Já faz uma semana desde o acontecido, ainda guardo na memória o jeito que o Don olhava da porta e não parava de pensar no que teria acontecido se eu deixasse ele chegar perto da buceta da Sara. Poucas vezes a gente conversou sobre incluir alguém na nossa intimidade, e quando a gente falava, eram só fantasias sem pé nem cabeça. Nessa época do ano, a casa costuma ficar bem vazia, a maioria dos moradores tem emprego de tempo integral, menos eu, que trabalho de casa, e o velho parece que vive de fotografia. Sei disso porque às vezes entrei no quarto dele e vi umas câmeras descartáveis e uns rolos de filme. Isso deixava a situação ainda mais desconfortável, já que ele era a única pessoa com quem eu tinha que conviver nessa casa. Eu tentava evitar contato o máximo possível, às vezes ficando no meu quarto por horas, mas num espaço fechado era inevitável dar de cara com ele andando pela casa, vendo TV ou fazendo comida. E essa foi uma dessas vezes. Já era bem tarde quando fui jantar. Não sou bom na cozinha, então minhas opções eram coisas simples: peguei um pouco de presunto e duas fatias de pão. Segundos depois, vi o velho sair do quarto dele. Curiosamente, ele saiu na hora que eu fiz barulho com a colher na maionese. Não diria que ele estava me esperando, mas minha mente fez questão de pensar isso. Don falou numa boa. D: Boa noite, Carlos. O que cê tá fazendo? Y: Nada, senhor, só preparando minha janta. D: Mas é isso que você vai comer? Por isso que você é tão magrelo, isso é migalha. Espera aí que eu te preparo algo. Cê gosta de hambúrguer? Sem chance de recusar, o velho foi até a geladeira e começou a tirar um monte de coisa. Continuei preparando minha janta, tentando ignorar ele de propósito, mas Don continuava sendo educado. D: Cê vai ver, essa janta vai ser melhor que qualquer outra. O silêncio tomou conta da cozinha, o único barulho era a chama do fogão acesa. Aí o silêncio foi... Arrebatado por uma pergunta, até normal, mas naquele contexto me deu calafrios. D: E a sua namorada, por que não veio? O nervosismo fez eu deixar cair o pão, levantei rápido e larguei tudo na bancada sem virar pra olhar ele. Y: Ela... Tá com muito trampo, não sobrou tempo pra vir. D: Que pena, até eu sinto falta da presença dela aqui em casa. Y: É, bom, talvez ela venha logo, não sei. Eu gaguejava respostas simples, escondendo o tremor que se formava nas minhas mãos. D: Tomara, porque não aguento mais um dia sem os gritos dela. Congelei, queria acreditar que tinha entendido errado o que ele disse, então me virei pra olhar ele e minha surpresa foi maior quando descobri que o Don nem tava cozinhando, pelo contrário, só segurava o celular numa mão e com a outra tava pegando na pica dele por baixo da calça. Não sabia no que devia prestar mais atenção.
Y: Com licença?
D: Uff, nada, só tava vendo aqui o que gravei naquela vez. Você tem uma puta de luxo.
Minha mão alcançou a espátula de madeira que eu tava usando pra preparar minha janta. Claramente não daria pra fazer nada com algo tão insignificante, mas minhas ideias não eram lógicas depois daquele comentário. O velho filho da puta tinha gravado tudo e eu nem percebi.
Y: Cê tá falando sério? Seu velho nojento.
Minha raiva aumentava vendo o senhor menosprezar minha reação, continuando com o aperto firme e o áudio do celular no volume máximo. Sinceramente, tava com medo. Apesar da idade dele, em nenhum momento achei que conseguiria vencê-lo se precisasse brigar, então só fiquei olhando pra ele sem esconder minha fúria.
D: Olha, mano. Não esquenta, ou pelo menos não assim, haha. A verdade é que te ver com aquela gostosa me faz ferver a pica, então vou ser direto. Quero que você me empreste ela.
Y: Cê tá maluco, seu velho desgraçado!
A mesma mistura de emoção se intensificou como naquela vez, atordoado entre raiva, nojo, ciúmes e uma excitação crescente refletida no short cinza que eu tava usando.
D: Vê como você fica só de pensar nisso. Mulheres assim precisam conhecer uma pica de verdade, e eu tô disposto a ensinar. Mas tudo bem, talvez eu tenha me precipitado. Vou te dar outra opção: ou você me deixa comer a bunda dela ou me deixa gozar na cara dela enquanto você grava.
Esse porco velho realmente esperava que eu aceitasse alguma opção. Tava no limite, pronto pra brigar, mas com a pouca consciência que me restava, pensei racionalmente. Esse senhor representava uma renda importante pra casa. Além de pagar o aluguel, ele também se oferecia pra ajudar com as contas básicas. Sem tudo isso, provavelmente teria muitos problemas depois. Então tava encurralado, à mercê do Seu.
Y: Tá bom, vou fazer a segunda opção, mas só isso, nada mais.
D: Isso quem decide sou eu.
Ele foi pro quarto dele, deixando pra fora tudo que tinha tirado da geladeira. Enquanto eu arrumava tudo, ficava pensando em como ia conseguir realizar o pedido. Don: Qual seria a reação da Sara se eu fosse pedir isso diretamente? Precisava bolar um plano pro dia seguinte, então aquela noite quase não dormi. Minha mina chegou no fim da tarde do dia seguinte, irradiando beleza como sempre. A gente começou a conversar rapidinho no meu quarto, com a dificuldade de esconder o nervosismo que me dava saber o que ia rolar agora, mas não tinha outra escolha, então comecei meu plano.
Y: Ei, amor, cê topa experimentar uma parada diferente?
S: Diferente como?
Levantei da cama e fui até o armário, peguei uma venda que às vezes uso pra dormir, cheguei perto dela e entreguei. Ela entendeu na hora e, com um sorriso, colocou a venda, virou de costas e se deitou na cama. Tava usando uma saia curta que deixava a bunda dela bem à mostra, além de uma fio dental que não cobria nada.
Fala quando quiser, céu~ Tirei meu pau pra fora, que endureceu rapidinho com a posição tentadora da minha mina, e quando tava pronto pra meter, olhei pra porta. Ela foi se abrindo devagar enquanto o velho entrava, meus nervos foram pro espaço, mas antes que eu reclamasse, ele me parou fazendo um gesto de silêncio. Simplesmente baixou as calças, mostrando o pau duro dele, e sentou na cadeira da minha escrivaninha com vista direta pra cama. Não queria aceitar, mas essa situação me deixou com mais tesão ainda. Não perguntei mais nada, só enfiei meu pau na Sara, que já tava rebolando a bunda impaciente. Me limitei a segurar os quadris dela e ajudar o movimento do corpo enquanto o velho se masturbava a uma distância relativa.
A-ai, meu amor, sim, sim, mete essa rola na minha buceta, vai" A culpa misturada com tesão era viciante, fiz de tudo pra Sara gritar bem alto e ter o diálogo mais quente que eu conseguisse, batendo forte na bunda dela até deixar a marca vermelha visível da minha mão e pegando a buceta dela num ritmo constante.
Ai! sim, sim, sim... assim~! vai fundo, mete mais forte, vai meu amor". Tava curtindo pra caralho, mas fui interrompido pelo velho que levantou da cadeira mexendo a pica dele, entendi que ele ia gozar, foi quando minha garganta fechou e eu senti meu coração bater numa velocidade que dava pra reconhecer. Olhei um instante pra Sara, que tava totalmente alheia ao que rolava, e tirei minha pica completamente coberta pelos fluidos dela.
S: "O que foi, meu amor~?"
Y: "Quero gozar na sua boca, vem e bate uma pra mim se você quer seu gozo."
Sara, com dificuldade, se levantou e na hora se ajoelhou, colocou as mãos pra frente procurando minha pica, e o velho se apressou pra ficar na frente dela. Sara pegou a pica dele, felizmente parecia que não distinguia os tamanhos, e começou o trabalho, segurando a ereção do Don. O velho me entregou o celular dele já com o vídeo pronto e eu comecei a filmar tudo.
Tava com a garganta seca, sentindo o tesão por completo enquanto batia uma olhando. Por um momento achei que isso ia ser fácil de aguentar, mas Sara deixou tudo muito mais complicado.
Pô, amor. Tua buceta tá bem sequinha. Na sequência, ela abriu a boca e enfiou o pau do velho inteiro. Eu quis intervir, mas o cara colocou a mão no meu peito enquanto curtia aquele ato inesperado. Agora minha namorada tava chupando ele do mesmo jeito que chupa em mim. O velho safado agarrou o cabelo da Sara e começou a foder a boca dela como se nada, dava pra ouvir os engasgos dela e como ela tava gostando, enquanto eu me esforçava pra ficar parado.
Passaram minutos eternos pra mim até que o Don finalmente tirasse a pica da boca e gozasse, jogando uma quantidade impressionante de porra em cima da Sara, que ficou parada e de boca aberta recebendo o que dava.
Depois de alguns segundos, parecia que ela ia tirar a máscara, então me apressei pra ficar na frente dela enquanto Don me arrancava o celular e saía correndo do quarto, conseguindo fechar a porta em silêncio. A Sara me olhava satisfeita, esfregando o que restava nos peitos dela — aquela visão era insuportável. Peguei ela pelo cabelo, enfiando meu pau na boca dela, e o gozo foi quase na hora. Ela, primeiro confusa, segurou toda a porra na boca e depois engoliu.

S:Uff, minha vida~ Duas vezes seguidas? Tava há muito tempo sem me ver~ Ela ria enquanto eu processava o que tinha acabado de acontecer, sem conseguir entender direito o que sentia, o que devia fazer agora...
Y: Com licença? D: Uff, nada, só tava vendo aqui o que gravei naquela vez. Você tem uma puta de luxo.
Minha mão alcançou a espátula de madeira que eu tava usando pra preparar minha janta. Claramente não daria pra fazer nada com algo tão insignificante, mas minhas ideias não eram lógicas depois daquele comentário. O velho filho da puta tinha gravado tudo e eu nem percebi.
Y: Cê tá falando sério? Seu velho nojento.
Minha raiva aumentava vendo o senhor menosprezar minha reação, continuando com o aperto firme e o áudio do celular no volume máximo. Sinceramente, tava com medo. Apesar da idade dele, em nenhum momento achei que conseguiria vencê-lo se precisasse brigar, então só fiquei olhando pra ele sem esconder minha fúria.
D: Olha, mano. Não esquenta, ou pelo menos não assim, haha. A verdade é que te ver com aquela gostosa me faz ferver a pica, então vou ser direto. Quero que você me empreste ela.
Y: Cê tá maluco, seu velho desgraçado!
A mesma mistura de emoção se intensificou como naquela vez, atordoado entre raiva, nojo, ciúmes e uma excitação crescente refletida no short cinza que eu tava usando.
D: Vê como você fica só de pensar nisso. Mulheres assim precisam conhecer uma pica de verdade, e eu tô disposto a ensinar. Mas tudo bem, talvez eu tenha me precipitado. Vou te dar outra opção: ou você me deixa comer a bunda dela ou me deixa gozar na cara dela enquanto você grava.
Esse porco velho realmente esperava que eu aceitasse alguma opção. Tava no limite, pronto pra brigar, mas com a pouca consciência que me restava, pensei racionalmente. Esse senhor representava uma renda importante pra casa. Além de pagar o aluguel, ele também se oferecia pra ajudar com as contas básicas. Sem tudo isso, provavelmente teria muitos problemas depois. Então tava encurralado, à mercê do Seu.
Y: Tá bom, vou fazer a segunda opção, mas só isso, nada mais.
D: Isso quem decide sou eu.
Ele foi pro quarto dele, deixando pra fora tudo que tinha tirado da geladeira. Enquanto eu arrumava tudo, ficava pensando em como ia conseguir realizar o pedido. Don: Qual seria a reação da Sara se eu fosse pedir isso diretamente? Precisava bolar um plano pro dia seguinte, então aquela noite quase não dormi. Minha mina chegou no fim da tarde do dia seguinte, irradiando beleza como sempre. A gente começou a conversar rapidinho no meu quarto, com a dificuldade de esconder o nervosismo que me dava saber o que ia rolar agora, mas não tinha outra escolha, então comecei meu plano.
Y: Ei, amor, cê topa experimentar uma parada diferente?
S: Diferente como?
Levantei da cama e fui até o armário, peguei uma venda que às vezes uso pra dormir, cheguei perto dela e entreguei. Ela entendeu na hora e, com um sorriso, colocou a venda, virou de costas e se deitou na cama. Tava usando uma saia curta que deixava a bunda dela bem à mostra, além de uma fio dental que não cobria nada.
Fala quando quiser, céu~ Tirei meu pau pra fora, que endureceu rapidinho com a posição tentadora da minha mina, e quando tava pronto pra meter, olhei pra porta. Ela foi se abrindo devagar enquanto o velho entrava, meus nervos foram pro espaço, mas antes que eu reclamasse, ele me parou fazendo um gesto de silêncio. Simplesmente baixou as calças, mostrando o pau duro dele, e sentou na cadeira da minha escrivaninha com vista direta pra cama. Não queria aceitar, mas essa situação me deixou com mais tesão ainda. Não perguntei mais nada, só enfiei meu pau na Sara, que já tava rebolando a bunda impaciente. Me limitei a segurar os quadris dela e ajudar o movimento do corpo enquanto o velho se masturbava a uma distância relativa.
A-ai, meu amor, sim, sim, mete essa rola na minha buceta, vai" A culpa misturada com tesão era viciante, fiz de tudo pra Sara gritar bem alto e ter o diálogo mais quente que eu conseguisse, batendo forte na bunda dela até deixar a marca vermelha visível da minha mão e pegando a buceta dela num ritmo constante.
Ai! sim, sim, sim... assim~! vai fundo, mete mais forte, vai meu amor". Tava curtindo pra caralho, mas fui interrompido pelo velho que levantou da cadeira mexendo a pica dele, entendi que ele ia gozar, foi quando minha garganta fechou e eu senti meu coração bater numa velocidade que dava pra reconhecer. Olhei um instante pra Sara, que tava totalmente alheia ao que rolava, e tirei minha pica completamente coberta pelos fluidos dela. S: "O que foi, meu amor~?"
Y: "Quero gozar na sua boca, vem e bate uma pra mim se você quer seu gozo."
Sara, com dificuldade, se levantou e na hora se ajoelhou, colocou as mãos pra frente procurando minha pica, e o velho se apressou pra ficar na frente dela. Sara pegou a pica dele, felizmente parecia que não distinguia os tamanhos, e começou o trabalho, segurando a ereção do Don. O velho me entregou o celular dele já com o vídeo pronto e eu comecei a filmar tudo.
Tava com a garganta seca, sentindo o tesão por completo enquanto batia uma olhando. Por um momento achei que isso ia ser fácil de aguentar, mas Sara deixou tudo muito mais complicado.
Pô, amor. Tua buceta tá bem sequinha. Na sequência, ela abriu a boca e enfiou o pau do velho inteiro. Eu quis intervir, mas o cara colocou a mão no meu peito enquanto curtia aquele ato inesperado. Agora minha namorada tava chupando ele do mesmo jeito que chupa em mim. O velho safado agarrou o cabelo da Sara e começou a foder a boca dela como se nada, dava pra ouvir os engasgos dela e como ela tava gostando, enquanto eu me esforçava pra ficar parado.
Passaram minutos eternos pra mim até que o Don finalmente tirasse a pica da boca e gozasse, jogando uma quantidade impressionante de porra em cima da Sara, que ficou parada e de boca aberta recebendo o que dava.
Depois de alguns segundos, parecia que ela ia tirar a máscara, então me apressei pra ficar na frente dela enquanto Don me arrancava o celular e saía correndo do quarto, conseguindo fechar a porta em silêncio. A Sara me olhava satisfeita, esfregando o que restava nos peitos dela — aquela visão era insuportável. Peguei ela pelo cabelo, enfiando meu pau na boca dela, e o gozo foi quase na hora. Ela, primeiro confusa, segurou toda a porra na boca e depois engoliu.

S:Uff, minha vida~ Duas vezes seguidas? Tava há muito tempo sem me ver~ Ela ria enquanto eu processava o que tinha acabado de acontecer, sem conseguir entender direito o que sentia, o que devia fazer agora...
3 comentários - Vovô quer a minha novinha Pt.3