Mi ama de casa favorita pt3

Fala galera, me desculpem pela ausência, trouxe a parte 3 dessa pequena série, já tenho vários capítulos adiantados, espero seus pontos pra publicar logo a próxima parte.

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CAPÍTULO 3. MALDITO BÊBADO

2 semanas, se passaram 2 semanas sem eu ter mensagens ou ligações da Rosa, aguentei os primeiros 3 dias, no 4º dia já tava no fogo, na primeira semana já tava me aliviando batendo uma, mas todo esse tempo eu tô ficando louco.

*chamada recebida*
-Alô
-Alô José, como cê tá, filho?
-Alô Manuel!, tô bem, amigo, finalmente é sexta-feira hehe, acabei de sair do trampo
-Excelente! Faz tempo que a gente não se vê, a Rosa preparou o jantar, vem pra cá jantar, tenho umas cervejas
-Hmm, beleza, vou levar uma garrafa, que tal?
-Fecha, amigo! É sexta-feira, é pra curtir
-Ok, não demoro

Depois de desligar, bateu uma onda de emoção, finalmente ia ver a Rosa, precisava de sexo, sim ou sim, mais um dia sem sexo ia me deixar maluco, então fui rápido na loja de bebidas e comprei 2 garrafas de tequila enquanto bolava um plano pra ficar com a Rosa.

*toc toc*
-Fala, amigo, entra!
-Fala Manuel, como cê tá?
-Tudo certo, amigo, tava quase entrando no banho, a Rosa tá na cozinha, vai lá cumprimentar ela, distrai um pouco essa mulher, cada dia ela me tira do sério- (ele falou cochichando)
-Belegal, amigo, vou deixar as garrafas aí também

Devagarzinho me aproximei da cozinha, prestando atenção no barulho do chuveiro pra poder chegar perto dela, fui espiando aos poucos e lá estava ela, com uma calça jeans, sandálias, uma blusa de alcinha branca, tava limpando a cozinha, ela é tão gostosa que só de olhar já fiquei de pau duro, me aproximei dela devagar e, sem ela esperar, peguei ela pela cintura, enquanto esfregava meu pau na bunda dela.

-Te ver limpando me deixou muito excitado, meu amor- sussurrei no ouvido dela
-José!, você me assustou!-
-Pensou que era O idiota do Manuel? haha
- Não, só me pegou de surpresa, hmm, você tá durinho mas tem que parar, isso tá me deixando com tesão, além disso, lembra da regra, não podemos fazer enquanto o José ou as crianças estão em casa
- E as crianças?
- Tão num acampamento, por que cê acha que o Manuel te convidou? Ele não quer ficar sozinho comigo
- Isso quer dizer que a gente tem uns minutos antes do Manuel sair do banho — eu dizia enquanto tirava meu pau da calça, peguei a mão da Rosa pra ela sentir meu cacete
- José... me excita tocar no seu pau, aposto que esse pequeno sentiu minha falta
- Duas semanas sem você me deixaram louco, rápido, amor, me dá um boquete, ainda dá pra ouvir o chuveiro, então a gente tem pouco tempo

Ela imediatamente se ajoelhou, puxou meu pau pela braguilha da calça e começou a chupar, a intensidade era uma loucura, eu tava adorando demais, os lábios dela percorriam da cabeça até a base do meu pau, dava pra sentir a maciez dos lábios dela e a respiração constante e quente, tava me enlouquecendo, passaram dois minutos curtos quando o chuveiro parou de repente, rapidinho a Rosa se levantou e eu guardei o pau na calça.

- Shh, me conta alguma coisa pra não parecermos suspeitos — ela dizia enquanto se ouvia o Manuel abrindo a porta.
- Como eu tava falando, Rosa, o trabalho tem sido muito pesado esses dias
- Imagino, acho que você devia tirar umas férias, José, é importante descansar
- Aí estão vocês, mulher, a comida já tá pronta?
- Tá sim, Manuel... vão pro jantar, já vou levar a comida
- Não demora, por favor, às vezes você é muito lenta, mulher, vamos, José

O Manuel se virou, então aproveitei pra apalpar um pouco a bunda da Rosa

- Nãão — a Rosa dizia sussurrando

Sentei na mesa com o Manuel pra esperar a comida, a Rosa tinha feito uma lasanha, comecei a servir um pouco de vinho que tava na mesa enquanto a Rosa distribuía a lasanha nos pratos, foi um jantar muito agradável, a noite foi passando entre... Conversas e risadas.
— Acabou o vinho, pessoal — dizia Manuel enquanto levava a garrafa pra cozinha
— Esse vinho me deixou com tesão — sussurrava pra Rosa enquanto acariciava a perna dela e beijava seu pescoço
— Josee! Pelo amor de Deus, se controla, lembra das regras, não seja um animal — ela sussurrava enquanto me empurrava, parecia irritada mas o corpo dela dizia o contrário
— Jose!! Que tal a gente começar com as cervejas? — gritava Manuel da cozinha
— Claro, Manuel — respondia enquanto tentava passar a mão na buceta da Rosa
— Joseee, tô falando sério! Se controla, o Manuel pode nos ver —
— Não fica brava, linda, tô morrendo de vontade de você — tirei a mão já que ouvia o Manuel voltando pra sala
— Beleza, vamos ver quem aguenta mais cerveja — dizia Manuel animado enquanto colocava dois packs de cerveja na mesa
— Vou deixar vocês, galera, vou lavar a louça e tomar um banho —
— Claro, mulher!! Nós, os homens, vamos ficar bebendo — falava Manuel com um tom arrogante

A tarde passava devagar, lá pela quarta cerveja o Manuel já tava bem bêbado, então sabia que tinha que aproveitar a oportunidade.

— Vamos, Manuel, você falou que tava com muita vontade de beber, que tal uns shots de tequila? —
— Hahaha, acha que consegue me vencer na bebida? —
— Haha, duvido que você me ganhe —

Enchi os primeiros shots, nós dois viramos de uma vez e já comecei a servir outros, fui até o quarto shot, o Manuel já tava bem mais bêbado, então comecei a enganar ele, fingia que enchia os dois copos mas só enchia o dele, e assim até o décimo shot, o Manuel já tava muito bêbado, eu só continuei servindo até ele cair no sono na cadeira, mas agora precisava ter certeza de que ele tava bêbado o suficiente pra não acordar.

— Manuel!!, amigo, te venci haha — falava enquanto ele não respondia
— Vamos, amigo, vou te ajudar a ir pro sofá —

Com muito esforço, levei ele até lá, deitei ele de lado caso vomitasse e com bastante força o sacudi, ele só continuou dormindo, assim eu garanti que ele não acordasse. Fui rápido até o banheiro, onde pensei que encontraria a Rosa, mas ela já não estava mais lá. Então fui até o quarto dela, e lá estava ela, deitada de barriga pra cima na cama, com a toalha enrolada no corpo. Dava pra ver o rosto dela iluminado pela tela do celular, já que o quarto tava completamente escuro.

— Sai, Manuel, já vou me trocar, só me distraí um pouco com o celular — eu entrei devagar no quarto.
— Manuel! Já te vi, falei pra você sair!

Ela não tirava os olhos do celular. Eu caminhei devagar pela beirada da cama, acariciando bem de leve desde o peito do pé dela até a coxa. Ela largou o celular e ficou me encarando.

— José, o que cê tá fazendo aqui? — ela falou sussurrando.
— Vim dar pra minha mina o que ela tanto quis.
— José, sai, o Manuel pode chegar a qualquer hora.

Devagar, comecei a meter a mão por baixo da toalha, tocando bem suave nos lábios da buceta dela, já molhadinha.

— Só passei a mão na sua perna e você já tá toda molhada, meu amor.
— Mmm, José, se você soubesse que o fato do Manuel nos pegar transando me excita pra caralho — ela disse enquanto passava a mão no meu volume.

Rapidão, tirei a pica pra fora. Só o toque dela já me deixou durasso. Ela pegou e começou a me masturbar.

— Esse pequenino precisa de um carinho, né?
— Precisa de mais que um simples carinho, amor. Me dá pelo menos um boquete, amor.
— Antes de te dar, cadê o Manuel?
— O idiota tá bêbado, dormindo na sala.
— Cê é um safado, hein haha. Aposto que embebedou ele de propósito pra vir me visitar.
— Vamos, amor, preciso sentir seus lábios de novo.

Ela pegou meu pau e começou a lamber a cabecinha, e aos poucos foi me chupando. Eu tava adorando demais, e ela também. Os lábios macios dela acariciavam minha pele sensível. Dava pra sentir a respiração dela na minha pelve quando ela enfiava toda a minha pica na boca dela. Cada movimento era de propósito, a pressão aumentava, e eu tava quase gozando. —Pra Rosa! Você vai me fazer gozar! —eu dizia enquanto minhas respirações ofegantes aumentavam.
—Desculpa, amor, me empolguei, queria sentir um pouco do seu gozo na boca —ela dizia enquanto tentava recuperar o fôlego.
—E você vai ter! —eu dizia enquanto começava a tirar a toalha dela.
—Aí estão, adoro seus peitos.

Imediatamente tirei toda a minha roupa enquanto ela se ajeitava pra receber meus carinhos. Ela abriu as pernas, eu me ajoelhei entre elas, aos poucos aproximava minha boca do abdômen dela, tentando fazer com que sentisse o calor da minha respiração. Uma trilha de beijos começava a marcar desde a barriga até chegar aos dois peitos macios dela. O cheiro da pele dela era deliciosamente embriagante. Peguei um deles e minha boca pousou no mamilo, chupando de um jeito tão suave. Ela começava a respirar cada vez mais ofegante, e o coração batia mais forte. Os quadris dela se arqueavam com aquelas carícias. Eu já não aguentava mais. Me acomodei bem entre as duas pernas dela, meu pau começou a se esfregar entre os dois lábios dela. Ela estava tão molhada que deslizava de um jeito tão gostoso.

—Já enfia, amor, preciso de você dentro de mim! —

Devagar, enfiei todo o meu pau, até o fundo. Ela soltou um gemido abafado, tapando a boca. Estava uma delícia. Aos poucos, minhas estocadas ficavam mais e mais fortes, assim como os gemidos da Rosa e a dificuldade de silenciá-los com a mão.

—Tá gostando disso, amor? —eu dizia enquanto me faltava o ar.
—Mmm-hmm —ela confirmava ainda com a boca tapada.

Peguei as duas pernas dela e as levantei até meus ombros. Nessa posição, comecei a penetrá-la muito mais forte. A sensação de plenitude era avassaladora. Nós dois fervíamos de tesão, e os peitos da Rosa balançavam muito mais rápido. Não aguentei muitos minutos nessa posição, então gozei dentro dela enquanto ofegava de prazer. Ela tirou a mão da boca, deixando escapar gemidos muito gostosos. Abriu as pernas, e eu, exausto, caí sobre o corpo dela. Nossa respiração estava muito ofegante. Me aproximei da boca dela e dei um baita beijo. beijo.
—Aah! Rosa, isso foi muito gostoso — falei enquanto minha cabeça descansava nos peitos dela.
—Nossa, sim, você me comeu muito gostoso, José.
—Rosa, por favor, promete que vai me ajudar a dar um jeito de a gente se ver pelo menos uma vez por semana. Duas semanas sem você tava me deixando louco.
—Claro que sim, depois a gente bolsa um plano. Por enquanto, temos que sair daqui. Anda, veste a roupa e vê se o Manuel não acordou.

Eu me vesti rápido e a Rosa se enrolou na toalha. Descemos bem devagar até a sala, e lá estava o José, completamente dormindo.

—Te falei que ele não ia acordar. Me excita muito te comer enquanto seu marido tava lá embaixo dormindo, haha.
—Isso deu um plus, haha, mas foi muito arriscado, José. Você quebrou uma das regras.
—Ah, qual é, você sabe que também queria.
—Sim, mas as regras, José.
—Já foi, Rosa. Foi gostoso e deu tudo certo como eu planejei. Esse idiota não acordou nem com o gemidão que você deu.
—Tem razão, haha. Maldito bêbado!

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