Mari e o Professor

Hoje vim contar pra vocês um relato que realmente aconteceu uns anos atrás…
Eu tava no último ano da faculdade na cidade de Cuernavaca, Morelos.
E tudo era normal. Eu gostava pra caralho de uma mina, que vou chamar só de Mari (pra não dar margem a mal-entendido). A Mari era uma gostosa do caralho, não era tão bonita de rosto, mas tinha umas pernas e uma bunda deliciosos demais. Os peitos dela eram meio pequenos, mas ela compensava com aquela raba empinada, grande e bem branquinha. A pele dela era branca, muito branca, e o cabelo castanho comprido. Ela era minha crush, eu era apaixonado demais por ela. Desde que conheci ela na universidade, fiquei maluco. Era uma menina de família, com princípios e uma educação boa dos pais. Achei que era a mulher perfeita.



Na Universidade tinha um professor que se dava super bem com a gente, era aquele típico professor gente boa (vamos chamar ele de Pepe). Os mais próximos sabiam que ele era um tarado, ele contava pra gente as experiências dele com umas professoras, com alunas e tal.
Fisicamente ele não era tão bonito, era baixinho, tipo 1,60, um pouco gordo e moreno, mas tinha muita grana. Dava pra ver de longe que ele era apaixonado pela minha crush, quem não gostava da Mari?


Tudo isso aconteceu num dia de abril, a Mari tava usando uma calça que sinceramente deixava a bunda dela de matar, a calça era larga mas dava pra ver a raba gostosa, tênis preto e uma blusa branca com jaqueta preta.
Era a última semana do penúltimo quadrimestre antes de sair de férias, a gente tinha um trabalho pra terminar e entregar no dia seguinte. Naquela noite, eu virei a madrugada com ela terminando o trampo, fui na casa dela e passamos a noite toda trabalhando. No dia seguinte, chegamos juntos na faculdade pra finalizar o trabalho. Lembro que foi uma quinta-feira, chegamos umas 10h da manhã e os alunos do turno da manhã ainda estavam em aula. A gente foi pra nossa sala, que tava vazia, já que a gente estudava à tarde, mas naquele dia não tinha aula.
Ficamos uma hora trabalhando pra terminar nosso projeto, encontramos o professor Pepe e ele se ofereceu pra ajudar a gente de tarde. Achei estranho, mas a Mari aceitou na hora.
O professor Pepe ainda tinha mais duas horas de aula, então a gente teve que esperar ele até quase 3 da tarde. Mari e eu continuamos trabalhando, e comecei a sentir o clima estranho. Ela tava nervosa, impaciente, como se algo fosse rolar. A conversa comigo ficou mais seca, e ela só mexia no celular, escrevia e recebia mensagens. Fiquei me perguntando com quem ela tava trocando tanta ideia e por que tava tão pilhada.
Passaram quase 2 horas e ela recebeu uma ligação de um "colega", aí ela me disse que a gente tinha que ir embora porque ela ia passar na casa do professor pra ele ajudar com o projeto. Eu aceitei.
Subimos na moto dele e fomos pra casa do professor Pepe. Por um momento, achei que ela ia me levar, mas qual não foi minha surpresa quando ela me disse

Mari: Ei, te deixo no centro? Não posso te levar até seu ponto porque já tô atrasada e tenho que ir na casa do professor Pepe pegar uns materiais e ele me explicar sobre o projeto.

Naquele momento fiquei nervoso, sabia da fama do professor e na minha mente maliciosa pensei "aqui tem coisa estranha".


Aceita, quando cheguei no centro ela me deixou, mas tava num tom nervoso, senti ela super nervosa e puta comigo.


Assim que desci, ela já tinha se despedido de mim com um seco:
Mari: Tchau, a gente se fala depois.


No fundo, eu sabia que algo tava rolando, sabia que alguma coisa ia acontecer, percebi pelo nervosismo dele e, sinceramente, fiquei muito curiosa, porque eu ia sozinha pra casa do professor Pepe, um professor tarado que come alunas e professoras.


Caminhei umas duas quadras até meu ponto de ônibus, só pensando, e no meu nervosismo decidi segui-la.
A casa do professor não fica muito longe do centro, então andando eu chegaria em 15 minutos e foi isso mesmo, comecei a caminhar e não demorei muito pra chegar. Era uma rua particular, eu sabia onde ele morava porque já tinha tido umas bebedeiras com o professor e mais colegas antes. Tinha passado um pouco mais de meia hora desde que eu e a Mari nos despedimos.
Ao chegar na rua dela, vi a moto da Mari, tava na frente da casa do professor Pepe.
A casa dele tinha uma portinha, depois um jardim pequeno e, subindo as escadas, ficava a porta principal da casa do Professor Pepe. Não teve problema pra entrar, porque como tinha mais casas dos outros vizinhos lá em cima, consegui entrar de boa. Cheguei na porta da casa do professor, uma porta de madeira de 2 metros, e de cada lado tinha janelas, o que facilitava um pouco pra ver lá dentro.
Tentei chegar o mais perto que pude da janela, tomando cuidado pra não ser visto pela Mari ou pelo professor Pepe.
Olhando pra dentro, vi a mesa da cozinha e a sala, já que estavam na entrada e dava pra ver tudo direitinho.
Vi a Mari sentada ali, de pernas cruzadas, e do lado dela tava o professor Pepe explicando o projeto. Vi que os dois tinham uma cerveja e percebi que a Mari tava nervosa.
Fiquei um tempão ali só observando e cuidando pra os vizinhos não me verem nem chegarem de repente. Nisso, me distraí um pouco mais de 5 minutos e, quando voltei a olhar pela janela, notei que elas já não estavam mais. Meu coração começou a bater tão rápido que eu não sabia o que fazer. Olhei mais pro fundo, porque o corredor que leva aos quartos fica no meio da sala e da mesa da cozinha. Era um corredor grande, mas não muito comprido, ou seja, dava pra ver a porta do banheiro e os quartos abertos, mas só isso.


Não vi nada e fiquei assim por pelo menos 10 minutos, sem descuidar pra nenhum vizinho me ver.
Olhei pra dentro de novo e só ouvia risadas.
Nisso, vejo ela saindo de um quarto pra entrar no que fica na frente.
O que achei estranho foi que ela tava sem a jaqueta e meio despenteada…


Já tinham passado mais de 10 minutos e um cheiro estranho começou a sair de casa, cheirava a Maria Joana.
E fiquei bem surpreso, ela nunca fumou isso.
de repente ela aparece, vejo que entra no banheiro e agora o estranho é que não tava com os tênis, tava descalça, os pés dela que tanto me encantam, branquinhos, avermelhadinhos, estavam ali, descalços e meio vermelhos mais que o normal

Ela entrou no banheiro e saiu quase na mesma hora, voltando pro quarto onde eu imaginava que o professor estava.


Por um momento, houve um silêncio profundo, eu não sabia o que tava rolando lá dentro e a curiosidade tava me matando, mas não podia fazer nada.
Se passaram uns 40 minutos em que fiquei olhando pra dentro e me cuidando pra fora pra ninguém me ver.
Olhei de novo para dentro de casa e, depois de 5 minutos, vejo ela saindo.
Naquele momento, meu coração disparou, meu pau ficou duríssimo com tamanha surpresa.
O que eu vi foi algo que me impactou, mas também me excitou pra caralho.
Vi a Mari saindo do quarto, ela estava semi-nua, só de calcinha tipo boxer preta.
Mari e o Professor

Depois atrás dela saiu o professor pelado, pude ver a pica dele dura, me surpreendi que pra idade dele ele tinha uma rola grande e grossa, fazia contraste com a pele da Mari, o pau dele era escuro, as nádegas da Mari eram pálidas mas naquele momento eu pude notar elas vermelhas, assim como os peitos e os pés dela.
Chegaram na cozinha pra pegar mais uma cerveja, vi que o professor Pepe tava abraçando ela por trás.
e eu só podia me perguntar
O que tinha acontecido lá dentro? Como chegaram a esse ponto?

Ficaram uns minutinhos parados, o professor Pepe tomando água e servindo outra cerveja pra Mari enquanto via ela pegar o celular. Ela tava me escrevendo, porque na hora chegou uma mensagem pra mim dizendo

Mari: Já chegou na sua casa?
Mari: Ainda tô aqui na casa do professor, ele tá me explicando o projeto
 
Ela me mandou uma foto do trabalho dela em cima da mesa.

Sim, claro, que bem ela tá te ensinando" — pensei eu.

Não respondi, deixei o tempo passar.

E nem tinha percebido as horas, já eram quase 5 da tarde, nessa altura já tinha passado um pouco mais de 2 horas desde que a gente se "despediu".

Ela deixou o celular na mesa e o professor abraça ela por trás de novo.

Pepe: Com quem você tá falando, hein?
Mari: Com ninguém, avisei o Beto que você tava me mostrando o projeto
Pepe: Ela ainda tá atrás de você? KKKK se ela visse como eu tô atrás de você agora, ia cair dura no chão.
Mari: Jejeje sim, mas shhh não fala nada, ele não me atrai nem um pouco
Pepe: Claro, tu quer uma figura paterna, alguém mais velho que saiba o que você quer.
Mari: jejejeje

Mari só sorria e soltava uma risada meio sem graça, mas safada.

Pepe: Coitado do Beto, não dava conta de você, olha só o corpanzil que você tem, ele é muito magrinho.
Mari: Sim, tá bom, gatinho, mas ele me trata bem.

Eu só escutava e observava de longe o que rolava lá dentro daquela casa.


Mari se sentou na sala, o professor Pepe foi pra cozinha pegar mais cervejas e voltou quase na hora, quem ia querer perder um espetáculo daquele da Mari de calcinha e semi nua?


Chegou na sala, sentou do lado dela e foram dar o primeiro gole na cerveja.
Deixaram ela na mesinha e ele partiu pra cima, beijando ela.
enquanto com a mão começava a acariciar os peitos dela, beliscava os bicos e enfiava a língua inteira na boca dela, tava devorando ela e eu só olhando com um puta tesão, aquela cena me deixou muito excitado
vi como a pica do professor começou a ficar dura cada vez mais
Mari ficou parada, com as mãos no rosto do professor, de repente ela baixou a mão.
Ela deixou cair na pica do professor, e começou a bater uma pra ele devagarzinho, enquanto o professor ia descendo a mão dele até a buceta da Mari. Primeiro, só acariciava por cima da calcinha, e depois foi enfiando a mão devagar dentro da calcinha.
Mari começou a gemer devagar, seus gemidos eram tímidos, o professor continuou acariciando a parte dela por baixo da calcinha, tava dedando ela no pelo e eu só olhava o rostinho de prazer dela.
Me senti impotente por não poder fazer nada além de me tocar por cima da calça. Me abaixei um pouco pra ver se ninguém tava olhando ou vindo, e voltei a espiar pela janela. O professor ainda tava passando a mão na buceta da Mari, e ela, aos poucos, gemia cada vez mais. Ele parou de mexer as mãos, pegou ela pela cabeça e fez ela descer devagar até o pau dele. A imagem daquele pau na carinha dela é algo que nunca esqueço. O pau do professor contrastando com o rostinho branco dela foi realmente excitante de ver. Ela começou a enfiar o pau devagar, primeiro a ponta, e foi descendo. Não conseguia abrir bem a boca, parecia que o pau era meio grosso pra caber inteiro. Continuou chupando aos poucos, descendo e subindo. De repente, ela esticou a língua e começou a lamber como se fosse um pirulito.


Pepe: Aaaaaaah sim, chupa assim, assim que você gosta, Mari aaaaaaah


O professor só gemia com a puta mamada que a Minha Mari tava dando, e eu só via de longe como ela lambia aquele pau.
Num instante ela parou e se levantou, olhando nos olhos dele. Virou-se de costas, dando uma visão perfeita daquela bunda branca que eu tanto tinha desejado, e agora eu era testemunha de como um velho a estava aproveitando.
Mari foi descendo a calcinha dela devagarzinho, até deixar cair no chão, nos pés dela.
O profe não perdeu tempo e começou a apalpar a bunda dela, deu um tapa naquela raba, a Mari só gemia e o profe continuava olhando pra aquele cuzão.
Ela abriu as nádegas e eu vejo como ela coloca o rosto no meio delas, Mari só gemia de pé, eu vi o professor comendo a buceta dela como um desesperado, eu não aceitava tudo isso que estava observando, meu pau tava duríssimo ao ver essa cena.
O profe continuou comendo a buceta dela até que ela, gemendo, conseguiu falar.


Mari: Me fode, Ahhh sim assim, Já me fode


O profe continuou chupando aquela bunda tão gostosa que a Mi Mari tem e logo se levantou, eu só olhava quase de frente como ele lambuzava a pica de saliva e dos fluidos da Mari e usava como lubrificante. Não sabia o que pensar a essa altura. Será que a Mari é virgem? Ou já deram uma foda nela antes e pra mim ela dizia que ainda era virgem?
O professor apontou o pau dele pra buceta da Mari.


Mari: Não, espera, coloca a camisinha, professor, não quero que aconteça um acidente.
Pepe: Não tem problema, fica tranquila, assim você vai gostar muito mais.
Mari: Não, então não fazemos nada.
 
O profe obedeceu, com certeza não perde uma rabeta dessa por nada nesse mundo.
Lá estava eu, espiando por um cantinho da janela, tomando cuidado pra os vizinhos não me verem e também pra Mari e o professor não me pegarem. Do outro lado, tava minha Crush, a que eu achava que seria o amor da minha vida, pelada, prestes a dar a bunda pro professor gordo, moreno e feio da faculdade. Só pode ter sido a lábia dele, porque tenho que admitir que o professor sabe envolver a gente muito bem.


O professor foi pegar uns camisinhas, a Mari já tinha se acomodado de lado, encostada no sofá, com a bunda empinada. O professor se colocou atrás dela, lambeu a buceta dela e cuspiu nela, depois foi enfiando o pau dele aos poucos. Eu só via a cara de prazer da Mari, como ela estava sendo penetrada devagar por aquele pedaço de pau. Eu tava pegando fogo, com o pau duríssimo, e não tinha outra opção senão me arriscar. Já eram quase seis e meia da tarde, quase escurecendo. Então eu desabotoei um pouco minha calça e enfiei a mão sem tirar o pau pra fora, comecei a me estimular por baixo da calça, que já estava molhada de tanto líquido pré-gozo.


O profe começou a foder a Mari, começou a meter com força o pau nela e só se ouviam os gemidos dela, a pele do profe batendo nas nádegas gostosas da Mari.


Mari: Ahhhh sim, papai, assim, me come assim
Pepe: Ahhh, cê gosta? Assim que cê gosta da pica?
Mari: Siim!! eu gosto, eu gosto, continua continua
Pepe: Sempre quis te comer aaahhh até que consegui
Mari: Sii, me come gostoso, sou suaaaaa
Pepe: Você é minha, essa bunda é minha.
Mari: Sim, essa bunda é só sua pra caralhoooo
Pepe: Vai, vai assim mesmo, vai se foder?
Mari: Sim, assim mesmo, enfia em mim


Fiquei chocado ao ver como os dois se curtiam, o professor parecia hipnotizar a Mari com o pau dele e ela tava adorando, e assim ficaram por quase 5 minutos até que ele parou e deitou ela. O que rolou aqui foi o estouro que me fez perder a cabeça.


Deitou a Mari e começou a fazer um oral nela, tinha uma visão perfeita da buceta dela, vi como ela tava bem vermelhinha, o professor continuou fazendo oral e lambendo o cuzinho dela, subiu pelo umbigo lindo dela até os peitos, chupava como se ela estivesse amamentando ele.

O professor se ajeitou pra meter o pau de novo e foi entrando devagar, começando a socar enquanto colocava os pés dela nos ombros dele. Tinha uma visão perfeita dos pés lindos da minha Mari. De repente, o professor, enquanto metia, pegou os pés da Mari e juntou eles, depois colocou no rosto dele. Dava pra ver ele cheirando os pés, e a cara dela era de puro prazer.


Sempre desconfiei que a Mari gostava de mostrar os pés, uns colegas da faculdade me contaram que ela mandava umas fotos casuais dos pés pra eles, e agora eu confirmei vendo a cara de prazer dela quando o professor cheirou os pés dela. Vi ele começar a lamber desde os calcanhares, os dois pareciam estar curtindo, ele lambia os calcanhares e subia até os dedinhos dela, e eu fiquei olhando ele enfiar todos na boca. Isso me fez gozar, sujando minha calça toda.
era algo que eu sempre quis fazer, mas ficava vendo outro cara fazendo sem ela reclamar


O professor parou, puxou o pau pra fora e pegou a Mari pela mão. Ela, com cara de prazer, se levantou e eu vi os dois caminhando pro quarto lá no fundo. Descalça, a bunda dela balançava enquanto descia os degrauzinhos. O professor, com o pau duro e aquela barriga que ele tem, a pele dele fazia contraste com aquela bunda branca pálida. Naquele momento, fiquei preocupado porque não ia mais saber o que tava rolando. Eles entraram no quarto deixando a porta aberta. Aproveitei pra me afastar um pouco da casa, tomando cuidado pra os vizinhos não me verem, e fiquei bolando um jeito de continuar espiando aquele espetáculo. Fui pra trás da casa, pensando em achar uma janela, mas, pra minha má sorte, não encontrei nada. Fui pro lado, meio abaixado, e consegui ver uma janelinha um pouco menor, mas a diferença é que eu tava de pé. Era um pouco mais arriscado alguém me ver, mas com o sol se pondo, pensei que tudo estaria a meu favor — e foi o que aconteceu.
Eram quase 6:30 e eu voltei a espiar pela janela. Meu coração continuava batendo forte, como se fosse eu quem estivesse comendo a Mari. Vendo aquele espetáculo, meu pau não hesitou em ficar duro. O professor tinha a Mari de quatro, eu via como ele enterrava o pau nela e como tava comendo ela. Acho que já estavam assim há um tempo, porque ele logo parou e desceu pra lamber o cu dela, deu umas palmadas na bunda e Mari gemia.


Mari: Aiii sim, mas vai devagar que você vai deixar elas bem vermelhas.
Pepe: Que buceta gostosa você tem, tem uma pintinha bem gostosa aqui


Pois é, a Mari tinha um sinal na bunda esquerda. Nunca vi ela pelada, mas uma vez na faculdade eu tava sentado no chão bem do lado dela. Ela se virou pra pegar um lápis que tinha caído, e quando virou, eu fiquei com aquele rabão todo perto da minha cara, e dá pra perceber o sinalzinho dela.


O profe tava todo suado e a Mari também, o cabelão dela tava todo bagunçado.
Ela se levantou da cama e o professor se ajeitou embaixo, e essa cena eu nunca esqueci porque foi a mais gostosa que eu pude ver. Mari subiu em cima dele, foi montando devagar aquela pica grossa e preta, aos poucos foi descendo, enfiando tudo e começando a pular em cima dele.
aquela imagem da Mari brincando na pica do professor foi algo tão excitante que eu não podia acreditar que estava vendo, eu olhava como a bunda gostosa dela batia nas bolas do professor enquanto ele chupava os peitos dela e depois passava a mão nos pés dela


Pepe: Ahhh sim, assim, não sabia que você adorava uma pica
Mari: Ahhhhh Ahhhhhh que gostoso, me come
Pepe: essa bunda é minha
Mari: Ahhhhhh sim, siii
Pepe: sim, o quê? Me fala (deu um tapa na bunda dela) siiiimmm!!
Mari: Minha bunda é tua, papai, enfia em mim ahh isso


Pepe: e se você der a bunda pra outros?
Mari: Não, são só suas, então me fode assim


O profe acelerou a metida de pau e eu supus que já tava gozando.
Mas quase que na mesma hora ele parou, ficaram os dois parados recuperando o fôlego. Mari desceu e se deitou de lado, e o professor se virou, ficando debaixo dela, de um jeito que enquanto ele a penetrava, ela colocava os pés na cara dele. E foi assim que começou a metida de pica, e Mari gemia tão gostoso, colocava os pés na cara do professor enquanto ele a enfiava com força, falando um monte de putaria.


Pepe: você gosta de pau?
Mari:Sim, eu gostoooo
Pepe: Desde que te vi, soube que era uma putinha, você adora uma pica
Mari: Não, não fala comigo assim ahhh


Eles mal conseguiam segurar as palavras, especialmente a Mari com aquela enfiada que o professor tava dando nela, enquanto chupava os pés dela de um jeito desesperado.
De repente, o professor acelerou as metidas e eu imaginei que ele ia gozar.


Mari: Ahhhhhaahahhhh siiiim
Pepe: Ahhhh, vou gozar
Mari: Tira issooo!!
Pepe: Ahhhhhhhh


O profe deu um grito de prazer, de vitória, de fato, ele tinha gozado dentro dela, mas eu pensei: "Por que ele mandou tirar, se tá de camisinha?" O profe empurrou um pouco mais o pau dele e foi tirar, e eu levei um baita susto quando vi que não tinha camisinha.
Meu coração disparou, em que momento eu tiro? Será que ela percebeu? Será que ela quis assim? Essas perguntas inundavam minha mente enquanto eu via a Mari descansando as pernas e a bunda na barriga do professor enquanto espremia a pica dele com a mão.
Em seguida, ela se levantou e começou a chupar ele enquanto o professor se contorcia, porque já tinha gozado tudo dentro dela, e eu ficava olhando o sêmen começando a escorrer da buceta dela.


Pepe: tá escorrendo tudo em você
Mari: Sim, tô puta porque falei pra gozar dentro não
Pepe: fica tranquila, não vai rolar nada
Mari: é o que eu espero, não quero ter filhos, o que meus pais vão pensar de mim?
Pepe: vem, vamos tomar banho juntos
Mari: sim, já tá escorrendo tudo aqui


Se levantaram e foram direto pro banheiro, vi a Mari passar primeiro e atrás dela o professor.
Até aqui termina minha diversão, pensei, e de fato, fiquei um bom tempo naquela janela. Eram quase 7h20 e eles ainda não tinham saído do banheiro. Passaram quase 5 minutos e saíram juntos do banheiro, Mari enrolada na toalha e o professor também. Com certeza treparam de novo no banheiro. Chegaram no quarto e acenderam a luz. Mari estava com a bunda bem vermelha, com certeza ele deu uns tapas fortes, pensei.
Começaram a se secar, ela primeiro o cabelo, que por ser comprido seria difícil de secar.
O profe tirou a toalha e começou a secar a Mari, passou a toalha entre as bundas dela, pelas pernas e pelos pés.
Vestiram a roupa e saíram, rapidão eu vazei de lá, fui dar a volta pra sair do quintal da casa e me esconder atrás de um carro, eu só vi quando a Mari saiu da casa do professor, bem antes de subir na moto ela me mandou mensagem.


Mari: Já tô indo pra minha casa.
Eu…


Não respondi, mas era óbvio que ela tava bem atendida. Vi ela indo embora na moto dela já quase 8 da noite.

Mari me escreveu de novo, meio irritada, e a gente teve uma discussão por mensagem, mas na minha mente eu ainda tava naquela trepada dela com o professor barrigudo. O que rolou depois eu vou contar, porque eu presenciei ela dando pra cima do meu melhor amigo.

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