poringa boys, esse é meu primeiro post, espero que gostem e me apoiem. Essa história é o começo de um romance com minha cunhada. Era uma noite fria de junho em Mendoza, eu tava saindo da faculdade, tinha que viajar de uma cidade pra outra. Na época, tava namorando uma mina que morava numa cidade bem no meio do caminho entre as duas. Então, eu descia na cidade dela e tinha que esperar ela sair do trampo, que era às 22h. Eram 20h, eu tava na pracinha esperando, mas tava morrendo de frio. Ela falou pra eu ir na casa dela, mas eu, meio otário que era, tava com vergonha. Resumo: ela pediu pra irmã me buscar, porque sabia que eu não ia sozinho. Com a irmã, a gente se conhecia, mas pouco, só de algumas festas e olhe lá. Sempre achei ela gostosa, até mais que minha namorada. Bom, a questão é que ela chega onde eu tava sentado pra me buscar.
Cunhada: "Ei, Agus, o que cê tá fazendo aqui na praça? Tá frio pra caralho."
Eu: "Mari, como cê tá? Nada, tô esperando sua irmã."
C: "Não seja otário, vamos pra casa e espera ela lá."
Eu: "Não quero incomodar" (eu não conhecia minha sogra).
C: "Não, otário, só eu tô em casa. Vamos, não seja punheteiro."
Bom, me fiz de rogado um pouco, como todo otário, e fui pra casa. No caminho, já tava olhando pra ela, não podia ser tão gostosa assim. Aquela carinha de anjo, a pele branca... já tava imaginando tocando ela pra saber se era tão macia quanto parecia. O perfume doce dela, que dava pra sentir de longe, me deixava louco. Chegamos em casa, ela tira os casacos, e eu não conseguia parar de olhar. Queria disfarçar, mas era muito óbvio. Conversa vai, conversa vem, ela me pergunta o que eu tinha visto na irmã. Eu falei que tinha gostado da personalidade dela, que isso, que aquilo, tudo papo furado. Mas não podia falar que tinha gostado da bunda que ela tinha. Aí vem a pergunta chave: ela fala "e eu? Podia ser sua namorada?" Eu, bem punheteiro, falo: "Nããão, impossível, eu amo sua irmã" (hahahaha, puta que pariu, que punheteiro). Ela me diz que sim, mas que se eu não estivesse com ela, será que eu não era gostosa? Não acreditei no que tava ouvindo, e ainda por cima ela aproxima o rosto, já dava pra sentir a respiração dela. Não sei de onde veio minha coragem ou burrice, comecei a beijar ela, ufff, dava pra sentir o fogo que tinha nela, como ela agarrava minhas costas com força. Levo ela contra a parede, ela sorri, aí me toquei do que ia rolar, não tinha mais volta. Tirei o moletom e a camiseta dela de uma vez, ela tava com um sutiã de renda verde escuro, como destacava a pele branca dela, pensei que nem nos meus melhores sonhos isso podia acontecer, e tava acontecendo. Tava percorrendo cada centímetro da pele macia dela com minhas mãos, ela tirou minha camiseta e colou o corpo no meu, enquanto os beijos já não podiam ser mais excitantes. Ela arranhou minhas costas, doeu, mas eu tava quente demais pra perceber. Começo a descer com a boca, passando pelo pescoço primeiro, depois empurro com a língua aquele sutiã pra chupar aqueles peitinhos rosados, enquanto com a mão desabotoava o jeans dela. Continuo descendo, passando pela barriga dela, e já de joelhos, tiro a calça dela, pra minha surpresa ela não tava de calcinha. Uffff, deus, que coisa linda na minha frente, uma pussy rosadinha, bem delicada, com uns lábios quase invisíveis. Tudo que fiz foi meter minha língua ali, que coisa linda, uffff, que gostosa. Chupei e chupei, os sucos e minha baba escorriam pelo meu queixo, descendo pelo meu pescoço. Nunca tinha chupado uma pussy com tanta vontade. Ela segurava minha cabeça, parecia que tava cavalgando minha boca, dava pra sentir como ela tava adorando, e eu já não aguentava mais. Tava durasso, desabotoei minha calça e baixei um pouco, enquanto continuava roçando a língua no clitóris dela. Chegou a hora, falei. Começo a me levantar, passando a língua pelo corpo dela até chegar na boca, e naquele momento eu penetro ela. Os sucos envolviam meu pau e escorriam pelas minhas bolas, a cada estocada dava pra sentir os líquidos, era uma coisa linda. Os gemidos dela no meu ouvido, ela apertada contra a parede. Parede, já começávamos a suar, ela falava no meu ouvido pra eu largar a irmã, isso me deixava mais excitado e acho que ela sabia disso. Quando eu já não aguentava mais, falei: "Ajoelha e chupa minha pica". Uff, acho que deu duas chupadas e eu joguei todo o sêmen, enchi a boca e o rosto dela. Sem me importar com nada, comecei a beijar ela de novo. Uns minutos depois, a espuma baixou e caímos na realidade de novo: tínhamos nos sujado e o tempo estava apertando. Eu, naquele estado, não podia ver minha namorada porque ela ia perceber. Me lavei um pouco e fui embora. Bom, galera, saibam entender que não sou bom em escrever. Tentei expressar da melhor forma que pude tudo o que lembrava daquela noite, que ficou gravada na minha mente. Abraços.
P.S.: a foto não é da minha cunhada, depois disso tudo foi pro saco e nunca mais vi ela, nem ela nem minha mina.
Cunhada: "Ei, Agus, o que cê tá fazendo aqui na praça? Tá frio pra caralho."
Eu: "Mari, como cê tá? Nada, tô esperando sua irmã."
C: "Não seja otário, vamos pra casa e espera ela lá."
Eu: "Não quero incomodar" (eu não conhecia minha sogra).
C: "Não, otário, só eu tô em casa. Vamos, não seja punheteiro."
Bom, me fiz de rogado um pouco, como todo otário, e fui pra casa. No caminho, já tava olhando pra ela, não podia ser tão gostosa assim. Aquela carinha de anjo, a pele branca... já tava imaginando tocando ela pra saber se era tão macia quanto parecia. O perfume doce dela, que dava pra sentir de longe, me deixava louco. Chegamos em casa, ela tira os casacos, e eu não conseguia parar de olhar. Queria disfarçar, mas era muito óbvio. Conversa vai, conversa vem, ela me pergunta o que eu tinha visto na irmã. Eu falei que tinha gostado da personalidade dela, que isso, que aquilo, tudo papo furado. Mas não podia falar que tinha gostado da bunda que ela tinha. Aí vem a pergunta chave: ela fala "e eu? Podia ser sua namorada?" Eu, bem punheteiro, falo: "Nããão, impossível, eu amo sua irmã" (hahahaha, puta que pariu, que punheteiro). Ela me diz que sim, mas que se eu não estivesse com ela, será que eu não era gostosa? Não acreditei no que tava ouvindo, e ainda por cima ela aproxima o rosto, já dava pra sentir a respiração dela. Não sei de onde veio minha coragem ou burrice, comecei a beijar ela, ufff, dava pra sentir o fogo que tinha nela, como ela agarrava minhas costas com força. Levo ela contra a parede, ela sorri, aí me toquei do que ia rolar, não tinha mais volta. Tirei o moletom e a camiseta dela de uma vez, ela tava com um sutiã de renda verde escuro, como destacava a pele branca dela, pensei que nem nos meus melhores sonhos isso podia acontecer, e tava acontecendo. Tava percorrendo cada centímetro da pele macia dela com minhas mãos, ela tirou minha camiseta e colou o corpo no meu, enquanto os beijos já não podiam ser mais excitantes. Ela arranhou minhas costas, doeu, mas eu tava quente demais pra perceber. Começo a descer com a boca, passando pelo pescoço primeiro, depois empurro com a língua aquele sutiã pra chupar aqueles peitinhos rosados, enquanto com a mão desabotoava o jeans dela. Continuo descendo, passando pela barriga dela, e já de joelhos, tiro a calça dela, pra minha surpresa ela não tava de calcinha. Uffff, deus, que coisa linda na minha frente, uma pussy rosadinha, bem delicada, com uns lábios quase invisíveis. Tudo que fiz foi meter minha língua ali, que coisa linda, uffff, que gostosa. Chupei e chupei, os sucos e minha baba escorriam pelo meu queixo, descendo pelo meu pescoço. Nunca tinha chupado uma pussy com tanta vontade. Ela segurava minha cabeça, parecia que tava cavalgando minha boca, dava pra sentir como ela tava adorando, e eu já não aguentava mais. Tava durasso, desabotoei minha calça e baixei um pouco, enquanto continuava roçando a língua no clitóris dela. Chegou a hora, falei. Começo a me levantar, passando a língua pelo corpo dela até chegar na boca, e naquele momento eu penetro ela. Os sucos envolviam meu pau e escorriam pelas minhas bolas, a cada estocada dava pra sentir os líquidos, era uma coisa linda. Os gemidos dela no meu ouvido, ela apertada contra a parede. Parede, já começávamos a suar, ela falava no meu ouvido pra eu largar a irmã, isso me deixava mais excitado e acho que ela sabia disso. Quando eu já não aguentava mais, falei: "Ajoelha e chupa minha pica". Uff, acho que deu duas chupadas e eu joguei todo o sêmen, enchi a boca e o rosto dela. Sem me importar com nada, comecei a beijar ela de novo. Uns minutos depois, a espuma baixou e caímos na realidade de novo: tínhamos nos sujado e o tempo estava apertando. Eu, naquele estado, não podia ver minha namorada porque ela ia perceber. Me lavei um pouco e fui embora. Bom, galera, saibam entender que não sou bom em escrever. Tentei expressar da melhor forma que pude tudo o que lembrava daquela noite, que ficou gravada na minha mente. Abraços.
P.S.: a foto não é da minha cunhada, depois disso tudo foi pro saco e nunca mais vi ela, nem ela nem minha mina.
2 comentários - Minha cunhada gostosa