Olá, estou aqui fumando um cigarro 🚬 hoje, 24 de agosto, querendo contar algo que tenho bem guardado dentro de mim, uma experiência que, mesmo sem saber como começar, preciso contar, porque não é fácil falar sobre algo como o que aconteceu comigo há dois anos, com a ex-namorada do meu filho. Pode ser longa, mas de alguma forma é necessário... E antes que me julguem ou pensem que sou louco, acho que é algo que hoje deixo de viver para pôr um fim a algo que não devia ter acontecido, mas aconteceu. Meu nome é Carlos Cadena e atualmente tenho 65 anos, moro na Cidade do México e, mesmo estando aposentado, temos como família uma mercearia, lugar e ponto estratégico desta história. Minha família é formada pela minha esposa, minha filha mais velha que já mora separada com o marido, e meu filho mais novo, que demoramos pra ter, já que ele tem 19 anos agora. Me considero uma pessoa tranquila e sociável, dedicada ao lar e ao negócio, sou uma pessoa normal, e os anos não passaram em vão — já estou com cabelo grisalho e, mesmo estando velho, ainda tenho disposição pra viver, pelo que vou contar. Como pais, sabemos que sempre tem um filho que dá mais trabalho pra manter no caminho certo, porque sempre demos tudo de mão beijada, mas com o objetivo de ele ser bom nos estudos e nas tarefas diárias. Só que chega a puberdade e os problemas pesados. Mesmo sendo respondão e meio preguiçoso em algumas coisas, ele é um bom garoto, com modos, então, por confiança, demos a chance de deixar ele ter namorada na nossa frente, e não ficar andando de madrugada sozinho pelas ruas.
A namorada dele chama Ghandi, uma menina que a gente conhece desde pequena, desde que era um bebê, porque ela é filha de um amigo meu de infância. Por causa disso, os pais dela, que conhecem bem a gente e o meu filho, deram a oportunidade pros dois serem responsáveis e terem esse relacionamento, sempre com a supervisão dos dois lados. E, mesmo que pareça que a gente tá passando a mão na cabeça por deixar eles juntos, os dois sempre foram estudiosos e se ajudam pra caramba.
A maior parte do tempo, eu passo na loja, basicamente é a minha vida. Quando tem coisa pra fazer, minha esposa cuida da loja ou meu filho ajuda. Por isso, Ghandi e meu filho viviam juntos pra todo lado, eu via eles chegando e saindo de casa, sempre de olho neles e com minha esposa cuidando. Parece que tava tudo tão certo que até os pais dela acham que eles podem formar um casal bonito e promissor no futuro. E eu também pensava assim, sempre olhando pra eles com carinho. Só que depois de ele ser um bom menino, veio o primeiro vacilo: deixei ele ir numa festa, e ele chegou tarde em casa, bêbado. Fiquei preocupado pra caralho, tivemos uma discussão, e eu vi ele bêbado e com uns hematomas nos braços, o que achei estranho. Por causa disso, peguei o celular dele pra ver o que ele tava tramando ou o que tinha rolado. Aí vi um monte de mensagens com outras minas e brigas com a Ghandi.
Uns dias depois disso, vi a Ghandi umas três ou quatro vezes saindo de casa correndo, com os olhos vermelhos e chorando. Fiquei mal por ela e pelos pais dela, imaginando o que iam pensar de ver a filha chegando em casa daquele jeito. Tentando entender o que tava rolando, queria falar com a Ghandi, mas demorei dias pra ver ela de novo. Até que um dia encontrei ela na loja comprando umas coisas. Aí, com todo cuidado, toquei no assunto. Ela negou tudo, mas começou a falar que tinha acabado tudo, e os olhos dela encheram d'água, sem conseguir continuar. Diante daquilo, como ela não podia nem queria falar, eu disse que precisava conversar com ela pelo celular pra saber como ajudar, tanto ela quanto os pais dela, e pra terminar tudo numa boa. A Ghandi aceitou. Passando o número dela pra poder conversar quando desse... Deixei passar um tempo pra poder fazer a ligação e confirmar o motivo dos hematomas que ela tinha por ter brigado com o irmão do Ghandi. Ela pediu desculpas, dizendo que os dois tiveram culpa. A mina acabou não conseguindo falar porque do outro lado da linha só dava pra ouvir choro, então desliguei e pensei com a cabeça fria. Mas tinha uma coisa que não parava de martelar na minha cabeça: ela falava muito do Facebook e dos problemas que essa treta tinha causado...
Aí lembrei que colocando o número no Facebook dava pra achar o dono. E foi isso mesmo: encontrei o Facebook do Ghandi e, sem pensar duas vezes, mandei solicitação. Ele aceitou em questão de minutos, e com um "oi, boa tarde" começou tudo. Comecei a olhar tudo que ele postava, desde as publicações sobre os filhos até as fotos. E foi aí que percebi o problema: o ciúme do meu filho com as fotos do Ghandi. Pra ser sincero, fiquei surpreso, porque nunca tinha visto ela com malícia até aquele momento — nunca tinha visto ela de saia e vestido curto, despertando minha libido. Diante daquelas fotos e dos comentários de homens e garotos sobre ela, mas nenhum do meu filho.
Como tava sozinho em casa e com as vendas fracas, resolvi fechar a cortina da loja, trancar a casa por precaução e deitar no quarto pra continuar vendo ela. O tesão tomou conta de mim como um moleque, me masturbando enquanto via as fotos provocantes. E cada vez que via uma, levava a mão no meu pau, que começava a endurecer por causa daquela gostosa.
Com as respostas na foto dela de uns tarados tipo "Que delícia você é", "Mamãe, você é uma mulherão", e ela só respondia com risadas. Era incrível vê-la de saia com aquelas pernas gostosas e o decote apertado mostrando o que eu nunca vi com tesão, tipo os peitões dela querendo escapar daquele corpo pequeno e jovem.
A novinha me deixava louco, vendo todo aquele corpinho curvilíneo com aquelas pernas torneadas em saias curtas e com aqueles peitões yummy, era um deleite pros meus olhos e pra minha cabeça que só pensava em putaria ao vê-la assim, e todos os seus admiradores depravados, incluindo eu, com a pica bem dura, batendo uma punheta.
Já tinha perdido a razão, só queria comer ela, era a única coisa que pensava: fazer dela mulher, fazer ela minha. Desejava ela com muito tesão e safadeza. Depois de tanto tempo, gozei gloriosamente como nunca, enchendo tudo de mim e do sonho de sêmen por aquela gostosa, ex-namorada do meu filho ou ainda namorada, talvez, e filha do meu amigo. As duas coisas me deixavam com muito tesão, sabendo que era errado, eu curtia como um louco... Recuperei a sanidade, subi minhas calças, limpei tudo e respondi a mensagem com: "Oi, tá bem, mocinha?" Ela dizia que tentava, mas que era questão de tempo. Comecei a bolar coisas na minha cabeça pra vê-la, pra chegar até ela, pra ver o momento louco e arriscado de ter ela. E assim passaram duas semanas aperfeiçoando o plano.
Nesse tempo, fiquei mimando ela, dando força, sempre chamando de filha ou Ghandi, mas não aguentava o tesão de querer falar outras coisas. Me mantive na linha pra saber que tava no caminho certo. Na terceira semana, conversando quase todo dia, já comecei a chamar ela de "minha menina bonita", coisa que ela gostava, e perguntando se tinha mais alguém na vida dela, coisa que ela negava.
Depois de tanto conversar, parei de mencionar meu filho e só ficou ela e eu. Passei de "seu Carlos" pra "papi". E foi que eu disse, entre conversas, que gostaria de ser o papi dela, coisa que ela levou numa boa, pra bem, mas eu via mais como safadeza, tipo "um dia você vai me chamar de papi de outro jeito". O tempo passou e, de olho nela, notei uma foto onde ela aparecia numa festa de família e aproveitei pra dizer: "Me manda sua foto pra eu dar minha opinião em segredo", coisa que ela aceitou numa boa.
Não espera mais, era hoje ou continuar num jogo que eu já não queria mais jogar.. E aproveitei pra responder.
Mamãe, mas olha só que gostosa você tá com esse vestido, tá um arraso, amei suas pernudas e o corpo todo.
G- Senhor, que coisa que o senhor fala.
C- É a verdade, você faz meu coração parar e mais outras coisas, minha menina.
G- Mas o que é que o senhor tá dizendo?
C- É a verdade, eu adoro como você tá, me faz pensar umas coisas safadas.
G- Que coisas?
C- Você não fica brava, minha menina pernuda?
G- Ahm, não.
C- Meu pau, meu amor.
Demorou pra responder, só disse que não imaginava causar isso em mim e, na minha putaria, resolvi mandar uma foto do meu pau.
Imagino que vou demorar pra ver ela, já que tava quase indo pra festa. Naquela tarde, fiquei nervoso, com medo de que vissem o que tava rolando. Era um misto de sentimentos, mas não tinha volta. Naquela noite (de madrugada), meu celular não parava de tocar. Sonolento, vi que era ela. Fui até a venda pra não fazer barulho e, entre nervosismo e borboletas no estômago, atendi. Ela, bêbada, mal se entendendo, disse que não imaginava aquilo que tava acontecendo, mas que queria chegar a algum lugar. Sem rodeios, respondi que queria ela, ter intimidade. O silêncio mais longo da minha vida... Ghandi - Preciso ir na casa dos meus avós, dá pra me buscar à 1h na quadra perto da minha casa? Minha alma descansou de felicidade. Consegui soltar um "sim, claro, assim será". Continua...
A namorada dele chama Ghandi, uma menina que a gente conhece desde pequena, desde que era um bebê, porque ela é filha de um amigo meu de infância. Por causa disso, os pais dela, que conhecem bem a gente e o meu filho, deram a oportunidade pros dois serem responsáveis e terem esse relacionamento, sempre com a supervisão dos dois lados. E, mesmo que pareça que a gente tá passando a mão na cabeça por deixar eles juntos, os dois sempre foram estudiosos e se ajudam pra caramba.A maior parte do tempo, eu passo na loja, basicamente é a minha vida. Quando tem coisa pra fazer, minha esposa cuida da loja ou meu filho ajuda. Por isso, Ghandi e meu filho viviam juntos pra todo lado, eu via eles chegando e saindo de casa, sempre de olho neles e com minha esposa cuidando. Parece que tava tudo tão certo que até os pais dela acham que eles podem formar um casal bonito e promissor no futuro. E eu também pensava assim, sempre olhando pra eles com carinho. Só que depois de ele ser um bom menino, veio o primeiro vacilo: deixei ele ir numa festa, e ele chegou tarde em casa, bêbado. Fiquei preocupado pra caralho, tivemos uma discussão, e eu vi ele bêbado e com uns hematomas nos braços, o que achei estranho. Por causa disso, peguei o celular dele pra ver o que ele tava tramando ou o que tinha rolado. Aí vi um monte de mensagens com outras minas e brigas com a Ghandi.
Uns dias depois disso, vi a Ghandi umas três ou quatro vezes saindo de casa correndo, com os olhos vermelhos e chorando. Fiquei mal por ela e pelos pais dela, imaginando o que iam pensar de ver a filha chegando em casa daquele jeito. Tentando entender o que tava rolando, queria falar com a Ghandi, mas demorei dias pra ver ela de novo. Até que um dia encontrei ela na loja comprando umas coisas. Aí, com todo cuidado, toquei no assunto. Ela negou tudo, mas começou a falar que tinha acabado tudo, e os olhos dela encheram d'água, sem conseguir continuar. Diante daquilo, como ela não podia nem queria falar, eu disse que precisava conversar com ela pelo celular pra saber como ajudar, tanto ela quanto os pais dela, e pra terminar tudo numa boa. A Ghandi aceitou. Passando o número dela pra poder conversar quando desse... Deixei passar um tempo pra poder fazer a ligação e confirmar o motivo dos hematomas que ela tinha por ter brigado com o irmão do Ghandi. Ela pediu desculpas, dizendo que os dois tiveram culpa. A mina acabou não conseguindo falar porque do outro lado da linha só dava pra ouvir choro, então desliguei e pensei com a cabeça fria. Mas tinha uma coisa que não parava de martelar na minha cabeça: ela falava muito do Facebook e dos problemas que essa treta tinha causado...
Aí lembrei que colocando o número no Facebook dava pra achar o dono. E foi isso mesmo: encontrei o Facebook do Ghandi e, sem pensar duas vezes, mandei solicitação. Ele aceitou em questão de minutos, e com um "oi, boa tarde" começou tudo. Comecei a olhar tudo que ele postava, desde as publicações sobre os filhos até as fotos. E foi aí que percebi o problema: o ciúme do meu filho com as fotos do Ghandi. Pra ser sincero, fiquei surpreso, porque nunca tinha visto ela com malícia até aquele momento — nunca tinha visto ela de saia e vestido curto, despertando minha libido. Diante daquelas fotos e dos comentários de homens e garotos sobre ela, mas nenhum do meu filho.
Como tava sozinho em casa e com as vendas fracas, resolvi fechar a cortina da loja, trancar a casa por precaução e deitar no quarto pra continuar vendo ela. O tesão tomou conta de mim como um moleque, me masturbando enquanto via as fotos provocantes. E cada vez que via uma, levava a mão no meu pau, que começava a endurecer por causa daquela gostosa.
Com as respostas na foto dela de uns tarados tipo "Que delícia você é", "Mamãe, você é uma mulherão", e ela só respondia com risadas. Era incrível vê-la de saia com aquelas pernas gostosas e o decote apertado mostrando o que eu nunca vi com tesão, tipo os peitões dela querendo escapar daquele corpo pequeno e jovem.
A novinha me deixava louco, vendo todo aquele corpinho curvilíneo com aquelas pernas torneadas em saias curtas e com aqueles peitões yummy, era um deleite pros meus olhos e pra minha cabeça que só pensava em putaria ao vê-la assim, e todos os seus admiradores depravados, incluindo eu, com a pica bem dura, batendo uma punheta.
Já tinha perdido a razão, só queria comer ela, era a única coisa que pensava: fazer dela mulher, fazer ela minha. Desejava ela com muito tesão e safadeza. Depois de tanto tempo, gozei gloriosamente como nunca, enchendo tudo de mim e do sonho de sêmen por aquela gostosa, ex-namorada do meu filho ou ainda namorada, talvez, e filha do meu amigo. As duas coisas me deixavam com muito tesão, sabendo que era errado, eu curtia como um louco... Recuperei a sanidade, subi minhas calças, limpei tudo e respondi a mensagem com: "Oi, tá bem, mocinha?" Ela dizia que tentava, mas que era questão de tempo. Comecei a bolar coisas na minha cabeça pra vê-la, pra chegar até ela, pra ver o momento louco e arriscado de ter ela. E assim passaram duas semanas aperfeiçoando o plano.Nesse tempo, fiquei mimando ela, dando força, sempre chamando de filha ou Ghandi, mas não aguentava o tesão de querer falar outras coisas. Me mantive na linha pra saber que tava no caminho certo. Na terceira semana, conversando quase todo dia, já comecei a chamar ela de "minha menina bonita", coisa que ela gostava, e perguntando se tinha mais alguém na vida dela, coisa que ela negava.
Depois de tanto conversar, parei de mencionar meu filho e só ficou ela e eu. Passei de "seu Carlos" pra "papi". E foi que eu disse, entre conversas, que gostaria de ser o papi dela, coisa que ela levou numa boa, pra bem, mas eu via mais como safadeza, tipo "um dia você vai me chamar de papi de outro jeito". O tempo passou e, de olho nela, notei uma foto onde ela aparecia numa festa de família e aproveitei pra dizer: "Me manda sua foto pra eu dar minha opinião em segredo", coisa que ela aceitou numa boa.
Não espera mais, era hoje ou continuar num jogo que eu já não queria mais jogar.. E aproveitei pra responder. Mamãe, mas olha só que gostosa você tá com esse vestido, tá um arraso, amei suas pernudas e o corpo todo.
G- Senhor, que coisa que o senhor fala.
C- É a verdade, você faz meu coração parar e mais outras coisas, minha menina.
G- Mas o que é que o senhor tá dizendo?
C- É a verdade, eu adoro como você tá, me faz pensar umas coisas safadas.
G- Que coisas?
C- Você não fica brava, minha menina pernuda?
G- Ahm, não.
C- Meu pau, meu amor.
Demorou pra responder, só disse que não imaginava causar isso em mim e, na minha putaria, resolvi mandar uma foto do meu pau.
Imagino que vou demorar pra ver ela, já que tava quase indo pra festa. Naquela tarde, fiquei nervoso, com medo de que vissem o que tava rolando. Era um misto de sentimentos, mas não tinha volta. Naquela noite (de madrugada), meu celular não parava de tocar. Sonolento, vi que era ela. Fui até a venda pra não fazer barulho e, entre nervosismo e borboletas no estômago, atendi. Ela, bêbada, mal se entendendo, disse que não imaginava aquilo que tava acontecendo, mas que queria chegar a algum lugar. Sem rodeios, respondi que queria ela, ter intimidade. O silêncio mais longo da minha vida... Ghandi - Preciso ir na casa dos meus avós, dá pra me buscar à 1h na quadra perto da minha casa? Minha alma descansou de felicidade. Consegui soltar um "sim, claro, assim será". Continua...
7 comentários - Ex-namorada gostosa do meu filho