, no ônibus, quando tá lotado e eu entro, adoro esfregar minha bunda pequena nos caras que sobem, alguns parecem que têm o pau grosso e outros maior, imagino como cada um ia sentir na minha boquinha até escorrer porra pela boca.
Não aguentava mais, exigi que ela chupasse meu pau até eu gozar, obviamente sem proibir suas longas confissões. Em algum momento, ela precisava incluir o nome do Don nas fantasias dela, então não dava pra parar o que a Sara dizia.E: Então, quem seria um candidato pra você?
S: Já falei, meu amor, qualquer um. Desde que me preencha toda, pode ser qualquer um.
Ela parou por uns segundos, como se estivesse pensando, e então disse o que eu esperava.
S: Até o velho que acabou de sair.
Nesse ponto, meu pau pulsou, prestes a soltar o leite que a Sara queria, mas por milésimos consegui me segurar. Ela sabia o que devia fazer: levantou o sutiã e enfiou meu pau entre os peitos dela, aprisionando o falo naquelas delícias e os movendo enquanto continuava me provocando.
S:Esse velhinho parece ter experiência, além de ser um velho nojento, sempre vejo ele olhando pra minha bunda como se fosse me devorar, e eu levanto um pouquinho pra deixar ele apreciar a tiny ass que ele tanto deseja.Não aguentava mais, resistia o possível mas ela simplesmente não parava e não parecia querer parar.
S:Além disso, parece que ele tem uma pica monumental, preciso de algo assim pra me abrir toda, imagino toda a porra que ele soltaria e eu poderia esfregar na minha bunda feito uma puta, e aí você teria que comer meu cu banhado na porra dele.
Gozei de uma vez, nem consegui avisar a Sara, a descarga foi inevitável e maior do que eu imaginava, o jato saiu disparado e caiu direto nas tetas molhadas dela, cobertas pela saliva que ela mesma cuspiu no meu pau.
Que lindo~ toda a porra só por mencionar o velho punheteiro~Acumulou um pouquinho no dedo e chupou com um olhar de puro tesão, isso foi algo totalmente inesperado e agora me fazia duvidar de tudo, se minha namorada era mesmo a garota fiel que eu pensava ou se era uma ninfomaníaca pronta pra dar a buceta pra quem aparecesse. Tive que parar meus pensamentos porque não aguentava mais, sem dar explicação, dormi no sofá deixando Sara com a cara cheia de porra.
Passaram-se minutos, talvez, acordei com o barulho incomum de um boquete, pensei que era Sara vendo algo na TV, mas quando virei fiquei petrificado com a cena acontecendo ao meu lado, Sara tinha a pica do velho na boca e ele segurava o cabelo dela.
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Porfavor!! Que sea pronto