Hoje eu vim contar pra vocês um relato que realmente aconteceu uns anos atrás…
Eu tava no último ano da faculdade na cidade de Cuernavaca, Morelos.
E tudo era normal. Eu gostava pra caramba de uma mina, que vou chamar só de Mari (pra não dar confusão). A Mari era uma gostosa, não era tão bonita de rosto, mas tinha umas pernas e uma bunda deliciosos demais. Os peitos dela eram pequenininhos, mas ela compensava com aquele rabo empinado, grande e bem branquinho. A pele dela era branca, muito branca, e o cabelo castanho comprido. Ela era minha crush, eu era apaixonado demais. Desde que conheci ela na faculdade, fiquei maluco. Era uma menina caseira, de princípios, com uma educação boa dos pais. Achei que era a mulher perfeita.
Na universidade tinha um professor que se dava super bem com a gente, era aquele típico professor gente boa (vamos chamar ele de Pepe). Os mais próximos sabiam que ele era um tarado, ele contava pra gente as experiências dele com umas professoras, com alunas, e por aí vai.
Fisicamente ele não era tão bonito, era baixinho, tipo 1,60, um pouco gordo e moreno, mas tinha muita grana. Dava pra ver de longe que ele era louco pela minha crush, afinal, quem não gostava da Mari?
Tudo isso aconteceu num dia de abril, a Mari tava usando uma calça que, sinceramente, deixava a bunda dela de matar. A calça era larguinha, mas dava pra ver a raba dela tão gostosa. Tênis preto, blusa branca e jaqueta preta.
Era a última semana do penúltimo quadrimestre antes de sair de férias, a gente tinha um trabalho pra terminar e entregar no dia seguinte. Naquela noite, eu virei a madrugada com ela fazendo o trampo, fui na casa dela e passamos a noite toda trabalhando. No dia seguinte, chegamos juntos na faculdade pra finalizar o trabalho. Lembro que foi uma quinta-feira, chegamos umas 10h da manhã e os alunos do turno da manhã ainda estavam em aula. A gente foi pra nossa sala, que tava vazia, já que a gente estudava à tarde, mas naquele dia não tinha aula.
Ficamos uma hora trabalhando pra terminar nosso projeto, encontramos o professor Pepe e ele se ofereceu pra ajudar a gente de tarde. Achei estranho, mas a Mari aceitou na hora.
O profe Pepe ainda tinha mais 2 horas de aula, então a gente teve que esperar ele até quase 3 da tarde. Mari e eu continuamos trabalhando, e comecei a sentir o clima estranho. Ela tava nervosa, impaciente, como se algo fosse rolar. A conversa comigo ficou mais seca, e ela só mexia no celular, escrevia e recebia mensagens. Fiquei me perguntando com quem ela tava trocando tanta ideia e por que tava tão pilhada.
Passaram quase 2 horas e ela recebeu uma ligação de um "colega", aí ela me disse que a gente tinha que vazar porque ela ia na casa do professor pra ele ajudar com o projeto. Eu topei.
Subimos na moto dele e fomos pra casa do professor Pepe. Por um momento, achei que ela ia me levar, mas qual não foi minha surpresa quando ela me disse
Mari: Ei, te deixo no centro? Não posso te levar até seu ponto porque estou atrasada e tenho que ir na casa do professor Pepe pegar uns materiais e ele me explicar sobre o projeto.
Naquele momento fiquei nervoso, sabia da fama do professor e na minha mente maliciosa pensei: "aqui tem coisa estranha".
Aceita, quando cheguei no centro ela me deixou, mas tava com um tom nervoso, senti ela super nervosa e puta comigo.
Assim que eu desci, ela já tinha se despedido de mim com um seco:
Mari: Tchau, a gente se fala depois.
No fundo, eu sabia que alguma coisa tava rolando, sabia que algo ia acontecer, percebi pelo nervosismo dele e, com certeza, fiquei muito curiosa, porque eu ia sozinha na casa do professor Pepe, um professor tarado que come alunas e professoras.
Caminhei umas duas quadras até meu ponto de ônibus, só pensando, e no meu nervosismo resolvi segui-la.
A casa do professor não fica muito longe do centro, então andando eu chegaria em 15 minutos e foi isso mesmo, comecei a caminhar e não demorei muito pra chegar. Era uma rua particular, eu sabia onde ele morava porque já tinha tido umas bebedeiras com o professor e outros colegas antes. Tinha passado um pouco mais de meia hora desde que eu e a Mari nos despedimos.
ao chegar na rua dela, vi a moto da Mari, tava na frente da casa do professor Pepe.
A casa dele tinha uma portinha, depois um jardim pequeno e, subindo as escadas, ficava a porta principal da casa do Professor Pepe. Não teve problema pra entrar, porque como tinha mais casas dos outros vizinhos lá em cima, consegui entrar de boa. Cheguei na porta da casa do professor, uma porta de madeira de 2 metros, e de cada lado tinha janelas, o que facilitava um pouco pra espiar lá dentro.
Tentei me aproximar o máximo que pude da janela, tomando cuidado pra não ser visto pela Mari ou pelo professor Pepe.
Quando olhei pra dentro, vi a mesa da cozinha e a sala, já que tavam na entrada e dava pra ver tudo direitinho.
Vi a Mari sentada ali, cruzando as pernas, e do lado dela tava o professor Pepe explicando o projeto. Vi que os dois tinham uma cerveja e notei que a Mari tava nervosa.
Fiquei um tempão ali só observando e cuidando pra os vizinhos não me verem nem chegarem de repente. Nisso, me distraí um pouco mais de 5 minutos e, quando voltei a olhar pela janela, notei que elas já não estavam mais. Meu coração começou a bater tão rápido que eu não sabia o que fazer. Olhei mais pro fundo, já que o corredor que leva aos quartos fica no meio da sala e da mesa da cozinha. Era um corredor grande, mas não muito comprido, ou seja, dava pra ver a porta do banheiro e os quartos abertos, mas só isso.
Não vi nada e fiquei assim por pelo menos 10 minutos, sem descuidar pra algum vizinho não me ver.
Olhei pra dentro de novo e só ouvia risadas.
Nisso vejo ela saindo de um quarto pra entrar no que tá na frente.
O que achei estranho foi que ela tava sem a jaqueta e meio desgrenhada…
Passaram mais de 10 minutos e um cheiro estranho começou a sair da casa, cheirava a Maria Joana.
E fiquei bem surpreso, ela nunca fumou isso
de repente ela aparece, vejo que entra no banheiro e agora o estranho foi que não tava com os tênis, tava descalça, os pés dela que tanto me encantam, branquinhos, avermelhadinhos, estavam ali, descalços e meio vermelhos mais do que o normal
Ela entrou no banheiro e saiu quase na mesma hora, voltando pro quarto onde eu achava que o professor tava.
Por um momento, houve um silêncio profundo, eu não sabia o que tava rolando lá dentro e a curiosidade tava me matando, mas não podia fazer nada.
Passaram uns 40 minutos em que fiquei olhando pra dentro e me cuidando pra fora pra ninguém me ver.
Olhei de novo para dentro da casa e, depois de 5 minutos, vejo ela saindo.
Naquele momento, meu coração disparou, meu pau ficou duríssimo com tamanha surpresa.
O que eu vi foi algo que me impactou, mas também me deixou com muito tesão.
Vi a Mari saindo do quarto, ela estava semidespida, só de calcinha tipo bóxer preta.

Depois atrás dela saiu o professor pelado, pude ver a rola dura dele, me surpreendi que pra idade dele ele tinha uma pica grande e grossa, fazia contraste com a pele da Mari, o pau dele era escuro, a bunda da Mari era pálida mas naquele momento eu pude notar ela vermelha, igual os peitos e os pés dela.
Chegaram na cozinha pra pegar mais uma cerveja, e eu vi que o professor Pepe tava abraçando ela por trás.
e eu só podia me perguntar
O que tinha acontecido lá dentro? Como chegaram a esse ponto?
Ficaram uns minutinhos parados, o professor Pepe tomando água e servindo outra cerveja pra Mari enquanto via ela pegar o celular. Ela tava me escrevendo, porque na hora chegou uma mensagem pra mim dizendo:
Mari: Já chegou na sua casa?
Mari: Ainda tô aqui na casa do professor, ele tá me explicando o projeto
me mandou uma foto do trabalho dela na mesa
Sim, claro, que bem ela tá te ensinando" — pensei eu.
Não respondi, deixei o tempo passar.
E nem tinha me dado conta da hora, já eram quase 5 da tarde, nessa altura já tinha passado um pouco mais de 2 horas desde que a gente se "despediu".
Ela deixou o celular na mesa e o professor abraça ela por trás de novo.
Pepe: Com quem cê tá falando, hein?
Mari: Com ninguém, avisei o Beto que você tava me mostrando o projeto.
Pepe: Ela ainda tá atrás de você? KKKK se ela visse como eu tô atrás de você agora, ia cair dura no chão
Mari: Jejeje sim, mas shhh não fala nada, ele não me atrai nem um pouco.
Pepe: Claro, tu quer uma figura paterna, alguém mais velho que saiba o que você quer.
Mari: jejejeje
Mari só sorria e soltava uma risada meio sem graça, mas safada.
Pepe: Coitado do Beto, não aguentava você, olha só o corpanzil que você tem, ele é muito magrinho.
Mari: Sim, tá bom, gatinho, mas ele me trata bem.
Eu só escutava e observava de longe o que rolava lá dentro daquela casa.
Mari se sentou na sala, o professor Pepe foi pra cozinha pegar mais cervejas e voltou quase na hora, quem ia querer perder um espetáculo daquele da Mari de calcinha e semi-nua.
Chegou na sala, sentou do lado dela e foram dando o primeiro gole na cerveja.
Deixaram ela na mesinha e ele começou a beijar ela.
enquanto com a mão começava a acariciar os peitos dela, beliscava os bicos e enfiava a língua inteira na boca dela, tava devorando ela e eu só olhando com um puta tesão, aquela cena me deixou muito excitado
vi como a piroca do professor começou a ficar dura cada vez mais
Mari ficou parada, com as mãos no rosto do professor, de repente ela abaixou a mão.
Ela deixou cair na buceta do professor, e começou a bater uma pra ele devagarzinho, enquanto o professor foi descendo a mão dele até a buceta da Mari, primeiro só acariciando por cima da calcinha, e depois foi enfiando a mão devagar dentro da calcinha.
Mari começou a gemer devagar, seus gemidos eram tímidos, o professor continuou acariciando a parte dela por baixo da calcinha, tava dedando ela no pelo e eu só olhava a cara de prazer dela.
Me senti impotente por não poder fazer nada além de me tocar a pica por cima da calça, me abaixei um pouco pra ver se ninguém tava me olhando ou vindo, e voltei a espiar pela janela. O professor ainda tava esfregando a buceta da Mari, ela aos poucos gemia mais e mais. Ele parou as mãos pra pegar ela pela cabeça e fazer ela descer devagar até a pica dele. A imagem daquela pica na carinha dela é algo que nunca esqueço, a pica do professor contrastando com o rostinho branco dela foi realmente excitante de ver. Ela começou a enfiar a pica devagar, primeiro a ponta e foi descendo, não conseguia abrir bem a boca, parecia que a pica era meio grossa pra caber inteira. Continuou chupando aos poucos, descendo e subindo, de repente esticou a língua e começou a lamber como se fosse um pirulito.
Pepe: Aaahhh sim, assim chupa, assim que você gosta, Mari aaaahhh
O professor só gemia com a puta mamada que a Minha Mari tava dando, e eu só via de longe como ela lambia aquele pau.
Num instante ela parou e se levantou, olhando nos olhos dele. Virou-se de costas, dando uma visão perfeita daquela bunda branca que eu tanto desejava, e agora eu era testemunha de como um velho a estava aproveitando.
Mari foi descendo a calcinha dela devagar, até deixar cair no chão, nos pés dela.
O profe não perdeu tempo e começou a passar a mão na bunda dela, deu um tapa naquela raba, Mari só gemia e o profe continuava olhando pra aquele cuzão.
Ela abriu as nádegas e eu vejo como ela coloca o rosto no meio delas, Mari só gemia em pé, vi como o professor comia a buceta dela como um desesperado, não aceitava tudo isso que estava observando, minha pica estava duríssima ao ver tal cena.
O profe continuou comendo a buceta dela até que ela, gemendo, conseguiu falar com ele.
Mari: Me come, Ahhh sim assim, Já me come
O profe continuou chupando aquela bunda tão gostosa que a Minha Mari tem e logo se levantou. Eu só olhava quase de frente como ele lambuzava a pica de saliva e dos fluidos da Mari e usava como lubrificante. Não sabia o que pensar a essa altura. Será que a Mari é virgem? Ou já deram uma foda nela antes e pra mim ela dizia que ainda era virgem?
O professor apontou o pau dele pra buceta da Mari.
Mari: Não, espera, coloca a camisinha, professor, não quero que aconteça um acidente.
Pepe: Não tem problema, fica tranquila, assim você vai gostar muito mais
Mari: Não, então não fazemos nada.
O profe obedeceu, com certeza por nada nesse mundo ele perde uma bunda dessa.
Lá estava eu, espiando por um cantinho da janela, tomando cuidado pra os vizinhos não me verem e também pra Mari e o professor não me pegarem. E do outro lado, tava minha Crush, a que eu achava que seria o amor da minha vida, pelada, prestes a dar a bunda pro professor gordo, moreno e feio da faculdade. Só pode ter sido a lábia dele, porque tenho que admitir que o professor sabe envolver a gente muito bem.
O professor foi pegar uns preservativos, a Mari já tinha se acomodado de lado, recostada no sofá e com a bunda empinada. O professor ficou atrás dela, lambeu a buceta dela e cuspiu nela, depois foi enfiando o pau dele aos poucos. Eu só via a cara de prazer da Mari, como ela estava sendo penetrada devagar por aquele pedaço de pau. Eu estava pegando fogo, com o pau duríssimo, e não tinha outra escolha senão me arriscar. Eram quase seis e meia da tarde, já estava quase escurecendo. Então eu desabotoei um pouco minha calça e enfiei a mão sem tirar o pau, comecei a me estimular por baixo da calça, que já estava molhada de tanto líquido pré-ejaculatório.
O profe começou a foder a Mari, começou a meter com força a pica e só se ouviam os gemidos dela, a pele do profe batendo nas nádegas gostosas da Mari.
Mari: Ahhhh sim, papai, assim, me come assim
Pepe: Ahhh, cê gosta? Assim que cê gosta da pica?
Mari: Siim!! eu gosto, eu gosto, continua, continua
Pepe: Sempre quis te comer aahhh até que consegui
Mari: Sim, me come gostoso, sou suaaaaa
Pepe: Você é minha, essa bunda é minha.
Mari: Sim, essa minha bunda é só sua pra caralhoooo
Pepe: Vai, vai assim mesmo, vai se foder?
Mari: Sim, assim mesmo, enfia em mim
Fiquei chocado ao ver como os dois se curtiam, o professor parecia hipnotizar a Mari com o pau dele e ela tava adorando, e assim ficaram por quase 5 minutos até que ele parou e deitou ela. O que rolou aqui foi o estouro que me fez perder a cabeça.
Deitou a Mari e começou a fazer um oral nela, tinha uma visão perfeita da buceta dela, vi como ela tava vermelhinha. O professor continuou fazendo oral e lambendo o cu dela, subiu pelo umbigo lindo dela até os peitos, chupava eles como se ela estivesse amamentando ele.
O profe se ajeitou pra meter o pau de novo e foi entrando devagar, começando a socar enquanto colocava os pés dela nos ombros dele. Tinha uma visão perfeita dos pés lindos da minha Mari. De repente, o profe, enquanto metia nela, pegou os pés da Mari e juntou eles, depois colocou no rosto dele. Dava pra ver ele cheirando eles, e a cara dela era de puro prazer.
Sempre desconfiei que a Mari gostava de mostrar os pés, uns colegas da faculdade me contaram que ela mandava umas fotos casuais dos pés pra eles, e agora eu confirmei vendo a cara de tesão dela quando o professor cheirou os pés dela. Vi ele começar a lamber desde os calcanhares, os dois pareciam estar adorando, ele lambia os calcanhares e subia até os dedinhos, e eu via ele enfiar todos na boca. Isso me fez gozar na hora, sujando minha calça.
era algo que eu sempre quis fazer, mas ficava vendo outro cara fazendo sem ela reclamar
O professor parou, puxou o pau pra fora e pegou a Mari pela mão. Ela, com cara de tesão, se levantou e eu vi os dois caminhando pro quarto lá no fundo. Descalça, a bunda dela quicava enquanto descia os degrauzinhos. O professor, com o pau duro e aquela barriga que tem, a pele dele fazia contraste com aquela bunda branca pálida. Naquela hora, fiquei preocupado porque não ia mais saber o que tava rolando. Eles entraram no quarto e deixaram a porta aberta. Aproveitei pra me afastar um pouco da casa, cuidando pra nenhum vizinho me ver, e fiquei bolando um jeito de continuar espiando aquele espetáculo. Fui pra trás da casa, pensando em achar uma janela, mas, pra minha azar, não encontrei nada. Fui pro lado, meio abaixado, e vi uma janelinha um pouco menor, mas a diferença é que eu tava de pé. Era um pouco mais arriscado alguém me ver, mas com o sol se pondo, pensei que tudo tava a meu favor — e foi o que aconteceu.
Eram quase seis e meia e eu voltei a espiar pela janela. Meu coração continuava batendo forte, como se fosse eu quem estivesse comendo a Mari. Ao ver o espetáculo, meu pau não hesitou em ficar duro. O professor tinha a Mari de quatro, eu via como ele enterrava o pau nela e como tava comendo ela. Acho que já estavam assim há um tempo, porque ele parou logo e desceu pra lamber o cu dela, deu umas palmadas na bunda e Mari gemia.
Mari: Aiii sim, mas vai devagar que você vai deixar elas bem vermelhas
Pepe: Que buceta gostosa você tem, tem uma pinta bem gostosa aqui
Pois é, a Mari tinha um sinal na bunda esquerda. Nunca vi ela pelada, mas uma vez na faculdade eu tava sentado no chão bem do lado dela, ela se virou pra pegar um lápis que tinha caído e, quando virou, eu fiquei com aquele rabão todo perto da minha cara, e pude reparar no sinal dela.
O profe tava todo suado e a Mari também, o cabelão dela tava todo bagunçado.
Ela se levantou da cama e o professor se ajeitou embaixo, e essa cena eu nunca esqueci porque foi a mais gostosa que eu pude ver. A Mari subiu em cima dele, foi montando devagar aquela pica grossa e preta, aos poucos foi descendo, enfiando tudo e começando a pular em cima dele.
aquela imagem da Mari brincando na pica do professor foi algo tão excitante que eu não conseguia acreditar que estava vendo, eu olhava como as bundinhas gostosas dela batiam nas bolas do professor enquanto ele chupava os peitos dela e depois passava a acariciar os pés dela
Pepe: Ahhh sim, assim, não sabia que você adorava uma pica
Mari: Ahhhhh Ahhhhhh que gostoso, me come
Pepe: essa bunda é minha
Mari: Ahhhhhh sim, siii
Pepe: fala aí? me diz (deu um tapão na bunda dela) fala aíííí!!
Mari: Minha bunda é tua, papai, enfia em mim ahh isso
Pepe: e se você der a bunda pra outros?
Mari: Não, são só suas, então me fode assim
O profe acelerou a metida de pau e eu imaginei que já tava gozando.
mas quase que na hora parou, ficando os dois parados pegando ar, Mari desceu e se deitou de lado e o professor se virou ficando debaixo de Mari, de um jeito que enquanto ele a penetrava ela colocava os pés na cara dele e foi assim, começou a metida de pau e Mari gemia tão gostoso, colocava os pés na cara do professor enquanto ele a enfiava com força enquanto falava pra ela
Pepe: cê gosta de rola?
Mari:Sim, eu gostoooo
Pepe: Desde que te vi, soube que era uma putinha, você adora uma pica
Mari: Não, não fala comigo assim ahhh
Eles mal conseguiam segurar as palavras, especialmente a Mari com aquela enfiada que o professor tava dando nela, enquanto chupava os pés dela de um jeito desesperado.
De repente, o professor acelerou as enfiadas e eu imaginei que ele ia gozar.
Mari: Ahhhhhaahahhhh siiiim
Pepe: Ahhhh vou gozar
Mari: Tira essa porra!!
Pepe: Ahhhhhhhh
O professor soltou um grito de prazer, de vitória, de fato, ele tinha gozado dentro dela, mas eu pensei: "Por que ele mandou tirar, se tá de camisinha?" O professor empurrou um pouco mais o pau dele e foi tirar, e eu levei um baita susto quando vi que não tinha camisinha.
Meu coração disparou, em que momento eu tiro? Será que ela percebeu? Será que ela quis assim? Essas perguntas inundavam minha mente enquanto eu via a Mari descansando as pernas e a bunda na barriga do professor enquanto espremia a rola dele com a mão.
Em seguida, ela se levantou e começou a chupar ele enquanto o professor se contorcia, porque já tinha gozado tudo dentro dela, e eu ficava olhando como o leite começava a escorrer da buceta dela.
Pepe: tá escorrendo tudo em você
Mari: Sim, tô puta porque falei pra gozar dentro, não fora.
Pepe: fica tranquila, não vai rolar nada
Mari: é o que eu espero, não quero ter filhos, o que meus pais vão pensar de mim?
Pepe: vem, vamos tomar banho juntos
Mari: sim, já tá escorrendo tudo aqui
Se levantaram e foram direto pro banheiro, vi a Mari passar primeiro e atrás dela o professor.
Até aqui termina minha diversão, pensei e, de fato, fiquei um bom tempo naquela janela. Eram quase 7h20 e eles ainda não saíam do banheiro. Passaram quase 5 minutos e saíram juntos do banheiro, Mari enrolada na toalha e o professor também. Com certeza treparam de novo no banheiro. Chegaram no quarto e acenderam a luz. Mari estava com a bunda bem vermelha, com certeza ele deu uns tapas fortes nela, pensei.
Começaram a se secar, ela primeiro o cabelo, que por ser comprido seria difícil de secar.
O profe tirou a toalha e começou a secar a Mari, passou a toalha no meio da bunda dela, pelas pernas e pelos pés.
Vestiram a roupa e saíram, rapidão eu vazei de lá, fui dar a volta pra sair do quintal da casa e me esconder atrás de um carro. Eu só vi quando a Mari saiu da casa do professor, bem antes de subir na moto ela me mandou mensagem.
Mari: Já tô indo pra minha casa.
Eu…
Não respondi, mas era óbvio que ela tava bem cuidada. Vi ela indo embora na moto dela já quase 8 da noite.
Mari me escreveu de novo, meio irritada, e aí a gente teve uma discussão por mensagem, mas na minha mente ainda tava a foda dela com o professor barrigudo. O que aconteceu depois vou contar, porque eu presenciei ela trepando com meu melhor amigo.
Eu tava no último ano da faculdade na cidade de Cuernavaca, Morelos.
E tudo era normal. Eu gostava pra caramba de uma mina, que vou chamar só de Mari (pra não dar confusão). A Mari era uma gostosa, não era tão bonita de rosto, mas tinha umas pernas e uma bunda deliciosos demais. Os peitos dela eram pequenininhos, mas ela compensava com aquele rabo empinado, grande e bem branquinho. A pele dela era branca, muito branca, e o cabelo castanho comprido. Ela era minha crush, eu era apaixonado demais. Desde que conheci ela na faculdade, fiquei maluco. Era uma menina caseira, de princípios, com uma educação boa dos pais. Achei que era a mulher perfeita.
Na universidade tinha um professor que se dava super bem com a gente, era aquele típico professor gente boa (vamos chamar ele de Pepe). Os mais próximos sabiam que ele era um tarado, ele contava pra gente as experiências dele com umas professoras, com alunas, e por aí vai.
Fisicamente ele não era tão bonito, era baixinho, tipo 1,60, um pouco gordo e moreno, mas tinha muita grana. Dava pra ver de longe que ele era louco pela minha crush, afinal, quem não gostava da Mari?
Tudo isso aconteceu num dia de abril, a Mari tava usando uma calça que, sinceramente, deixava a bunda dela de matar. A calça era larguinha, mas dava pra ver a raba dela tão gostosa. Tênis preto, blusa branca e jaqueta preta.
Era a última semana do penúltimo quadrimestre antes de sair de férias, a gente tinha um trabalho pra terminar e entregar no dia seguinte. Naquela noite, eu virei a madrugada com ela fazendo o trampo, fui na casa dela e passamos a noite toda trabalhando. No dia seguinte, chegamos juntos na faculdade pra finalizar o trabalho. Lembro que foi uma quinta-feira, chegamos umas 10h da manhã e os alunos do turno da manhã ainda estavam em aula. A gente foi pra nossa sala, que tava vazia, já que a gente estudava à tarde, mas naquele dia não tinha aula.
Ficamos uma hora trabalhando pra terminar nosso projeto, encontramos o professor Pepe e ele se ofereceu pra ajudar a gente de tarde. Achei estranho, mas a Mari aceitou na hora.
O profe Pepe ainda tinha mais 2 horas de aula, então a gente teve que esperar ele até quase 3 da tarde. Mari e eu continuamos trabalhando, e comecei a sentir o clima estranho. Ela tava nervosa, impaciente, como se algo fosse rolar. A conversa comigo ficou mais seca, e ela só mexia no celular, escrevia e recebia mensagens. Fiquei me perguntando com quem ela tava trocando tanta ideia e por que tava tão pilhada.
Passaram quase 2 horas e ela recebeu uma ligação de um "colega", aí ela me disse que a gente tinha que vazar porque ela ia na casa do professor pra ele ajudar com o projeto. Eu topei.
Subimos na moto dele e fomos pra casa do professor Pepe. Por um momento, achei que ela ia me levar, mas qual não foi minha surpresa quando ela me disse
Mari: Ei, te deixo no centro? Não posso te levar até seu ponto porque estou atrasada e tenho que ir na casa do professor Pepe pegar uns materiais e ele me explicar sobre o projeto.
Naquele momento fiquei nervoso, sabia da fama do professor e na minha mente maliciosa pensei: "aqui tem coisa estranha".
Aceita, quando cheguei no centro ela me deixou, mas tava com um tom nervoso, senti ela super nervosa e puta comigo.
Assim que eu desci, ela já tinha se despedido de mim com um seco:
Mari: Tchau, a gente se fala depois.
No fundo, eu sabia que alguma coisa tava rolando, sabia que algo ia acontecer, percebi pelo nervosismo dele e, com certeza, fiquei muito curiosa, porque eu ia sozinha na casa do professor Pepe, um professor tarado que come alunas e professoras.
Caminhei umas duas quadras até meu ponto de ônibus, só pensando, e no meu nervosismo resolvi segui-la.
A casa do professor não fica muito longe do centro, então andando eu chegaria em 15 minutos e foi isso mesmo, comecei a caminhar e não demorei muito pra chegar. Era uma rua particular, eu sabia onde ele morava porque já tinha tido umas bebedeiras com o professor e outros colegas antes. Tinha passado um pouco mais de meia hora desde que eu e a Mari nos despedimos.
ao chegar na rua dela, vi a moto da Mari, tava na frente da casa do professor Pepe.
A casa dele tinha uma portinha, depois um jardim pequeno e, subindo as escadas, ficava a porta principal da casa do Professor Pepe. Não teve problema pra entrar, porque como tinha mais casas dos outros vizinhos lá em cima, consegui entrar de boa. Cheguei na porta da casa do professor, uma porta de madeira de 2 metros, e de cada lado tinha janelas, o que facilitava um pouco pra espiar lá dentro.
Tentei me aproximar o máximo que pude da janela, tomando cuidado pra não ser visto pela Mari ou pelo professor Pepe.
Quando olhei pra dentro, vi a mesa da cozinha e a sala, já que tavam na entrada e dava pra ver tudo direitinho.
Vi a Mari sentada ali, cruzando as pernas, e do lado dela tava o professor Pepe explicando o projeto. Vi que os dois tinham uma cerveja e notei que a Mari tava nervosa.
Fiquei um tempão ali só observando e cuidando pra os vizinhos não me verem nem chegarem de repente. Nisso, me distraí um pouco mais de 5 minutos e, quando voltei a olhar pela janela, notei que elas já não estavam mais. Meu coração começou a bater tão rápido que eu não sabia o que fazer. Olhei mais pro fundo, já que o corredor que leva aos quartos fica no meio da sala e da mesa da cozinha. Era um corredor grande, mas não muito comprido, ou seja, dava pra ver a porta do banheiro e os quartos abertos, mas só isso.
Não vi nada e fiquei assim por pelo menos 10 minutos, sem descuidar pra algum vizinho não me ver.
Olhei pra dentro de novo e só ouvia risadas.
Nisso vejo ela saindo de um quarto pra entrar no que tá na frente.
O que achei estranho foi que ela tava sem a jaqueta e meio desgrenhada…
Passaram mais de 10 minutos e um cheiro estranho começou a sair da casa, cheirava a Maria Joana.
E fiquei bem surpreso, ela nunca fumou isso
de repente ela aparece, vejo que entra no banheiro e agora o estranho foi que não tava com os tênis, tava descalça, os pés dela que tanto me encantam, branquinhos, avermelhadinhos, estavam ali, descalços e meio vermelhos mais do que o normal
Ela entrou no banheiro e saiu quase na mesma hora, voltando pro quarto onde eu achava que o professor tava.
Por um momento, houve um silêncio profundo, eu não sabia o que tava rolando lá dentro e a curiosidade tava me matando, mas não podia fazer nada.
Passaram uns 40 minutos em que fiquei olhando pra dentro e me cuidando pra fora pra ninguém me ver.
Olhei de novo para dentro da casa e, depois de 5 minutos, vejo ela saindo.
Naquele momento, meu coração disparou, meu pau ficou duríssimo com tamanha surpresa.
O que eu vi foi algo que me impactou, mas também me deixou com muito tesão.
Vi a Mari saindo do quarto, ela estava semidespida, só de calcinha tipo bóxer preta.

Depois atrás dela saiu o professor pelado, pude ver a rola dura dele, me surpreendi que pra idade dele ele tinha uma pica grande e grossa, fazia contraste com a pele da Mari, o pau dele era escuro, a bunda da Mari era pálida mas naquele momento eu pude notar ela vermelha, igual os peitos e os pés dela.
Chegaram na cozinha pra pegar mais uma cerveja, e eu vi que o professor Pepe tava abraçando ela por trás.
e eu só podia me perguntar
O que tinha acontecido lá dentro? Como chegaram a esse ponto?
Ficaram uns minutinhos parados, o professor Pepe tomando água e servindo outra cerveja pra Mari enquanto via ela pegar o celular. Ela tava me escrevendo, porque na hora chegou uma mensagem pra mim dizendo:
Mari: Já chegou na sua casa?
Mari: Ainda tô aqui na casa do professor, ele tá me explicando o projeto
me mandou uma foto do trabalho dela na mesa
Sim, claro, que bem ela tá te ensinando" — pensei eu.
Não respondi, deixei o tempo passar.
E nem tinha me dado conta da hora, já eram quase 5 da tarde, nessa altura já tinha passado um pouco mais de 2 horas desde que a gente se "despediu".
Ela deixou o celular na mesa e o professor abraça ela por trás de novo.
Pepe: Com quem cê tá falando, hein?
Mari: Com ninguém, avisei o Beto que você tava me mostrando o projeto.
Pepe: Ela ainda tá atrás de você? KKKK se ela visse como eu tô atrás de você agora, ia cair dura no chão
Mari: Jejeje sim, mas shhh não fala nada, ele não me atrai nem um pouco.
Pepe: Claro, tu quer uma figura paterna, alguém mais velho que saiba o que você quer.
Mari: jejejeje
Mari só sorria e soltava uma risada meio sem graça, mas safada.
Pepe: Coitado do Beto, não aguentava você, olha só o corpanzil que você tem, ele é muito magrinho.
Mari: Sim, tá bom, gatinho, mas ele me trata bem.
Eu só escutava e observava de longe o que rolava lá dentro daquela casa.
Mari se sentou na sala, o professor Pepe foi pra cozinha pegar mais cervejas e voltou quase na hora, quem ia querer perder um espetáculo daquele da Mari de calcinha e semi-nua.
Chegou na sala, sentou do lado dela e foram dando o primeiro gole na cerveja.
Deixaram ela na mesinha e ele começou a beijar ela.
enquanto com a mão começava a acariciar os peitos dela, beliscava os bicos e enfiava a língua inteira na boca dela, tava devorando ela e eu só olhando com um puta tesão, aquela cena me deixou muito excitado
vi como a piroca do professor começou a ficar dura cada vez mais
Mari ficou parada, com as mãos no rosto do professor, de repente ela abaixou a mão.
Ela deixou cair na buceta do professor, e começou a bater uma pra ele devagarzinho, enquanto o professor foi descendo a mão dele até a buceta da Mari, primeiro só acariciando por cima da calcinha, e depois foi enfiando a mão devagar dentro da calcinha.
Mari começou a gemer devagar, seus gemidos eram tímidos, o professor continuou acariciando a parte dela por baixo da calcinha, tava dedando ela no pelo e eu só olhava a cara de prazer dela.
Me senti impotente por não poder fazer nada além de me tocar a pica por cima da calça, me abaixei um pouco pra ver se ninguém tava me olhando ou vindo, e voltei a espiar pela janela. O professor ainda tava esfregando a buceta da Mari, ela aos poucos gemia mais e mais. Ele parou as mãos pra pegar ela pela cabeça e fazer ela descer devagar até a pica dele. A imagem daquela pica na carinha dela é algo que nunca esqueço, a pica do professor contrastando com o rostinho branco dela foi realmente excitante de ver. Ela começou a enfiar a pica devagar, primeiro a ponta e foi descendo, não conseguia abrir bem a boca, parecia que a pica era meio grossa pra caber inteira. Continuou chupando aos poucos, descendo e subindo, de repente esticou a língua e começou a lamber como se fosse um pirulito.
Pepe: Aaahhh sim, assim chupa, assim que você gosta, Mari aaaahhh
O professor só gemia com a puta mamada que a Minha Mari tava dando, e eu só via de longe como ela lambia aquele pau.
Num instante ela parou e se levantou, olhando nos olhos dele. Virou-se de costas, dando uma visão perfeita daquela bunda branca que eu tanto desejava, e agora eu era testemunha de como um velho a estava aproveitando.
Mari foi descendo a calcinha dela devagar, até deixar cair no chão, nos pés dela.
O profe não perdeu tempo e começou a passar a mão na bunda dela, deu um tapa naquela raba, Mari só gemia e o profe continuava olhando pra aquele cuzão.
Ela abriu as nádegas e eu vejo como ela coloca o rosto no meio delas, Mari só gemia em pé, vi como o professor comia a buceta dela como um desesperado, não aceitava tudo isso que estava observando, minha pica estava duríssima ao ver tal cena.
O profe continuou comendo a buceta dela até que ela, gemendo, conseguiu falar com ele.
Mari: Me come, Ahhh sim assim, Já me come
O profe continuou chupando aquela bunda tão gostosa que a Minha Mari tem e logo se levantou. Eu só olhava quase de frente como ele lambuzava a pica de saliva e dos fluidos da Mari e usava como lubrificante. Não sabia o que pensar a essa altura. Será que a Mari é virgem? Ou já deram uma foda nela antes e pra mim ela dizia que ainda era virgem?
O professor apontou o pau dele pra buceta da Mari.
Mari: Não, espera, coloca a camisinha, professor, não quero que aconteça um acidente.
Pepe: Não tem problema, fica tranquila, assim você vai gostar muito mais
Mari: Não, então não fazemos nada.
O profe obedeceu, com certeza por nada nesse mundo ele perde uma bunda dessa.
Lá estava eu, espiando por um cantinho da janela, tomando cuidado pra os vizinhos não me verem e também pra Mari e o professor não me pegarem. E do outro lado, tava minha Crush, a que eu achava que seria o amor da minha vida, pelada, prestes a dar a bunda pro professor gordo, moreno e feio da faculdade. Só pode ter sido a lábia dele, porque tenho que admitir que o professor sabe envolver a gente muito bem.
O professor foi pegar uns preservativos, a Mari já tinha se acomodado de lado, recostada no sofá e com a bunda empinada. O professor ficou atrás dela, lambeu a buceta dela e cuspiu nela, depois foi enfiando o pau dele aos poucos. Eu só via a cara de prazer da Mari, como ela estava sendo penetrada devagar por aquele pedaço de pau. Eu estava pegando fogo, com o pau duríssimo, e não tinha outra escolha senão me arriscar. Eram quase seis e meia da tarde, já estava quase escurecendo. Então eu desabotoei um pouco minha calça e enfiei a mão sem tirar o pau, comecei a me estimular por baixo da calça, que já estava molhada de tanto líquido pré-ejaculatório.
O profe começou a foder a Mari, começou a meter com força a pica e só se ouviam os gemidos dela, a pele do profe batendo nas nádegas gostosas da Mari.
Mari: Ahhhh sim, papai, assim, me come assim
Pepe: Ahhh, cê gosta? Assim que cê gosta da pica?
Mari: Siim!! eu gosto, eu gosto, continua, continua
Pepe: Sempre quis te comer aahhh até que consegui
Mari: Sim, me come gostoso, sou suaaaaa
Pepe: Você é minha, essa bunda é minha.
Mari: Sim, essa minha bunda é só sua pra caralhoooo
Pepe: Vai, vai assim mesmo, vai se foder?
Mari: Sim, assim mesmo, enfia em mim
Fiquei chocado ao ver como os dois se curtiam, o professor parecia hipnotizar a Mari com o pau dele e ela tava adorando, e assim ficaram por quase 5 minutos até que ele parou e deitou ela. O que rolou aqui foi o estouro que me fez perder a cabeça.
Deitou a Mari e começou a fazer um oral nela, tinha uma visão perfeita da buceta dela, vi como ela tava vermelhinha. O professor continuou fazendo oral e lambendo o cu dela, subiu pelo umbigo lindo dela até os peitos, chupava eles como se ela estivesse amamentando ele.
O profe se ajeitou pra meter o pau de novo e foi entrando devagar, começando a socar enquanto colocava os pés dela nos ombros dele. Tinha uma visão perfeita dos pés lindos da minha Mari. De repente, o profe, enquanto metia nela, pegou os pés da Mari e juntou eles, depois colocou no rosto dele. Dava pra ver ele cheirando eles, e a cara dela era de puro prazer.
Sempre desconfiei que a Mari gostava de mostrar os pés, uns colegas da faculdade me contaram que ela mandava umas fotos casuais dos pés pra eles, e agora eu confirmei vendo a cara de tesão dela quando o professor cheirou os pés dela. Vi ele começar a lamber desde os calcanhares, os dois pareciam estar adorando, ele lambia os calcanhares e subia até os dedinhos, e eu via ele enfiar todos na boca. Isso me fez gozar na hora, sujando minha calça.
era algo que eu sempre quis fazer, mas ficava vendo outro cara fazendo sem ela reclamar
O professor parou, puxou o pau pra fora e pegou a Mari pela mão. Ela, com cara de tesão, se levantou e eu vi os dois caminhando pro quarto lá no fundo. Descalça, a bunda dela quicava enquanto descia os degrauzinhos. O professor, com o pau duro e aquela barriga que tem, a pele dele fazia contraste com aquela bunda branca pálida. Naquela hora, fiquei preocupado porque não ia mais saber o que tava rolando. Eles entraram no quarto e deixaram a porta aberta. Aproveitei pra me afastar um pouco da casa, cuidando pra nenhum vizinho me ver, e fiquei bolando um jeito de continuar espiando aquele espetáculo. Fui pra trás da casa, pensando em achar uma janela, mas, pra minha azar, não encontrei nada. Fui pro lado, meio abaixado, e vi uma janelinha um pouco menor, mas a diferença é que eu tava de pé. Era um pouco mais arriscado alguém me ver, mas com o sol se pondo, pensei que tudo tava a meu favor — e foi o que aconteceu.
Eram quase seis e meia e eu voltei a espiar pela janela. Meu coração continuava batendo forte, como se fosse eu quem estivesse comendo a Mari. Ao ver o espetáculo, meu pau não hesitou em ficar duro. O professor tinha a Mari de quatro, eu via como ele enterrava o pau nela e como tava comendo ela. Acho que já estavam assim há um tempo, porque ele parou logo e desceu pra lamber o cu dela, deu umas palmadas na bunda e Mari gemia.
Mari: Aiii sim, mas vai devagar que você vai deixar elas bem vermelhas
Pepe: Que buceta gostosa você tem, tem uma pinta bem gostosa aqui
Pois é, a Mari tinha um sinal na bunda esquerda. Nunca vi ela pelada, mas uma vez na faculdade eu tava sentado no chão bem do lado dela, ela se virou pra pegar um lápis que tinha caído e, quando virou, eu fiquei com aquele rabão todo perto da minha cara, e pude reparar no sinal dela.
O profe tava todo suado e a Mari também, o cabelão dela tava todo bagunçado.
Ela se levantou da cama e o professor se ajeitou embaixo, e essa cena eu nunca esqueci porque foi a mais gostosa que eu pude ver. A Mari subiu em cima dele, foi montando devagar aquela pica grossa e preta, aos poucos foi descendo, enfiando tudo e começando a pular em cima dele.
aquela imagem da Mari brincando na pica do professor foi algo tão excitante que eu não conseguia acreditar que estava vendo, eu olhava como as bundinhas gostosas dela batiam nas bolas do professor enquanto ele chupava os peitos dela e depois passava a acariciar os pés dela
Pepe: Ahhh sim, assim, não sabia que você adorava uma pica
Mari: Ahhhhh Ahhhhhh que gostoso, me come
Pepe: essa bunda é minha
Mari: Ahhhhhh sim, siii
Pepe: fala aí? me diz (deu um tapão na bunda dela) fala aíííí!!
Mari: Minha bunda é tua, papai, enfia em mim ahh isso
Pepe: e se você der a bunda pra outros?
Mari: Não, são só suas, então me fode assim
O profe acelerou a metida de pau e eu imaginei que já tava gozando.
mas quase que na hora parou, ficando os dois parados pegando ar, Mari desceu e se deitou de lado e o professor se virou ficando debaixo de Mari, de um jeito que enquanto ele a penetrava ela colocava os pés na cara dele e foi assim, começou a metida de pau e Mari gemia tão gostoso, colocava os pés na cara do professor enquanto ele a enfiava com força enquanto falava pra ela
Pepe: cê gosta de rola?
Mari:Sim, eu gostoooo
Pepe: Desde que te vi, soube que era uma putinha, você adora uma pica
Mari: Não, não fala comigo assim ahhh
Eles mal conseguiam segurar as palavras, especialmente a Mari com aquela enfiada que o professor tava dando nela, enquanto chupava os pés dela de um jeito desesperado.
De repente, o professor acelerou as enfiadas e eu imaginei que ele ia gozar.
Mari: Ahhhhhaahahhhh siiiim
Pepe: Ahhhh vou gozar
Mari: Tira essa porra!!
Pepe: Ahhhhhhhh
O professor soltou um grito de prazer, de vitória, de fato, ele tinha gozado dentro dela, mas eu pensei: "Por que ele mandou tirar, se tá de camisinha?" O professor empurrou um pouco mais o pau dele e foi tirar, e eu levei um baita susto quando vi que não tinha camisinha.
Meu coração disparou, em que momento eu tiro? Será que ela percebeu? Será que ela quis assim? Essas perguntas inundavam minha mente enquanto eu via a Mari descansando as pernas e a bunda na barriga do professor enquanto espremia a rola dele com a mão.
Em seguida, ela se levantou e começou a chupar ele enquanto o professor se contorcia, porque já tinha gozado tudo dentro dela, e eu ficava olhando como o leite começava a escorrer da buceta dela.
Pepe: tá escorrendo tudo em você
Mari: Sim, tô puta porque falei pra gozar dentro, não fora.
Pepe: fica tranquila, não vai rolar nada
Mari: é o que eu espero, não quero ter filhos, o que meus pais vão pensar de mim?
Pepe: vem, vamos tomar banho juntos
Mari: sim, já tá escorrendo tudo aqui
Se levantaram e foram direto pro banheiro, vi a Mari passar primeiro e atrás dela o professor.
Até aqui termina minha diversão, pensei e, de fato, fiquei um bom tempo naquela janela. Eram quase 7h20 e eles ainda não saíam do banheiro. Passaram quase 5 minutos e saíram juntos do banheiro, Mari enrolada na toalha e o professor também. Com certeza treparam de novo no banheiro. Chegaram no quarto e acenderam a luz. Mari estava com a bunda bem vermelha, com certeza ele deu uns tapas fortes nela, pensei.
Começaram a se secar, ela primeiro o cabelo, que por ser comprido seria difícil de secar.
O profe tirou a toalha e começou a secar a Mari, passou a toalha no meio da bunda dela, pelas pernas e pelos pés.
Vestiram a roupa e saíram, rapidão eu vazei de lá, fui dar a volta pra sair do quintal da casa e me esconder atrás de um carro. Eu só vi quando a Mari saiu da casa do professor, bem antes de subir na moto ela me mandou mensagem.
Mari: Já tô indo pra minha casa.
Eu…
Não respondi, mas era óbvio que ela tava bem cuidada. Vi ela indo embora na moto dela já quase 8 da noite.
Mari me escreveu de novo, meio irritada, e aí a gente teve uma discussão por mensagem, mas na minha mente ainda tava a foda dela com o professor barrigudo. O que aconteceu depois vou contar, porque eu presenciei ela trepando com meu melhor amigo.
1 comentários - Mari y El Profe