Depois da experiência foda com o parceiro em casa, a gente entendeu que tinha que subir o nível ou pelo menos era o que nossos ratos indicavam, então a gente transava pensando em coisas novas pra fazer o tempo todo.
Gusti ligou pra ela umas semanas depois pra oferecer um trampo com ele na costa, seria uma semana de serviço e uma grana boa até que, mas além disso, ela ia abrir a buceta porque ia ficar perto do pinto favorito dela, então aceitou ir. Meu sogro tinha um apartamento que emprestava pra gente às vezes, então ela ia dormir lá enquanto durasse o trampo.
Foi assim que no domingo ele foi buscá-la pra na segunda cedo já estar lá trabalhando, e eu percebo 2 horas depois que ela foi embora, que a filha da puta tinha deixado a chave do apartamento do meu sogro na minha mesa de cabeceira, o que a princípio me preocupou, até que caiu a ficha que ela ia dormir todas as noites sendo comida pelo pauzudo e tinha deixado aquilo como um recado pra mim. O pau deu um pulo dentro da minha calça, me mostrando que era algo foda o que estava por vir.
Quando cheguei, me avisou que já estavam lá pra eu não me preocupar, e mandou na mensagem: "que burra, esqueci a chave do apê do pai, então vou ver onde durmo. Bom, se não te incomodar, posso pedir um lugar pro Gusti.
Fica pra dormir com ele, tranquila, eu falei. Sei que ele vai te cuidar (te comer) do melhor jeito. Isso sim, eu falei: me manda fotos pra eu saber que você tá bem.
Claro que à noite recebi isso, e ela me disse que tava gostosa pra caralho.

Olhei umas fotos e bati uma punheta daquelas, e fui dormir, sabendo que tava dando como uma ninfomaníaca. No dia seguinte, a gente só se falou lá pro meio-dia, ele me disse que não aguentava de sono, o que confirmava que o Gusti tinha passado a noite inteira macetando ela, então com certeza ele ia jantar cedo e recuperar as horas de sono, já que ele tinha um jantar de trabalho à noite e ela não ia.
Assim passaram uns dias, a gente se falava de noitinha, fazia alguma videochamada pra se ver um pouco e trocar ideia sobre meu trampo, os meninos, a casa, e a semana foi passando. Já tava sentindo que essa história dela transar com o mesmo cara toda hora tava ficando chata, pelo menos pra mim, e foi assim que falei pra ela. Ela me contou que, mesmo adorando aquela pica, ia falar com ele pra dar um tempo, o que achei perfeito.

Naquela noite ela me mandou essa foto e disse: "boa noite, gostosa, vou tomar meu leite e dormir.
Gusti ligou pra ela umas semanas depois pra oferecer um trampo com ele na costa, seria uma semana de serviço e uma grana boa até que, mas além disso, ela ia abrir a buceta porque ia ficar perto do pinto favorito dela, então aceitou ir. Meu sogro tinha um apartamento que emprestava pra gente às vezes, então ela ia dormir lá enquanto durasse o trampo.
Foi assim que no domingo ele foi buscá-la pra na segunda cedo já estar lá trabalhando, e eu percebo 2 horas depois que ela foi embora, que a filha da puta tinha deixado a chave do apartamento do meu sogro na minha mesa de cabeceira, o que a princípio me preocupou, até que caiu a ficha que ela ia dormir todas as noites sendo comida pelo pauzudo e tinha deixado aquilo como um recado pra mim. O pau deu um pulo dentro da minha calça, me mostrando que era algo foda o que estava por vir.
Quando cheguei, me avisou que já estavam lá pra eu não me preocupar, e mandou na mensagem: "que burra, esqueci a chave do apê do pai, então vou ver onde durmo. Bom, se não te incomodar, posso pedir um lugar pro Gusti.
Fica pra dormir com ele, tranquila, eu falei. Sei que ele vai te cuidar (te comer) do melhor jeito. Isso sim, eu falei: me manda fotos pra eu saber que você tá bem.
Claro que à noite recebi isso, e ela me disse que tava gostosa pra caralho.

Olhei umas fotos e bati uma punheta daquelas, e fui dormir, sabendo que tava dando como uma ninfomaníaca. No dia seguinte, a gente só se falou lá pro meio-dia, ele me disse que não aguentava de sono, o que confirmava que o Gusti tinha passado a noite inteira macetando ela, então com certeza ele ia jantar cedo e recuperar as horas de sono, já que ele tinha um jantar de trabalho à noite e ela não ia.
Assim passaram uns dias, a gente se falava de noitinha, fazia alguma videochamada pra se ver um pouco e trocar ideia sobre meu trampo, os meninos, a casa, e a semana foi passando. Já tava sentindo que essa história dela transar com o mesmo cara toda hora tava ficando chata, pelo menos pra mim, e foi assim que falei pra ela. Ela me contou que, mesmo adorando aquela pica, ia falar com ele pra dar um tempo, o que achei perfeito.

Naquela noite ela me mandou essa foto e disse: "boa noite, gostosa, vou tomar meu leite e dormir.
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