Olá, querida comunidade, espero que vocês curtam os contos e tudo que eu vou postar, espero que deixem pontos e compartilhem, valorizando o trabalho que é feito nesta conta.PARTE IIIAMIGAS INESPERADAS...
No dia seguinte, esperei que Sandra e Vanesa aparecessem para falar com a Flor, mas nenhuma delas apareceu.
Flor se aproximou de mim depois da escola e me perguntou se minhas amigas iam me deixar falar com ela ou se ela tinha que esperar a aprovação delas.
Ela ficou parada, me olhando nos olhos, me deu um beijo na bochecha e foi embora.
Naquele fim de semana, tínhamos uma festa na casa de um colega, marcada para sábado às 17 horas, horário combinado por todos na sala. Sempre começavam cedo porque alguns trabalhavam à noite.
Para meu desgosto, Vanesa e Sandra não puderam ir. Estavam naqueles dias e os incômodos eram muito fortes; não queriam ir nessas condições. Além disso, me disseram que viriam outras festas mais divertidas.
Sem muita motivação, troquei de roupa. Fui de jeans, camiseta branca e tênis de lona preto. Ao chegar na festa, cumprimentei alguns colegas. No final, Florencia me recebeu com um sorriso tímido e um abraço forte. Achei muito estranho, depois daquela conversa esquisita do outro dia, mas recebi com alegria. Gosto de sentir o corpo de uma mulher colado no meu, então aproveitei e segurei sua cintura com uma das mãos.
Ao nos separarmos, notei que ela tinha ficado corada. Olhei para baixo: minha mão ainda estava segurando sua cintura. Tirei-a devagar, olhei nos olhos dela e sorri. Dirigi-me à área das bebidas, peguei um refrigerante e sentei para conversar com uns amigos da sala. Todos zoavam de mim porque nessas últimas semanas eu tinha sumido; queriam saber no que eu estava metido. Mas antes de abrir a boca, todos riram e comentaram que já sabiam que eu estava namorando a Vanesa, que dava pra perceber de longe, e que se a gente não queria que ninguém soubesse, era melhor sermos menos óbvios.
Passaram algumas horas e começaram a dançar com as garotas. Tocavam músicas animadas e, de vez em quando, uma lenta. Eu dançava em grupo e estava me divertindo. De repente, senti alguém puxar meu braço e me levar para um canto. Ao me virar... Descubro que é Florencia.
Flor — Vem, vamos dançar aqui pra gente poder conversar um pouco, Nacho. — me disse enquanto me arrastava para longe de todo mundo.
Nacho — Tá bom, Flor, mas não puxa tão forte.
Flor — Desculpa, mas não quero que ninguém atrapalhe, por isso quero ficar longe do resto.
Nacho — Bom, você me deixou intrigado…
Chegamos no fundo do pátio e ficamos atrás de uns vasos com árvores pequenas que impediam que nos vissem do outro lado.
Mal parei, Flor me envolveu com os braços, encostou o peito no meu e deu pra sentir o corpo dela roçando em mim. Meu cérebro congelou, só acordou pra envolvê-la com meus braços e fazer um pequeno movimento pendular com as pernas pra nos mover no ritmo da música.
Flor — Posso te perguntar o que você faz com a Vanesa e a Sandra? Elas não querem me contar, mas eu vi vocês na última festa bem coladinhos e estão sempre juntos.
Nacho — Somos bons amigos e curtimos a companhia um do outro, além disso todo mundo acha que eu tô namorando a Vanesa.
Flor — Perguntei isso pra Vanesa e ela disse que não estavam namorando, mas que não podia falar mais, que vocês eram muito amigos e ela não queria estragar o que tinham.
Nacho — É verdade, somos bons amigos e não queremos estragar o que temos. E se alguém descobrir, a gente pode se ferrar.
Flor — Bom, mas então eu quero que você me faça sentir o que elas sentiram na festa passada, porque ouvi elas conversando sobre como as duas sentiram seu pau duro nos corpos delas.
Quando ouvi o que ela disse, fiquei olhando pra ela corado. Me acalmei um pouco ao notar que ela também estava vermelha e não conseguia me olhar. Também senti como ela pressionava o quadril no meu e roçava o corpo no meu com movimentos suaves. Não deu pra evitar me sentir um pouco confuso, mas o tesão falou mais alto em mim e fui ficando duro aos poucos.
Nacho — Então tudo isso é porque você quer sentir a mesma coisa que elas no seu corpo?
Flor — Sim, eu tenho… curiosidade e desde aquele dia não paro de pensar no que ouvi, e em lembrar dos desenhos que mostraram na aula de educação sexual.
Nacho - bom, com a gente aconteceu a mesma coisa e o bom de sermos tão amigos é que pudemos tirar as dúvidas entre nós.
Enquanto conversávamos, meu pau ficou bem duro e marcava na minha calça, ela percebeu e se encostou mais em mim.
Flor - que gostoso, eu gosto que esteja assim, tinha muita vontade de sentir como era um de verdade.
Ela dizia isso enquanto sua respiração ficava mais forte e os movimentos da cadeira aceleravam, eu desci minhas mãos e pressionei com mais força sua pélvis contra a minha e, aproveitando o momento, coloquei uma mão sobre uma de suas nádegas, acariciando com delicadeza.
Ela respondeu colocando a cabeça no meu ombro e se deixando levar. Não sei quanto tempo ficamos assim, só sei que do nada Flor parou e me disse que queria ir embora, que por favor a acompanhasse até sua casa, eu balancei a cabeça concordando, ela morava perto da praça de Martínez e não era longe para irmos a pé.
Nos despedimos de todos e seguimos em silêncio em direção à praça, no caminho não falamos muito, mas ela não soltava minha mão, como se eu fosse seu namorado e ela não quisesse que eu fugisse.
Ao chegar na praça, Flor me pede para nos sentarmos em um dos bancos do centro. Já eram 20 horas e estava um pouco escuro, embora a praça estivesse iluminada, aquela parte não tinha tanta luz, ainda passavam algumas pessoas passeando com seus cachorros pela praça, mas elas passavam pelos arredores e nós estávamos no centro da praça sentados em um banco de madeira.
Ela estava linda, um vestido branco que chegava um pouco acima dos joelhos e sandálias baixas combinando, usava sutiã branco e imaginei que sua calcinha fosse da mesma cor.
Já sentados um ao lado do outro, ela me encara fixamente...
Flor - Nacho, eu prometo não contar nada do que acontece entre vocês, você me contaria um pouco o que fazem? Porque se tudo começou com o Igualzinho ao que fizemos na festa, com certeza fazem mais coisas.
Não dava pra negar, era muito óbvio que a gente tava numa situação esquisita com as meninas e a Flor percebeu.
Nacho - É verdade, a gente faz mais algumas coisas, mas só se você quiser saber mais, a gente tem que se reunir todo mundo e você comenta com as meninas pra elas te contarem.
Flor - Tá bom, mas agora que eu sei que vocês tão fazendo algo a mais, eu te peço pra me deixar sentir seu pau de novo, mas com as minhas mãos.
Lentamente ela encostou o corpo no meu, nem deu tempo de responder que ela já tinha a mão acariciando meu pau por cima do jeans. Ele ficou duro na hora e deu um pulinho, a Flor sentiu esse movimento, abriu os olhos e sorriu.
Flor - O que foi isso? Tá bem? Tá doendo?
Nacho - Tô bem, foi um pequeno espasmo de excitação, porque eu gosto do que você tá fazendo.
Enquanto dizia isso, levei minha mão mais perto da perna dela e apoiei na coxa, acariciando a parte interna. Ela, ao sentir, também deu um pequeno salto e soltou uma respiração profunda, quase como um pequeno gemido.
Nacho - Tá bem?
Flor - Tô, só que sua mão me surpreendeu, mas não tira não, tá gostoso.
Ela fechava os olhos e mordia o lábio inferior. Ao ver essa expressão, me animei a ir um pouco mais longe. Meti minha mão por baixo do vestido dela e cheguei a acariciar a coxa no limite da virilha, roçando com o dedo mindinho a costura da calcinha.
Subia e descia meu dedo pela borda da virilha dela, de vez em quando esticava um pouco o dedo, acariciando o púbis e a parte superior dos lábios vaginais por cima da calcinha. Eu tava tão excitado que não prestava atenção nos arredores. Senti de repente um aperto forte no meu pau, ela tava segurando firme com a mão por cima da minha calça e movendo de cima pra baixo. Me excitei e, no movimento, minha mão se posou sobre a pélvis dela e fiquei quieto uns segundos. Percebi o que a gente tava fazendo e decidi ir ainda mais longe, passei toda minha mão... guiada pelo meu dedo do meio acariciando seu púbis, fui descendo devagar até chegar a acariciar seus lábios com meu dedo do meio, pressionei com força e sentindo o quanto sua roupa estava molhada, ouvi um gemido profundo que saiu de sua boca e como ela soltou meu pau de repente, abriu os olhos me olhou se levantou, assim como foi esse encontro fugaz, saiu correndo para sua casa, fiquei sentado com a mão no ar, me surpreendeu a reação mas não pude evitar levar a mão ao nariz e sentir o aroma daquela buceta, não podia acreditar no quão delicioso ela cheirava e assim fui para minha casa, cheirando meu dedo, ao chegar só tive que me despir no meu quarto e me masturbar algumas vezes para descarregar toda a porra e tesão que tinha sobre meu peito e abdômen, fiquei dormindo todo melado.
Acordei naquela manhã com o barulho do telefone fixo, e minha mãe gritando meu nome, era para mim.
Atendi o telefone e para minha surpresa era Florencia.
Flor- oi nacho você pode vir hoje em casa à tarde, preciso que a gente termine o projeto para segunda.
No fundo ouço a mãe da flor, lembrando que hoje iam para La Plata passar o dia com os avós.
Flor- Mãe.. não esquece que tenho que terminar a tarefa hoje de qualquer jeito e falta muito não vou poder ir.
Desculpa nacho mas você vai poder vir?....Por favor me diz que sim..
Nacho- ok Flor, a que hora a gente se vê?
Flor- Assim que puder vem que minha família daqui a pouco vai embora.
Nacho- ok daqui a pouco nos vemos.
Desliguei o telefone e fui tomar banho com a cabeça uma bagunça, não entendia essa ligação depois do que aconteceu ontem à noite e muito menos essa história de projeto.
Cheguei na casa da Flor por volta das 11h, levei minha mochila da faculdade por precaução e ao tocar a campainha ela me atendeu, meu olhar ficou preso em suas pernas, ela estava de short curto, que mal cobria sua bunda e uma camiseta que chegava até o umbigo e descalça, me convida a entrar e pede para deixar as coisas na sala, há uma mesa com várias pastas solta e livrosabertos, deixei minha mochila em uma cadeira e peguei uma pasta de matemática, que era a matéria que vi que estava nos cartazes.
Flor - Aqui tem um copo d'água, Nacho. Deixa suas coisas aqui e vem comigo, por favor.
Tomei a água e a segui. Não conseguia parar de olhar para seus quadris e o volume do seu bumbum. Ela parou em frente ao quarto, abriu a porta e entramos.
Me sentei em uma cadeira pequena em frente a uma escrivaninha, e ela na beirada da cama. Ela não me olhava nos olhos, mas notei que estava corada e com o olhar esquivo.
Nacho - Flor, se foi por ontem à noite, peço desculpas pelo meu atrevimento. Só que me senti muito excitado quando você segurou meu pau tão forte que não pude evitar tocar sua virilha.
Flor - Não é isso, Nacho. Me perdoa você pela reação, mas foi a primeira vez que me senti assim. Já tinha tido essa sensação esses dias, mas isso foi tão forte que senti que fiz xixi e, por vergonha, saí correndo para casa. Quando cheguei, fui ao banheiro e percebi que não era xixi e que minha calcinha estava toda molhada. Minha buceta estava muito quente e, quando me esfreguei, não consegui parar de me tocar até me sentir exausta e livre. Não sei como explicar o quão bom foi quando tudo acabou.
Só que acordei e queria te ligar primeiro para pedir desculpas por ter ido embora assim ontem à noite e para te perguntar se a gente podia repetir.
Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo e no tesão que estava sentindo. Tinha o pau duríssimo e, com o short que estava usando, dava para notar muito a ereção. Tentei olhar para ela, mas ela continuava esquiva, esperando minha resposta.
Nacho - Tudo bem, Flor, não se preocupa. Pensei que você estava brava, mas comigo aconteceu a mesma coisa. Fiquei muito excitado e, quando cheguei em casa, tive que me masturbar para conseguir dormir.
Flor - Você se masturbou porque eu te toquei ontem à noite?
Nacho - Sim, gostei muito do que aconteceu ontem à noite e, acredite, curti muito. Claro que podemos repetir.
Nesse momento, ela se atirou sobre mim, me abraçou e, sorrindo... Nervios meio, obrigado por não ficar bravo e por entender. Eu fiz o mesmo, segurei ela pela cintura e, já com mais confiança, acariciei sua coxa por baixo do short, quase como se fosse um acidente. Ela percebeu, mas não disse nada, se soltou de mim e voltou para seu lugar na cama.
Flor – Vem sentar aqui do meu lado. – disse ela, batendo na cama como quem chama o cachorro.
Obedeci e me sentei à sua esquerda, deixando minha mão habilidosa sobre sua perna. Sua mão foi direto no meu pau e apertou com força, começou a se mover percorrendo todo o meu pênis por cima da calça, desde a cabeça até chegar nas bolas. Fiquei parado por alguns segundos enquanto presenciava o que estava acontecendo. Devagar, comecei a mover minha mão e a coloquei diretamente sobre sua pelve. Flor moveu o corpo e se posicionou mais na beirada da cama para me deixar tocar suas partes mais livremente. Minha mão percorreu toda a sua pelve até que meus dedos encontraram seus lábios vaginais. Sem pensar, meus dedos pressionaram forte sobre sua calça. Ela fechou os olhos e gemeu devagar. Justo nesse momento, tocou a campainha da casa dela.
Flor – Me espera aqui, já volto, vou ver quem é.
Nacho – Tá bom, mas é melhor eu descer com você, não vão ser seus pais...
Flor – Não, tranquilo, com certeza é a Macarena.
Ela me respondeu já caminhando pelo corredor que dava até a porta. Ouvi uns murmúrios e cumprimentos e, em alguns segundos, apareceu a Flor primeiro e, atrás dela, sua melhor amiga Maca. Ela estava usando um short largo cor salmão e uma camiseta branca colada ao corpo que destacava sua figura. Ela não era muito magra e não tinha muito peito ou bunda, mas vestida assim, ela estava muito gostosa.
Maca – Oi, Nacho, tudo bem?
Nacho – Tudo, me juntei com a Flor para terminar um trabalho.
Flor – Relaxa, Nacho, a Maca já sabe de tudo. Contei pra ela sobre ontem à noite na festa, o que aconteceu na praça e depois em casa. Por isso ela está aqui, é minha melhor amiga e a convidei para que ela também pudesse ver e sentir o que eu.
Maca – É, Nacho, quando eu... contou o que aconteceu, não consegui parar de pensar nisso e comecei a me sentir estranha, meu coração batia forte e sentia necessidade de tocar meus seios e acariciar minha virilha. A verdade é que me sentia muito bem assim e gostei muito, por isso insisti com a Flor para te convidar para a casa dela e podermos experimentar a mesma coisa que ontem à noite.
Fiquei gelado com o que ouvia, vi como ambas coraram quando contaram e senti meu coração começar a bater muito forte. Naquele momento, meu pau estava muito duro e queria rasgar a calça e sair expulso.
Nacho - bom, disse com um fio de voz, mas isso que vamos fazer não pode sair de nós três, por favor, não contem pra mais ninguém.
Falei muito sério, olhando fixamente para a Flor.
Flor - desculpa, Nacho, ela é minha melhor amiga, não podia esconder isso dela. Além disso, ela não vai contar nada. Né, Maca...
Maca - sim, com certeza não vou comentar nada do que acontecer aqui.
Nacho - ok, então senta naquela cadeira, e você, Flor, volta a sentar do meu lado.
Ambas se sentaram e a Flor levou a mão direto pro meu pau, que continuava duro pelo que tinha ouvido. Me concentrei na Flor e voltei a meter minha mão entre as pernas dela. Agora ela estava mais relaxada, sentou bem na beirada e abriu mais as pernas para me deixar tocá-la mais à vontade.
Ao separar mais as pernas, o short que ela usava deixou ver sua calcinha e como já estava úmida pelos seus fluidos. Meti minha mão por dentro da calça dela e comecei a acariciar seus lábios com meus dedos indicador e anelar. Com o dedo do meio, percorri sua buceta pressionando aos poucos, molhando ainda mais sua calcinha. Ficamos assim por alguns minutos até que a Flor parou.
Flor - Nacho, por que você não tira a calça? Porque você está me tocando por baixo da minha e é muito bom, e a verdade é que eu também quero tocar mais.
Nacho - bom, Flor, mas já que estamos aqui, por que não tiramos a roupa e ficamos só de calcinha/cueca? Assim você vê o que quer ver e eu também te... Parece melhor.
Flor - Sim, melhor, e você, Maca, faz o mesmo.
Maca - Sim, gato, eu sigo eles, mas me deixa te tocar um pouco, Nacho, assim de pé, por favor.
Acertei com a cabeça e fiquei em pé. Maca se aproximou de mim e começou a amassar meu pau por cima da calça, enquanto eu desabotoçava, baixava o zíper e deixava cair no chão. Maca percebeu e logo pegou meu pau por cima da cueca, que já estava molhada na ponta. Enquanto Flor se despia, Maca e eu nos tocávamos. Meti a mão por baixo da calça da Maca, e foi tão fácil que, ao movê-la em direção ao seu púbis, entrou por baixo da sua calcinha e cheguei a tocar seus pelos e seus lábios molhados pela excitação. Meu dedo acariciou seu clitóris. Maca soltou um gemido enquanto apoiava a cabeça no meu ombro e apertava meu pau com força. Movi meu dedo mais algumas vezes, percorrendo o máximo que podia sua buceta, e ela mordia meu ombro a cada movimento. Parei, tirei minha mão bem devagar, ela soltou meu pau, recuou e começou a tirar a roupa. Foi tão rápido que mal consegui ver a Flor, que estava de sutiã e calcinha branca, quando vi a Maca ficar só de calcinha.
Devo ter tido o olhar perdido, porque não conseguia me concentrar. Flor se aproximou por trás e tirou minha camiseta. Fiquei só de cueca e, antes de voltar a me sentar ao lado da Flor, Maca se ajoelhou na minha frente e baixou minha cueca de uma vez, deixando meu pau pulando na frente das duas.
Elas abriram os olhos bem grandes e ficaram muito coradas. Não paravam de olhar meu pau, então peguei ele com a mão direita e subi e desci a cabeça algumas vezes, como se estivesse me masturbando.
Nacho - Bom, agora que já estão vendo, o que é que querem fazer?
Perguntei enquanto tocava meu pau na frente delas.
Flor - Podemos dançar como ontem à noite, assim dessa vez sinto ele melhor no meu corpo, te parece?
Acertei com a cabeça. Flor ligou o rádio, que passava músicas românticas, e começamos a dançar colados, eu e a Flor.
Meu pau estava muito duro e Babosa, ela se esfregava na pélvis da Flor, que se mexia para senti-la mais para baixo. Então peguei meu pau com a mão e apontei para a virilha da Flor. Ela percebeu o que eu estava fazendo e se acomodou melhor. Meu pau ficou roçando nos lábios da Flor por cima do seu thong, que já estava encharcado — não só pelos seus fluidos, mas também pelos do meu pau. Ela me abraçou forte e começou a respirar ofegante enquanto movia o quadril para frente e para trás num ritmo acelerado. Aproveitei e coloquei as duas mãos acariciando sua bunda, acompanhando o ritmo do quadril dela e sentindo toda a maciez das suas nádegas nas minhas mãos. Ficamos assim por alguns minutos, até que Flor parou de repente e pressionou o corpo dela forte contra o meu.
Flor — Que gostoso que é, meu Deus! Obrigada por fazer isso, Nacho. Não sei o que tá acontecendo comigo, mas quero você aqui todos os dias.
Ela disse sorrindo enquanto nos sentávamos na cama.
Agora era a vez da Maca. Quando virei para olhá-la, ela estava nos encarando e tinha a mão enfiada na buceta, se acariciando com suavidade. Ela me encarou fixamente e tirou a calcinha que estava usando.
Maca — Melhor sem nada, além do mais minha calcinha tá encharcada. Vem, Nacho, agora é a nossa vez de dançar.
Me aproximei dela. Ela era um pouco mais baixa que eu; de pé na minha frente, meus lábios chegavam ao nariz dela. Dançamos colados por alguns segundos, até que senti a mão dela segurando meu pau e guiando-o até sua vagina. Me agachei um pouco e posicionei meu pau acariciando seus lábios. A sensação foi explosiva para nós dois. Nos abraçamos com força enquanto ela movia o quadril, e cada roçada do meu pau nos seus lábios fazia a gente soltar pequenos gemidos. Ficamos assim por alguns segundos, quando de repente ela me abraça forte e se deixa cair na cama da Flor.
Maca — Não é possível, que delícia fazer isso. Não consigo respirar direito, tô como se tivesse corrido uma ladeira.
Me sentei na cadeira enquanto Maca e Flor não paravam de olhar para meu pau e respirar ofegantes. E agora, o que vocês querem? fazer? Vocês são as interessadas em provar coisas.
Eu disse enquanto me aproximei da Maca, sentei ao lado dela, ela estava deitada de costas na cama com os pés no chão e as pernas um pouco abertas, passei meu dedo pela buceta e ela suspirou enquanto meus dedos a percorriam. Olhei nos olhos dela e levei meus dedos, recém-saídos da buceta da Maca, aos meus lábios e os chupei. Me aproximei da Flor e parei na frente dela, segurei meu pau com força e comecei a acariciá-lo.
Flor – Não te dói quando fica assim? Está muito duro.
Nacho – Não, pelo contrário, gosto que fique assim, é muito bom.
Flor – Quero que você passe em mim como na Maca, sem calcinha.
Enquanto dizia isso, ela se levantou. Coloquei minhas mãos nos quadris dela e segurei com meus dedos a borda do seu thong. Comecei a me agachar devagar enquanto puxava sua calcinha com delicadeza, fiquei ajoelhado diante da sua ppk, vendo como a parte que estava grudada nos lábios dela se soltava lentamente por causa do quanto estava molhada.
Tirei o thong por baixo dos pés dela. Antes de me levantar, aproximei meu nariz da sua pelve e, roçando um pouco, inspirei fundo. O aroma era embriagador, não pude resistir e passei minha língua pelos seus lábios até chegar ao seu púbis, que tinha pelos lindos e bem aparados. Repeti essa ação mais duas vezes, até que Flor caiu sentada na cama com a boca aberta e cobrindo o rosto.
Flor – Aaaaaaah, mas que bem que isso foi, me dá muita vergonha. Não tem gosto ruim?
Nacho – Não, pelo contrário, é delicioso o sabor da sua buceta, poderia fazer isso por horas e não me cansaria.
Flor – Não acredito, sério que me diz? Eu adorei, sentia minhas pernas dobrando sozinhas e não aguentei muito, por isso me sentei.
Maca – Agora é minha vez, pode fazer o mesmo comigo...
Ela disse enquanto se tocava na cama deitada. Assim como estava, me coloquei diante dela ainda ajoelhado, peguei suas pernas pelos tornozelos e as levantei, flexionando-as, deixando toda sua... Buceta livre e à disposição da língua, ela segurou suas pernas pelos joelhos enquanto eu aproximava meu rosto de sua virilha.
Comecei a beijá-la pelas bordas de seus lábios, muito devagar me dirigi à parte baixa de sua vagina e notei o rosado de seu ânus, me contive em dar-lhe um beijo por enquanto e segui beijando seus lábios. Depois de alguns beijos, comecei a passar minha língua primeiro por cada lábio, depois pelo meio, desde a parte mais baixa até chegar ao seu clitóris. Senti suas pernas se fecharem, pressionando minha cabeça, e um longo gemido saiu de sua boca. Comecei a beijá-la, minha língua percorria sua vagina, que se molhava mais a cada passada. Quando passava minha língua por seus lábios, toquei seu clitóris, segurei-o com meus lábios e comecei a chupá-lo, brincando com a ponta da língua em seu botãozinho. Esses movimentos a fizeram explodir em um orgasmo que deixou meu rosto encharcado em uma mistura de minha saliva e seus fluidos. Ela pressionou minha cabeça com tanta força e segurou meus cabelos que não pude me levantar até que ela relaxou completamente.
Maca — Haaaaa, nãoooo, não aguento mais!!! Vou fazer xixi... haaaaaaaaaaa.
Foram seus gritos, ela ficou derramada na cama em posição fetal, respirando agitada.
Maca — Isso foi... não consigo explicar o que foi, mas gostei muito, você tem que experimentar, Flor, você não vai acreditar no que se sente...
Florencia estava sentada atrás de mim com as pernas abertas, acariciando sua vagina com as mãos.
Flor — Sim, pude ver como você perdia o controle, agora quero experimentar se a mesma coisa acontece comigo, você vai fazer o mesmo comigo, Nacho?
Ela me pedia isso enquanto se tocava na buceta com uma mão e com a outra tocava os seios, me olhando enquanto mordia os lábios.
A peguei pela cintura e a deitei na cama, ela mesma se posicionou na borda da cama com as pernas suspensas, segurando-as com os braços. Olhei para sua buceta e dava para notar que estava muito molhada, com fluidos escorrendo que deslizavam pelo seu ânus. Passei minha língua bem suave e... pude notar os batimentos e espasmos que eu causava a cada passada, aos poucos fui aumentando a pressão da minha língua e notei como sua buceta se abria cada vez mais, encorajado pelo tesão, posicionei minha língua na parte inferior de seus lábios e pressionei devagar, sentindo como pouco a pouco minha língua se perdia dentro de sua vagina.
Flor segurou minha cabeça com as mãos e me prendeu com suas pernas, começou a mover o quadril no ritmo dos movimentos da minha língua e explodiu num gemido abafado tapado pelas mãos, recebi tudo na minha boca, não podia acreditar no quão deliciosos eram os fluidos, não parei de chupar e lamber suas partes, inclusive quando ela se colocou em posição fetal abri sua bunda e passei a língua várias vezes pelo ânus deixando bem lubrificado.
Flor — Para, Nacho, não aguento mais, por favor, me deixa descansar uns minutos que mal consigo respirar direito.
Nacho — Tudo bem, mas agora sou eu que preciso gozar e relaxar, vão me ajudar ou não? — disse sorrindo.
Flor — Maca, me espera um pouquinho e agora a gente vê o que fazemos juntas para agradecer o Nachito.
Maca — Vai lá, Flor, mas se apressa que tô com muita vontade de segurar o pau dele com minhas mãos e dar um beijo.
Não terminou de dizer e Maca pulou em cima de mim e começou a me beijar apaixonadamente, meteu sua língua na minha boca e nos abraçamos forte enquanto nos beijávamos.
Flor se levantou aos poucos e sentada na cama meteu a mão entre nossos corpos para segurar meu pau e começar a mexê-lo de cima para baixo, uma e outra vez.
Maca se separou de mim e se ajoelhou ficando com a boca na altura do meu pau, enquanto Flor me masturbava, Maca botou a língua para fora e lambeu a cabeça do meu pau, isso fizeram por um tempo até que Flor soltou meu pau e Maca decididamente meteu a cabeça do meu pau na boca, chupando como se fosse um pirulito, sentia o atrito dos lábios e da língua dela, mas também o dos dentes, não podia reclamar, o tesão que eu tinha só queria que continuassem fazendo, depois foi a vez da Flor, quando a Maca tirou da boca, não hesitei em enfiar até a metade na boca dela e chupar com força, deslizando meus lábios até a ponta do meu pau e puxando de repente, deu pra ouvir o barulho de chupão que ecoou no quarto, ela repetiu esse movimento mais algumas vezes, depois soltou meu pau e começou a me masturbar com força, mais alguns movimentos vigorosos foram necessários para que eu começasse a jorrar duas porradas de porra que caíram uma nos peitos da Maca e outra na bochecha da Flor, o resto no chão e na mão da Flor que ainda segurava meu pau com força.
Elas ficaram surpresas ao ver o que saía do meu pau.
A Maca não parou e enfiou meu pau na boca, chupando o sêmen que a cobria, a Flor, ao ver isso, levou à boca o resto que tinha na mão e provou timidamente, aos poucos sua língua limpou sua mão do meu sêmen e ambas riram como crianças que haviam feito uma travessura.
Continua??
No dia seguinte, esperei que Sandra e Vanesa aparecessem para falar com a Flor, mas nenhuma delas apareceu.
Flor se aproximou de mim depois da escola e me perguntou se minhas amigas iam me deixar falar com ela ou se ela tinha que esperar a aprovação delas.
Ela ficou parada, me olhando nos olhos, me deu um beijo na bochecha e foi embora.
Naquele fim de semana, tínhamos uma festa na casa de um colega, marcada para sábado às 17 horas, horário combinado por todos na sala. Sempre começavam cedo porque alguns trabalhavam à noite.
Para meu desgosto, Vanesa e Sandra não puderam ir. Estavam naqueles dias e os incômodos eram muito fortes; não queriam ir nessas condições. Além disso, me disseram que viriam outras festas mais divertidas.
Sem muita motivação, troquei de roupa. Fui de jeans, camiseta branca e tênis de lona preto. Ao chegar na festa, cumprimentei alguns colegas. No final, Florencia me recebeu com um sorriso tímido e um abraço forte. Achei muito estranho, depois daquela conversa esquisita do outro dia, mas recebi com alegria. Gosto de sentir o corpo de uma mulher colado no meu, então aproveitei e segurei sua cintura com uma das mãos.
Ao nos separarmos, notei que ela tinha ficado corada. Olhei para baixo: minha mão ainda estava segurando sua cintura. Tirei-a devagar, olhei nos olhos dela e sorri. Dirigi-me à área das bebidas, peguei um refrigerante e sentei para conversar com uns amigos da sala. Todos zoavam de mim porque nessas últimas semanas eu tinha sumido; queriam saber no que eu estava metido. Mas antes de abrir a boca, todos riram e comentaram que já sabiam que eu estava namorando a Vanesa, que dava pra perceber de longe, e que se a gente não queria que ninguém soubesse, era melhor sermos menos óbvios.
Passaram algumas horas e começaram a dançar com as garotas. Tocavam músicas animadas e, de vez em quando, uma lenta. Eu dançava em grupo e estava me divertindo. De repente, senti alguém puxar meu braço e me levar para um canto. Ao me virar... Descubro que é Florencia.
Flor — Vem, vamos dançar aqui pra gente poder conversar um pouco, Nacho. — me disse enquanto me arrastava para longe de todo mundo.
Nacho — Tá bom, Flor, mas não puxa tão forte.
Flor — Desculpa, mas não quero que ninguém atrapalhe, por isso quero ficar longe do resto.
Nacho — Bom, você me deixou intrigado…
Chegamos no fundo do pátio e ficamos atrás de uns vasos com árvores pequenas que impediam que nos vissem do outro lado.
Mal parei, Flor me envolveu com os braços, encostou o peito no meu e deu pra sentir o corpo dela roçando em mim. Meu cérebro congelou, só acordou pra envolvê-la com meus braços e fazer um pequeno movimento pendular com as pernas pra nos mover no ritmo da música.
Flor — Posso te perguntar o que você faz com a Vanesa e a Sandra? Elas não querem me contar, mas eu vi vocês na última festa bem coladinhos e estão sempre juntos.
Nacho — Somos bons amigos e curtimos a companhia um do outro, além disso todo mundo acha que eu tô namorando a Vanesa.
Flor — Perguntei isso pra Vanesa e ela disse que não estavam namorando, mas que não podia falar mais, que vocês eram muito amigos e ela não queria estragar o que tinham.
Nacho — É verdade, somos bons amigos e não queremos estragar o que temos. E se alguém descobrir, a gente pode se ferrar.
Flor — Bom, mas então eu quero que você me faça sentir o que elas sentiram na festa passada, porque ouvi elas conversando sobre como as duas sentiram seu pau duro nos corpos delas.
Quando ouvi o que ela disse, fiquei olhando pra ela corado. Me acalmei um pouco ao notar que ela também estava vermelha e não conseguia me olhar. Também senti como ela pressionava o quadril no meu e roçava o corpo no meu com movimentos suaves. Não deu pra evitar me sentir um pouco confuso, mas o tesão falou mais alto em mim e fui ficando duro aos poucos.
Nacho — Então tudo isso é porque você quer sentir a mesma coisa que elas no seu corpo?
Flor — Sim, eu tenho… curiosidade e desde aquele dia não paro de pensar no que ouvi, e em lembrar dos desenhos que mostraram na aula de educação sexual.
Nacho - bom, com a gente aconteceu a mesma coisa e o bom de sermos tão amigos é que pudemos tirar as dúvidas entre nós.
Enquanto conversávamos, meu pau ficou bem duro e marcava na minha calça, ela percebeu e se encostou mais em mim.
Flor - que gostoso, eu gosto que esteja assim, tinha muita vontade de sentir como era um de verdade.
Ela dizia isso enquanto sua respiração ficava mais forte e os movimentos da cadeira aceleravam, eu desci minhas mãos e pressionei com mais força sua pélvis contra a minha e, aproveitando o momento, coloquei uma mão sobre uma de suas nádegas, acariciando com delicadeza.
Ela respondeu colocando a cabeça no meu ombro e se deixando levar. Não sei quanto tempo ficamos assim, só sei que do nada Flor parou e me disse que queria ir embora, que por favor a acompanhasse até sua casa, eu balancei a cabeça concordando, ela morava perto da praça de Martínez e não era longe para irmos a pé.
Nos despedimos de todos e seguimos em silêncio em direção à praça, no caminho não falamos muito, mas ela não soltava minha mão, como se eu fosse seu namorado e ela não quisesse que eu fugisse.
Ao chegar na praça, Flor me pede para nos sentarmos em um dos bancos do centro. Já eram 20 horas e estava um pouco escuro, embora a praça estivesse iluminada, aquela parte não tinha tanta luz, ainda passavam algumas pessoas passeando com seus cachorros pela praça, mas elas passavam pelos arredores e nós estávamos no centro da praça sentados em um banco de madeira.
Ela estava linda, um vestido branco que chegava um pouco acima dos joelhos e sandálias baixas combinando, usava sutiã branco e imaginei que sua calcinha fosse da mesma cor.
Já sentados um ao lado do outro, ela me encara fixamente...
Flor - Nacho, eu prometo não contar nada do que acontece entre vocês, você me contaria um pouco o que fazem? Porque se tudo começou com o Igualzinho ao que fizemos na festa, com certeza fazem mais coisas.
Não dava pra negar, era muito óbvio que a gente tava numa situação esquisita com as meninas e a Flor percebeu.
Nacho - É verdade, a gente faz mais algumas coisas, mas só se você quiser saber mais, a gente tem que se reunir todo mundo e você comenta com as meninas pra elas te contarem.
Flor - Tá bom, mas agora que eu sei que vocês tão fazendo algo a mais, eu te peço pra me deixar sentir seu pau de novo, mas com as minhas mãos.
Lentamente ela encostou o corpo no meu, nem deu tempo de responder que ela já tinha a mão acariciando meu pau por cima do jeans. Ele ficou duro na hora e deu um pulinho, a Flor sentiu esse movimento, abriu os olhos e sorriu.
Flor - O que foi isso? Tá bem? Tá doendo?
Nacho - Tô bem, foi um pequeno espasmo de excitação, porque eu gosto do que você tá fazendo.
Enquanto dizia isso, levei minha mão mais perto da perna dela e apoiei na coxa, acariciando a parte interna. Ela, ao sentir, também deu um pequeno salto e soltou uma respiração profunda, quase como um pequeno gemido.
Nacho - Tá bem?
Flor - Tô, só que sua mão me surpreendeu, mas não tira não, tá gostoso.
Ela fechava os olhos e mordia o lábio inferior. Ao ver essa expressão, me animei a ir um pouco mais longe. Meti minha mão por baixo do vestido dela e cheguei a acariciar a coxa no limite da virilha, roçando com o dedo mindinho a costura da calcinha.
Subia e descia meu dedo pela borda da virilha dela, de vez em quando esticava um pouco o dedo, acariciando o púbis e a parte superior dos lábios vaginais por cima da calcinha. Eu tava tão excitado que não prestava atenção nos arredores. Senti de repente um aperto forte no meu pau, ela tava segurando firme com a mão por cima da minha calça e movendo de cima pra baixo. Me excitei e, no movimento, minha mão se posou sobre a pélvis dela e fiquei quieto uns segundos. Percebi o que a gente tava fazendo e decidi ir ainda mais longe, passei toda minha mão... guiada pelo meu dedo do meio acariciando seu púbis, fui descendo devagar até chegar a acariciar seus lábios com meu dedo do meio, pressionei com força e sentindo o quanto sua roupa estava molhada, ouvi um gemido profundo que saiu de sua boca e como ela soltou meu pau de repente, abriu os olhos me olhou se levantou, assim como foi esse encontro fugaz, saiu correndo para sua casa, fiquei sentado com a mão no ar, me surpreendeu a reação mas não pude evitar levar a mão ao nariz e sentir o aroma daquela buceta, não podia acreditar no quão delicioso ela cheirava e assim fui para minha casa, cheirando meu dedo, ao chegar só tive que me despir no meu quarto e me masturbar algumas vezes para descarregar toda a porra e tesão que tinha sobre meu peito e abdômen, fiquei dormindo todo melado.
Acordei naquela manhã com o barulho do telefone fixo, e minha mãe gritando meu nome, era para mim.
Atendi o telefone e para minha surpresa era Florencia.
Flor- oi nacho você pode vir hoje em casa à tarde, preciso que a gente termine o projeto para segunda.
No fundo ouço a mãe da flor, lembrando que hoje iam para La Plata passar o dia com os avós.
Flor- Mãe.. não esquece que tenho que terminar a tarefa hoje de qualquer jeito e falta muito não vou poder ir.
Desculpa nacho mas você vai poder vir?....Por favor me diz que sim..
Nacho- ok Flor, a que hora a gente se vê?
Flor- Assim que puder vem que minha família daqui a pouco vai embora.
Nacho- ok daqui a pouco nos vemos.
Desliguei o telefone e fui tomar banho com a cabeça uma bagunça, não entendia essa ligação depois do que aconteceu ontem à noite e muito menos essa história de projeto.
Cheguei na casa da Flor por volta das 11h, levei minha mochila da faculdade por precaução e ao tocar a campainha ela me atendeu, meu olhar ficou preso em suas pernas, ela estava de short curto, que mal cobria sua bunda e uma camiseta que chegava até o umbigo e descalça, me convida a entrar e pede para deixar as coisas na sala, há uma mesa com várias pastas solta e livrosabertos, deixei minha mochila em uma cadeira e peguei uma pasta de matemática, que era a matéria que vi que estava nos cartazes.
Flor - Aqui tem um copo d'água, Nacho. Deixa suas coisas aqui e vem comigo, por favor.
Tomei a água e a segui. Não conseguia parar de olhar para seus quadris e o volume do seu bumbum. Ela parou em frente ao quarto, abriu a porta e entramos.
Me sentei em uma cadeira pequena em frente a uma escrivaninha, e ela na beirada da cama. Ela não me olhava nos olhos, mas notei que estava corada e com o olhar esquivo.
Nacho - Flor, se foi por ontem à noite, peço desculpas pelo meu atrevimento. Só que me senti muito excitado quando você segurou meu pau tão forte que não pude evitar tocar sua virilha.
Flor - Não é isso, Nacho. Me perdoa você pela reação, mas foi a primeira vez que me senti assim. Já tinha tido essa sensação esses dias, mas isso foi tão forte que senti que fiz xixi e, por vergonha, saí correndo para casa. Quando cheguei, fui ao banheiro e percebi que não era xixi e que minha calcinha estava toda molhada. Minha buceta estava muito quente e, quando me esfreguei, não consegui parar de me tocar até me sentir exausta e livre. Não sei como explicar o quão bom foi quando tudo acabou.
Só que acordei e queria te ligar primeiro para pedir desculpas por ter ido embora assim ontem à noite e para te perguntar se a gente podia repetir.
Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo e no tesão que estava sentindo. Tinha o pau duríssimo e, com o short que estava usando, dava para notar muito a ereção. Tentei olhar para ela, mas ela continuava esquiva, esperando minha resposta.
Nacho - Tudo bem, Flor, não se preocupa. Pensei que você estava brava, mas comigo aconteceu a mesma coisa. Fiquei muito excitado e, quando cheguei em casa, tive que me masturbar para conseguir dormir.
Flor - Você se masturbou porque eu te toquei ontem à noite?
Nacho - Sim, gostei muito do que aconteceu ontem à noite e, acredite, curti muito. Claro que podemos repetir.
Nesse momento, ela se atirou sobre mim, me abraçou e, sorrindo... Nervios meio, obrigado por não ficar bravo e por entender. Eu fiz o mesmo, segurei ela pela cintura e, já com mais confiança, acariciei sua coxa por baixo do short, quase como se fosse um acidente. Ela percebeu, mas não disse nada, se soltou de mim e voltou para seu lugar na cama.
Flor – Vem sentar aqui do meu lado. – disse ela, batendo na cama como quem chama o cachorro.
Obedeci e me sentei à sua esquerda, deixando minha mão habilidosa sobre sua perna. Sua mão foi direto no meu pau e apertou com força, começou a se mover percorrendo todo o meu pênis por cima da calça, desde a cabeça até chegar nas bolas. Fiquei parado por alguns segundos enquanto presenciava o que estava acontecendo. Devagar, comecei a mover minha mão e a coloquei diretamente sobre sua pelve. Flor moveu o corpo e se posicionou mais na beirada da cama para me deixar tocar suas partes mais livremente. Minha mão percorreu toda a sua pelve até que meus dedos encontraram seus lábios vaginais. Sem pensar, meus dedos pressionaram forte sobre sua calça. Ela fechou os olhos e gemeu devagar. Justo nesse momento, tocou a campainha da casa dela.
Flor – Me espera aqui, já volto, vou ver quem é.
Nacho – Tá bom, mas é melhor eu descer com você, não vão ser seus pais...
Flor – Não, tranquilo, com certeza é a Macarena.
Ela me respondeu já caminhando pelo corredor que dava até a porta. Ouvi uns murmúrios e cumprimentos e, em alguns segundos, apareceu a Flor primeiro e, atrás dela, sua melhor amiga Maca. Ela estava usando um short largo cor salmão e uma camiseta branca colada ao corpo que destacava sua figura. Ela não era muito magra e não tinha muito peito ou bunda, mas vestida assim, ela estava muito gostosa.
Maca – Oi, Nacho, tudo bem?
Nacho – Tudo, me juntei com a Flor para terminar um trabalho.
Flor – Relaxa, Nacho, a Maca já sabe de tudo. Contei pra ela sobre ontem à noite na festa, o que aconteceu na praça e depois em casa. Por isso ela está aqui, é minha melhor amiga e a convidei para que ela também pudesse ver e sentir o que eu.
Maca – É, Nacho, quando eu... contou o que aconteceu, não consegui parar de pensar nisso e comecei a me sentir estranha, meu coração batia forte e sentia necessidade de tocar meus seios e acariciar minha virilha. A verdade é que me sentia muito bem assim e gostei muito, por isso insisti com a Flor para te convidar para a casa dela e podermos experimentar a mesma coisa que ontem à noite.
Fiquei gelado com o que ouvia, vi como ambas coraram quando contaram e senti meu coração começar a bater muito forte. Naquele momento, meu pau estava muito duro e queria rasgar a calça e sair expulso.
Nacho - bom, disse com um fio de voz, mas isso que vamos fazer não pode sair de nós três, por favor, não contem pra mais ninguém.
Falei muito sério, olhando fixamente para a Flor.
Flor - desculpa, Nacho, ela é minha melhor amiga, não podia esconder isso dela. Além disso, ela não vai contar nada. Né, Maca...
Maca - sim, com certeza não vou comentar nada do que acontecer aqui.
Nacho - ok, então senta naquela cadeira, e você, Flor, volta a sentar do meu lado.
Ambas se sentaram e a Flor levou a mão direto pro meu pau, que continuava duro pelo que tinha ouvido. Me concentrei na Flor e voltei a meter minha mão entre as pernas dela. Agora ela estava mais relaxada, sentou bem na beirada e abriu mais as pernas para me deixar tocá-la mais à vontade.
Ao separar mais as pernas, o short que ela usava deixou ver sua calcinha e como já estava úmida pelos seus fluidos. Meti minha mão por dentro da calça dela e comecei a acariciar seus lábios com meus dedos indicador e anelar. Com o dedo do meio, percorri sua buceta pressionando aos poucos, molhando ainda mais sua calcinha. Ficamos assim por alguns minutos até que a Flor parou.
Flor - Nacho, por que você não tira a calça? Porque você está me tocando por baixo da minha e é muito bom, e a verdade é que eu também quero tocar mais.
Nacho - bom, Flor, mas já que estamos aqui, por que não tiramos a roupa e ficamos só de calcinha/cueca? Assim você vê o que quer ver e eu também te... Parece melhor.
Flor - Sim, melhor, e você, Maca, faz o mesmo.
Maca - Sim, gato, eu sigo eles, mas me deixa te tocar um pouco, Nacho, assim de pé, por favor.
Acertei com a cabeça e fiquei em pé. Maca se aproximou de mim e começou a amassar meu pau por cima da calça, enquanto eu desabotoçava, baixava o zíper e deixava cair no chão. Maca percebeu e logo pegou meu pau por cima da cueca, que já estava molhada na ponta. Enquanto Flor se despia, Maca e eu nos tocávamos. Meti a mão por baixo da calça da Maca, e foi tão fácil que, ao movê-la em direção ao seu púbis, entrou por baixo da sua calcinha e cheguei a tocar seus pelos e seus lábios molhados pela excitação. Meu dedo acariciou seu clitóris. Maca soltou um gemido enquanto apoiava a cabeça no meu ombro e apertava meu pau com força. Movi meu dedo mais algumas vezes, percorrendo o máximo que podia sua buceta, e ela mordia meu ombro a cada movimento. Parei, tirei minha mão bem devagar, ela soltou meu pau, recuou e começou a tirar a roupa. Foi tão rápido que mal consegui ver a Flor, que estava de sutiã e calcinha branca, quando vi a Maca ficar só de calcinha.
Devo ter tido o olhar perdido, porque não conseguia me concentrar. Flor se aproximou por trás e tirou minha camiseta. Fiquei só de cueca e, antes de voltar a me sentar ao lado da Flor, Maca se ajoelhou na minha frente e baixou minha cueca de uma vez, deixando meu pau pulando na frente das duas.
Elas abriram os olhos bem grandes e ficaram muito coradas. Não paravam de olhar meu pau, então peguei ele com a mão direita e subi e desci a cabeça algumas vezes, como se estivesse me masturbando.
Nacho - Bom, agora que já estão vendo, o que é que querem fazer?
Perguntei enquanto tocava meu pau na frente delas.
Flor - Podemos dançar como ontem à noite, assim dessa vez sinto ele melhor no meu corpo, te parece?
Acertei com a cabeça. Flor ligou o rádio, que passava músicas românticas, e começamos a dançar colados, eu e a Flor.
Meu pau estava muito duro e Babosa, ela se esfregava na pélvis da Flor, que se mexia para senti-la mais para baixo. Então peguei meu pau com a mão e apontei para a virilha da Flor. Ela percebeu o que eu estava fazendo e se acomodou melhor. Meu pau ficou roçando nos lábios da Flor por cima do seu thong, que já estava encharcado — não só pelos seus fluidos, mas também pelos do meu pau. Ela me abraçou forte e começou a respirar ofegante enquanto movia o quadril para frente e para trás num ritmo acelerado. Aproveitei e coloquei as duas mãos acariciando sua bunda, acompanhando o ritmo do quadril dela e sentindo toda a maciez das suas nádegas nas minhas mãos. Ficamos assim por alguns minutos, até que Flor parou de repente e pressionou o corpo dela forte contra o meu.
Flor — Que gostoso que é, meu Deus! Obrigada por fazer isso, Nacho. Não sei o que tá acontecendo comigo, mas quero você aqui todos os dias.
Ela disse sorrindo enquanto nos sentávamos na cama.
Agora era a vez da Maca. Quando virei para olhá-la, ela estava nos encarando e tinha a mão enfiada na buceta, se acariciando com suavidade. Ela me encarou fixamente e tirou a calcinha que estava usando.
Maca — Melhor sem nada, além do mais minha calcinha tá encharcada. Vem, Nacho, agora é a nossa vez de dançar.
Me aproximei dela. Ela era um pouco mais baixa que eu; de pé na minha frente, meus lábios chegavam ao nariz dela. Dançamos colados por alguns segundos, até que senti a mão dela segurando meu pau e guiando-o até sua vagina. Me agachei um pouco e posicionei meu pau acariciando seus lábios. A sensação foi explosiva para nós dois. Nos abraçamos com força enquanto ela movia o quadril, e cada roçada do meu pau nos seus lábios fazia a gente soltar pequenos gemidos. Ficamos assim por alguns segundos, quando de repente ela me abraça forte e se deixa cair na cama da Flor.
Maca — Não é possível, que delícia fazer isso. Não consigo respirar direito, tô como se tivesse corrido uma ladeira.
Me sentei na cadeira enquanto Maca e Flor não paravam de olhar para meu pau e respirar ofegantes. E agora, o que vocês querem? fazer? Vocês são as interessadas em provar coisas.
Eu disse enquanto me aproximei da Maca, sentei ao lado dela, ela estava deitada de costas na cama com os pés no chão e as pernas um pouco abertas, passei meu dedo pela buceta e ela suspirou enquanto meus dedos a percorriam. Olhei nos olhos dela e levei meus dedos, recém-saídos da buceta da Maca, aos meus lábios e os chupei. Me aproximei da Flor e parei na frente dela, segurei meu pau com força e comecei a acariciá-lo.
Flor – Não te dói quando fica assim? Está muito duro.
Nacho – Não, pelo contrário, gosto que fique assim, é muito bom.
Flor – Quero que você passe em mim como na Maca, sem calcinha.
Enquanto dizia isso, ela se levantou. Coloquei minhas mãos nos quadris dela e segurei com meus dedos a borda do seu thong. Comecei a me agachar devagar enquanto puxava sua calcinha com delicadeza, fiquei ajoelhado diante da sua ppk, vendo como a parte que estava grudada nos lábios dela se soltava lentamente por causa do quanto estava molhada.
Tirei o thong por baixo dos pés dela. Antes de me levantar, aproximei meu nariz da sua pelve e, roçando um pouco, inspirei fundo. O aroma era embriagador, não pude resistir e passei minha língua pelos seus lábios até chegar ao seu púbis, que tinha pelos lindos e bem aparados. Repeti essa ação mais duas vezes, até que Flor caiu sentada na cama com a boca aberta e cobrindo o rosto.
Flor – Aaaaaaah, mas que bem que isso foi, me dá muita vergonha. Não tem gosto ruim?
Nacho – Não, pelo contrário, é delicioso o sabor da sua buceta, poderia fazer isso por horas e não me cansaria.
Flor – Não acredito, sério que me diz? Eu adorei, sentia minhas pernas dobrando sozinhas e não aguentei muito, por isso me sentei.
Maca – Agora é minha vez, pode fazer o mesmo comigo...
Ela disse enquanto se tocava na cama deitada. Assim como estava, me coloquei diante dela ainda ajoelhado, peguei suas pernas pelos tornozelos e as levantei, flexionando-as, deixando toda sua... Buceta livre e à disposição da língua, ela segurou suas pernas pelos joelhos enquanto eu aproximava meu rosto de sua virilha.
Comecei a beijá-la pelas bordas de seus lábios, muito devagar me dirigi à parte baixa de sua vagina e notei o rosado de seu ânus, me contive em dar-lhe um beijo por enquanto e segui beijando seus lábios. Depois de alguns beijos, comecei a passar minha língua primeiro por cada lábio, depois pelo meio, desde a parte mais baixa até chegar ao seu clitóris. Senti suas pernas se fecharem, pressionando minha cabeça, e um longo gemido saiu de sua boca. Comecei a beijá-la, minha língua percorria sua vagina, que se molhava mais a cada passada. Quando passava minha língua por seus lábios, toquei seu clitóris, segurei-o com meus lábios e comecei a chupá-lo, brincando com a ponta da língua em seu botãozinho. Esses movimentos a fizeram explodir em um orgasmo que deixou meu rosto encharcado em uma mistura de minha saliva e seus fluidos. Ela pressionou minha cabeça com tanta força e segurou meus cabelos que não pude me levantar até que ela relaxou completamente.
Maca — Haaaaa, nãoooo, não aguento mais!!! Vou fazer xixi... haaaaaaaaaaa.
Foram seus gritos, ela ficou derramada na cama em posição fetal, respirando agitada.
Maca — Isso foi... não consigo explicar o que foi, mas gostei muito, você tem que experimentar, Flor, você não vai acreditar no que se sente...
Florencia estava sentada atrás de mim com as pernas abertas, acariciando sua vagina com as mãos.
Flor — Sim, pude ver como você perdia o controle, agora quero experimentar se a mesma coisa acontece comigo, você vai fazer o mesmo comigo, Nacho?
Ela me pedia isso enquanto se tocava na buceta com uma mão e com a outra tocava os seios, me olhando enquanto mordia os lábios.
A peguei pela cintura e a deitei na cama, ela mesma se posicionou na borda da cama com as pernas suspensas, segurando-as com os braços. Olhei para sua buceta e dava para notar que estava muito molhada, com fluidos escorrendo que deslizavam pelo seu ânus. Passei minha língua bem suave e... pude notar os batimentos e espasmos que eu causava a cada passada, aos poucos fui aumentando a pressão da minha língua e notei como sua buceta se abria cada vez mais, encorajado pelo tesão, posicionei minha língua na parte inferior de seus lábios e pressionei devagar, sentindo como pouco a pouco minha língua se perdia dentro de sua vagina.
Flor segurou minha cabeça com as mãos e me prendeu com suas pernas, começou a mover o quadril no ritmo dos movimentos da minha língua e explodiu num gemido abafado tapado pelas mãos, recebi tudo na minha boca, não podia acreditar no quão deliciosos eram os fluidos, não parei de chupar e lamber suas partes, inclusive quando ela se colocou em posição fetal abri sua bunda e passei a língua várias vezes pelo ânus deixando bem lubrificado.
Flor — Para, Nacho, não aguento mais, por favor, me deixa descansar uns minutos que mal consigo respirar direito.
Nacho — Tudo bem, mas agora sou eu que preciso gozar e relaxar, vão me ajudar ou não? — disse sorrindo.
Flor — Maca, me espera um pouquinho e agora a gente vê o que fazemos juntas para agradecer o Nachito.
Maca — Vai lá, Flor, mas se apressa que tô com muita vontade de segurar o pau dele com minhas mãos e dar um beijo.
Não terminou de dizer e Maca pulou em cima de mim e começou a me beijar apaixonadamente, meteu sua língua na minha boca e nos abraçamos forte enquanto nos beijávamos.
Flor se levantou aos poucos e sentada na cama meteu a mão entre nossos corpos para segurar meu pau e começar a mexê-lo de cima para baixo, uma e outra vez.
Maca se separou de mim e se ajoelhou ficando com a boca na altura do meu pau, enquanto Flor me masturbava, Maca botou a língua para fora e lambeu a cabeça do meu pau, isso fizeram por um tempo até que Flor soltou meu pau e Maca decididamente meteu a cabeça do meu pau na boca, chupando como se fosse um pirulito, sentia o atrito dos lábios e da língua dela, mas também o dos dentes, não podia reclamar, o tesão que eu tinha só queria que continuassem fazendo, depois foi a vez da Flor, quando a Maca tirou da boca, não hesitei em enfiar até a metade na boca dela e chupar com força, deslizando meus lábios até a ponta do meu pau e puxando de repente, deu pra ouvir o barulho de chupão que ecoou no quarto, ela repetiu esse movimento mais algumas vezes, depois soltou meu pau e começou a me masturbar com força, mais alguns movimentos vigorosos foram necessários para que eu começasse a jorrar duas porradas de porra que caíram uma nos peitos da Maca e outra na bochecha da Flor, o resto no chão e na mão da Flor que ainda segurava meu pau com força.
Elas ficaram surpresas ao ver o que saía do meu pau.
A Maca não parou e enfiou meu pau na boca, chupando o sêmen que a cobria, a Flor, ao ver isso, levou à boca o resto que tinha na mão e provou timidamente, aos poucos sua língua limpou sua mão do meu sêmen e ambas riram como crianças que haviam feito uma travessura.
Continua??
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