Algo tranqui con mi cuñada

E aí, galera, tô aqui de novo escrevendo pra vocês. Isso vai ser diferente dos meus contos de sempre, porque é algo que eu mesmo fiz e precisava compartilhar. Tudo aconteceu com minha cunhada, uns meses atrás. É algo mais softcore, mas ao mesmo tempo muito excitante. Sem mais enrolação, vamos lá…

Faz uns meses, minha cunhada veio morar com a gente por um tempo, porque tinha acabado de se divorciar. Depois de alguns meses, a gente se dava super bem, ela me contava as coisas dela, eu as minhas, tudo relativamente normal. Tenho que confessar que mais de uma vez eu espiei ela tomando banho e, puta merda, que espetáculo.

Um dia, minha esposa viajou com as crianças e ficamos só eu e minha cunhada em casa. Tudo normal e com muito respeito. Fui trabalhar, ela foi trabalhar, tudo na paz. De noite, ela me mandou mensagem perguntando se eu podia buscá-la no trabalho. Eu não tinha nada pra fazer, então fui buscá-la. No caminho, a gente comentou que fazia tempo que não bebia nada, e entre uma conversa e outra, eu falei que tinha uma garrafa de uísque em casa.

Quando chegamos, ficamos conversando, abri a garrafa e a gente começou a tomar uns copos. Aos poucos, o papo foi esquentando cada vez mais: a gente se perguntou quais eram as posições favoritas, se ela era depilada ou não (ela disse que sim, mas não completamente), e até como eram os gemidos dela na hora do sexo. Ela até imitou alguns. Nessa altura, ela já tava meio bêbada. A gente começou a dançar, e eu aproveitava pra passar a mão na bunda dela ou no quadril, mas parecia que ela não tava tão bêbada assim, porque ainda me segurava pra eu não passar dos limites. Ficamos nessa por um tempo, até que ela disse que queria vomitar. Levei ela ao banheiro e ajudei. Depois, ela falou que queria tomar banho, mas que não conseguia tirar a roupa. Então me ofereci pra ajudar e ela aceitou. Só tirei a calça e a blusa dela, e pude ver ela de calcinha fio dental preta combinando com o sutiã. Os peitos dela eram menores que os da minha esposa, uma bunda muito gostosa e exatamente aquele pouquinho de pelos que ela tinha dito que tinha. Deixei ela no chuveiro, e quando ia sair, ela pediu ajuda pra levar ela até a cama. Saiu enrolada na toalha e ajudei ela a chegar na cama. Lá, ela me abraçou e agradeceu por tudo. Vestiu só um pijama de algodão, sem calcinha, e deitou. Quando virou de lado, perguntou se eu não queria conversar um pouco, então deitei do lado dela e ficamos batendo papo. Nisso, uma coisa levou à outra e eu dei um beijo nela. Ficamos nessa, entre beijos e conversa, e eu comecei a cochilar. De vez em quando, eu abraçava ela e ela me abraçava. Depois de um tempo assim, criei coragem pra ir mais longe: meti a mão no pijama dela pra pegar na bunda dela, e ela não reclamou. Então, aquilo era o sinal verde pra mais. Ela virou de lado, ficando tipo de conchinha, e aproveitei pra passar a mão na frente. Tava tipo, não acreditando. Aí ela começou a soltar uns gemidos bem baixinhos. Ficamos nessa por um tempo, ela levantava a bunda aos poucos, e num certo momento, ela virou, me abraçou e falou que o que a gente tava fazendo não era certo. Mas a mão dela foi direto no meu pau, que já tava duro. Só passou a mão um pouco e disse pra eu parar, que já era demais. Eu insisti um pouco pra ver se ela mudava de ideia, mas diante da recusa, resolvi não forçar. Tentei beijar ela de novo, e ela repetiu que não tava certo e que já era demais. Então acho que a parte moral entrou em cena e eu resolvi me afastar. No dia seguinte, acordei e ela já tava acordada, não tava falando comigo. Perguntei se tava tudo bem, e ela disse que tinha bebido muito e não lembrava de quase nada, só que tinha ido vomitar e tomar banho. Mas ainda sentia ela séria. Eu fingi demência e falei que sim, que exatamente eu tinha acompanhado ela no banheiro, mas que também não lembrava muito depois disso. Aí ela perguntou se podia fazer uma pergunta e se eu responderia com a verdade. Eu disse que sim. E ela foi direta: disse que tinha a impressão de que tinha rolado algo entre a gente. Eu falei que não. Ela perguntou se a gente tinha se beijado, e eu disse que não. De novo, não, só dançamos e foi só isso. Ela ficou mais tranquila e tomamos café da manhã normalmente... Até hoje a gente se dá super bem sem tocar nesse assunto. Óbvio que é algo que JAMAIS contaria pra minha esposa, mas precisava desabafar com alguém, hehehe, e quem melhor que meus parceiros Poringa Boys... SAUDAÇÕES, MEUS AMIGOS... Já tem uma nova aventura da minha esposa. Se quiserem ler, lembrem de me seguir, deixar pontos e seus comentários...

2 comentários - Algo tranqui con mi cuñada

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Excitantes relato 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 yo que vos insisti a ve si te da y nos contá 🔥🔥🔥🔥🔥🔥