Meu nome é Florencia e essa é a história de como acabei com meu tio. Hoje tenho 25 anos, mas isso começou quando eu tinha 15. Sou de uma cidade do interior e, por causa do meu aniversário de 15 anos, veio muita gente pra comemorar e fazer minha festa. Entre todos os convidados, veio o melhor amigo da minha mãe, que é basicamente como meu tio, chamado Matías. Fazia muito tempo que eu não via o Matías; naquela época ele tinha uns 38 anos. Já fazia alguns anos que não o via, e quando o encontrei, ele estava diferente. Antes ele era meio largado, e agora estava todo sarado, parecia musculoso, bem de academia. E como toda garotinha hormonal, ver aquele homem me deixou pasma e me gerou um monte de coisas que eu meio que não entendia, mas, mais tarde, percebi que ele me deixou com muito tesão. No dia da minha festa, ele veio e me deu um celular e um camisolinho curto bem sexy, que a namorada dele, que veio com ele, tinha escolhido. Meu aniversário passou, dancei a valsa, momento que aproveitei e me apoiei um pouco nele, kkkk. A festa acabou e ele voltou pra cidade dele.
Depois daquela visita, fiquei toda boba por ele; a verdade é que ele me encantou, achei ele lindo e carinhoso. Mesmo assim, fiquei meio mal porque sabia que talvez não o visse por muitos anos, e ainda mais que ele ia dar bola pra uma garota, menos ainda se estivesse namorando, e muito menos sendo menor de idade e melhor amigo da minha mãe. Passaram-se alguns anos, eu já tinha 18 anos e, nessa época, já tinha passado por muitas coisas, inclusive já tinha tido uns namorados e tudo que vem junto, mas nunca me esqueci dele. Tanto que, quando tive minha primeira relação sexual e estava meio assustada, imaginei que era o Matías quem estava tirando minha virgindade, e isso me fez relaxar e aproveitar muito aquele momento. Aliás, muitas vezes, quando estava com algum namorado ou cara, imaginava que era o Matías que me comia, e a verdade é que eu gozava muito mais. Naquele ano, Matías veio para o aniversário da minha mãe, que era uma semana antes do meu, então comemoramos os dois juntos. Como decidimos sair pra jantar, porque era mais... Confortável. Minha mãe me disse que, como não cabíamos todos no nosso carro, eu ia ter que ir com o Matías. Bem adolescente, fiquei toda empolgada porque ia passar um tempinho a sós com ele, mesmo que fosse só até o restaurante. Pra essa ocasião, coloquei um vestido preto super justo e com um bom decote, nada muito exagerado, mas como tenho um peitão bonito e uma raba muito boa, aquele vestido realçava demais meus atributos. Fomos até o carro e vi de relance como o Matías me olhava. Aquele vestido realmente destacava minha bunda e marcava muito a tanga que eu tava usando, que era minúscula, de triângulo e renda, e o sutiã de renda também.
Chegamos no restaurante e, na hora de sentar, fiz de tudo pra ficar na frente dele, o que consegui. A noite foi passando e percebi que ele quase o tempo todo falava comigo e me olhava, e sempre que podia, dava uma olhada safada nos meus peitos, o que me deixava super excitada e fazia minha buceta ficar toda molhada. A janta acabou, sopramos a vela com minha mãe e voltamos. Antes de sair, fui ao banheiro e ajustei o decote do jeito mais sexy possível, ou seja, com os peitos o mais pra fora que dava, haha. Adorava que ele me olhasse daquele jeito, me fazia sentir muito desejada.
Quando saímos do restaurante, tive a ideia de falar pro Mati mostrar como tinha ficado a nova orla da cidade (moro numa cidade à beira do rio). O Mati gostou da ideia e chamou minha mãe pra ir, mas ela tava cansada e disse pra irmos nós dois sozinhos. Essa era minha chance de ficar mais tempo a sós. Mostrei a orla, a gente conversou besteiras, e de repente ele me perguntou se eu tinha namorado. Falei que não, mas que tinha uns amiguinhos. Perguntei sobre a namorada dele, e ele disse que tinham terminado há um tempinho e que tava sozinho. Enquanto isso, ele não parava de olhar pros meus peitos e umas duas vezes pra minha bunda. Custava acreditar que um homem de 41 anos me olhava daquele jeito. Voltamos pro carro e fomos pro mirante da orla, porque eu disse que tava muito lindo lá. Aquele era o lugar onde muitos iam com as... Casais, chegamos lá, continuamos conversando e aí ele me pergunta: que estranho eu não ter namorado sendo uma garota tão linda e gostosa. Eu já estava meio molhada, aí me ensopei de vez, e falei: "Então você me acha linda?" Ele disse que eu era uma das mulheres mais lindas que ele já conheceu. Aí, sem querer querendo, passei a língua nos lábios e acabei mordendo o lábio inferior, babando ele. Nisso ele se jogou em cima de mim e começou a me beijar de boca aberta, primeiro devagar e depois metendo a língua suave mas intenso. Logo começou a apalpar meus peitos e minha bunda, me segurando. E, sem perceber, ele abaixou o zíper do meu vestido e tirou, me deixando de sutiã. Num toque, desabotoou e deixou meus peitos apontando pra ele. Começou a acariciar e chupar meus mamilos, me deixando louca. Minha buceta e minha ppk estavam ensopadas. Sem perceber, ou percebendo, comecei a apalpar o pau dele por cima da calça, mas rapidamente afrouxei o cinto, abaixei o zíper e procurei aquele pau lindo, começando a masturbar ele. Quando fiz isso, ele enfiou a mão por baixo do meu vestido, afastou a calcinha fio dental com os dedos e os enfiou dentro da minha ppk molhada. Entre os dedos dele na minha ppk e a boca dele nos meus peitos, eu gemia como uma puta. Estava nas nuvens, até que ele me fez ter um orgasmo gostoso que fez meu corpo todo tremer. Mas, pro pobre do Mati, bem na hora tocou meu celular — era minha mãe perguntando onde a gente estava. Então o momento acabou. Nisso, eu estava com o vestido na cintura e o Mati com o pau duro, que pude apreciar bem na hora. Tinha uns 15 cm e era meio gordinho, lindo demais. E como não queria deixar ele assim, continuei masturbando até ele gozar na minha mão. Como é um cavalheiro, me deu uns lenços de papel pra eu limpar a mão. Aí voltamos pra minha casa. Depois daquela noite, claramente fiquei extasiada e com vontade de mais. Devo admitir que depois me senti mal, porque não sei se devia ter feito o que fiz com o melhor amigo da minha mãe, mas a excitação me venceu. No dia seguinte, escrevi pro Mati pra ver como ele tava, e ele disse que tava meio preocupado com a noite anterior porque não queria que eu achasse que ele tinha se aproveitado de mim. Falei pra ele não se preocupar, que não era nada daquilo, e disse que se ele quisesse a gente conversar, podia se encontrar no outro dia. Aí percebi que ele voltava de manhã pra capital, mas se quisesse a gente podia falar à tarde. Falei que passava pra buscá-lo no hotel. Me troquei, coloquei uma calça legging fio dental e sutiã vermelho, com uma blusa solta mas decotada. Cheguei no hotel, me anunciei e ele mandou eu subir pro quarto. Entrei, ele me recebeu com um beijo no rosto e disse que a gente podia conversar ali já que era de dia e ele não queria que ninguém visse, o que achei de boa. Ele falou que se sentia estranho com o que tinha rolado, e eu também, mas que não me arrependia e que éramos dois adultos e livres. Só que ele insistia que tinha se aproveitado de mim, e foi aí que eu confessei que gostava dele desde pequena e que não sentia nada daquilo que ele tava falando. Foi quando ele disse que me achava linda, que eu era uma gostosa e que tava louco por mim, que desde que me adicionou no Instagram não conseguia parar de ver minhas fotos. Só pra deixar claro, no meu Instagram sempre posto fotos quando saio nos fins de semana, e tem muitas de biquíni, várias mostrando os peitos e a raba, sempre pelada. Nessa hora, me aproximei dele e comecei a beijar ele devagar, falei pra não se preocupar, que tava tudo certo. A gente sentou no sofá e continuou se beijando, ele apalpava meus peitos, minha bunda, passava a mão na minha buceta por cima da legging. Tirei a blusa, fiquei só de sutiã, ele tirou e começou a chupar meus peitos igual um louco, o que me deixou a mil. Aí sussurrei no ouvido dele se ele queria ver minha raba pelada, e ele respondeu que isso deixava o pau dele durasso. Nessa hora, me afastei, levantei, virei de costas, mostrei a raba e comecei a tirar a legging, deixando minha bunda toda pelada pra ele aproveitar. Comecei a rebolar bem gostoso. até que vejo que ele tinha tirado a calça e estava ali com o pau duro se tocando. Eu me aproximo dele, me ajoelho na frente do pau dele, tiro a mão dele e começo a masturbar ele, dando beijos e lambidas no pau e nas bolas, passando minha língua por todo o tronco até começar a meter aquela pica linda na minha boca. Eu metia o máximo que conseguia, Matías gemia de prazer e isso me deixava mais e mais excitada, minha buceta estava encharcada pra caralho. Continuei chupando até sentir uns jatos gostosos de porra quente na minha boca e, sem perceber, engoli todo o leite que o Mati me deu. Só pra constar, nunca tinham gozado na minha boca e muito menos eu tinha tomado o gozo, coisa que adorei, e o sabor do leite do Mati é uma delícia. Terminei de chupar e deixei ele todo limpinho. Aí o Mati me pegou, me levantou, me beijou na boca e me levou pra cama. Me deitou e começou a me beijar desde o pescoço, passando pelos meus peitos até chegar na minha buceta, e começou a me comer com uma doçura e intensidade, dava pra ver que era experiente. Rapidamente me fez ter um orgasmo incrível, me deixando em choque. Ele sussurrou no meu ouvido que tinha adorado como eu chupei ele, e me perguntou se eu tinha gostado da chupada de buceta que ele tinha me dado. Eu disse que sim. Ele perguntou se eu queria transar, óbvio que queria, era o que eu mais desejava. Falei: "sim, amor, me fode". Ele pegou o pau dele, que estava duro como uma tora, abriu minhas pernas e meteu, começando com aquele vai e vem que me fazia gemer igual a uma puta no cio. Transamos em várias posições, até que senti minha buceta se encher da porra gostosa dele. Não aguentava mais, tive uns três orgasmos naquela foda e ainda ganhei o gozo dele. Descansamos um pouco, e o Mati perguntou se eu queria continuar. Eu respondi chupando o pau dele, deixei ele bem duro e ele disse pra eu ficar de quatro que ele queria me comer assim. Foi quando eu falei que ele ia fazer o que eu pedisse. Ele meteu o pau e me comeu de um jeito delicioso, sentia a bacia dele batendo na minha bunda. Adorei de quatro, foi Senti muito e bem gostoso. Num momento ele me pergunta se podia fazer o que queria, e eu falei que sim, que não me importava nada, tava super excitada. Aí ele diz que quer fazer a bunda, que eu tinha a melhor bunda que ele já viu na vida. Eu falei que sim, mesmo sendo virgem de bunda e pedi pra ele ser delicado, mas não me importava nada, só queria dar todos os gostos pra ele. Devagar, enquanto me comia, ele enfiava um, dois e até três dedos, e depois começa com a cabeça da pica dele. Pouco a pouco foi enfiando até enfiar toda. Doía, mas a dor foi passando e dando lugar ao prazer, até que ele gozou enchendo minha bunda de porra. Depois de me fazer de bunda, a gente transou mais duas vezes e ele me fez ajoelhar, gozando na minha cara, boca e peitos, e eu tomei todo o gozo dele. Depois disso, terminei exausta. A gente tomou um banho juntos, onde nos pegamos de novo e transamos mais uma vez no chuveiro. Ainda bem que dias depois fiquei menstruada, porque a gente não se cuidou nada e não era a ideia engravidar. No outro dia, Mati voltou pra capital, mas continuamos conversando por telefone, trocando fotos, fazendo videochamada e transando virtualmente. Mesmo assim, uma ou duas vezes por mês, Mati vinha pra minha cidade e a gente ficava junto. Espero que tenham gostado, depois eu continuo contando a minha história com meu tio Mati.
Depois daquela visita, fiquei toda boba por ele; a verdade é que ele me encantou, achei ele lindo e carinhoso. Mesmo assim, fiquei meio mal porque sabia que talvez não o visse por muitos anos, e ainda mais que ele ia dar bola pra uma garota, menos ainda se estivesse namorando, e muito menos sendo menor de idade e melhor amigo da minha mãe. Passaram-se alguns anos, eu já tinha 18 anos e, nessa época, já tinha passado por muitas coisas, inclusive já tinha tido uns namorados e tudo que vem junto, mas nunca me esqueci dele. Tanto que, quando tive minha primeira relação sexual e estava meio assustada, imaginei que era o Matías quem estava tirando minha virgindade, e isso me fez relaxar e aproveitar muito aquele momento. Aliás, muitas vezes, quando estava com algum namorado ou cara, imaginava que era o Matías que me comia, e a verdade é que eu gozava muito mais. Naquele ano, Matías veio para o aniversário da minha mãe, que era uma semana antes do meu, então comemoramos os dois juntos. Como decidimos sair pra jantar, porque era mais... Confortável. Minha mãe me disse que, como não cabíamos todos no nosso carro, eu ia ter que ir com o Matías. Bem adolescente, fiquei toda empolgada porque ia passar um tempinho a sós com ele, mesmo que fosse só até o restaurante. Pra essa ocasião, coloquei um vestido preto super justo e com um bom decote, nada muito exagerado, mas como tenho um peitão bonito e uma raba muito boa, aquele vestido realçava demais meus atributos. Fomos até o carro e vi de relance como o Matías me olhava. Aquele vestido realmente destacava minha bunda e marcava muito a tanga que eu tava usando, que era minúscula, de triângulo e renda, e o sutiã de renda também.
Chegamos no restaurante e, na hora de sentar, fiz de tudo pra ficar na frente dele, o que consegui. A noite foi passando e percebi que ele quase o tempo todo falava comigo e me olhava, e sempre que podia, dava uma olhada safada nos meus peitos, o que me deixava super excitada e fazia minha buceta ficar toda molhada. A janta acabou, sopramos a vela com minha mãe e voltamos. Antes de sair, fui ao banheiro e ajustei o decote do jeito mais sexy possível, ou seja, com os peitos o mais pra fora que dava, haha. Adorava que ele me olhasse daquele jeito, me fazia sentir muito desejada.
Quando saímos do restaurante, tive a ideia de falar pro Mati mostrar como tinha ficado a nova orla da cidade (moro numa cidade à beira do rio). O Mati gostou da ideia e chamou minha mãe pra ir, mas ela tava cansada e disse pra irmos nós dois sozinhos. Essa era minha chance de ficar mais tempo a sós. Mostrei a orla, a gente conversou besteiras, e de repente ele me perguntou se eu tinha namorado. Falei que não, mas que tinha uns amiguinhos. Perguntei sobre a namorada dele, e ele disse que tinham terminado há um tempinho e que tava sozinho. Enquanto isso, ele não parava de olhar pros meus peitos e umas duas vezes pra minha bunda. Custava acreditar que um homem de 41 anos me olhava daquele jeito. Voltamos pro carro e fomos pro mirante da orla, porque eu disse que tava muito lindo lá. Aquele era o lugar onde muitos iam com as... Casais, chegamos lá, continuamos conversando e aí ele me pergunta: que estranho eu não ter namorado sendo uma garota tão linda e gostosa. Eu já estava meio molhada, aí me ensopei de vez, e falei: "Então você me acha linda?" Ele disse que eu era uma das mulheres mais lindas que ele já conheceu. Aí, sem querer querendo, passei a língua nos lábios e acabei mordendo o lábio inferior, babando ele. Nisso ele se jogou em cima de mim e começou a me beijar de boca aberta, primeiro devagar e depois metendo a língua suave mas intenso. Logo começou a apalpar meus peitos e minha bunda, me segurando. E, sem perceber, ele abaixou o zíper do meu vestido e tirou, me deixando de sutiã. Num toque, desabotoou e deixou meus peitos apontando pra ele. Começou a acariciar e chupar meus mamilos, me deixando louca. Minha buceta e minha ppk estavam ensopadas. Sem perceber, ou percebendo, comecei a apalpar o pau dele por cima da calça, mas rapidamente afrouxei o cinto, abaixei o zíper e procurei aquele pau lindo, começando a masturbar ele. Quando fiz isso, ele enfiou a mão por baixo do meu vestido, afastou a calcinha fio dental com os dedos e os enfiou dentro da minha ppk molhada. Entre os dedos dele na minha ppk e a boca dele nos meus peitos, eu gemia como uma puta. Estava nas nuvens, até que ele me fez ter um orgasmo gostoso que fez meu corpo todo tremer. Mas, pro pobre do Mati, bem na hora tocou meu celular — era minha mãe perguntando onde a gente estava. Então o momento acabou. Nisso, eu estava com o vestido na cintura e o Mati com o pau duro, que pude apreciar bem na hora. Tinha uns 15 cm e era meio gordinho, lindo demais. E como não queria deixar ele assim, continuei masturbando até ele gozar na minha mão. Como é um cavalheiro, me deu uns lenços de papel pra eu limpar a mão. Aí voltamos pra minha casa. Depois daquela noite, claramente fiquei extasiada e com vontade de mais. Devo admitir que depois me senti mal, porque não sei se devia ter feito o que fiz com o melhor amigo da minha mãe, mas a excitação me venceu. No dia seguinte, escrevi pro Mati pra ver como ele tava, e ele disse que tava meio preocupado com a noite anterior porque não queria que eu achasse que ele tinha se aproveitado de mim. Falei pra ele não se preocupar, que não era nada daquilo, e disse que se ele quisesse a gente conversar, podia se encontrar no outro dia. Aí percebi que ele voltava de manhã pra capital, mas se quisesse a gente podia falar à tarde. Falei que passava pra buscá-lo no hotel. Me troquei, coloquei uma calça legging fio dental e sutiã vermelho, com uma blusa solta mas decotada. Cheguei no hotel, me anunciei e ele mandou eu subir pro quarto. Entrei, ele me recebeu com um beijo no rosto e disse que a gente podia conversar ali já que era de dia e ele não queria que ninguém visse, o que achei de boa. Ele falou que se sentia estranho com o que tinha rolado, e eu também, mas que não me arrependia e que éramos dois adultos e livres. Só que ele insistia que tinha se aproveitado de mim, e foi aí que eu confessei que gostava dele desde pequena e que não sentia nada daquilo que ele tava falando. Foi quando ele disse que me achava linda, que eu era uma gostosa e que tava louco por mim, que desde que me adicionou no Instagram não conseguia parar de ver minhas fotos. Só pra deixar claro, no meu Instagram sempre posto fotos quando saio nos fins de semana, e tem muitas de biquíni, várias mostrando os peitos e a raba, sempre pelada. Nessa hora, me aproximei dele e comecei a beijar ele devagar, falei pra não se preocupar, que tava tudo certo. A gente sentou no sofá e continuou se beijando, ele apalpava meus peitos, minha bunda, passava a mão na minha buceta por cima da legging. Tirei a blusa, fiquei só de sutiã, ele tirou e começou a chupar meus peitos igual um louco, o que me deixou a mil. Aí sussurrei no ouvido dele se ele queria ver minha raba pelada, e ele respondeu que isso deixava o pau dele durasso. Nessa hora, me afastei, levantei, virei de costas, mostrei a raba e comecei a tirar a legging, deixando minha bunda toda pelada pra ele aproveitar. Comecei a rebolar bem gostoso. até que vejo que ele tinha tirado a calça e estava ali com o pau duro se tocando. Eu me aproximo dele, me ajoelho na frente do pau dele, tiro a mão dele e começo a masturbar ele, dando beijos e lambidas no pau e nas bolas, passando minha língua por todo o tronco até começar a meter aquela pica linda na minha boca. Eu metia o máximo que conseguia, Matías gemia de prazer e isso me deixava mais e mais excitada, minha buceta estava encharcada pra caralho. Continuei chupando até sentir uns jatos gostosos de porra quente na minha boca e, sem perceber, engoli todo o leite que o Mati me deu. Só pra constar, nunca tinham gozado na minha boca e muito menos eu tinha tomado o gozo, coisa que adorei, e o sabor do leite do Mati é uma delícia. Terminei de chupar e deixei ele todo limpinho. Aí o Mati me pegou, me levantou, me beijou na boca e me levou pra cama. Me deitou e começou a me beijar desde o pescoço, passando pelos meus peitos até chegar na minha buceta, e começou a me comer com uma doçura e intensidade, dava pra ver que era experiente. Rapidamente me fez ter um orgasmo incrível, me deixando em choque. Ele sussurrou no meu ouvido que tinha adorado como eu chupei ele, e me perguntou se eu tinha gostado da chupada de buceta que ele tinha me dado. Eu disse que sim. Ele perguntou se eu queria transar, óbvio que queria, era o que eu mais desejava. Falei: "sim, amor, me fode". Ele pegou o pau dele, que estava duro como uma tora, abriu minhas pernas e meteu, começando com aquele vai e vem que me fazia gemer igual a uma puta no cio. Transamos em várias posições, até que senti minha buceta se encher da porra gostosa dele. Não aguentava mais, tive uns três orgasmos naquela foda e ainda ganhei o gozo dele. Descansamos um pouco, e o Mati perguntou se eu queria continuar. Eu respondi chupando o pau dele, deixei ele bem duro e ele disse pra eu ficar de quatro que ele queria me comer assim. Foi quando eu falei que ele ia fazer o que eu pedisse. Ele meteu o pau e me comeu de um jeito delicioso, sentia a bacia dele batendo na minha bunda. Adorei de quatro, foi Senti muito e bem gostoso. Num momento ele me pergunta se podia fazer o que queria, e eu falei que sim, que não me importava nada, tava super excitada. Aí ele diz que quer fazer a bunda, que eu tinha a melhor bunda que ele já viu na vida. Eu falei que sim, mesmo sendo virgem de bunda e pedi pra ele ser delicado, mas não me importava nada, só queria dar todos os gostos pra ele. Devagar, enquanto me comia, ele enfiava um, dois e até três dedos, e depois começa com a cabeça da pica dele. Pouco a pouco foi enfiando até enfiar toda. Doía, mas a dor foi passando e dando lugar ao prazer, até que ele gozou enchendo minha bunda de porra. Depois de me fazer de bunda, a gente transou mais duas vezes e ele me fez ajoelhar, gozando na minha cara, boca e peitos, e eu tomei todo o gozo dele. Depois disso, terminei exausta. A gente tomou um banho juntos, onde nos pegamos de novo e transamos mais uma vez no chuveiro. Ainda bem que dias depois fiquei menstruada, porque a gente não se cuidou nada e não era a ideia engravidar. No outro dia, Mati voltou pra capital, mas continuamos conversando por telefone, trocando fotos, fazendo videochamada e transando virtualmente. Mesmo assim, uma ou duas vezes por mês, Mati vinha pra minha cidade e a gente ficava junto. Espero que tenham gostado, depois eu continuo contando a minha história com meu tio Mati.
2 comentários - Me apaixonei pelo meu tio parte 1