O clímax dessa história começou a se desenrolar há alguns meses. Vamos começar com todo o contexto anterior a isso. Meu nome é Julián, tenho 33 anos e moro em Puebla, México, junto com minha irmã Viviana, de 26 anos. O porquê disso ser relevante vai ser contado em breve.
Como um garoto dos anos 90, cresci com alguns animes clássicos como Dragon Ball, Pokémon e, claro, Ranma ½, que foi o estopim de toda essa história. Hoje em dia, trabalho com desenho, então estou sempre atrás de referências artísticas nas redes sociais, e por isso, também em grupos delas, como Facebook ou Twitter. Um desses grupos que encontrei era justamente de Ranma, cujo protagonista era sua versão feminina, Ranko, e obviamente a maioria das postagens era sobre ela (até a administradora do grupo usava "Ranko" como assinatura).
Como esse grupo era principalmente para o meu trabalho, entrei com minha conta não pessoal e acompanhei as postagens por uns dois meses, que eram bem provocantes. A admin usava a personagem Ranko de um jeito bem exuberante e lascivo, sempre instigando os seguidores a compartilharem seus desejos por Ranko… e por ela mesma; claro, isso não me incomodava nem um pouco. Eu adorava os cenários que essa mina usava e a imaginação tão fluida que ela tinha. Tudo seguia normal, até que uma tarde ela fez um novo post, comentando que, pelo aniversário do grupo, não só ia expandir o alcance abrindo um novo grupo no WhatsApp, onde dava pra falar de vários assuntos e ter mais proximidade com ela, mas também ia postar uma foto muito especial à noite, nada mais nada menos que uma do rosto dela!
Sem dúvida, eu tava muito empolgado! Adorava o conteúdo do grupo, e vivia fantasiando sobre como seria o rosto por trás de tantos posts cheios de sedução que eu via dia após dia. Finalmente, o momento tinha chegado, depois de minutos intermináveis em que eu ficava atualizando a página. a página com a esperança da nova publicação, o Facebook me mandou uma notificação avisando sobre ela.
Entrei na publicação na hora, só pra me deparar com uma grande surpresa…
Minha irmã sempre foi de um jeito bem extrovertido. Mesmo sendo 7 anos mais nova que eu, sempre soube como me provocar, e ainda assim crescemos bem unidos. Mesmo quando eu acabei me desenvolvendo mais (obviamente) e chegando a 1,85m, enquanto ela manteve um tamanho mais confortável com 1,58m, ela nunca deixou que isso fosse um impedimento pra sua vontade de se destacar, coisa que admiro muito nela. Mas, mesmo com seu pouco mais de um metro e meio, ela se tornou uma mulher realmente gostosa. O rosto dela é bem feminino, com uns lábios carnudos e uma pequena e provocante pinta perto deles. Seja por questão genética na família, ou pela boa sorte que a vida dá a algumas pessoas, ela é simplesmente estupenda. No calor, ela costuma se pavonear pela casa usando aqueles shorts de academia bem curtinhos, junto com uma blusa sem alças e sem sutiã por baixo. Embora nunca tivesse ficado olhando pra ela por muito tempo, não consigo evitar de reparar de vez em quando nas pernas tão lindas que ela malhou, que se juntam aos quadris e deixam entrever curvas bem chamativas. Algo que ela sempre soube exibir é a bunda, e olha que ela tem motivo pra isso! Não é uma bunda gigantesca, mas também não é muito pequena, é de um tamanho perfeito, e o pior é que ela sabe como andar pra mostrá-la… honestamente, mais de uma vez fiquei pensando naquele balanço, só pra ser repreendido por não prestar a devida atenção na conversa.
Quanto aos peitos dela, a primeira vez que reparei foi quando ela tinha 21 anos. Fomos a um parque aquático como costumávamos fazer quando éramos crianças, mas obviamente não tinha comparação. Naquele dia ela usou um biquíni preto, mas reclamou com nossa mãe porque, aparentemente, o O tamanho estava errado, e isso destacou ainda mais aquele par de peitos que, embora não parecessem melancias ou melões, eram bem maiores que as mãos dela — e isso ficava evidente pra todo mundo ali. Ela morria de vergonha, porque vários caras ao redor viravam pra olhar quase sem vergonha, enquanto ela só conseguia se cobrir com as mãos, mas com os mamilos totalmente duros e o rosto vermelho... algo que eu percebia na hora de engolir seco.
Ver minha irmã naquela foto do post me fez corar pra caralho, e meus olhos não acreditavam no que viam na tela, mas ela estava lá. Ela tinha postado uma foto bem gostosa dela, onde mostrava todos os seus encantos, e claro que os comentários sobre o corpo dela não demoraram a aparecer... embora, da minha parte, eu não soubesse bem como reagir. Obviamente fiquei surpreso, e por um momento pensei em esquecer tudo e seguir minha vida, mas... algo dentro de mim acendeu, lembrando de todos aqueles posts que eu tinha lido, onde ela se encarregava de despertar nossa imaginação usando a Ranko e ela mesma como fantasias.
Decidi continuar um pouco mais, afinal, ela não sabia que eu seguia o grupo dela... ou que entraria no novo.
Claro que não era idiota o suficiente pra usar meu número pessoal no grupo do WhatsApp, precisava de um que ela não tivesse. Então fui o mais rápido que pude comprar um chip novo, aproveitando que meu celular suportava dois, e com o novo número pedi pra entrar no grupo.
No começo era muita zoeira, um monte de caras postando pornografia ou hentai fazendo bagunça, nada que eu não esperasse. Mas pra não ser expulso, comecei a mandar material e seguir o fluxo, conversando com os outros, claro, com um nome falso (Alejo). Na real, eu não sabia o que estava procurando ali, mas isso mudaria em poucos dias.
Sendo minha irmã (se chamando de Ranko no grupo) a única mulher do grupo, tirando umas duas talvez, mas que não eram... muito ativas, essa chamava a atenção de todos os homens do chat toda vez que estava online e conversava com a gente. Ao ver isso... uma mistura de ciúmes e raiva percorria meu corpo, mas, claro, eu tinha que seguir o jogo. Só depois de um mês de ter entrado que as coisas subiram de nível de repente.
Numa das tais "horas quentes", onde todo mundo mandava o melhor material que tinha e falava sobre seus fetiches, minha irmã propôs um concurso, mas era algo que eu jamais imaginava que ela seria capaz. Ela sugeriu que, durante as duas semanas seguintes, rolasse um concurso de paus, onde ela selecionaria 5 membros aleatórios, e esses mostrariam uma foto do pau, ali na frente de todo mundo. E pra incentivar os participantes, o vencedor de cada dia poderia mandar mensagem privada com o que quisesse, e ela mostraria uma foto bem especial. Além disso, o aniversário dela tava chegando, e os vencedores poderiam ter uma videochamada com ela nesse dia.
Eu não podia acreditar nisso, minha irmã era praticamente uma puta! Ela queria ver o pau de mais de 200 homens e, com certeza, mostrar o quanto isso a deixava excitada! E o pior de tudo é que... eu morria de vontade de ganhar essa oportunidade.
Cada dia ela selecionava 5 participantes, e meu coração batia desesperado pra ver meu nome entre esses sortudos, mas, claro, a sorte não tava do meu lado. Eu morria de raiva vendo todo dia como 5 imbecis eram escolhidos e postavam foto dos paus, enquanto ela comentava, desejava, ansiava por eles e escolhia 1 vencedor, pra quem com certeza mandava uma foto dos peitos ou algo assim.
Minha impaciência crescia a cada dia, e toda noite eu não conseguia evitar de me masturbar com força, pensando que ela pudesse ver meu pau, todo inchado e com as veias pulsando de vontade de tê-la na minha frente. Isso tava saindo do controle, e agora eu não conseguia evitar de olhar pra ela todo dia, vendo ela rebolando a bunda de forma hipnótica, cruzando as pernas tão sensualmente, e Umidecendo os lábios como se só pensasse nas rolas que os seguidores otários mandam pra ela toda noite.
Certa noite, entrei no banheiro pra tomar banho e no cesto de roupa suja tinha uma calcinha fio-dental preta, meio transparente e com um lacinho enfeitando, claramente dela. Quase peguei ela, mas… no fim, só consegui me segurar e entrei no chuveiro. Quando saí, vi que tinha uma notificação do grupo, daquelas que aparecem quando te marcam em algo ou mencionam seu nome. Meu coração tava acelerado, mas não queria criar expectativa, então entrei no grupo pra ver o que era e lá estava… meu nome, junto com o de outros 4 participantes, tinha sido selecionado pro concurso!
Finalmente tinha chegado minha vez, finalmente eu podia ter uma chance de ver o que outros antes de mim tinham visto, finalmente… minha irmã ia ver minha rola? Ah, não… eu tava tão imerso nisso que nem pensei: como eu ia tirar uma foto da minha rola, se ela conhece cada centímetro dessa casa? Tinha que pensar rápido, uma vez selecionado, você só tinha 10 minutos pra mandar a foto ou era desclassificado. E eu ainda tava no banheiro, só de toalha!
Claro, eu podia desistir e planejar melhor da próxima vez, mas… e se não tivesse próxima vez? Não, era agora ou nunca. Comecei a me preparar mentalmente, pensando no que pelos últimos meses me fazia dormir e acordar, o motivo das minhas punhetas cada vez mais intensas… Minha Ranko. Não demorou muito pra minha rola ficar pronta pra ação. Me sentia confiante, tava bem depilada, exceto por uma parte pequena na base, mas eu gostava que não fosse totalmente lisa. Minha rola não era descomunalmente comprida, mas era bem grossa e minhas bolas tavam excitadas e cheias de porra; balançavam e se mexiam sedutoramente enquanto a cabeça sem prepúcio do meu pau brilhava, já soltando as primeiras gotas do meu precioso líquido de tesão, e mostrando com orgulho sua cor rosada. Tendo colocado minha toalha no chão pra esconder o piso conhecido, e tentando não mostrar provas da localização, comecei a tirar umas fotos, pra escolher a certa e mandar no grupo, sendo o último a fazer isso e quase estourando o tempo.
Minha angústia crescia a cada comentário da Ranko nas fotos dos outros competidores, alguns bons, outros nem tanto, mas o anterior a mim era sem dúvida o melhor de todos, tirando uma nota 8.5, a maior até agora nesses concursos, claramente minha irmã sabia o que gostava e sua exigência era visível.
Finalmente chegou a vez da minha foto ser julgada e por um momento… tudo ficou em silêncio. Normalmente ela demorava 1 ou 2 minutos pra comentar as opções apresentadas, mas já tinham se passado 3 minutos com a minha e não havia resposta nenhuma. 5 minutos, 7 minutos… 10 minutos e ainda nada. Os outros macacos impacientes reclamavam a nota e o que estava antes de mim exigia a vitória. Depois de 15 minutos do início disso, ela finalmente respondeu.
—Cala a boca todo mundo! Aqui quem decide quando isso acaba sou eu, e se alguém não gostar, fala na minha cara logo que eu mando pra casa do caralho— declarou minha irmã.
—Eu posso levar o tempo que eu quiser pra decidir qual pinto eu prefiro, quem vai chupar sou eu, não vocês, ficou claro?— continuou, enquanto ninguém ousou contradizer ela, como os cachorros obedientes que eram.
—Beleza. Não vou dar mais explicações sobre isso, e pra mim é óbvio que o vencedor dessa noite… é o Alejo, com uma nota 9. Então Ale, manda mensagem no privado e reclama teu prêmio— finalizou, deixando todo mundo estupefato, inclusive eu.
Não podia acreditar, eu tinha ganhado! Finalmente, agora só precisava escrever pra ela. Meu pau pulsava de excitação.
—O-olá Ranko, valeu por ter me escolhido essa noite hehe. E me diz… tem algum motivo por que eu ganhei?— escrevi. Aguardando sua resposta.
Ela claramente já tinha lido minha mensagem, mas não respondia, estava me deixando esperando, brincando comigo, obviamente, sabendo que eu tava ansioso pra falar com ela.
- Bom… - ela começou a responder. – A verdade é que seu pau parece uma delícia, sabia? – Ah… finalmente tava rolando, pensei.
- É um pouco mais curto que o 4º, mas é bem mais grosso, e essas veias, ufff, fazem ele parecer uma delícia! Demorei um pouco pra escolher porque… parei pra ver detalhes da foto. – De repente fiquei nervoso, detalhes, que tipo de detalhes ela tinha visto? Ela sabia? Não, impossível…
- Ah, hehe, ok, então… detalhes com meu pau, né? – respondi sagazmente.
- … claro, é claro que detalhes com seu pau, Alejo – respondeu com toda a calma do mundo. – Não sei por que, algo na foto me pareceu muito familiar, mas já vi tantas que com certeza tô confundindo haha. Mas enfim… de onde você é?
- Ah, então, sou de Guanajuato, e você? – respondi.
- Ah, entendi… Sou de Puebla. É uma pena, pensei que você tivesse mais perto. Desse jeito… provavelmente te diria que preciso chupar esse membro tão suculento, até encher minha boquinha com seu leite grosso, e depois… você encheria essa parte – na sequência ela me manda uma foto, mostrando a buceta dela, sem depilar, abrindo com dois dedos, escorrendo, e com uma calcinha fio dental puxada pro lado… a mesma calcinha que tava ali no cesto, obviamente aquela foto tinha sido tirada antes.
- Bom… espero que tenha curtido seu prêmio, me despeço por essa noite e espero te ver… muito em breve – ela responde e a conversa acaba.
“Me ver… muito em breve?” O que significava aquilo? Ela sabia… não, não era possível. E lá estava eu, perplexo no banheiro, já quase seco, pelado, com o celular numa mão e meu pau bem duro na outra. Meu celular ainda mostrava a foto que ela tinha mandado, a buceta dela parecia uma delícia, e eu não consegui resistir mais.
Me aproximei do cesto de roupa e peguei a Cueca que minha irmã tinha deixado ali, pra depois levar ela até meu rosto.
O cheiro era incrível, de sexo, da buceta dela… de mulher. E eu não parava de olhar a foto, imaginando que tinha ela na minha frente. Aquela buceta molhada, desejando um pau, desejando MEU pau. Imaginava passando minha língua pelos lábios dela, devagar, saboreando com paciência a textura, o gosto. Que manjar delicioso que era, ajudado pelo sabor e cheiro que restavam na calcinha dela. Enquanto minha mão apertava com força a roupa íntima dela no meu rosto, minha outra mão agora cuidava de dar prazer ao meu pau, cada vez mais rápido, cada vez mais forte!
Só cabia na minha cabeça o desejo de provar aquela buceta proibida. De ter aquela boquinha que tanto ansiava em volta do meu membro. De poder foder ela como a putinha que ela era! Isso mesmo, queria foder ela com força, meter com desejo e luxúria até as pernas dela não aguentarem mais, e encher ela de porra, tão forte que a buceta dela não conseguisse segurar tudo! Ali estava eu, com a mente voando, a mil por hora, desejando ela, e sentindo a cada movimento que ia chegando no clímax, cada vez mais, e mais, e mais intensamente!
“Provavelmente eu diria que preciso chupar esse pau tão suculento, até encher minha boquinha com sua porra grossa, e depois… você encheria essa parte” Lembrei na hora em que meu corpo ofegante chegava ao limite, e sucumbia ao prazer proibido, explodindo e soltando com muita força jatos de porra que transbordavam. 2, 3, 4, 5 jatos, cada vez com menos força, e eles atingindo meu torso, meu rosto, minhas mãos, o chão e, claro, a calcinha dela.
Não aguentava mais, minha mente se esvaziava de prazer e só se apagava, relaxando muito gostoso, quando um baque da realidade bate forte na porta do banheiro.
— Julião, quanto tempo mais você vai ficar aí? — gritou minha irmã, claramente desesperada.
— Já não sei quanto tempo faz e eu preciso tomar banho. Já cansei de esperar, vou entrar e te tirar na porrada daqui! Necessário! – Ela foi girando a fechadura, enquanto eu continuava com a calcinha fio dental na mão, toda melada do meu esperma e com o pau endurecendo de novo.
Continua…
Como um garoto dos anos 90, cresci com alguns animes clássicos como Dragon Ball, Pokémon e, claro, Ranma ½, que foi o estopim de toda essa história. Hoje em dia, trabalho com desenho, então estou sempre atrás de referências artísticas nas redes sociais, e por isso, também em grupos delas, como Facebook ou Twitter. Um desses grupos que encontrei era justamente de Ranma, cujo protagonista era sua versão feminina, Ranko, e obviamente a maioria das postagens era sobre ela (até a administradora do grupo usava "Ranko" como assinatura).
Como esse grupo era principalmente para o meu trabalho, entrei com minha conta não pessoal e acompanhei as postagens por uns dois meses, que eram bem provocantes. A admin usava a personagem Ranko de um jeito bem exuberante e lascivo, sempre instigando os seguidores a compartilharem seus desejos por Ranko… e por ela mesma; claro, isso não me incomodava nem um pouco. Eu adorava os cenários que essa mina usava e a imaginação tão fluida que ela tinha. Tudo seguia normal, até que uma tarde ela fez um novo post, comentando que, pelo aniversário do grupo, não só ia expandir o alcance abrindo um novo grupo no WhatsApp, onde dava pra falar de vários assuntos e ter mais proximidade com ela, mas também ia postar uma foto muito especial à noite, nada mais nada menos que uma do rosto dela!
Sem dúvida, eu tava muito empolgado! Adorava o conteúdo do grupo, e vivia fantasiando sobre como seria o rosto por trás de tantos posts cheios de sedução que eu via dia após dia. Finalmente, o momento tinha chegado, depois de minutos intermináveis em que eu ficava atualizando a página. a página com a esperança da nova publicação, o Facebook me mandou uma notificação avisando sobre ela.
Entrei na publicação na hora, só pra me deparar com uma grande surpresa…
Minha irmã sempre foi de um jeito bem extrovertido. Mesmo sendo 7 anos mais nova que eu, sempre soube como me provocar, e ainda assim crescemos bem unidos. Mesmo quando eu acabei me desenvolvendo mais (obviamente) e chegando a 1,85m, enquanto ela manteve um tamanho mais confortável com 1,58m, ela nunca deixou que isso fosse um impedimento pra sua vontade de se destacar, coisa que admiro muito nela. Mas, mesmo com seu pouco mais de um metro e meio, ela se tornou uma mulher realmente gostosa. O rosto dela é bem feminino, com uns lábios carnudos e uma pequena e provocante pinta perto deles. Seja por questão genética na família, ou pela boa sorte que a vida dá a algumas pessoas, ela é simplesmente estupenda. No calor, ela costuma se pavonear pela casa usando aqueles shorts de academia bem curtinhos, junto com uma blusa sem alças e sem sutiã por baixo. Embora nunca tivesse ficado olhando pra ela por muito tempo, não consigo evitar de reparar de vez em quando nas pernas tão lindas que ela malhou, que se juntam aos quadris e deixam entrever curvas bem chamativas. Algo que ela sempre soube exibir é a bunda, e olha que ela tem motivo pra isso! Não é uma bunda gigantesca, mas também não é muito pequena, é de um tamanho perfeito, e o pior é que ela sabe como andar pra mostrá-la… honestamente, mais de uma vez fiquei pensando naquele balanço, só pra ser repreendido por não prestar a devida atenção na conversa.
Quanto aos peitos dela, a primeira vez que reparei foi quando ela tinha 21 anos. Fomos a um parque aquático como costumávamos fazer quando éramos crianças, mas obviamente não tinha comparação. Naquele dia ela usou um biquíni preto, mas reclamou com nossa mãe porque, aparentemente, o O tamanho estava errado, e isso destacou ainda mais aquele par de peitos que, embora não parecessem melancias ou melões, eram bem maiores que as mãos dela — e isso ficava evidente pra todo mundo ali. Ela morria de vergonha, porque vários caras ao redor viravam pra olhar quase sem vergonha, enquanto ela só conseguia se cobrir com as mãos, mas com os mamilos totalmente duros e o rosto vermelho... algo que eu percebia na hora de engolir seco.
Ver minha irmã naquela foto do post me fez corar pra caralho, e meus olhos não acreditavam no que viam na tela, mas ela estava lá. Ela tinha postado uma foto bem gostosa dela, onde mostrava todos os seus encantos, e claro que os comentários sobre o corpo dela não demoraram a aparecer... embora, da minha parte, eu não soubesse bem como reagir. Obviamente fiquei surpreso, e por um momento pensei em esquecer tudo e seguir minha vida, mas... algo dentro de mim acendeu, lembrando de todos aqueles posts que eu tinha lido, onde ela se encarregava de despertar nossa imaginação usando a Ranko e ela mesma como fantasias.
Decidi continuar um pouco mais, afinal, ela não sabia que eu seguia o grupo dela... ou que entraria no novo.
Claro que não era idiota o suficiente pra usar meu número pessoal no grupo do WhatsApp, precisava de um que ela não tivesse. Então fui o mais rápido que pude comprar um chip novo, aproveitando que meu celular suportava dois, e com o novo número pedi pra entrar no grupo.
No começo era muita zoeira, um monte de caras postando pornografia ou hentai fazendo bagunça, nada que eu não esperasse. Mas pra não ser expulso, comecei a mandar material e seguir o fluxo, conversando com os outros, claro, com um nome falso (Alejo). Na real, eu não sabia o que estava procurando ali, mas isso mudaria em poucos dias.
Sendo minha irmã (se chamando de Ranko no grupo) a única mulher do grupo, tirando umas duas talvez, mas que não eram... muito ativas, essa chamava a atenção de todos os homens do chat toda vez que estava online e conversava com a gente. Ao ver isso... uma mistura de ciúmes e raiva percorria meu corpo, mas, claro, eu tinha que seguir o jogo. Só depois de um mês de ter entrado que as coisas subiram de nível de repente.
Numa das tais "horas quentes", onde todo mundo mandava o melhor material que tinha e falava sobre seus fetiches, minha irmã propôs um concurso, mas era algo que eu jamais imaginava que ela seria capaz. Ela sugeriu que, durante as duas semanas seguintes, rolasse um concurso de paus, onde ela selecionaria 5 membros aleatórios, e esses mostrariam uma foto do pau, ali na frente de todo mundo. E pra incentivar os participantes, o vencedor de cada dia poderia mandar mensagem privada com o que quisesse, e ela mostraria uma foto bem especial. Além disso, o aniversário dela tava chegando, e os vencedores poderiam ter uma videochamada com ela nesse dia.
Eu não podia acreditar nisso, minha irmã era praticamente uma puta! Ela queria ver o pau de mais de 200 homens e, com certeza, mostrar o quanto isso a deixava excitada! E o pior de tudo é que... eu morria de vontade de ganhar essa oportunidade.
Cada dia ela selecionava 5 participantes, e meu coração batia desesperado pra ver meu nome entre esses sortudos, mas, claro, a sorte não tava do meu lado. Eu morria de raiva vendo todo dia como 5 imbecis eram escolhidos e postavam foto dos paus, enquanto ela comentava, desejava, ansiava por eles e escolhia 1 vencedor, pra quem com certeza mandava uma foto dos peitos ou algo assim.
Minha impaciência crescia a cada dia, e toda noite eu não conseguia evitar de me masturbar com força, pensando que ela pudesse ver meu pau, todo inchado e com as veias pulsando de vontade de tê-la na minha frente. Isso tava saindo do controle, e agora eu não conseguia evitar de olhar pra ela todo dia, vendo ela rebolando a bunda de forma hipnótica, cruzando as pernas tão sensualmente, e Umidecendo os lábios como se só pensasse nas rolas que os seguidores otários mandam pra ela toda noite.
Certa noite, entrei no banheiro pra tomar banho e no cesto de roupa suja tinha uma calcinha fio-dental preta, meio transparente e com um lacinho enfeitando, claramente dela. Quase peguei ela, mas… no fim, só consegui me segurar e entrei no chuveiro. Quando saí, vi que tinha uma notificação do grupo, daquelas que aparecem quando te marcam em algo ou mencionam seu nome. Meu coração tava acelerado, mas não queria criar expectativa, então entrei no grupo pra ver o que era e lá estava… meu nome, junto com o de outros 4 participantes, tinha sido selecionado pro concurso!
Finalmente tinha chegado minha vez, finalmente eu podia ter uma chance de ver o que outros antes de mim tinham visto, finalmente… minha irmã ia ver minha rola? Ah, não… eu tava tão imerso nisso que nem pensei: como eu ia tirar uma foto da minha rola, se ela conhece cada centímetro dessa casa? Tinha que pensar rápido, uma vez selecionado, você só tinha 10 minutos pra mandar a foto ou era desclassificado. E eu ainda tava no banheiro, só de toalha!
Claro, eu podia desistir e planejar melhor da próxima vez, mas… e se não tivesse próxima vez? Não, era agora ou nunca. Comecei a me preparar mentalmente, pensando no que pelos últimos meses me fazia dormir e acordar, o motivo das minhas punhetas cada vez mais intensas… Minha Ranko. Não demorou muito pra minha rola ficar pronta pra ação. Me sentia confiante, tava bem depilada, exceto por uma parte pequena na base, mas eu gostava que não fosse totalmente lisa. Minha rola não era descomunalmente comprida, mas era bem grossa e minhas bolas tavam excitadas e cheias de porra; balançavam e se mexiam sedutoramente enquanto a cabeça sem prepúcio do meu pau brilhava, já soltando as primeiras gotas do meu precioso líquido de tesão, e mostrando com orgulho sua cor rosada. Tendo colocado minha toalha no chão pra esconder o piso conhecido, e tentando não mostrar provas da localização, comecei a tirar umas fotos, pra escolher a certa e mandar no grupo, sendo o último a fazer isso e quase estourando o tempo.
Minha angústia crescia a cada comentário da Ranko nas fotos dos outros competidores, alguns bons, outros nem tanto, mas o anterior a mim era sem dúvida o melhor de todos, tirando uma nota 8.5, a maior até agora nesses concursos, claramente minha irmã sabia o que gostava e sua exigência era visível.
Finalmente chegou a vez da minha foto ser julgada e por um momento… tudo ficou em silêncio. Normalmente ela demorava 1 ou 2 minutos pra comentar as opções apresentadas, mas já tinham se passado 3 minutos com a minha e não havia resposta nenhuma. 5 minutos, 7 minutos… 10 minutos e ainda nada. Os outros macacos impacientes reclamavam a nota e o que estava antes de mim exigia a vitória. Depois de 15 minutos do início disso, ela finalmente respondeu.
—Cala a boca todo mundo! Aqui quem decide quando isso acaba sou eu, e se alguém não gostar, fala na minha cara logo que eu mando pra casa do caralho— declarou minha irmã.
—Eu posso levar o tempo que eu quiser pra decidir qual pinto eu prefiro, quem vai chupar sou eu, não vocês, ficou claro?— continuou, enquanto ninguém ousou contradizer ela, como os cachorros obedientes que eram.
—Beleza. Não vou dar mais explicações sobre isso, e pra mim é óbvio que o vencedor dessa noite… é o Alejo, com uma nota 9. Então Ale, manda mensagem no privado e reclama teu prêmio— finalizou, deixando todo mundo estupefato, inclusive eu.
Não podia acreditar, eu tinha ganhado! Finalmente, agora só precisava escrever pra ela. Meu pau pulsava de excitação.
—O-olá Ranko, valeu por ter me escolhido essa noite hehe. E me diz… tem algum motivo por que eu ganhei?— escrevi. Aguardando sua resposta.
Ela claramente já tinha lido minha mensagem, mas não respondia, estava me deixando esperando, brincando comigo, obviamente, sabendo que eu tava ansioso pra falar com ela.
- Bom… - ela começou a responder. – A verdade é que seu pau parece uma delícia, sabia? – Ah… finalmente tava rolando, pensei.
- É um pouco mais curto que o 4º, mas é bem mais grosso, e essas veias, ufff, fazem ele parecer uma delícia! Demorei um pouco pra escolher porque… parei pra ver detalhes da foto. – De repente fiquei nervoso, detalhes, que tipo de detalhes ela tinha visto? Ela sabia? Não, impossível…
- Ah, hehe, ok, então… detalhes com meu pau, né? – respondi sagazmente.
- … claro, é claro que detalhes com seu pau, Alejo – respondeu com toda a calma do mundo. – Não sei por que, algo na foto me pareceu muito familiar, mas já vi tantas que com certeza tô confundindo haha. Mas enfim… de onde você é?
- Ah, então, sou de Guanajuato, e você? – respondi.
- Ah, entendi… Sou de Puebla. É uma pena, pensei que você tivesse mais perto. Desse jeito… provavelmente te diria que preciso chupar esse membro tão suculento, até encher minha boquinha com seu leite grosso, e depois… você encheria essa parte – na sequência ela me manda uma foto, mostrando a buceta dela, sem depilar, abrindo com dois dedos, escorrendo, e com uma calcinha fio dental puxada pro lado… a mesma calcinha que tava ali no cesto, obviamente aquela foto tinha sido tirada antes.
- Bom… espero que tenha curtido seu prêmio, me despeço por essa noite e espero te ver… muito em breve – ela responde e a conversa acaba.
“Me ver… muito em breve?” O que significava aquilo? Ela sabia… não, não era possível. E lá estava eu, perplexo no banheiro, já quase seco, pelado, com o celular numa mão e meu pau bem duro na outra. Meu celular ainda mostrava a foto que ela tinha mandado, a buceta dela parecia uma delícia, e eu não consegui resistir mais.
Me aproximei do cesto de roupa e peguei a Cueca que minha irmã tinha deixado ali, pra depois levar ela até meu rosto.
O cheiro era incrível, de sexo, da buceta dela… de mulher. E eu não parava de olhar a foto, imaginando que tinha ela na minha frente. Aquela buceta molhada, desejando um pau, desejando MEU pau. Imaginava passando minha língua pelos lábios dela, devagar, saboreando com paciência a textura, o gosto. Que manjar delicioso que era, ajudado pelo sabor e cheiro que restavam na calcinha dela. Enquanto minha mão apertava com força a roupa íntima dela no meu rosto, minha outra mão agora cuidava de dar prazer ao meu pau, cada vez mais rápido, cada vez mais forte!
Só cabia na minha cabeça o desejo de provar aquela buceta proibida. De ter aquela boquinha que tanto ansiava em volta do meu membro. De poder foder ela como a putinha que ela era! Isso mesmo, queria foder ela com força, meter com desejo e luxúria até as pernas dela não aguentarem mais, e encher ela de porra, tão forte que a buceta dela não conseguisse segurar tudo! Ali estava eu, com a mente voando, a mil por hora, desejando ela, e sentindo a cada movimento que ia chegando no clímax, cada vez mais, e mais, e mais intensamente!
“Provavelmente eu diria que preciso chupar esse pau tão suculento, até encher minha boquinha com sua porra grossa, e depois… você encheria essa parte” Lembrei na hora em que meu corpo ofegante chegava ao limite, e sucumbia ao prazer proibido, explodindo e soltando com muita força jatos de porra que transbordavam. 2, 3, 4, 5 jatos, cada vez com menos força, e eles atingindo meu torso, meu rosto, minhas mãos, o chão e, claro, a calcinha dela.
Não aguentava mais, minha mente se esvaziava de prazer e só se apagava, relaxando muito gostoso, quando um baque da realidade bate forte na porta do banheiro.
— Julião, quanto tempo mais você vai ficar aí? — gritou minha irmã, claramente desesperada.
— Já não sei quanto tempo faz e eu preciso tomar banho. Já cansei de esperar, vou entrar e te tirar na porrada daqui! Necessário! – Ela foi girando a fechadura, enquanto eu continuava com a calcinha fio dental na mão, toda melada do meu esperma e com o pau endurecendo de novo.
Continua…
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