Antes de mais nada, aviso que essa é uma história como vocês gostam, longa, longa, hahaha, falando sério, é uma história bem longa em várias partes. Se vocês gostarem, vou continuar. Meu nome é Eric e essa história é sobre minha irmã Caro, a melhor irmã do mundo. Às vezes, vejo ela mais como minha melhor amiga. Desde pequenos, sempre fomos muito unidos, temos uma confiança enorme, contamos tudo um pro outro, compartilhamos tudo, somos os melhores irmãos. Isso acontece porque, por muito tempo, eu via minha irmã não como uma garota... mas como um irmão mais velho. Mas, depois daquela vez, isso mudou completamente com ela... Pra vocês me entenderem melhor, vou dar um contexto, e aí vocês engolem com pretexto, hahaha. Basicamente, ela é tomboy. Pra quem não é estudado, é um jeito novo de dizer maria-macho, masculina, pouco feminina. Mamãe conta que, desde pequena, ela gostava mais de brinquedos de menino: carrinhos, bolas de futebol, skates, essas coisas. Ela comprava bonecas e cozinhas pra ela, mas mal brincava com isso. Conforme foi crescendo, ela mesma escolhia a roupa e, claro, escolhia roupas de menino: calças de garoto, shorts largos, sempre tênis, e por aí vai. Pra ela, foi um pouco difícil porque queria vesti-la bonita, com vestidos, como uma princesa, mas ela não gostava. Conversaram com o pai e concordaram que talvez fosse só uma fase, que depois passaria e, quando ela conhecesse outras amiguinhas, se vestiria normal. Até hoje, isso nunca mudou. Depois, eu nasci e ela ficou super animada sabendo que teria um irmão homem. Ela cuidava de mim, brincava comigo, e pra mim ela era meu irmão mais velho. Conforme crescemos, sempre tive essa visão dela: um garoto mais velho. Ela fazia coisas de menino, às vezes melhor que os outros garotos. Jogava futebol muito bem, andava de skate e sabia vários truques, subia nas árvores mais altas onde os outros meninos tinham medo, era a melhor nos videogames, ninguém ganhava dela. Pra mim, sempre foi minha inspiração, era o melhor irmão mais velho de todos, meus amigos eles me invejavam por ela, ela me defendia, ela sempre foi a mais forte da sala dela e até diziam que de toda a escola. Quando cresci, eu usava as roupas dela, já que a maioria, exceto a roupa íntima, claro, era masculina, eu herdava muitas camisas e tênis dela, e ao usá-los eu me sentia poderoso e forte, sentia que ela me transferia o poder dela kkkk. Sempre fomos muito unidos, compartilhávamos tudo, contávamos tudo um pro outro, às vezes meus pais diziam que parecia que tinham dois homens em casa. Na infância, dividimos o quarto, e quando entramos na adolescência, nos deram quartos separados, mas era quase a mesma coisa, usávamos as coisas um do outro, passávamos tempo juntos nos nossos quartos. Claro, ela sempre tinha as melhores coisas, as mais descoladas, e eu quase sempre herdava as coisas dela: skates, brinquedos, bolas, carrinhos, videogames, essas coisas. Quando viramos adultos, ela decidiu trabalhar pra pagar os estudos dela na faculdade. Não precisava, meus pais pagariam tudo, mas ela recusou. Mas a verdade era outra: ela queria trabalhar porque era péssima nos estudos, nunca gostou de estudar, preferia buscar algo onde tivesse que estudar o mínimo possível. E foi assim. O primeiro emprego dela, como quase todo mundo, foi num restaurante de fast food. Era bem pesado, mas pra ela era super fácil. Eu, por outro lado, sempre fui o nerd da família, o estudioso, o que tirava as melhores notas. Uma vez ela até ficou brava com isso, porque meus pais diziam que ela devia ser mais como eu. Era irônico, porque eu queria ser como ela. Tivemos nossas diferenças por causa disso, mas no final conseguimos resolver. Cada um era bom em alguma coisa. Porque eu também muitas vezes me senti ofuscado por ela. Quanto a garotas, eu não tive tanta sorte. Até tinha garotas que gostavam de mim, mas por causa da minha timidez ou sei lá, eu não conseguia passar de umas conversas e, no máximo, uns beijos. Às vezes até se sentiam intimidadas pela minha irmã e acabavam... se afastando, uma vez fui sincero com ela sobre isso e a gente brigou, mas prefiro ter minha irmã por perto e resolvemos nossos problemas. Mas, sendo sincero, perdi várias oportunidades com minas por causa dela. Ela, por outro lado, também nunca soube de nenhum relacionamento dela, ela sempre me perguntava sobre as garotas que eu gostava, fazia piadas e até me dava conselhos, mas quando eu perguntava a mesma coisa, ela fugia das respostas, sempre dizia "quando eu encontrar alguém, você vai ser o primeiro a saber". Aí percebi que ela não gostava de falar sobre o assunto. Minha época de faculdade foi longe de casa, fui pra capital estudar, foi a primeira vez que fiquei tanto tempo longe de casa. No dia da minha despedida, foi a primeira vez que vi minha irmã com uma atitude diferente, uma atitude que dava pra descrever como... feminina. Ela tava chorando, falou um monte de coisas doces e me abraçou, mas foi um abraço bem diferente dos anteriores, um abraço de irmã. Passei um ano inteiro fora de casa, estudando pra caralho, me destaquei nas aulas, tinha amigos, mas não era tão sociável, a gente mal saía pra tomar uma cerveja ou ir ao cinema. No começo, eu e minha irmã nos falávamos muito, todo dia a gente se escrevia, sabia o que o outro tava fazendo. Com o tempo, a comunicação foi diminuindo, a gente escrevia pouco, seja por causa do trabalho dela ou dos meus estudos, às vezes ficávamos dias sem nos falar. Às vezes, eu só sabia o que ela tava fazendo pelo que ela postava nos status, com os novos amigos do trabalho. Terminado meu primeiro ano, voltei pra casa, todo mundo foi me receber, e ela, quando me viu, correu na minha direção e pulou me abraçando como nunca tinha feito antes. De novo, senti aquela sensação com ela, uma sensação diferente. Ela me abraçou forte pra caralho, me deu beijos na bochecha, foi tão intenso que quase me levantou do chão. A gente foi comer num restaurante, colocando todo mundo em dia sobre o ano que passamos separados. Chegamos em casa, subi minhas coisas pro meu quarto, que eu sentia tanta falta, e aí minha irmã chegou e... No passado, uma vez ela se deitou de bruços na minha cama, tirando uma onda com a minha aparência, já que a gente não se via há um ano e eu não tinha percebido, mas tinha mudado um pouco fisicamente: tava mais alto e meio forte. Ela também tinha algo diferente, ainda usava o uniforme do trabalho, com aquele corte masculino de sempre, mas o cabelo parecia mais arrumado, as unhas estavam com brilho, usava brincos pequenos. Eu comentei, ela só sorriu e disse: — Ficaram bons em mim? Não sei por quê, nunca tinha acontecido, mas fiquei todo vermelho ao ouvir isso. Ela percebeu e ficou um silêncio no quarto. Ela falou: — Bom, vou deixar você descansar. E foi pro quarto dela. Eu não entendia o que tava rolando, peguei minhas coisas, organizei tudo e deitei um pouco.
Desci pra sala, a gente comeu uma sobremesa porque ainda tava cheio da comida de antes, sentamos no sofá pra ver um filme, como nos velhos tempos. Eu tava cansado da viagem e começando a dormir, minha mãe percebeu e falou: — Vai tomar um banho e descansar, cê deve tá cansado. Levantei sonolento, fui pro meu quarto, tirei tudo e coloquei uma toalha na cintura. Quando abri o chuveiro, não saía água. Tentei de vários jeitos, mas nada funcionou. Espiei pela escada e gritei pro pai: — Pai, o chuveiro não tá funcionando, não sai água! — Abre direito, deve tá só entupido porque faz tempo que não abre — ele gritou lá de baixo. — Já fiz, de todos os jeitos possíveis — gritei de novo. Nisso, minha mãe interveio: — Toma banho no banheiro da Carol, amanhã o pai dá uma olhada. — Tá bom, Carol, vou usar! — gritei. Ela tava vidrada no filme e só respondeu algo tipo: — Sim, tanto faz, já tá bom.
Peguei minhas coisas e fui pro quarto da minha irmã. Quando entrei, vi que ela tinha comprado umas paradas muito interessantes: videogames, action figures, roupa nova de marca, tênis novos do último tipo, enfim, tinha muita coisa pra ver e fuçar, mas fui direto pro banheiro. chuvei, tranquei a porta e tirei minha toalha, ficando pelado. ia colocar ela no cesto de roupa dela, mas vi que tinha algumas peças. quando olhei rápido, me chamou muito a atenção o que vi. sempre via a roupa usada dela, nunca achei nada demais, mas agora tinha algo diferente. a calcinha que tinha não era como as que ela geralmente usava; eu já sabia o tipo que ela usa, quase sempre calcinhas normais ou shorts femininos, nada fora do comum. mas agora vi um fio dental, uma calcinha de renda, umas tangas bem pequenas, era algo que eu não imaginava que ela usaria. peguei o fio dental azul, bem pequeno, com um lacinho branco na frente, olhei de todos os ângulos. quando examinei a parte da ppk, até me pareceu ver uma manchinha esbranquiçada. continuei olhando a roupa por curiosidade e peguei outras tangas: uma vermelha bem sexy, uma amarela tão pequena que não imaginava que serviria nela, uma calcinha de renda bem transparente e sexy. estava tão imerso em olhar que, sem perceber, já estava com uma puta ereção. fiquei hipnotizado, não imaginava que ela usaria esse tipo de roupa. de repente, veio na minha cabeça como ela ficaria com essas calcinhas, não conseguia imaginar, nunca tinha pensado nela desse jeito, mas me dava um tesão do caralho querer ver ela com esse tipo de roupa. naquele momento, comecei a pensar que, embora já tivesse visto ela em roupas confortáveis, como pijamas curtos ou shorts, não tinha percebido que ela tem um corpo muito gostoso, bem atlético, pernas bem definidas pelo esporte. os peitos, não sabia direito o tamanho porque ela sempre usava camisas largas, mas com certeza tinha uma bunda muito bonita, redonda e grande, que não dava pra notar com a roupa que usava, mas em casa, de pijama, já tinha reparado mais de uma vez. sem pensar, peguei o fio dental azul de novo e estiquei, olhei de novo a parte da ppk e, sem pensar, levei ao nariz. o cheiro era peculiar, mas tinha algo naquele tesão que me fazia querer cheirar mais e mais. Fechei os olhos e imaginava como ela ficaria naquela calcinha fio dental, quase que via ela na minha mente. Desci minha mão até meu pau, que já estava vazando, e segurei ele. Eu continuava perdido naquele cheiro, não me importava com nada naquele momento, e bem quando eu ia começar a mexer minha mão... — Eric!! Você tá aí? Tá tudo bem? Minha irmã gritou de fora, ao mesmo tempo que bateu na porta. Eu literalmente joguei a calcinha e dei um pulo enorme de susto, acho até que gritei. Rapidamente peguei tudo e coloquei de volta no lugar, tentando imitar como tinha encontrado. — Sim, Caro, é... sim, tudo bem... nada de mais — falei, tentando disfarçar meu nervosismo, mas eu tinha certeza que ela percebeu. — Já vai terminar? — ela perguntou. — É, já tô quase, vou tomar banho agora — respondi. — Como assim? Agora? Você nem começou? Mas o que você tava fazendo? — Nada... já tô saindo, me espera... — Tá bom... se apressa. Tomei banho o mais rápido que pude. Enquanto fazia isso, não parava de olhar pro cesto de roupa. Não tinha percebido que algumas calcinhas estavam molhadas. Muito nervoso, tentei escondê-las um pouco, mas sem deixar claro o que tinha feito. Era um desastre. Deixei como estava, me enrolei na toalha e saí rapidamente. Ela estava na cama dela, mexendo no celular. — Finalmente! Já queria tomar banho — ela disse, brincando. — Pronto... todo seu, me desculpa — respondi. — Tá, tá, se apressa que amanhã tenho que entrar cedo — ela respondeu, enquanto se levantava e pegava algumas coisas da cama, indo em direção ao banheiro. Saí rapidamente, com o coração na mão. Com certeza ela ia notar o que fiz. O que ela vai me dizer? Vai me chamar de nojento? Vai me odiar? Vai me dedurar pros meus pais? Era um mar de pensamentos na minha cabeça. Tentei me acalmar, coloquei uma roupa confortável e me preparei pra dormir. Me deitei na cama vendo meu celular, mas meus pensamentos estavam em outro lugar. Não conseguia parar de pensar no que ela ia me dizer, mas também não conseguia parar de pensar no que vi e fiz. A cada momento vinha a imagem dela usando aquela roupa. Tão gostosa, como ela ficaria usando só aquilo. Tava exatamente nessa quando bateram na minha porta, era ela! Fiquei nervoso pra caralho, sabia que vinha me cobrar, será que tá puta? — Quem é? — falei sabendo que era ela. Ela entrou no quarto sem pedir — Como assim quem é? — Quando entrou, tava com algo escondido atrás dela, chegou perto e jogou na cama. Eu tava nervoso pra cacete, notei que ela tava séria até, o que será que trouxe? Com certeza as calcinhas molhadas dela, veio me cobrar. Jogou um par de tênis na cama... Eu não tava entendendo nada, ela só sorria enquanto jogava os tênis. Olhei confuso pra ela e ela percebeu. — Olha, finalmente consegui! — disse ela. Olhei os tênis com calma e entendi o que tava rolando, os tênis eram uns que ela sempre quis desde criança mas nunca compraram pra ela, agora ela tava se gabando que comprou. Relaxei um pouco, minha alma voltou pro corpo, respirei mais aliviado — Ei, você conseguiu, tão irados — falei — Sim, com meu próprio dinheiro, fruto do meu trabalho — disse ela toda orgulhosa. — Você tem que me emprestar um dia — falei — Não, esses não, você pode estragar, hahaha, além disso são pra ocasiões especiais — respondeu ela. Assim continuou a conversa sobre o trabalho dela e coisas que ela mesma tinha comprado, eu respirava aliviado, parece que não percebeu o que fiz, ou não ligou? Quem sabe, também não vou perguntar... — Ei, amanhã vou trabalhar o dia todo, mas que tal sairmos depois de amanhã só nós dois? Tô de folga, tem muita coisa pra fazer — disse ela — Tá bom, mas você não vai descansar nada, vou roubar seu dia de folga — falei meio preocupado — Nada, tá de boa, faz tempo que a gente não se vê, além disso... — ela fez uma pausa, baixou o olhar — quero conversar com você sobre algo... mas é algo difícil de falar, por isso quero fazer com calma e a sós — disse ela — Tá... bem... — respondi, com certeza ela percebeu então, agora vai me cobrar, tô ferrado, vai contar pro papai e pra mamãe. — Bom, vou dormir. Ela respondeu, com um sorriso — bye, piazinho (era o jeito dela demonstrar carinho, me chamava assim). Ao sair do quarto, prestei atenção na bunda dela, agora parecia diferente, estava bem marcada mesmo por baixo do short folgado que ela usava. Fiquei pensando: será que ela tava de calcinha? Fio dental? Tanga? Nada? Ela fechou a porta e fiquei sozinho, pensando no que ela disse. Não conseguia dormir, me virava pra todo lado, mas não parava de pensar nela. Abri o celular e fui procurar pornô pra bater uma e tentar dormir. A curiosidade falou mais alto e fui atrás de pornô de irmãs. Deus, era tão erótico pensar em fazer isso com uma irmã. As histórias que os vídeos mostravam eram tão quentes, alguns bem idiotas também, mas só de pensar nisso já me deixava com muito tesão. Até que vi um vídeo de uma mina que, não sei se era por causa da excitação, mas parecia com a minha irmã. Ver aquilo me deixou ainda mais excitado. Imaginava a Caro, queria que fôssemos nós dois. Tava no limite, falava o nome dela, queria ela comigo e gozei... terminei tão exausto que dormi na hora.
No dia seguinte, acordei ainda pensando no que tinha rolado. Desci pra sala, a Caro já tinha saído pro trabalho, o pai também. A mãe tava preparando o café da manhã. Sentei e comemos juntos. A manhã foi normal, meio chata até. De tarde, minha mãe falou que já que eu tava em casa, ia sair pra comprar mais umas coisas, então fiquei sozinho em casa. Tava entediado, subi pro meu quarto pra tentar dormir, mas passou uma coisa pela minha cabeça. Fui pro quarto da minha irmã e a porta tava aberta. Já tinha entrado lá tantas vezes, mas dessa vez era diferente. Sentia que tava fazendo algo proibido, e na real era isso mesmo. Tive uma ideia: queria dar uma olhada na roupa íntima dela. Entrei na ponta dos pés, mesmo sem saber por quê, já que tava sozinho em casa. Dei uma olhada geral no quarto e comecei a revirar. No guarda-roupa tinha roupa, sapatos, bolsas, nada de anormal. Nas gavetas só pijamas, shorts, jogos, mangas, até que... Encontrei, a gaveta das calcinhas. Quando abri, senti uma emoção danada, meu coração batia mais rápido. Devagar, fui tirando uma por uma, umas mais simples e depois achei outras mais ousadas: um fio dental preto transparente, uma calcinha de renda vermelha, biquínis minúsculos, tangas muito sexy. Meu deus, só de olhar já tava com uma ereção enorme, me apertando. Tava muito excitado. Cheirei todas, uma por uma, e só vinha na minha cabeça a imagem dela usando aquilo. Continuei fuçando e achei outras sexy, outro fio dental, agora rosa. Não aguentei e tirei a verdade pra fora, tava literalmente me masturbando com as calcinhas da minha irmã. Tava tão tarado e, de repente... tocam a campainha. Levei um susto que nunca. Se o susto no banho foi forte, esse foi pior. Não sabia o que fazer. Peguei tudo e joguei de volta na gaveta o mais rápido que pude. A campainha tocou de novo. Tava suando, tentei arrumar tudo o mais rápido possível, guardei meu pau, enxuguei o suor, rezei pra não ser ela. Desci correndo, abri a porta e era a mamãe. — Te acordei? Me ajuda com as coisas — ela disse. Peguei as sacolas, fomos pra cozinha e coloquei na mesa. — Tava dormindo? — ela perguntou. — Tava tentando dormir, mas tudo bem, não se preocupa, mãe — respondi. — Desculpa, love. Vai se quiser, eu termino de arrumar aqui. — Tá bem, mãe — respondi. A verdade é que não queria ficar arrumando nada, ainda mais com o susto que tinha acabado de levar. Subi pro meu quarto, mas a porta do quarto da minha irmã tava aberta, não tinha fechado direito. Me aproximei e, quando fui fechar, decidi entrar de novo. Só conferi se tava tudo no lugar, pra não deixar pista, mas aí me veio uma ideia: espiar debaixo do colchão. Todo mundo sabe que é lá que a gente guarda o que é mais importante ou proibido. E o que eu achei... Ela tinha um vibrador! Me explodiu a cabeça. Peguei ele, era pequenininho, mas só de pensar como ela usava, minha mente já tava a mil. Cheirei, olhei de todos os ângulos, liguei e funcionou perfeitamente. Meu deus, eu não imaginava esse lado da minha irmã, tanta coisa escondida. O que eu tinha feito na minha ausência? Nisso, ouvi barulhos lá embaixo, pensei que era ela chegando em casa. O terror tomou conta de novo. Coloquei o brinquedo de volta debaixo do colchão dela, tentando deixar tudo o mais arrumado possível. Revisei várias vezes, saí quase correndo e fechei a porta. Fui correndo pro meu quarto, me ajeitei e esperei. Depois de alguns minutos ouvindo os barulhos lá embaixo, percebi que era o papai. Me acalmei, respirei aliviado. Tava tão excitado que queria ir de novo, mas me segurei. Ainda tava com um tesão danado. Tranquei a porta e bati uma punheta daquelas, pensando nela de novo, em tudo que tinha acabado de ver e agora mais ainda, imaginando como ela usava o vibrador, como com certeza enfiava ele, como abria as pernas, como chupava ele, como ficava de quatro, como se dava prazer sozinha. Gozei tanto que sujei os lençóis de porra. Naquela noite, minha irmã avisou que ia fazer hora extra pra cobrir um colega, então chegaria tarde. E foi isso, chegou quase meia-noite. Ouvi quando chegou, tomou um banho e dormiu, tudo muito rápido. No dia seguinte, teríamos nosso passeio e nossa conversa. Tava nervoso e ansioso pelo que ela queria me dizer. Tentei dormir, mas não consegui, então bati mais uma punheta, soltando a imaginação com minha irmãzinha... Bom, até aqui a primeira parte. Se vocês gostaram, podem deixar seus comentários pra continuar essa longa história. Muito obrigado a todos por me lerem, espero que seja do agrado de vocês.
Desci pra sala, a gente comeu uma sobremesa porque ainda tava cheio da comida de antes, sentamos no sofá pra ver um filme, como nos velhos tempos. Eu tava cansado da viagem e começando a dormir, minha mãe percebeu e falou: — Vai tomar um banho e descansar, cê deve tá cansado. Levantei sonolento, fui pro meu quarto, tirei tudo e coloquei uma toalha na cintura. Quando abri o chuveiro, não saía água. Tentei de vários jeitos, mas nada funcionou. Espiei pela escada e gritei pro pai: — Pai, o chuveiro não tá funcionando, não sai água! — Abre direito, deve tá só entupido porque faz tempo que não abre — ele gritou lá de baixo. — Já fiz, de todos os jeitos possíveis — gritei de novo. Nisso, minha mãe interveio: — Toma banho no banheiro da Carol, amanhã o pai dá uma olhada. — Tá bom, Carol, vou usar! — gritei. Ela tava vidrada no filme e só respondeu algo tipo: — Sim, tanto faz, já tá bom.
Peguei minhas coisas e fui pro quarto da minha irmã. Quando entrei, vi que ela tinha comprado umas paradas muito interessantes: videogames, action figures, roupa nova de marca, tênis novos do último tipo, enfim, tinha muita coisa pra ver e fuçar, mas fui direto pro banheiro. chuvei, tranquei a porta e tirei minha toalha, ficando pelado. ia colocar ela no cesto de roupa dela, mas vi que tinha algumas peças. quando olhei rápido, me chamou muito a atenção o que vi. sempre via a roupa usada dela, nunca achei nada demais, mas agora tinha algo diferente. a calcinha que tinha não era como as que ela geralmente usava; eu já sabia o tipo que ela usa, quase sempre calcinhas normais ou shorts femininos, nada fora do comum. mas agora vi um fio dental, uma calcinha de renda, umas tangas bem pequenas, era algo que eu não imaginava que ela usaria. peguei o fio dental azul, bem pequeno, com um lacinho branco na frente, olhei de todos os ângulos. quando examinei a parte da ppk, até me pareceu ver uma manchinha esbranquiçada. continuei olhando a roupa por curiosidade e peguei outras tangas: uma vermelha bem sexy, uma amarela tão pequena que não imaginava que serviria nela, uma calcinha de renda bem transparente e sexy. estava tão imerso em olhar que, sem perceber, já estava com uma puta ereção. fiquei hipnotizado, não imaginava que ela usaria esse tipo de roupa. de repente, veio na minha cabeça como ela ficaria com essas calcinhas, não conseguia imaginar, nunca tinha pensado nela desse jeito, mas me dava um tesão do caralho querer ver ela com esse tipo de roupa. naquele momento, comecei a pensar que, embora já tivesse visto ela em roupas confortáveis, como pijamas curtos ou shorts, não tinha percebido que ela tem um corpo muito gostoso, bem atlético, pernas bem definidas pelo esporte. os peitos, não sabia direito o tamanho porque ela sempre usava camisas largas, mas com certeza tinha uma bunda muito bonita, redonda e grande, que não dava pra notar com a roupa que usava, mas em casa, de pijama, já tinha reparado mais de uma vez. sem pensar, peguei o fio dental azul de novo e estiquei, olhei de novo a parte da ppk e, sem pensar, levei ao nariz. o cheiro era peculiar, mas tinha algo naquele tesão que me fazia querer cheirar mais e mais. Fechei os olhos e imaginava como ela ficaria naquela calcinha fio dental, quase que via ela na minha mente. Desci minha mão até meu pau, que já estava vazando, e segurei ele. Eu continuava perdido naquele cheiro, não me importava com nada naquele momento, e bem quando eu ia começar a mexer minha mão... — Eric!! Você tá aí? Tá tudo bem? Minha irmã gritou de fora, ao mesmo tempo que bateu na porta. Eu literalmente joguei a calcinha e dei um pulo enorme de susto, acho até que gritei. Rapidamente peguei tudo e coloquei de volta no lugar, tentando imitar como tinha encontrado. — Sim, Caro, é... sim, tudo bem... nada de mais — falei, tentando disfarçar meu nervosismo, mas eu tinha certeza que ela percebeu. — Já vai terminar? — ela perguntou. — É, já tô quase, vou tomar banho agora — respondi. — Como assim? Agora? Você nem começou? Mas o que você tava fazendo? — Nada... já tô saindo, me espera... — Tá bom... se apressa. Tomei banho o mais rápido que pude. Enquanto fazia isso, não parava de olhar pro cesto de roupa. Não tinha percebido que algumas calcinhas estavam molhadas. Muito nervoso, tentei escondê-las um pouco, mas sem deixar claro o que tinha feito. Era um desastre. Deixei como estava, me enrolei na toalha e saí rapidamente. Ela estava na cama dela, mexendo no celular. — Finalmente! Já queria tomar banho — ela disse, brincando. — Pronto... todo seu, me desculpa — respondi. — Tá, tá, se apressa que amanhã tenho que entrar cedo — ela respondeu, enquanto se levantava e pegava algumas coisas da cama, indo em direção ao banheiro. Saí rapidamente, com o coração na mão. Com certeza ela ia notar o que fiz. O que ela vai me dizer? Vai me chamar de nojento? Vai me odiar? Vai me dedurar pros meus pais? Era um mar de pensamentos na minha cabeça. Tentei me acalmar, coloquei uma roupa confortável e me preparei pra dormir. Me deitei na cama vendo meu celular, mas meus pensamentos estavam em outro lugar. Não conseguia parar de pensar no que ela ia me dizer, mas também não conseguia parar de pensar no que vi e fiz. A cada momento vinha a imagem dela usando aquela roupa. Tão gostosa, como ela ficaria usando só aquilo. Tava exatamente nessa quando bateram na minha porta, era ela! Fiquei nervoso pra caralho, sabia que vinha me cobrar, será que tá puta? — Quem é? — falei sabendo que era ela. Ela entrou no quarto sem pedir — Como assim quem é? — Quando entrou, tava com algo escondido atrás dela, chegou perto e jogou na cama. Eu tava nervoso pra cacete, notei que ela tava séria até, o que será que trouxe? Com certeza as calcinhas molhadas dela, veio me cobrar. Jogou um par de tênis na cama... Eu não tava entendendo nada, ela só sorria enquanto jogava os tênis. Olhei confuso pra ela e ela percebeu. — Olha, finalmente consegui! — disse ela. Olhei os tênis com calma e entendi o que tava rolando, os tênis eram uns que ela sempre quis desde criança mas nunca compraram pra ela, agora ela tava se gabando que comprou. Relaxei um pouco, minha alma voltou pro corpo, respirei mais aliviado — Ei, você conseguiu, tão irados — falei — Sim, com meu próprio dinheiro, fruto do meu trabalho — disse ela toda orgulhosa. — Você tem que me emprestar um dia — falei — Não, esses não, você pode estragar, hahaha, além disso são pra ocasiões especiais — respondeu ela. Assim continuou a conversa sobre o trabalho dela e coisas que ela mesma tinha comprado, eu respirava aliviado, parece que não percebeu o que fiz, ou não ligou? Quem sabe, também não vou perguntar... — Ei, amanhã vou trabalhar o dia todo, mas que tal sairmos depois de amanhã só nós dois? Tô de folga, tem muita coisa pra fazer — disse ela — Tá bom, mas você não vai descansar nada, vou roubar seu dia de folga — falei meio preocupado — Nada, tá de boa, faz tempo que a gente não se vê, além disso... — ela fez uma pausa, baixou o olhar — quero conversar com você sobre algo... mas é algo difícil de falar, por isso quero fazer com calma e a sós — disse ela — Tá... bem... — respondi, com certeza ela percebeu então, agora vai me cobrar, tô ferrado, vai contar pro papai e pra mamãe. — Bom, vou dormir. Ela respondeu, com um sorriso — bye, piazinho (era o jeito dela demonstrar carinho, me chamava assim). Ao sair do quarto, prestei atenção na bunda dela, agora parecia diferente, estava bem marcada mesmo por baixo do short folgado que ela usava. Fiquei pensando: será que ela tava de calcinha? Fio dental? Tanga? Nada? Ela fechou a porta e fiquei sozinho, pensando no que ela disse. Não conseguia dormir, me virava pra todo lado, mas não parava de pensar nela. Abri o celular e fui procurar pornô pra bater uma e tentar dormir. A curiosidade falou mais alto e fui atrás de pornô de irmãs. Deus, era tão erótico pensar em fazer isso com uma irmã. As histórias que os vídeos mostravam eram tão quentes, alguns bem idiotas também, mas só de pensar nisso já me deixava com muito tesão. Até que vi um vídeo de uma mina que, não sei se era por causa da excitação, mas parecia com a minha irmã. Ver aquilo me deixou ainda mais excitado. Imaginava a Caro, queria que fôssemos nós dois. Tava no limite, falava o nome dela, queria ela comigo e gozei... terminei tão exausto que dormi na hora.
No dia seguinte, acordei ainda pensando no que tinha rolado. Desci pra sala, a Caro já tinha saído pro trabalho, o pai também. A mãe tava preparando o café da manhã. Sentei e comemos juntos. A manhã foi normal, meio chata até. De tarde, minha mãe falou que já que eu tava em casa, ia sair pra comprar mais umas coisas, então fiquei sozinho em casa. Tava entediado, subi pro meu quarto pra tentar dormir, mas passou uma coisa pela minha cabeça. Fui pro quarto da minha irmã e a porta tava aberta. Já tinha entrado lá tantas vezes, mas dessa vez era diferente. Sentia que tava fazendo algo proibido, e na real era isso mesmo. Tive uma ideia: queria dar uma olhada na roupa íntima dela. Entrei na ponta dos pés, mesmo sem saber por quê, já que tava sozinho em casa. Dei uma olhada geral no quarto e comecei a revirar. No guarda-roupa tinha roupa, sapatos, bolsas, nada de anormal. Nas gavetas só pijamas, shorts, jogos, mangas, até que... Encontrei, a gaveta das calcinhas. Quando abri, senti uma emoção danada, meu coração batia mais rápido. Devagar, fui tirando uma por uma, umas mais simples e depois achei outras mais ousadas: um fio dental preto transparente, uma calcinha de renda vermelha, biquínis minúsculos, tangas muito sexy. Meu deus, só de olhar já tava com uma ereção enorme, me apertando. Tava muito excitado. Cheirei todas, uma por uma, e só vinha na minha cabeça a imagem dela usando aquilo. Continuei fuçando e achei outras sexy, outro fio dental, agora rosa. Não aguentei e tirei a verdade pra fora, tava literalmente me masturbando com as calcinhas da minha irmã. Tava tão tarado e, de repente... tocam a campainha. Levei um susto que nunca. Se o susto no banho foi forte, esse foi pior. Não sabia o que fazer. Peguei tudo e joguei de volta na gaveta o mais rápido que pude. A campainha tocou de novo. Tava suando, tentei arrumar tudo o mais rápido possível, guardei meu pau, enxuguei o suor, rezei pra não ser ela. Desci correndo, abri a porta e era a mamãe. — Te acordei? Me ajuda com as coisas — ela disse. Peguei as sacolas, fomos pra cozinha e coloquei na mesa. — Tava dormindo? — ela perguntou. — Tava tentando dormir, mas tudo bem, não se preocupa, mãe — respondi. — Desculpa, love. Vai se quiser, eu termino de arrumar aqui. — Tá bem, mãe — respondi. A verdade é que não queria ficar arrumando nada, ainda mais com o susto que tinha acabado de levar. Subi pro meu quarto, mas a porta do quarto da minha irmã tava aberta, não tinha fechado direito. Me aproximei e, quando fui fechar, decidi entrar de novo. Só conferi se tava tudo no lugar, pra não deixar pista, mas aí me veio uma ideia: espiar debaixo do colchão. Todo mundo sabe que é lá que a gente guarda o que é mais importante ou proibido. E o que eu achei... Ela tinha um vibrador! Me explodiu a cabeça. Peguei ele, era pequenininho, mas só de pensar como ela usava, minha mente já tava a mil. Cheirei, olhei de todos os ângulos, liguei e funcionou perfeitamente. Meu deus, eu não imaginava esse lado da minha irmã, tanta coisa escondida. O que eu tinha feito na minha ausência? Nisso, ouvi barulhos lá embaixo, pensei que era ela chegando em casa. O terror tomou conta de novo. Coloquei o brinquedo de volta debaixo do colchão dela, tentando deixar tudo o mais arrumado possível. Revisei várias vezes, saí quase correndo e fechei a porta. Fui correndo pro meu quarto, me ajeitei e esperei. Depois de alguns minutos ouvindo os barulhos lá embaixo, percebi que era o papai. Me acalmei, respirei aliviado. Tava tão excitado que queria ir de novo, mas me segurei. Ainda tava com um tesão danado. Tranquei a porta e bati uma punheta daquelas, pensando nela de novo, em tudo que tinha acabado de ver e agora mais ainda, imaginando como ela usava o vibrador, como com certeza enfiava ele, como abria as pernas, como chupava ele, como ficava de quatro, como se dava prazer sozinha. Gozei tanto que sujei os lençóis de porra. Naquela noite, minha irmã avisou que ia fazer hora extra pra cobrir um colega, então chegaria tarde. E foi isso, chegou quase meia-noite. Ouvi quando chegou, tomou um banho e dormiu, tudo muito rápido. No dia seguinte, teríamos nosso passeio e nossa conversa. Tava nervoso e ansioso pelo que ela queria me dizer. Tentei dormir, mas não consegui, então bati mais uma punheta, soltando a imaginação com minha irmãzinha... Bom, até aqui a primeira parte. Se vocês gostaram, podem deixar seus comentários pra continuar essa longa história. Muito obrigado a todos por me lerem, espero que seja do agrado de vocês.
4 comentários - Minha irmã Caro, a machuda