Pra dar conta do que vou contar, acho importante dar uma breve descrição minha e da minha esposa. Pía, minha esposa, tem 33 anos, é profissional, hoje gerente de área na empresa dela, e pelo que percebo, não é muito querida não — tem uma ou duas colegas/amigas que nunca se sabe até onde são leais. Fisicamente, ela é levemente gordinha, pele branca, peitos bons — médios pra cima — e uma bunda enorme, cintura larga e quadrilzão, um rabo lindo pra resumir e, no meu gosto, espaço pra um monte de fantasias. Ela vive pelada, então pode acreditar que essa bunda é uma maravilha. É assim que eu chupo ela de ponta a ponta, gastando litros e litros de saliva sem problema. De rosto, Pía é linda, morena, olhos castanhos, sorriso simples, e na atitude, ela tem um perfil erótico-sexual bem baixo. Eu, Felipe, também profissional, 35 anos, funcionário público, um cara comum, com experiência suficiente pra saber que não adianta muito se destacar no serviço público. Altura média/baixa, 1,70, o pau não é ruim — já recebi elogios, não é enorme, mas o tamanho é mais que suficiente. Talvez eu seja muito sensível na glande, então sexo oral tem que ser bem cuidado e bem feito pra eu gostar, e quando eu meto, não costumo durar muito (sendo sincero). O que vou contar aconteceu depois de várias transas em que eu deixei claro meu desejo de dividir ela com outro. Sobre essas vezes, quero detalhar. Numa ocasião, ela me ignorou totalmente, disse que eu era louco, que tava falando besteira porque tinha bebido demais. Depois, resolvi propor assistir um vídeo que eu disse que me deixou muito excitado (resumo: a namorada num hotel de praia deixa o namorado bêbado dormindo na cama e pega dois caras na piscina de previa e depois num outro quarto). Propus ver o vídeo enquanto eu tocava ela, a gente tava em... O sofá da nossa sala. Foi muito rápido que ela ficou molhada (normalmente o processo dela ficar molhada é bem mais lento), e eu fui acompanhando com palavras como se quisesse de alguma forma convidá-la a fazer algo assim. A resposta dela foi bem fria, como ela é, não se permite esquentar com nada: "não entendo por que você quer que eu dê pra outro", como se não fizesse sentido. Depois, uma atitude mais fria em relação ao assunto e uma transa como sempre, e dormir. Mas a entreperna não mente, e ela estava super molhada enquanto assistia à cena pornô que coloquei pra ver. Depois de um tempo, outra vez transando, enquanto eu chupava ela e metia os dedos, e muita mão, além dos dedos, sempre fico muito perto de penetrar ela com a mão inteira, e numa dessas vezes me deu na telha de dizer que naquele lugar cabia mais de uma rola como a minha. Imediatamente mudou o movimento, ela gostou da ideia, mentalmente se imaginava com duas rolas na buceta e curtia. Assim que goza, fica fria de novo e diz que não entende como eu posso ter interesse em outro homem comendo ela. Na última preliminar nossa, foi em relação ao tamanho. No meio do amasso, falo pra ela que tinha espaço pra algo bem maior que a minha, e que se ela tivesse interesse, podia arrumar algo maior pra brincar... com um sorriso lindo como ela tem, ela concordou. Minhas conclusões foram as seguintes: ela não tem confiança suficiente pra ser compartilhada, mas se fosse pra considerar ficar com outro, um tamanho maior seria bem-vindo. Decidi optar por buscar um brinquedo, de tamanho grande, e se eu conseguisse introduzir a variável racial (que seja um brinquedo marrom ou preto), poderia saber mais sobre as fantasias dela. Por algumas pequenas atitudes, acho que ela está longe de gostar de caras jovens — minha ideia é que um veterano moderno — um coroa maneiro — com um bom pacote seja o terceiro homem a entrar nesse corpo. Algo que esqueci de dizer é que somos um casal desde muito novos, foi a primeira vez dela. Foi comigo e, durante uma separação que durou vários meses, ela teve uma relação sexual com um cara com quem ela ficou (mas acho que não foi tão boa, porque quase imediatamente voltamos a ficar juntos). Último detalhe antes de fechar esse capítulo: toda vez que eu perguntava qual era a fantasia sexual dela… ela me diz que não tem. Chan… Continuo em outra publicação.
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