Olá comunidade, como vocês estão? Fazia tempo que queria contar isso, mas não tava dando tempo por causa de coisas pessoais e também muito trabalho, felizmente não tinha tempo. Isso que vou contar começou quase no final da aventura que contei antes.
Um fim de semana de março, um casal amigo me convida pra uma reunião na casa de fim de semana deles. Eles não têm nada a ver com nosso mundo, haha. Sabem que eu sempre vou caçar, mas não sabem nada do que vocês sabem sobre mim, sempre tem que manter o segredo bem guardado. Bom, chego lá e ela me diz: "olha, tenho uma amiga pra você". Eu respondo: "não, obrigado, não quero ninguém que vocês conheçam e depois faça confusão, vocês sabem que eu como e vazo". Ela me olha e diz: "olha, primeiro, vocês já são grandes, e quem fizer confusão a gente manda pastar; segundo, ela anda na mesma que você, não vá que ela te coma e te dê um fora primeiro". No lugar tinha gente que já conheço e outras não, como essa garota. Quando ela me mostra, vejo ela de costas com uma bunda minúscula linda, vestindo um shortinho jeans que marcava bem a rabeta e uma costa linda com cabelo comprido. Parecia uma menina. Falo: "é garota, é encrenca na certa", e eles caem na risada e dizem: "não, filho, a única coisa que tem de 'depende' se ele tá entre as pernas. Todos temos a mesma idade aqui." Bom, depois de cumprimentar os conhecidos e desconhecidos, chegamos nela. Ela tava num grupo de pessoas conversando, nos apresenta e minha amiga diz: "aqui está o grupo de solteiros".
Bom, não quero alongar porque quero contar dois dias diferentes. O assunto termina que, embora tenhamos conversado, sempre tinha gente com a gente. Depois ela vai embora porque vão buscar a filha dela, e aí termina o dia. Minha amiga me pergunta como foi, e eu falei: "ela é gostosa, mas não deu pra conversar muito porque sempre tinha alguém". Ela diz: "bom, passo o celular dela pra você, liga pra ela porque você despertou interesse". Eu sou meio burro às vezes pra começar uma conversa assim, na cara dura, ou fico na minha. Corto ou vazo fora, tipo umas nove da noite chego em casa depois de um banho e me jogo no sofá pra ver alguma coisa na TV, mando um zap falando "oi, sou fulano, não sei se você lembra de mim", ela responde depois de um tempo "oi, tudo bem?". "Tudo bem", falo, "só queria saber como você chegou em casa". Ela diz "obrigada por se preocupar, cheguei bem com a minha filha, depois fomos pra Güemes porque eu precisava comprar uma coisa". Bom, a gente conversa mais um pouco e ela fala "sábado você vai no aniversário de fulano?". Falo que não, porque mesmo a gente se conhecendo, não sou do grupo de amigos dele, e ela responde "se quiser, eu posso dar um jeito, a gente sempre se diverte, vai ser num bar". Respondo que sim, que não tenho problema, desde que ela não me deixe sozinho com gente que não conheço, e ela fala que não, que ia cuidar de mim. Bom, a gente se despede e na quarta-feira ela me liga falando que já estava resolvido, pra passar buscá-la na casa dela tipo umas nove e meia da noite pra gente ir junto, porque primeiro come e depois, tipo uma da manhã, começa a bagunça.
Chega o dia, passo pra buscá-la e quando ela vinha vindo pro carro já me deixou excitado na hora, vinha com uma saia curta de couro marrom, uma camisa branca desabotoada até onde começavam aqueles peitos lindos. Quando ela entra no carro, me inunda com um perfume importado delicioso, só isso já me deixou a mil. Chegamos no lugar, comemos, bebemos e nos divertimos pra caralho, também tava o casal amigo meu. Depois levantaram tudo e fomos dançar e continuar bebendo. Não demorou muito pra cada um fazer o seu, eu tava com ela entre dança e drinks, num momento de dança ela começou a rebolando em mim e, claro, o amigo começou a subir. Numa dessas, ela encostada em mim, me fala "e aí, gostosa, como é que a gente tá hoje?" E eu, "sim, linda, você me excita demais, juro que faria de tudo com você". Não fui muito poético, mas já tava. Ela me encara séria e me dá um chupão curto, mas profundo. Falo "não, quer ir pra um lugar só nós dois?" Ela responde "pra um motel? Sim, ok, mas vamos". Mandamos um e voltamos. Na real, eu queria mais de um, mas era a oferta e sabia que ela ia aceitar. Nem fui buscar o carro, direto pegamos um táxi na porta e fomos pro motel. Quando fechei a porta do quarto, ela se virou e começamos a nos beijar igual uns brutos, éramos dois adultos no auge do tesão. Ela mais do que eu, num momento até pensei se era efeito do que tinha bebido ou se tava há muito tempo sem transar. Quando chegamos na cama, já estávamos quase pelados. Ela só tinha a saia e o sutiã, e eu a calça, o resto da roupa já tinha ficado espalhado pelo caminho. Comecei a beijar o pescoço dela, descendo até os peitos, e com um movimento só tirei o sutiã, deixando aqueles peitos lindos à mostra, nem grandes nem pequenos. Ela me prendeu igual um bebê, passando de um peito pro outro, enquanto gemia e tirava a saia. Joguei ela na cama, ela ficou deitada com as pernas apoiadas no chão, e fui direto pra entre as pernas dela. Não tinha tempo pra fazer direito, tirei a calcinha preta fio dental e mergulhei na buceta dela, já quase molhada. Enfiei a língua bem dentro, depois abri um pouco os lábios pra passar a língua no clitóris. Ela gemia e falava: "Assim, assim, come ela toda". Parece que ela veio preparada, porque até a buceta tinha perfume, tava na intenção de transar mesmo. Depois fiz ela sentar direito, e ela foi direto na minha braguilha, que tava na altura certa. Abriu a calça e puxou tudo junto, deixando meu pau pronto na altura dela pra ela chupar, e foi isso mesmo. Ela enfiou tudo na boca e enquanto chupava, ia batendo uma punheta com a mão. Quando achei que já era suficiente, peguei uma camisinha das que deixam na mesinha de cabeceira, e ela, bem putinha, colocou com a boca. Peguei ela pelos braços, fiz ela levantar e coloquei ela de frente pro espelho na parede. Inclinei o corpo dela pra trás, deixando tudo livre. Apoiei uma mão no pescoço dela e com a outra enfiei dois dedos na buceta já molhada e comecei a bater uma punheta nela com força, ela só gemia. dizia sim sim sim, seu filho da puta, depois tirei os dedos, fiz ela arquear mais e meti até o fundo. Ela gemendo dizia sim sim, me come, me come. Segurei ela bem pela cintura e dava uma porrada forte, ela só gemia. Eu falava: você gosta? Simmm, sua puta, falo. Sim, buceta. Depois ela me empurrou pra trás sem tirar, eu fiquei sentado na cama. Ela agora subia e descia me comendo enquanto se batia uma e se olhava no espelho. Ficou assim um tempão, quando tava quase gozando parou, se levantou, me fez deitar direito na cama e antes de meter de novo deu mais uma chupada. Subiu em cima, enfiou e começou a mexer a cintura pra frente e pra trás, primeiro devagar e depois foi aumentando o ritmo enquanto eu pegava nas tetas dela e massageava, e de vez em quando chupava. Ela tava super quente, a buceta fervia. Aumentou o movimento até que os gemidos viraram gritos roucos, tinha acabado. Caiu rendida no meu peito, a gente se beijou um tempo, eu continuei martelando a buceta dela. Virei ela, agora de missionário, comecei a comer e ela só falava que delícia. Rapidinho começou a se tocar no clitóris, me deu vontade de gozar, aumentei o ritmo, ela também com a masturbação dela, e gozamos juntos. Ficamos um tempão assim nos beijando enquanto ela fazia exercício com a vulva, apertava e soltava até que meu pau murchou e tirei. Também tive que tirar a camisinha cheia de porra que ficou dentro dela, é super comum acontecer. Tinha passado uma hora, então levantamos, ela tomou um banho rápido sem molhar cara e cabelo, eu fiz o mesmo. Não quis que a gente tomasse junto porque com certeza íamos continuar comendo. Nos trocamos, taxi de volta ao rolê. Chegamos cada um na sua, os únicos que perceberam foram meus amigos kkkk. Umas seis da manhã com esse casal e mais outros fomos tomar café no Manolo, depois levei ela em casa e antes do beijo final ela falou: eu te ligo. Falei: beleza. Parece que Ela adora controlar tudo.
Tinha passado uma semana e pouco e numa quarta-feira ela me ligou perguntando se eu queria ir no fim de semana pra Tandil, que tinham emprestado uma cabana pra ela. Falei que sim e combinamos de sair na sexta depois do trabalho. Durante esses dias, a gente combinou o que ia levar e, como eu consigo me virar melhor com os horários de trabalho, tomei conta de tudo. Chegou o dia, carreguei tudo na caminhonete e, quando ela avisou, fui buscá-la. Bom, saímos na estrada e, passando Balcarce, começamos a tomar uns mates. A viagem ia bem, música, conversando e rindo de umas coisas e uns mates bem gostosos. Num momento, ela me passa um mate e, enquanto eu tava tomando, vejo ela esticar as mãos, abaixar o zíper da minha bermuda e tirar o amigo que ainda tava dormindo. Olho pra ela rindo e falo: "ah, então é assim que a gente tá?". Ela pega o mate, serve um, toma rápido, larga o mate e vai direto pro meu pau. Quando coloca na boca quentinha por causa do mate, meu deus, que sensação gostosa. Juro pra vocês que não demorou nada pro amigo ficar no maior esplendor. Ela continuou com o sexo oral, subia e descia, puxava o prepúcio e passava a língua por toda a minha glande. Eu tava aproveitando o prazer e ela curtindo a chupada. Nisso, vejo de longe as cabines do pedágio e aviso ela. A safada continuou até ver as luzes perto, aí sentou direitinho e deixou meu pau pra fora, bem duro. Peguei um pano da porta e coloquei em cima, tentando cobrir. Quando cheguei na cabine, queria pegar o dinheiro sem acender a luz de dentro, e a vagabunda acendeu de propósito. Por sorte, a caminhonete é alta, acho que a moça não percebeu. Saímos de lá e a sem-vergonha continuou cevando mate. Falei: "você não vai continuar tomando no mesmo canudo de couro, né?". Ela respondeu: "não, quando chegarmos, isso é só pra ir avisando o que vem por aí". Então, até chegar, fui com a pica pra fora e meio dura. Chegamos no lugar, baixamos as coisas e, mais que óbvio, eu queria continuar o que a gente tinha deixado no caminho. Ela me segurou e falou: Primeiro a gente toma um banho, depois vamos comer algo rápido por aí e voltamos pra comer a sobremesa. Bom, eu não comi muito, queria guardar espaço pra sobremesa. Quando chegamos, abrimos um champanhe que a gente tinha deixado esfriar. Entre um gole e uma dança bem agarradinha de uns lentos dos anos 80, fomos esquentando, onde a gente se beijava bem apaixonado, passando pra beijos quentes, já metendo as línguas, e minhas mãos começaram a percorrer toda a costa dela até chegar na bunda gostosa dela. Com calma, comecei a acariciar as nádegas dela enquanto nossas bocas — principalmente a minha — começaram a percorrer orelhas e pescoço pra achar o ponto de excitação dela. Ao mesmo tempo, comecei a apertar ela contra mim pra que ela encostasse toda a pélvis na minha e sentisse meu pau, que já tava acordando. Ela já tinha esquentado e começou a tirar minha camisa, e eu aproveitei e tirei a parte de cima dela também, deixando livres os peitos lindos dela, onde, óbvio, me agarrei feito um bebê recém-nascido, passando de um pro outro. Ela é um fogo — já tava um fogo de tão tesuda que ficou. Ela me pega e a gente vai pro quarto, tira tudo, e eu deito ela na cama de barriga pra cima e começo toda a cerimônia de cima pra baixo: pescoço, peitos, barriguinha, até chegar na buceta dela, recém-depilada. Aí começo com linguada lenta, passando por todos os lábios, depois com a ponta da língua penetro um pouquinho e noto que ela já tava toda molhada — pude saborear o fluxo gostoso e pegajoso dela. Ela tinha uma mão na minha cabeça, acariciando, e a outra nos peitos dela, com os olhos fechados, mordendo os lábios e soltando gemidinhos. Ela já tinha aberto as pernas sozinha, e eu continuei passando minha língua, chegando agora na pontinha do clitóris dela, quando já eram só gemidos e ela não tava mais me acariciando, mas empurrava minha cabeça. Encaixei minha boca na buceta dela e, enquanto minha língua saía e se enterrava no buraco dela, eu movia a cabeça pra cima e pra baixo e pra cada lado. Depois, meti um dedo dentro e comecei a comer ela com ele. enquanto minha língua se dedicava ao clitóris dela, onde eu alternava entre lamber e chupar com a boca, ela ficou toda excitada e me agarrou com as duas mãos, me apertando contra ela e ao mesmo tempo mexendo a cintura pra cima e pra baixo. nessa altura, eu já tinha três dedos meus dentro da pussy dela, e ela começou a gemer cada vez mais até ter um orgasmo. mesmo ela não querendo que eu continuasse chupando a buceta dela porque tinha ficado sensível, eu não liguei e continuei, mas dessa vez com os dedos lubrificados pelos sucos dela, enfiei dois dedos no cu dela. chupei tanto ela que sequei tudo. subi e começamos a nos beijar, e ela disse: "agora é minha vez". fiquei deitado de costas no meio da cama, ela começou a descer bem devagar, dando beijinhos e fazendo os peitos dela roçarem na minha pele de um jeito bem sutil. foi descendo assim, passando pelas minhas bolas e seguindo pelo meu abdômen até chegar no meu pau. se o que veio antes já me dava prazer, isso foi ainda melhor. quando chegou no meu pau, ela só cobriu com os lábios, dando uma boa chupada na cabeça e depois deixou ele ali. ela abriu um pouco as pernas e foi pra minha virilha, começou a passar a língua por lá, depois foi pras bolas e já tinha começado a tocar no meu ponto G. depois subiu e, com os lábios, percorreu todo o meu pau várias vezes sem engolir, que era o que eu queria, mas ela estava me fazendo sofrer de prazer. depois desceu de novo até chegar no meu cu, fazendo eu levantar a cintura e ela, abrindo bem minhas nádegas, começou a devorar meu cu. nessa altura, era eu que gemia como um louco. vendo como eu estava curtindo, ela disse: "vira agora". fiquei deitado de costas e ela subiu em cima de mim e começou a me beijar suave, do pescoço até chegar de novo nas minhas nádegas. aí ela me colocou de quatro, e a única coisa que eu disse foi: "chupa meu cu que eu adoro, mas nada de dedo", sabendo o que ela queria fazer. ela riu e me deu uma chupada de cu impressionante enquanto me masturbava suave o meu pau, que já estava mais duro que ferro. depois desceu. passo pelos meus ovos e entrando por baixo entre minhas pernas chego na minha pijama, enfiando tudo na boca e em movimentos combinados enfiava tudo e tirava sugando, e quando chegava na cabeça fazia movimentos circulares pra recomeçar. Depois de um tempo saí de lá porque senão ia me fazer gozar. Aí do jeito que ela tava eu penetrei ela, ela já tava voando de tesão, agora éramos nós dois gemendo, ela me pede pra ir por cima, mas dessa vez ela levanta minhas pernas tipo pernas no ombro, tira minha pica pra trás e enfia de novo. A posição era perninha no ombro, mas eram minhas pernas e ela enfiando minha pica no ombro fazendo movimento como se tivesse me comendo com uma pica. Até já vi fazerem isso, mas nunca fizeram comigo. Ela me deu uma comida impressionante, mesmo não estando muito confortável porque verdade tem que ser elástico pra isso kkkk curti muito, ela teve um grande orgasmo onde foi diminuindo o movimento devagar aproveitando a gozada. Aí falei pra ela ficar de quatro, agora era minha vez. Ela assumiu a posição e quando fiquei atrás não resisti à tentação e abrindo as nádegas dei uma boa chupada de buceta e cu com dedos nos dois buracos, babando ela bem quente, na hora começou a gemer e falar qualquer coisa, fiquei assim um tempo até ela gozar de novo ali mesmo. Enfiei naquela buceta bem lubrificada e quente como uma caldeira e eu de cócoras segurando na cintura dela comecei a penetrar, ela só falava me arrebenta toda, me come papai, me come e gemia. Enquanto isso comecei a preparar o cuzinho, primeiro um dedo, depois dois e depois três, enquanto continuava metendo pica com a outra mão dava tapa na bunda uffff isso parecia que acendia ela mais. Quando vi que o cu dela já tava bem aberto, num movimento meio bruto saí da buceta, apoiei a cabeça no cu dela e antes que ela dissesse algo comecei a empurrar. Depois que passou a cabeça enfiei até o fundo e deixei lá um tempo, e ela deu um grito: você é um filho da puta, faz anos que não Faço por aí. E aí comecei devagar, ela falava baixinho que doía, bom, digamos que fui com calma, mas rapidamente me veio na memória aquela bunda que marcava o short que ela tava usando quando conheci ela, e aí mesmo comecei a meter nela, ela começou a gemer mordendo o travesseiro, depois começou a se masturbar e nós dois gozamos juntos, eu enchendo aquela bunda linda de porra. Continuei com movimento lento, aproveitando aquela sensação gostosa depois de gozar. Tirei ela e, pra mostrar quem mandava, já que ela ainda tava de quatro, mas com a cabeça apoiada no travesseiro, falo: "toma, limpa ela", e com o pau meio mole e cheio de porra, enfiei na boca dela e fiz ela chupar o resto do meu leite que tinha ficado no meu pau. Claro que naquela noite teve mais uma, e no fim de semana a gente continuou transando ou fazendo sexo oral, mas já ficou longo. Espero que tenham gostado, porque eu gostei, ela continua dominando os encontros, de vez em quando chama e pra mim tá mais que bom, porque não tô preso, cada um faz o seu, e ela, te digo, é muito intensa, e vocês viram, com uma certa idade é difícil acompanhar ela. Embora a gente tenha a mesma idade, ela tá recuperando o tempo perdido, já que se separou faz dois anos. Bom, pessoal, se comportem.
Um fim de semana de março, um casal amigo me convida pra uma reunião na casa de fim de semana deles. Eles não têm nada a ver com nosso mundo, haha. Sabem que eu sempre vou caçar, mas não sabem nada do que vocês sabem sobre mim, sempre tem que manter o segredo bem guardado. Bom, chego lá e ela me diz: "olha, tenho uma amiga pra você". Eu respondo: "não, obrigado, não quero ninguém que vocês conheçam e depois faça confusão, vocês sabem que eu como e vazo". Ela me olha e diz: "olha, primeiro, vocês já são grandes, e quem fizer confusão a gente manda pastar; segundo, ela anda na mesma que você, não vá que ela te coma e te dê um fora primeiro". No lugar tinha gente que já conheço e outras não, como essa garota. Quando ela me mostra, vejo ela de costas com uma bunda minúscula linda, vestindo um shortinho jeans que marcava bem a rabeta e uma costa linda com cabelo comprido. Parecia uma menina. Falo: "é garota, é encrenca na certa", e eles caem na risada e dizem: "não, filho, a única coisa que tem de 'depende' se ele tá entre as pernas. Todos temos a mesma idade aqui." Bom, depois de cumprimentar os conhecidos e desconhecidos, chegamos nela. Ela tava num grupo de pessoas conversando, nos apresenta e minha amiga diz: "aqui está o grupo de solteiros".
Bom, não quero alongar porque quero contar dois dias diferentes. O assunto termina que, embora tenhamos conversado, sempre tinha gente com a gente. Depois ela vai embora porque vão buscar a filha dela, e aí termina o dia. Minha amiga me pergunta como foi, e eu falei: "ela é gostosa, mas não deu pra conversar muito porque sempre tinha alguém". Ela diz: "bom, passo o celular dela pra você, liga pra ela porque você despertou interesse". Eu sou meio burro às vezes pra começar uma conversa assim, na cara dura, ou fico na minha. Corto ou vazo fora, tipo umas nove da noite chego em casa depois de um banho e me jogo no sofá pra ver alguma coisa na TV, mando um zap falando "oi, sou fulano, não sei se você lembra de mim", ela responde depois de um tempo "oi, tudo bem?". "Tudo bem", falo, "só queria saber como você chegou em casa". Ela diz "obrigada por se preocupar, cheguei bem com a minha filha, depois fomos pra Güemes porque eu precisava comprar uma coisa". Bom, a gente conversa mais um pouco e ela fala "sábado você vai no aniversário de fulano?". Falo que não, porque mesmo a gente se conhecendo, não sou do grupo de amigos dele, e ela responde "se quiser, eu posso dar um jeito, a gente sempre se diverte, vai ser num bar". Respondo que sim, que não tenho problema, desde que ela não me deixe sozinho com gente que não conheço, e ela fala que não, que ia cuidar de mim. Bom, a gente se despede e na quarta-feira ela me liga falando que já estava resolvido, pra passar buscá-la na casa dela tipo umas nove e meia da noite pra gente ir junto, porque primeiro come e depois, tipo uma da manhã, começa a bagunça.
Chega o dia, passo pra buscá-la e quando ela vinha vindo pro carro já me deixou excitado na hora, vinha com uma saia curta de couro marrom, uma camisa branca desabotoada até onde começavam aqueles peitos lindos. Quando ela entra no carro, me inunda com um perfume importado delicioso, só isso já me deixou a mil. Chegamos no lugar, comemos, bebemos e nos divertimos pra caralho, também tava o casal amigo meu. Depois levantaram tudo e fomos dançar e continuar bebendo. Não demorou muito pra cada um fazer o seu, eu tava com ela entre dança e drinks, num momento de dança ela começou a rebolando em mim e, claro, o amigo começou a subir. Numa dessas, ela encostada em mim, me fala "e aí, gostosa, como é que a gente tá hoje?" E eu, "sim, linda, você me excita demais, juro que faria de tudo com você". Não fui muito poético, mas já tava. Ela me encara séria e me dá um chupão curto, mas profundo. Falo "não, quer ir pra um lugar só nós dois?" Ela responde "pra um motel? Sim, ok, mas vamos". Mandamos um e voltamos. Na real, eu queria mais de um, mas era a oferta e sabia que ela ia aceitar. Nem fui buscar o carro, direto pegamos um táxi na porta e fomos pro motel. Quando fechei a porta do quarto, ela se virou e começamos a nos beijar igual uns brutos, éramos dois adultos no auge do tesão. Ela mais do que eu, num momento até pensei se era efeito do que tinha bebido ou se tava há muito tempo sem transar. Quando chegamos na cama, já estávamos quase pelados. Ela só tinha a saia e o sutiã, e eu a calça, o resto da roupa já tinha ficado espalhado pelo caminho. Comecei a beijar o pescoço dela, descendo até os peitos, e com um movimento só tirei o sutiã, deixando aqueles peitos lindos à mostra, nem grandes nem pequenos. Ela me prendeu igual um bebê, passando de um peito pro outro, enquanto gemia e tirava a saia. Joguei ela na cama, ela ficou deitada com as pernas apoiadas no chão, e fui direto pra entre as pernas dela. Não tinha tempo pra fazer direito, tirei a calcinha preta fio dental e mergulhei na buceta dela, já quase molhada. Enfiei a língua bem dentro, depois abri um pouco os lábios pra passar a língua no clitóris. Ela gemia e falava: "Assim, assim, come ela toda". Parece que ela veio preparada, porque até a buceta tinha perfume, tava na intenção de transar mesmo. Depois fiz ela sentar direito, e ela foi direto na minha braguilha, que tava na altura certa. Abriu a calça e puxou tudo junto, deixando meu pau pronto na altura dela pra ela chupar, e foi isso mesmo. Ela enfiou tudo na boca e enquanto chupava, ia batendo uma punheta com a mão. Quando achei que já era suficiente, peguei uma camisinha das que deixam na mesinha de cabeceira, e ela, bem putinha, colocou com a boca. Peguei ela pelos braços, fiz ela levantar e coloquei ela de frente pro espelho na parede. Inclinei o corpo dela pra trás, deixando tudo livre. Apoiei uma mão no pescoço dela e com a outra enfiei dois dedos na buceta já molhada e comecei a bater uma punheta nela com força, ela só gemia. dizia sim sim sim, seu filho da puta, depois tirei os dedos, fiz ela arquear mais e meti até o fundo. Ela gemendo dizia sim sim, me come, me come. Segurei ela bem pela cintura e dava uma porrada forte, ela só gemia. Eu falava: você gosta? Simmm, sua puta, falo. Sim, buceta. Depois ela me empurrou pra trás sem tirar, eu fiquei sentado na cama. Ela agora subia e descia me comendo enquanto se batia uma e se olhava no espelho. Ficou assim um tempão, quando tava quase gozando parou, se levantou, me fez deitar direito na cama e antes de meter de novo deu mais uma chupada. Subiu em cima, enfiou e começou a mexer a cintura pra frente e pra trás, primeiro devagar e depois foi aumentando o ritmo enquanto eu pegava nas tetas dela e massageava, e de vez em quando chupava. Ela tava super quente, a buceta fervia. Aumentou o movimento até que os gemidos viraram gritos roucos, tinha acabado. Caiu rendida no meu peito, a gente se beijou um tempo, eu continuei martelando a buceta dela. Virei ela, agora de missionário, comecei a comer e ela só falava que delícia. Rapidinho começou a se tocar no clitóris, me deu vontade de gozar, aumentei o ritmo, ela também com a masturbação dela, e gozamos juntos. Ficamos um tempão assim nos beijando enquanto ela fazia exercício com a vulva, apertava e soltava até que meu pau murchou e tirei. Também tive que tirar a camisinha cheia de porra que ficou dentro dela, é super comum acontecer. Tinha passado uma hora, então levantamos, ela tomou um banho rápido sem molhar cara e cabelo, eu fiz o mesmo. Não quis que a gente tomasse junto porque com certeza íamos continuar comendo. Nos trocamos, taxi de volta ao rolê. Chegamos cada um na sua, os únicos que perceberam foram meus amigos kkkk. Umas seis da manhã com esse casal e mais outros fomos tomar café no Manolo, depois levei ela em casa e antes do beijo final ela falou: eu te ligo. Falei: beleza. Parece que Ela adora controlar tudo.
Tinha passado uma semana e pouco e numa quarta-feira ela me ligou perguntando se eu queria ir no fim de semana pra Tandil, que tinham emprestado uma cabana pra ela. Falei que sim e combinamos de sair na sexta depois do trabalho. Durante esses dias, a gente combinou o que ia levar e, como eu consigo me virar melhor com os horários de trabalho, tomei conta de tudo. Chegou o dia, carreguei tudo na caminhonete e, quando ela avisou, fui buscá-la. Bom, saímos na estrada e, passando Balcarce, começamos a tomar uns mates. A viagem ia bem, música, conversando e rindo de umas coisas e uns mates bem gostosos. Num momento, ela me passa um mate e, enquanto eu tava tomando, vejo ela esticar as mãos, abaixar o zíper da minha bermuda e tirar o amigo que ainda tava dormindo. Olho pra ela rindo e falo: "ah, então é assim que a gente tá?". Ela pega o mate, serve um, toma rápido, larga o mate e vai direto pro meu pau. Quando coloca na boca quentinha por causa do mate, meu deus, que sensação gostosa. Juro pra vocês que não demorou nada pro amigo ficar no maior esplendor. Ela continuou com o sexo oral, subia e descia, puxava o prepúcio e passava a língua por toda a minha glande. Eu tava aproveitando o prazer e ela curtindo a chupada. Nisso, vejo de longe as cabines do pedágio e aviso ela. A safada continuou até ver as luzes perto, aí sentou direitinho e deixou meu pau pra fora, bem duro. Peguei um pano da porta e coloquei em cima, tentando cobrir. Quando cheguei na cabine, queria pegar o dinheiro sem acender a luz de dentro, e a vagabunda acendeu de propósito. Por sorte, a caminhonete é alta, acho que a moça não percebeu. Saímos de lá e a sem-vergonha continuou cevando mate. Falei: "você não vai continuar tomando no mesmo canudo de couro, né?". Ela respondeu: "não, quando chegarmos, isso é só pra ir avisando o que vem por aí". Então, até chegar, fui com a pica pra fora e meio dura. Chegamos no lugar, baixamos as coisas e, mais que óbvio, eu queria continuar o que a gente tinha deixado no caminho. Ela me segurou e falou: Primeiro a gente toma um banho, depois vamos comer algo rápido por aí e voltamos pra comer a sobremesa. Bom, eu não comi muito, queria guardar espaço pra sobremesa. Quando chegamos, abrimos um champanhe que a gente tinha deixado esfriar. Entre um gole e uma dança bem agarradinha de uns lentos dos anos 80, fomos esquentando, onde a gente se beijava bem apaixonado, passando pra beijos quentes, já metendo as línguas, e minhas mãos começaram a percorrer toda a costa dela até chegar na bunda gostosa dela. Com calma, comecei a acariciar as nádegas dela enquanto nossas bocas — principalmente a minha — começaram a percorrer orelhas e pescoço pra achar o ponto de excitação dela. Ao mesmo tempo, comecei a apertar ela contra mim pra que ela encostasse toda a pélvis na minha e sentisse meu pau, que já tava acordando. Ela já tinha esquentado e começou a tirar minha camisa, e eu aproveitei e tirei a parte de cima dela também, deixando livres os peitos lindos dela, onde, óbvio, me agarrei feito um bebê recém-nascido, passando de um pro outro. Ela é um fogo — já tava um fogo de tão tesuda que ficou. Ela me pega e a gente vai pro quarto, tira tudo, e eu deito ela na cama de barriga pra cima e começo toda a cerimônia de cima pra baixo: pescoço, peitos, barriguinha, até chegar na buceta dela, recém-depilada. Aí começo com linguada lenta, passando por todos os lábios, depois com a ponta da língua penetro um pouquinho e noto que ela já tava toda molhada — pude saborear o fluxo gostoso e pegajoso dela. Ela tinha uma mão na minha cabeça, acariciando, e a outra nos peitos dela, com os olhos fechados, mordendo os lábios e soltando gemidinhos. Ela já tinha aberto as pernas sozinha, e eu continuei passando minha língua, chegando agora na pontinha do clitóris dela, quando já eram só gemidos e ela não tava mais me acariciando, mas empurrava minha cabeça. Encaixei minha boca na buceta dela e, enquanto minha língua saía e se enterrava no buraco dela, eu movia a cabeça pra cima e pra baixo e pra cada lado. Depois, meti um dedo dentro e comecei a comer ela com ele. enquanto minha língua se dedicava ao clitóris dela, onde eu alternava entre lamber e chupar com a boca, ela ficou toda excitada e me agarrou com as duas mãos, me apertando contra ela e ao mesmo tempo mexendo a cintura pra cima e pra baixo. nessa altura, eu já tinha três dedos meus dentro da pussy dela, e ela começou a gemer cada vez mais até ter um orgasmo. mesmo ela não querendo que eu continuasse chupando a buceta dela porque tinha ficado sensível, eu não liguei e continuei, mas dessa vez com os dedos lubrificados pelos sucos dela, enfiei dois dedos no cu dela. chupei tanto ela que sequei tudo. subi e começamos a nos beijar, e ela disse: "agora é minha vez". fiquei deitado de costas no meio da cama, ela começou a descer bem devagar, dando beijinhos e fazendo os peitos dela roçarem na minha pele de um jeito bem sutil. foi descendo assim, passando pelas minhas bolas e seguindo pelo meu abdômen até chegar no meu pau. se o que veio antes já me dava prazer, isso foi ainda melhor. quando chegou no meu pau, ela só cobriu com os lábios, dando uma boa chupada na cabeça e depois deixou ele ali. ela abriu um pouco as pernas e foi pra minha virilha, começou a passar a língua por lá, depois foi pras bolas e já tinha começado a tocar no meu ponto G. depois subiu e, com os lábios, percorreu todo o meu pau várias vezes sem engolir, que era o que eu queria, mas ela estava me fazendo sofrer de prazer. depois desceu de novo até chegar no meu cu, fazendo eu levantar a cintura e ela, abrindo bem minhas nádegas, começou a devorar meu cu. nessa altura, era eu que gemia como um louco. vendo como eu estava curtindo, ela disse: "vira agora". fiquei deitado de costas e ela subiu em cima de mim e começou a me beijar suave, do pescoço até chegar de novo nas minhas nádegas. aí ela me colocou de quatro, e a única coisa que eu disse foi: "chupa meu cu que eu adoro, mas nada de dedo", sabendo o que ela queria fazer. ela riu e me deu uma chupada de cu impressionante enquanto me masturbava suave o meu pau, que já estava mais duro que ferro. depois desceu. passo pelos meus ovos e entrando por baixo entre minhas pernas chego na minha pijama, enfiando tudo na boca e em movimentos combinados enfiava tudo e tirava sugando, e quando chegava na cabeça fazia movimentos circulares pra recomeçar. Depois de um tempo saí de lá porque senão ia me fazer gozar. Aí do jeito que ela tava eu penetrei ela, ela já tava voando de tesão, agora éramos nós dois gemendo, ela me pede pra ir por cima, mas dessa vez ela levanta minhas pernas tipo pernas no ombro, tira minha pica pra trás e enfia de novo. A posição era perninha no ombro, mas eram minhas pernas e ela enfiando minha pica no ombro fazendo movimento como se tivesse me comendo com uma pica. Até já vi fazerem isso, mas nunca fizeram comigo. Ela me deu uma comida impressionante, mesmo não estando muito confortável porque verdade tem que ser elástico pra isso kkkk curti muito, ela teve um grande orgasmo onde foi diminuindo o movimento devagar aproveitando a gozada. Aí falei pra ela ficar de quatro, agora era minha vez. Ela assumiu a posição e quando fiquei atrás não resisti à tentação e abrindo as nádegas dei uma boa chupada de buceta e cu com dedos nos dois buracos, babando ela bem quente, na hora começou a gemer e falar qualquer coisa, fiquei assim um tempo até ela gozar de novo ali mesmo. Enfiei naquela buceta bem lubrificada e quente como uma caldeira e eu de cócoras segurando na cintura dela comecei a penetrar, ela só falava me arrebenta toda, me come papai, me come e gemia. Enquanto isso comecei a preparar o cuzinho, primeiro um dedo, depois dois e depois três, enquanto continuava metendo pica com a outra mão dava tapa na bunda uffff isso parecia que acendia ela mais. Quando vi que o cu dela já tava bem aberto, num movimento meio bruto saí da buceta, apoiei a cabeça no cu dela e antes que ela dissesse algo comecei a empurrar. Depois que passou a cabeça enfiei até o fundo e deixei lá um tempo, e ela deu um grito: você é um filho da puta, faz anos que não Faço por aí. E aí comecei devagar, ela falava baixinho que doía, bom, digamos que fui com calma, mas rapidamente me veio na memória aquela bunda que marcava o short que ela tava usando quando conheci ela, e aí mesmo comecei a meter nela, ela começou a gemer mordendo o travesseiro, depois começou a se masturbar e nós dois gozamos juntos, eu enchendo aquela bunda linda de porra. Continuei com movimento lento, aproveitando aquela sensação gostosa depois de gozar. Tirei ela e, pra mostrar quem mandava, já que ela ainda tava de quatro, mas com a cabeça apoiada no travesseiro, falo: "toma, limpa ela", e com o pau meio mole e cheio de porra, enfiei na boca dela e fiz ela chupar o resto do meu leite que tinha ficado no meu pau. Claro que naquela noite teve mais uma, e no fim de semana a gente continuou transando ou fazendo sexo oral, mas já ficou longo. Espero que tenham gostado, porque eu gostei, ela continua dominando os encontros, de vez em quando chama e pra mim tá mais que bom, porque não tô preso, cada um faz o seu, e ela, te digo, é muito intensa, e vocês viram, com uma certa idade é difícil acompanhar ela. Embora a gente tenha a mesma idade, ela tá recuperando o tempo perdido, já que se separou faz dois anos. Bom, pessoal, se comportem.
0 comentários - Amiga da amiga gostosa