Garanhão e as vizinhas gostosas - 8 - Perdeu a virgindade n

Diante da pergunta de Abril, o velho Gastão sorriu, mas antes de responder, olhou para as duas jovens peitudas que estavam ajoelhadas aos seus pés. Era uma imagem que ele não queria esquecer, por isso segurou a resposta. Quando ficou satisfeito com o que viu, disse: — Vamos continuar brincando, mas na minha cama.
— Mas chefe, lembra que sou virgem — Abril estava hesitando em entregar ou não a virgindade naquela noite tão louca.
— Eu sei, você vai brincar até onde se sentir à vontade — Sem dizer mais nada, ele se abaixou para pegar as mãos delas e, como um avô levando as netas para dormir no quarto, caminharam os três juntos, mas com a diferença de que ele não pretendia dormir tão cedo.
— A gente improvisa ou tem regras? — Tália perguntou assim que entraram no quarto.
— As regras e o que vão fazer, quem dita sou eu, já que sou o homem.
— Que machista — Gritaram em uníssono.
— Bom, porque sou o mais velho dos três e posso guiar vocês pelo caminho certo — O velho Gastão piscou um olho para as jovens.
— Tá bom, deixo você mandar, velho, mas só dessa vez — Tália foi quem opinou, mas Abril continuava quietinha, esperando por prazeres desconhecidos.
Antes de falar mais, Gastão calmamente tirou a cueca e se deitou no meio da cama. Depois, olhou para as duas jovens que exibiam seus peitões e as partes de baixo dos minúsculos biquínis, e ordenou: — Quero que tirem os biquínis, uma da outra.
A morena, com um sorriso enorme, logo se aproximou de Abril, se ajoelhou e, com sensualidade, começou a puxar uma das tiras do biquíni. Quando ele caiu no chão, Tália disse: — Você tá toda depiladinha e molhadinha — E com carinho, deu um beijo no clitóris dela.
A jovem Abril tinha experiência com mulheres, mas nenhuma tão sensual quanto Tália, que fazia tudo com muito erotismo, o que deixava a inexperiente garota toda excitada. Quando Tália começou a se levantar, Abril se ajoelhou, mas ao se encontrarem no caminho, não conseguiram evitar um beijo.
Depois do ardente beijo que Gastão não perdeu nenhum detalhe, a jovem Abril começou a tirar o biquíni da morena, deixando o corpo dela nu, o monte de Vênus dela só tinha um pequeno triângulo, a jovem passou o dedo indicador pelos lábios da buceta da morena, que já estava bem molhada por tudo que rolou na noite.

Com as duas mulheres de pé, elas se beijaram de novo, e então Tália perguntou — E agora, seu velho safado?
— Agora vem e deita aqui — Ele a fez deitar em cima dele, de barriga pra cima, ela ficou com a bunda em cima da rola mole dele, e ele começou a massagear os peitos dela e ordenou pra Abril — Agora dá prazer com sua língua pra essa morena gostosa.

A jovem virgem estava esperando aquele momento desde o começo da noite, Tália era uma mulher linda, ela tava desejando ela cada vez mais a cada minuto, e finalmente ia saber qual era o gosto da buceta dela, ela sem pensar subiu na cama, e se deparou com os olhares ansiosos das duas pessoas que esperavam que ela fizesse um bom trabalho, sem pensar muito, passou a língua com carinho desde a parte de baixo da buceta até chegar no clitóris — hmm.

Ao ouvir o gemidinho da morena, foi o suficiente pra jovem aumentar os movimentos da língua e mostrar sua habilidade com ela, claro que Gastão não ficou só olhando, ele continuava massageando os peitos de Tália e beijando o pescoço dela, e de vez em quando olhava pro rosto da jovem de dezoito anos que tava dando um show incrível chupando a buceta suculenta da venezuelana.

Ahaah — Esse grito veio junto com um orgasmo incrível, o corpo da morena se contorcia igual um peixe, enquanto o corpo dela dava pequenos espasmos, mas a jovem Abril continuou entre as pernas dela, tomando todos os sucos da buceta de Tália.

Com a respiração ofegante, a morena colocou a mão na cabeça da jovem, dizendo — Adorei, é a primeira vez que uma mina me chupa, e espero que não seja a última — Ela piscou um olho pra jovem.
— Valeu — Sem saber o que dizer, respondeu com timidez.
— Agora é a vez da Abril se divertir, não acha, Talía?
— Claro que sim, embora eu não tenha experiência nisso, vou dar o meu melhor.

As mulheres trocaram de lugar. Agora quem se deitou sobre o peito de Gastón foi a jovem Abril, que ansiava pelo próprio orgasmo. Não ligou que o chefe começasse quase na hora a massagear os peitos dela, muito menos de sentir a pica dura dele na parte de baixo das costas. Era a primeira vez que estava curtindo estar com outras pessoas sem ter que se preocupar com a família — eles achavam que ela estava trabalhando até tarde.

Talía começou a fazer o mesmo que com a Abril: de baixo para cima, passou a língua na buceta da jovem. Gostou do sabor dos sucos vaginais. Depois, enfiou o dedo indicador dentro da buceta da garota, mas não muito fundo — sabia que ela era virgem — e, com a língua, começou a massagear o clitóris dela.
— Deus — disse Abril ao sentir os estímulos da morena.

Gastón não ficou só apalpando os peitos da jovem; começou a percorrer todo o corpo dela com as mãos, enquanto Talía arrancava mais de um gemido que enchia o quarto inteiro. Abril levou a mão até a cabeça da morena e começou a mover o corpo em círculos pequenos. Assim, também podia sentir a pica de Gastón crescendo nas costas dela. Era a primeira vez que se sentia tão desejada: um homem nas costas e uma mulher entre as pernas.

— Hummm, sim, sim, já tô quase, continua aí, ahhh — uma grande explosão saiu do corpo da jovem depois dessas palavras. Ela teve o orgasmo mais intenso da vida.

Talía tratou de continuar percorrendo os lábios da buceta, engolindo cada um dos fluidos da Abril, que ainda estava ofegante, se recuperando e curtindo a língua quentinha da nova melhor amiga.

Gastón deixou Talía terminar e a Abril se recuperar para perguntar:
— Terminamos por aqui ou continuamos?
— Continuamos — saiu das duas. Pernas de Abril, a morena sensual respondeu.
— Bom, então quem senta na minha pica dura? Tá pronta pra receber quem quiser.
— Eu vou primeiro — Talía se apressou em responder, depois de ter chupado a buceta da garota pálida, ficou excitada demais, precisava de gozo e se fosse com uma pica dentro, melhor ainda.

A jovem virgem não sabia o que fazer naquele momento, então se mexeu, liberando o corpo de Gastón, mas ficou de joelhos perto do peito dele, tendo uma visão imbatível pra ver Talía montando uma pica. Ela queria aprender e também não queria que a noite acabasse.

A morena se moveu um pouco pra frente, passando a língua pela pica do velho, que já tava bem dura — Não morre antes de eu gozar, minha cintura se mexe como nenhuma outra.

Ele sorriu com o comentário dela e disse — Para de falar e monta logo, vagabunda, que esse velho aguenta a noite inteira.

Mordendo os lábios, ela abriu as pernas, deixando a buceta em cima da pica de Gastón. Devagar, começou a descer, sentindo aquele membro duro abrindo caminho, entrando aos poucos na sua buceta molhada.

— Que gostosa você é — Ele deu um tapa forte na bunda dela — Cavalga, rabuda.

Ela o beijou com intensidade depois das palavras dele e, ao mesmo tempo, começou a subir e descer na pica do velho, que nunca deixava as mãos quietas. Ele alternava entre a bunda dela e beliscar os peitos dela, e quando olhou pro lado, viu Abril se tocando na buceta com carinho. Ele não resistiu: agarrou um dos peitos dela, puxou e a trouxe pro rosto dele pra beijá-la com paixão enquanto a morena cavalgava como uma expert.

Depois do beijo com Gastón, a boca da jovem Abril passou pelos lábios de Talía, que, sem parar de se mexer agora em círculos, aproveitava a boca da nova amiga. E também começou a tocar a entreperna dela com o dedo indicador, enquanto Gastón curtia os movimentos ardentes da morena e começou a chupar o peito duro da jovem Abril. Os três... estava recebendo estímulos muito altos e intensos.
— Aii... vou gozar — gritou Talía, aumentando os movimentos e pulando sobre o pau do velho Gastón.
Ele deu mais de um tapa na bunda dela enquanto ela se mexia com intensidade, e em segundos começou a sentir os líquidos de Talía escorrendo pelas bolas dele. Foi nesse momento que ele a abraçou, cruzando os braços com força nas costas dela e começou a meter fundo na buceta dela — Ahh, seu velhinho — com os gritos de prazer dela, ele começou a jorrar todo o esperma dentro da jovem morena.
Depois de alguns segundos, enquanto os dois se recuperavam, se beijaram com ternura. Em seguida, Gastón olhou para a jovem virgem e perguntou — Tá pronta ou não?
— Sim, quero — Ela ficou ainda mais vermelha, não só pela excitação, mas pela vergonha de ter aceitado perder a virgindade com um velho.
— Mas primeiro temos que limpar aqui — Talía falou e pegou na mão de Abril, levando-a até o pau murcho do velho. Ela tinha experiência com homens, sabia que eles precisavam de uns minutos pra se recuperar, e como Gastón tinha sessenta anos, achou que demoraria mais. Então, melhor jeito de ele se recuperar era enquanto duas novinhas brincavam com o órgão dele.
Gastón curtiu enquanto as duas garotas brincavam de novo com o pau e as bolas dele por alguns minutos. Quando sentiu que estava pronto, pegou a cabeça de Abril e a puxou para perto, beijou ela com ternura, saboreando os lábios macios da jovem. Depois, virou ela de barriga pra cima, olhou nos olhos pretos como a noite dela, mas que irradiavam paixão e desejo.
Apoiou o pau na entrada da buceta da jovem e disse — Vou entrar em você e te fazer gozar como uma mulher fogosa, que é o que você vai ser em alguns minutos.
Talía segurou a mão da jovem, entrelaçando os dedos como uma amiga acompanhando outra num momento único. Abril respondeu — Quero ser mulher agora — Naquele instante, sentiu o pau duro abrindo caminho na buceta apertada dela — Ai... dói...
— É normal, aguenta — Ele nem ligou pras palavras da Abril, sentiu o hímen da garota se romper, sabia que dali pra frente era só prazer, mas com a experiência dele, só enfiou meia rola e começou a se mover devagar, sabia que a buceta dela ia se abrir aos poucos, dando boas-vindas pro pau dele.

Em poucos minutos, os gemidos de dor da Abril diminuíram, viraram sons de prazer, Gastón não tirava os olhos dela, não queria perder o olhar da garota que tava fazendo experimentar a primeira vez dela.

Quando a buceta dela já tava bem molhadinha, ele começou a curtir cada metida do chefe, mesmo doendo um pouco, o prazer já tava ganhando da dor, ela se animou a passar a mão nas costas velha do homem que tava metendo com força, e morder as orelhas dele, que, mesmo sendo um coroa, tava fazendo ela passar o melhor momento da vida dela.

Talía ficou de fora desse momento, era uma parada que a jovem Abril tinha que aproveitar sozinha, mas ela não se segurou e se esgueirou pra trás dos dois, vendo de pertinho como o velho metia na novinha, dava pra ver muito líquido e um fio de sangue, ela levou a cabeça até ali, colocou a língua pra fora e passou entre os lábios da buceta da Abril e as bolas do Gastón.

Com o estímulo extra da Talía, Gastón começou a meter com mais força, arrancando gritos da garota, mas ele não parou, curtia não só o prazer de penetrar ela, mas também o tesão de ver ela, mordendo os lábios, ofegante e os peitos dela balançando no ritmo das metidas.

Ela cruzou as pernas nas costas do velho, gritando — aii, vou go... vou gozar... — Quando ouviu isso, Gastón acelerou cada movimento no máximo, ele também tava perto de gozar, queria que os dois chegassem juntos.

— ungh — Mordeu o ombro do Gastón com força quando chegou ao orgasmo e mexeu a bunda timidamente, já Gastón, como um Sem vergonha, começou a gozar no fundo da buceta dela enquanto sentia ela pulsar.
Quando pararam, Talía ainda estava engolindo os fluidos dos dois, parecia que não queria desperdiçar nada. Quando Gastón tirou o pau mole de dentro da garota, saiu uma torrente de mais fluidos vaginais e esperma, que ela tratou de limpar da buceta da jovem sem parar até deixar bem limpinha.
Poucos segundos depois, Gastón se deitou ao lado de Abril, que ainda ofegava por causa das lambidas de Talía. Mas quando a morena terminou, olhou para os dois — um casal bem desigual, que poderia ser neta e avô — mas estavam igualmente exaustos e cheios de vida. Sem falar muito, deitou-se ao lado de Gastón, deixando ele no meio.
Nenhum dos três dizia nada. Talía tinha tido sua primeira vez com uma garota, Abril sua primeira vez com um homem, e Gastón sua primeira vez com duas mulheres. Ele nunca pensou que chegaria a experimentar coisas novas aos seus sessenta anos.
Depois que todos recuperaram o fôlego, Talía foi a primeira a quebrar o silêncio: — Essa noite vou dormir aqui. — Ela se mexeu um pouco para dar um beijo curto nos lábios de Gastón e de Abril, e eles aceitaram de bom grado.
A jovem, com timidez, fez o mesmo com Gastón, e depois o abraçou para dormir nos braços dele. Ao ver isso, Talía não quis ficar de fora e também o abraçou. Assim, as duas jovens completamente nuas dormiram se olhando enquanto abraçavam o homem a quem se entregaram naquela noite.
Gastón demorou um pouco mais para pegar no sono. Quis aproveitar as belezas que o abraçavam na cama — duas mulheres que poderiam ser desejadas por homens muito ricos e bonitos, mas estavam ali, na cama dele, nuas e com um sorriso no rosto.

Continua...

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