Já faz uns anos que coleciono fotos das minhas paixões e das minhas ficantes (além de ficar de olho nas "caçadas" na rua). Vou trabalhar assim: um post com fotos de alguma crush. A história dela (algumas reais, outras do que eu queria que tivesse rolado). Um post de alguma caçada. Por favor, não deixem de comentar e dar nota, porque isso motiva. Tô muito feliz em compartilhar com vocês minha primeira história. "Carmen, a bartender" Quando eu tinha 19 anos, consegui meu segundo emprego num restaurante chamado As Alitas. Eles são de Monterrey, mas estavam abrindo filiais na Cidade do México. Então fizeram uma contratação em massa e eu entrei como garçom. Foi lá que conheci essa ruiva, alta, de pele branca, que contrataram como bartender. Fiquei apaixonado por ela na hora.
Ela também reparou em mim, só vou dizer que sou alto e as minas não me dão o fora. Então, sempre que precisava de ajuda com os barris ou caixas de cerveja, ela me pedia. Um dia, no depósito de cerveja, ela se abaixou pra pegar alguma coisa e eu vi a beirada da calcinha dela, uma renda preta que contrastava com a pele dela. Na hora, fiquei de pau duro, mas escondido atrás do avental, então segui como se nada. A Carmen demorou um tempão arrumando o "buraco", como a gente chamava, e sabia que eu tava olhando a bunda dela, mas não se importava.
As coisas foram ficando mais safadas, a gente se chamava de cachorros porque era assim que um instrutor nos chamava. Um dia, no inventário de segunda-feira, a gente tava na sala com a gerente passando as contagens quando começamos a brincar de mordidas. Ela começou a latir pra mim e eu respondi, de algum jeito ela mordeu minha orelha e isso me excitou. Aí eu alcancei o pescoço dela e dei umas mordidinhas, e quando ela ia fazer o mesmo, a gerente nos deu uma bronca e disse que não queria nos ver fazendo aquilo de novo. Como era um dos meus primeiros empregos, não quis arriscar por causa do tesão, então a gente seguiu como se nada tivesse acontecido até que nós dois viramos gerentes e fomos parar em filiais diferentes.
Ela casou, teve uma filha e foi pra Monterrey. Por um acaso do destino, eu também acabei em Monterrey, numa rede de cafeterias canadense, e fiquei responsável por abrir uma filial no aeroporto. Minha surpresa foi enorme quando tive minha primeira avaliação e vi que a Carmen era gerente distrital. Claro que ela me reconheceu e, longe dos meus funcionários, me perguntou: "Como você tá, cachorro?" Me deu um abraço e um beijo na bochecha.
—Tá pronto pra sua avaliação? E me deu uma piscadinha —Fica tranquilo, vai sair bem, só faz o que eu mandar, ok? Eu só consegui falar ok. A avaliação foi amigável e só pegou em alguns pontos, durou quase o dia todo e quando já tava indo embora, ela falou: —Ei, tem uns serviços pendentes no seu almoxarifado, olha, vem cá. Eu tava resolvendo outra coisa e falei: —já te alcanço. Subi pro almoxarifado e quase tive um troço quando entrei e vi ela de calça e calcinha arriadas. —Rápido, me come que tenho que ir pra casa. —Mas alguém pode nos ver, falei nervoso. —Tranca a porta, otário. E se apoiou de barriga pra baixo nuns sacos de café. Fechei a porta e puxei meu pau. Encostei a cabeça na buceta rosada linda dela e depois de esfregar umas vezes nos lábios, enfiei de uma vez. Ela soltou um gemido que abafou com a mão. Tava molhadíssima, acho que ficou se tocando toda vez que dizia que ia no banheiro. Não entendo como a buceta de uma milf pode ser tão apertada. Mas a sensação molhada e quente é uma das melhores que já tive na vida. —Já vai gozar? —Anda, me falava. Eu não queria que acabasse nunca. —Já, já vou gozar. Ela me empurrou pra eu tirar meu pau. E falou: —Goza aqui (enquanto puxava a calcinha rosinha pra frente) Deixei todo meu sêmen na ponte da calcinha dela, ela terminou de vestir e deu umas palmadinhas enquanto gemia, o sêmen escorria pela virilha dela, ela subiu a calça.
Ela me deu um beijinho rápido na bochecha e falou "te amo, cachorro". Saiu correndo tão rápido que nem vi o carro dela passar. Sério, é uma das experiências mais fodas que já tive na vida. Infelizmente, voltei pra Cidade do México e nunca mais vi ela. Mais fotos dela estão no post anterior. Por favor, comentem o que acharam.
Ela também reparou em mim, só vou dizer que sou alto e as minas não me dão o fora. Então, sempre que precisava de ajuda com os barris ou caixas de cerveja, ela me pedia. Um dia, no depósito de cerveja, ela se abaixou pra pegar alguma coisa e eu vi a beirada da calcinha dela, uma renda preta que contrastava com a pele dela. Na hora, fiquei de pau duro, mas escondido atrás do avental, então segui como se nada. A Carmen demorou um tempão arrumando o "buraco", como a gente chamava, e sabia que eu tava olhando a bunda dela, mas não se importava.
As coisas foram ficando mais safadas, a gente se chamava de cachorros porque era assim que um instrutor nos chamava. Um dia, no inventário de segunda-feira, a gente tava na sala com a gerente passando as contagens quando começamos a brincar de mordidas. Ela começou a latir pra mim e eu respondi, de algum jeito ela mordeu minha orelha e isso me excitou. Aí eu alcancei o pescoço dela e dei umas mordidinhas, e quando ela ia fazer o mesmo, a gerente nos deu uma bronca e disse que não queria nos ver fazendo aquilo de novo. Como era um dos meus primeiros empregos, não quis arriscar por causa do tesão, então a gente seguiu como se nada tivesse acontecido até que nós dois viramos gerentes e fomos parar em filiais diferentes.
Ela casou, teve uma filha e foi pra Monterrey. Por um acaso do destino, eu também acabei em Monterrey, numa rede de cafeterias canadense, e fiquei responsável por abrir uma filial no aeroporto. Minha surpresa foi enorme quando tive minha primeira avaliação e vi que a Carmen era gerente distrital. Claro que ela me reconheceu e, longe dos meus funcionários, me perguntou: "Como você tá, cachorro?" Me deu um abraço e um beijo na bochecha.
—Tá pronto pra sua avaliação? E me deu uma piscadinha —Fica tranquilo, vai sair bem, só faz o que eu mandar, ok? Eu só consegui falar ok. A avaliação foi amigável e só pegou em alguns pontos, durou quase o dia todo e quando já tava indo embora, ela falou: —Ei, tem uns serviços pendentes no seu almoxarifado, olha, vem cá. Eu tava resolvendo outra coisa e falei: —já te alcanço. Subi pro almoxarifado e quase tive um troço quando entrei e vi ela de calça e calcinha arriadas. —Rápido, me come que tenho que ir pra casa. —Mas alguém pode nos ver, falei nervoso. —Tranca a porta, otário. E se apoiou de barriga pra baixo nuns sacos de café. Fechei a porta e puxei meu pau. Encostei a cabeça na buceta rosada linda dela e depois de esfregar umas vezes nos lábios, enfiei de uma vez. Ela soltou um gemido que abafou com a mão. Tava molhadíssima, acho que ficou se tocando toda vez que dizia que ia no banheiro. Não entendo como a buceta de uma milf pode ser tão apertada. Mas a sensação molhada e quente é uma das melhores que já tive na vida. —Já vai gozar? —Anda, me falava. Eu não queria que acabasse nunca. —Já, já vou gozar. Ela me empurrou pra eu tirar meu pau. E falou: —Goza aqui (enquanto puxava a calcinha rosinha pra frente) Deixei todo meu sêmen na ponte da calcinha dela, ela terminou de vestir e deu umas palmadinhas enquanto gemia, o sêmen escorria pela virilha dela, ela subiu a calça.
Ela me deu um beijinho rápido na bochecha e falou "te amo, cachorro". Saiu correndo tão rápido que nem vi o carro dela passar. Sério, é uma das experiências mais fodas que já tive na vida. Infelizmente, voltei pra Cidade do México e nunca mais vi ela. Mais fotos dela estão no post anterior. Por favor, comentem o que acharam.
3 comentários - Meu rapidinha com a Carmen