Depois que a gente decidiu que eu e minha esposa seríamos escravos do amante dela, as coisas foram ficando cada vez mais perversas e pesadas. Na primeira sessão como escravos, ele nos levou pro quarto, mandou a gente tirar a roupa, nós dois chupamos a pica dele, depois ele me amarrou numa cadeira e comeu minha esposa do jeito que quis. A partir daí, toda semana ele nos usa uma ou duas vezes como bem entende, e a cada sessão mostra mais a personalidade perversa e até sádica dele. Ele nos castiga, nos dá palmadas, amarra meus testículos, mija nos dois ao mesmo tempo. Nos humilha e tortura psicologicamente. Na última sessão, ele chegou às 19h, mandou a gente pelar, fez a gente fazer um show erótico, filmou tudo, mandou a gente ficar de quatro, pegou um chicote e deu 15 chibatadas em cada um. Me fez ajoelhar de mãos amarradas pra trás e mandou minha esposa chutar meus ovos. Eu me contorcia de dor, e nela ele colocou pinças nos mamilos. Às 21h, tocaram a campainha, ele foi abrir e entraram dois amigos dele. A gente tava pelado, de joelhos. "Olha só que putinhos temos aqui. Ela tá uma gostosa, ele é um merda. Amarra ele aí embaixo." O amo me amarrou em pé na escada que vai pro meu quarto, e os três subiram com ela. Comeram ela. Eu ouvia os gemidos dela. Depois de um tempão, o amo desceu, me levou pro quarto. Minha esposa tava de quatro com gozo nas costas. "Lamba a buceta. Lambe o gozo, limpa tudo." Lambi as costas dela, o que escorria pela bunda e o que saía da buceta. Descemos todos, jantamos. "Agora é a vez dele, o puto, mas ela vai olhar." Me levaram pro quarto, amarraram ela. Chupei a pica dos três, me comeram e me encheram de gozo. Ela me limpou. À meia-noite, todos foram embora. O amo mandou uma mensagem pra gente e disse que foi só um aperitivo.
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