Pouco depois do treino acabar, a Vivi veio falar comigo, o que é raro nela, já que ela sempre é uma das primeiras a sair do clube. Já estava bem escuro e eu não ouvi ela chegar. Só percebi ela depois que me chamou: — Professor — Vivi, o que foi? — respondi com minha secura característica. Mal terminei a frase, ela se aproximou de repente de mim. Me pegou totalmente desprevenido, ela estava quase colada em mim. Foi realmente uma situação de terror/tesão. Não que eu tenha me assustado, mas aquela situação tão repentina me gerou essas sensações. Também me deu um certo tesão, porque ela é uma mina que é muito gostosa, não tão novinha, 24, mas pra mim que tenho 31, parecia assim. Um pouco mais baixa que eu, peitão bom, uma raba tremenda, bem treinada, assim como as pernas dela. De rosto, talvez fosse o mais fraco, mas é uma questão de gosto, de resto, também é aprovadíssima. Com ela tão perto, outro detalhe que passou pela minha cabeça naqueles instantes, apesar da escuridão do entardecer, foi que era o quarto treino que ela vinha. Lembrei que no primeiro, ela tinha ido de roupa normal, adequada pra malhar, mas nos outros treinos e hoje especialmente, ela estava com roupas e tênis bem novos. Além disso, estava maquiada, algo que eu não tinha visto nela antes, embora a maquiagem estivesse um pouco exagerada, ficava bem nela. Teve alguns momentos de silêncio e imobilidade total, enquanto eu pensava tudo isso e ela pensava em algum próximo passo ou esperava que eu fizesse algo. Ela estava muito suada, eu tinha moído ela de porrada no treino, notei que ela estava suando muito e um pouco ofegante. Mas o cheiro dela era quase floral, acho que isso aumentou minha paralisia, tirou o terror e me deixou bem mais excitado. Um segundo antes de eu dar um passo pra trás — era muito estranho, nunca tinha vivido uma situação assim com uma aluna — ela se ergue na ponta dos pés, cola os peitos no meu peito, aproxima a boca da minha orelha e solta: — Eu quero que você me Pega - Foi quase um sussurro, mas dito com determinação, segurança, quase uma ordem. Minha rola queria voar pra fora do short, meter nela ali mesmo, no meio da quadra. O roçar dela, eu não tinha notado a ereção, então consegui dizer: - Sei lá, nunca fiz isso com uma aluna, além disso, estaria traindo minha namorada - num último esforço pra tentar me comportar. Claramente, minhas dúvidas abriram a porta pra ela, ela mudou a boca da minha orelha direita pra esquerda, passando na frente da minha, pensei que viria o beijo. Mas quando chegou na outra orelha, me disse no mesmo tom de voz que antes: - Eu também estaria traindo meu namorado, vai, me pega... me pega na bunda. Impossível pra qualquer mortal resistir a isso. Sem dizer nada, peguei ela pelo braço, quase bruscamente, e levei pro vestiário. Ela queria que eu comesse ela, claramente ia ter. Entramos e na hora, coloquei as mãos dela na parede, ela empinou um pouco mais a bunda, como se estivesse pedindo. Encostei minha rola durinha na bunda dela, comecei a apalpar os peitos dela com uma mão e com a outra empurrava pra trás pelo quadril dela pra sentir mais, enquanto me aproximava da buceta. Beijava as orelhas dela, as bochechas, mordi o pescoço, beijamos forte. Durante o aperto, cheguei na buceta, que, por causa do treino e do tesão, tava escorrendo. Tirei a legging dela, abaixei meu short e voltei pro mesmo esquema, mas sem roupa. O tesão era infernal. Queria prolongar um pouco a penetração porque tinha certeza de que ia gozar em segundos. Admirei o cuzinho e a buceta dela, ambos zero km, principalmente a bunda, sem nenhum pelo e tudo bem limpinho, do jeito que eu prefiro. Não quero dizer que eram ambos virgens, mas estavam imaculados, lindos. Dei uns tapas naquelas nádegas bem treinadas e deu muita vontade de lamber tudo aquilo. Mas ela interrompeu minha ideia com um: - Me pega na bunda, vai, me pega. A ordem dela me deu uma certa raiva, não podia ser tão mandona, tinha que mostrar um pouco que ia ser Bem gostosa e não ia ter muita opinião na foda. Peguei meu pau com uma mão e comecei a esfregar a buceta, enquanto tocava o clitóris dela com a outra. Sussurrei no mesmo estilo que ela teve antes: — Vou lubrificar um pouco meu pau nessa buceta que tá escorrendo. — Vai, mas já, docinho — ela respondeu. Aos poucos, a esfregada virou enfiar um pouquinho da cabeça, era um inferno lindo e molhado lá dentro, sentia que o pau ia explodir, até vi e senti enorme. Fui tirando o pau e enfiando de novo, cada vez um pouco mais, ela tava louca a cada penetrada, até que entrou tudo e ela tremeu. Deixei ela se recuperar uns segundos com o pau todo dentro, e respirei um pouco pra não gozar tudo na segunda enfiada. Comecei a comer ela numa velocidade média, mas com a penetração final bem brusca pra fazer barulho e quicar aquela bunda linda. Agüentei uns 5 minutos assim, até que aumentei a velocidade e também a brusquidão. Ela começou a gemer muito alto, tanto que fiquei meio cagão de alguém ouvir, mas não tinha ninguém num raio de 150m e já estávamos no embalo, então continuei mais um tempo forte assim. Não sei quantos orgasmos ela teve, uns dois no mínimo, mas quando tirei o pau pra não encher ela de leite, a gulosa reclamou: — Continua!! — Não, gata, é hora de eu comer teu cu, como você queria, esse pau já tá bem lubrificado — respondi, enquanto me acalmava um pouco pra poder arrebentar o rabo dela. — Ai! Devagar que é virgem — ela disse. Isso ativou em mim uma vontade de chupar tudo que não agüentei, abri mais as pernas dela, separei as nádegas com as mãos e me joguei pra lamber o cu e a buceta alternadamente. No cu, enfiei um pouco mais de língua e saliva pra ir abrindo, levava os suquinhos da buceta pro cuzinho pra lubrificar mais. Ela sem dúvida curtia, com gemidos e soltando líquido, ia se desidratar essa novinha, era hora do anal. antes que ela desmaie. Enfiei de novo umas duas vezes na buceta pra lubrificar de novo e fui pro cuzinho. Ia ser difícil, mesmo com tanto líquido, parecia pequeno pra entrar o meu. Também não é enorme, mas com certeza tem um bom tamanho e, repito, eu sentia tudo ao máximo. Comecei devagar a enfiar, custou, mas aos poucos foi abrindo caminho, ela já gritava mais de dor do que de prazer, foda-se, a rabeta dela ia ser arrombada. Com mais ou menos meia pica pra dentro, comecei o vai e vem, sem tirar tudo, pra ver se aguentava. Pareceu que o grito de dor dela virou um gemidinho de prazer, então me preparei pra ir até o fundo, não sem antes babar bem mais minha pica e a entradinha dela pra terminar de entrar direito. E foi assim, e aos poucos fui aumentando a velocidade. Depois de um tempinho de trepada anal, enquanto eu tocava a buceta dela, não aguentei mais, aumentei a velocidade e a profundidade o máximo que podia, aguentei uns 2 minutos, no máximo, e enchi o cu dela de porra.
3 comentários - Vivi, a gostosa da minha aluna