
CAPÍTULO 1
Sou o Sebas, vou fazer 18 anos, nos próximos meses vou pra faculdade, aliás, nada barata, tenho 1,73, peso ideal pra minha altura, moro com minha mãe, a Yanet, aliás, uma gostosa do caralho de mulher, não consigo resistir, mesmo sendo minha mãe, ela é a carne viva da sacanagem e da perversão.
Aliás, ela é solteira. Meu pai largou ela bem quando ela ia nascer. Que imbecil, se soubesse como ela ficou e como está aos 41 anos, ia ficar se mordendo por ter largado aquela mulher voluptuosa que ele podia ter aproveitado todo dia. Eu mesmo comeria ela todas as noites, só de olhar e pensar nela já dá vontade de gozar. E olha que só vi ela vestida, ver ela completamente nua deve ser igual estar no céu.
Vou descrever ela, 41 anos, não é loira nem morena, tem cabelo comprido ondulado pintado com mechas claras, mede 1,69, o corpo dela é voluptuoso, daquelas senhoras que têm umas tetonas enormes, que você sempre olha, querendo ou não, mesmo se estiver com sua parceira, é inevitável não reparar num corpo voluptuoso assim numa senhora. Ela tem uma raba de infarto, isso que eu digo raba, ela tem umas rabazonas gigantes, uma sentada dela e você goza na primeira. É uma delícia na vida e eu moro com ela, é a coisa mais doentia que poderia me acontecer, todo dia pensando nela e me esfregando de tesão com o corpo dela.
Um dia cheguei da escola à tarde e minha mãe estava com a amiga dela, a Nataly. Aliás, outra mulher muito gostosa, mas deixo claro: não tanto quanto minha mãe, que tem tudo de sobra. A dona Nat não é tão assim, mas é uma delícia e eu comeria ela junto com minha mãe...
Cheguei, larguei minha mochila, fui cumprimentar minha mãe e a dona Nat. Passei rápido e fui pro meu quarto, tive que fazer uns trabalhos pendentes e ela me chamou pra jantar.
Desci pra jantar e a gente tá na cozinha, minha mãe tava com um vestido meio folgado e grande, mas como ela tem tudo muito grande, fica parecendo pequeno e bem safado, porque você sabe que por baixo desse vestido tem uma mulher gostosa pra caralho, que o próprio filho comeria ela sem pensar duas vezes, e toda noite pensa nela.
>Eu: oi, já vamos jantar? - me sento e vejo as pernas dela, o vestido dela vai acima dos joelhos, se ela não tivesse a bunda tão grande, o vestido ficaria abaixo dos joelhos, dá pra ver as coxas dela, tão gostosas e grossas, muito grossas - e aí, o que que a sua amiga Nat tá dizendo? Faz tempo que eu não vinha.
>Mamãe: oi meu amor, pode sentar! - ela se virou e se inclinou pra colocar meu prato, e eu vi de relance aquelas tetonas enormes aparecendo, e quando ela se abaixou, quase escapavam, tão apertadas, pedindo socorro pra serem soltas e poderem respirar, queriam estourar o vestido na parte de cima, ainda mais quando ela se inclinava. - é sobre isso que eu queria falar com você, bebê, foi uma conversa meio longa e espero que você esteja pronto pra ouvir, filho...
>Eu: então tá bom, véi, amanhã é feriado e hoje posso ficar acordada até tarde trocando fofoca contigo.
>Mamãe: vamos ver por onde começar — enquanto falava, mexia as mãos, e as tetonas dela estavam perversamente erradas, mas ao mesmo tempo geniais, eu não precisava olhar diretamente pra elas pra vê-las. De longe já dava pra ver as malditas tetonas da minha mãe. — Olha, filho, sabia que o marido da Nat perdeu o emprego e tá procurando trampo? E o filho dela tá no meio da faculdade, pra se formar. Pois é, tão passando por uma fase complicada. E a Nataly tava procurando um trabalho pra ajudar o marido. Aí o foda é que ela achou algo muito melhor do que um trampo de 8 horas por dia, de segunda a sábado. Muito melhor. Mas claro, nem tudo pode ser tão bom, né? É como tudo, tem seus prós e contras, filho.
>Eu: se você me falou semana passada, Mãe, bom, sempre falei que tudo tem um motivo, e se isso tinha que acontecer pra ela encontrar algo melhor que um emprego, então tá show demais, sério! - falava enquanto continuava comendo e via as expressões no rosto dela, os lábios grossos dela parecem tão gostosos, as peitudas dela querendo pular pra fora.
>Mamãe: deixa eu terminar de te contar, meu filho, e aí você me diz se ainda acha isso tão legal! — Ela se inclinou mais para a mesa e ficou meio séria, os peitões enormes dela estavam um espetáculo, não sei como não escapam e ficam o dia inteiro guardados ali, tão gostosos. — Olha, minha vida, o que vou te contar, preciso que você não converse com ninguém, é algo pesado e preciso que você seja bem discreto, por favor. — Ela ficou olhando bem fixo nos meus olhos, tão direta, e a língua dela roçava os lábios cada vez que falava, estava tão maravilhosa que na hora eu parei de olhar pros peitões dela e me perdi naqueles lábios grossos, meio molhados pela língua... —
>Eu: Mãe, se for algo pesado, não me conta pra você ficar mais segura, deixei claro. Você sabe que não sou fofoqueiro e quase não gosto de conversar com gente que não conheço, só com os primos e um ou outro amigo, mãe — falei enquanto ela se levantou e sentou do meu lado. A coxona dela encostou na minha perna, e mesmo com a calça, era uma delícia sentir ela tão perto. E os peitões dela ficaram meio colados no meu cotovelo direito. Como eu tava com essa mão fazendo o movimento pra comer, sem querer rocei a tetona dela. Senti na hora que meu cotovelo bateu no pechão dela, foi como se a própria teta, tão grande e meio firme, tivesse empurrado meu cotovelo, tipo um trampolim. Só com aquele movimento e uma olhada de canto, já tava com a pica dura 100% — Ah, desculpa, mãe, foi sem querer, você chegou muito perto.
>Mamãe: filho, o negócio é que nem pros seus primos nem pros seus poucos amigos você pode contar o que minha amiga Nat Love me contou — disse ela se afastando alguns centímetros pra não sentir de novo a minha peitona —, e não se preocupa com o cotovelada não, meu bem, às vezes eu esqueço o tamanho dessas tetas e a distância que elas precisam ter, filho. — disse minha mãe enquanto passava a mão na imensa tetona que eu tinha roçado com o cotovelo, era tipo um carinho, com vontade de dizer "mamãe, eu levanto elas pra você", e na hora que fez esse movimento, o peitão dela se aproximou mais do outro peitão e eles ficaram ainda maiores, quase querendo pular pra fora do vestido...
>Eu: ok, gostosa, não vou comentar nada, me conta. - perdi minha visão nas tetonas enormes dela, literalmente virei a cabeça e vi como o sutiã marcava na parte de cima, foram uns segundos que me perdi naquelas peitudas enormes. - cê tem razão, precisa de uma margem grande pra não bater nessas. - falei apontando com um dedo pros peitões imensos dela a só centímetros de distância, no máximo 30 cm.
>Mamãe: ok filho, vou te contar, mas para de perder o olho nessas peitudas, amor, ou nunca tinha visto elas tão de perto? – disse ela erguendo o peito com a respiração, juro que essas tetas queriam estourar o vestido, os bicos já estavam marcando, e ficou tipo a uns 3cm de distância do meu ombro, essas tetonas me deixaram muito excitado, literalmente uma teta é muito maior que minha cabeça, e ainda ter as duas tão perto, você quer ver elas pelo menos de sutiã.
>Eu: "Desse tamanho não, mãe," falei, fazendo gesto com as duas mãos pra mostrar que estavam bem grandes. Continuei olhando, e nisso minha mãe lambeu o lábio superior, e porra, eu queria gozar. Mas tentei mudar de assunto, porque se a gente continuasse falando daquelas tetonas, eu ia me acabar só de conversar e ficar perto delas. "Mas fala logo, mãe, me conta o que é, tô curioso. Parece que é coisa séria.
>Mamãe: nisso eu acredito em você, nenhuma menina da sua escola acho que tem o tamanho dessas peitudas aqui – disse ela balançando as tetonas de um lado pro outro com um movimento leve, pareciam tão gostosas. – Bom, o que ela me contou é que o trabalho ou o jeito que gera mais dinheiro sem precisar de horário fixo nem dos 6 dias por semana é porque ela encontrou um site que paga por tirar fotos e, dependendo da qualidade, vão te pagando uma grana. Só com 3 fotos ela ganhou o equivalente a uma quinzena de salário médio. Imagina, filho, umas fotos que ela tirou num dia e já ganhou o que ganharia em quinze dias de trabalho. Não é genial, bebê? – disse ela enquanto as peitudas continuavam se mexendo com o corpo e a respiração, com movimentos bem leves, mas fica tão gostoso de ver, ainda mais porque são os peitos da sua mãe. Isso é o mais erótico que pode ter aqui....
>Eu: Na verdade, tem sim alguém, bom, não chegam nesse tamanho, mas chegam perto – fiz gestos com a mão dando a entender que eram um pouco menores que as dela, mas pouco, na real continuam sendo umas tetas enormes, só que comparadas com as da minha mãe não tem nem graça. – Ei, mas que fotos são essas, onde pagam bem? Imagino que tiveram que comprar uma câmera profissional, né? Pelo que você disse, a qualidade define o quanto pagam, e devem ter no mínimo uma qualidade 4K, e tem que saber tirar boas fotos ou fazer pelo menos um curso básico de fotografia, mãe. Não acho que seja tão fácil como a dona Nat falou. – falei sem parar de olhar para as pernas lindonas e grossas dela e para aquelas peitudas, claro, de canto de olho, porque olhar diretão não dava, ela ia perceber que eu tava tarado pela minha mãe...
>Mamãe: ahh já sei de quem você tá falando, filho, não pensei que você reparasse nesse tipo de mulher, mesmo com a roupa de terno você conseguiu ver que ela tem uns peitões enormes, claro que não assim... - disse enquanto erguia os olhos e pegava nos peitos com um movimento leve. - não, bebê! Não precisaram comprar uma câmera profissional nem fazer um curso de fotografia, meu amor, tô falando da qualidade no sentido de quão explícita é a foto do que eles pedem. É aí que vêm os contras, olha, as fotos têm que ser deles se tocando - disse minha mãe bem séria, eu fiquei de cara, falei que porra a dona Nat é gostosa pra caralho, tem onlyfans ou o quê, haha, e sorri.
>eu: não é que eu tava de olho nela, só que quando ela abre o jaleco ou tira, parece que os botões dos peitos dela vão estourar, véi, até às vezes dá pra ver parte do sutiã dela. - falei, gesticulando com as mãos o que tava dizendo pra ela entender. - são fotos pornô ou algo assim, véi? - falei, fazendo uma cara de espanto.
A senhora que a gente tá falando é a Vanessa, é a dona da cooperativa, é quem tá no comando daquela área. Ela sempre usa calça jeans, e por cima uma camisa com blazer. Todos os caras da escola são loucos nessa senhora, é um tesão. Ela tem uma rabuda e uns peitões. Na bunda, dá pra dizer que é quase do tamanho da da minha mãe, grandona assim. A única diferença é nos peitões da minha mãe, aí ninguém ganha da desgraçada, e ela sabe disso, imagino.
>Mamãe: se eu imagino, se ela tem uns peitões grandes, deve ser que nem eu, comprar roupa maior, olha, eu sempre compro maior e por mais que eu tente, não fica tão folgada, parece que cada vez eu fico mais gorda – disse enquanto com as mãos pegava na parte da cintura até as pernas e nos peitões dela, passava a mão em tudo, estava brutalmente gostosa, muito deliciosa, minha mãe... só fez esse gesto duas vezes. Quando terminou, continuou com o assunto da Nat. – pode-se dizer que são fotos sem nudez nem mostrando nada sem roupa, bebê, mas são meio perversas, esse é o motivo de eu não querer que você conte nada, meu amor, olha, vou explicar – disse juntando as mãos e segurando uma das minhas mãos, no momento em que fez isso, as tetonas imensas dela se apertaram ainda mais do que já estavam por causa do tamanho grande, parecia que iam explodir, pareciam duas montanhas se chocando. E continuou me explicando: – olha, meu filho, as fotos são com a temática de alguém tocando ela, mas deixo claro que é com roupa, não pense que é sem roupa, exatamente assim com roupa e segurando uma bunda ou o rabo dela, bebê, assim são as fotos, ah, claro, sem mostrar os rostos, só na fotografia aparece o contato que os corpos fazem. Com a apalpada na área que estão mostrando ou o que estão pedindo os caras do site.
>Eu: fica bem assim, véi, imagino que é complicado comprar roupa pra você, por causa das medidas. - falei apontando pro corpo dela. - mas continua me contando, véi, não acho que seja tão grave assim, tirar foto com roupa e mostrar o marido pegando na sua bunda ou nos seus peitos, como você diria...!! - Fiz um gesto, dando a entender que era algo normal e comum, não vi tanta gravidade como ela tava falando.
>Mamãe: nossa! você gosta da dona Vanesa? Sim, meu amor, é bem complicado, e ainda mais a roupa íntima, achar sutiã que consiga segurar essas tetonas é muito difícil, sem falar que toda calcinha vira fio dental porque minha bunda é muito grande, bebê. - fez um gesto de injustiça. E continuou com a história do Nat, - meu amor, o detalhe é esse, as fotos não são com o marido dela, - soltou uma respiração de surpresa, -
>Eu: ah, me pergunta isso não! Imagino, e não é gordo não, viu? Sinto que é perfeito. Quer dizer, tá bom. - Fiquei pensando: já era, falei que as bundonas dela são perfeitas, mas tentei mudar de assunto rápido pra Nat pra ela não perceber. - A dona Nat tá traindo o marido dela? - falei com minha cara de surpreso, pra ser sincero.
Minha mãe ficou uns segundos pensando que não tinha mais volta, já devia me contar absolutamente tudo pra entender o que tá rolando com essas fotos e qual é a gravidade. Algo me diz que deve ter alguma coisa muito erótica ou muito perversa, já que ela fala que é muito pesado e pra não contar pra absolutamente ninguém.
>Mamãe: Não pensei que você reparasse nas coroas quarentonas, haha você saiu um filho safado, e bom, fico feliz que você não sinta nojo ou se assuste com as dimensões do meu corpo. E é exatamente esse o ponto, meu amor, os garotos se interessam pelas milf, esse é o fetiche deles, imagino que seja a moda, por isso até deram um nome chique pra elas, milf, pras mães que curtem. E aí é que tá o detalhe com minha amiga Nat, bebê, as 3 fotos que ela mandou são com a temática de milf, uma coroa com um novinho - fez um gesto de alívio ao saber que já tinha soltado essa.
>Eu: "Ah, não encara assim, só tô falando que ela é gostosa, só isso." — falei tranquilo e meio nervoso, sem ela saber que o que mais me perverte são as milf igual ela, a Vanessa e a Nat, aliás. Ainda mais ela, pelo tesão de ser minha mãe e ver uns peitões todo dia, sem falar naquele rabão imenso dela... "Uau... acho que por isso pagam bem, isso vende pra caralho, mas ela teve que contratar um modelo novinho pras fotos e não acho que isso valha a pena, pra ser sincero." — falei, levando o assunto com calma demais pra conseguir chegar no fundo da questão com ela e ela saber tudo nos detalhes.
>Mamãe: minha vida, não contratei ninguém, e esse é o ponto, filho. Deixa eu te contar em detalhes pra você entender o peso e a gravidade da situação! – ela disse algo sério pra tratar esse assunto assim. – A Nat contou pro filho dela, Rodri, sobre as fotos e quanto pagam, e o detalhe de que as fotos de tocar ela com roupa era com um rapazinho. Ela comentou que, nesse momento, receber um dinheiro assim, sem precisar de um trabalho de seis dias por semana, seria muito oportuno pra situação do pai dele estar desempregado. E foi aí que ela propôs ao filho se ele aceitaria tirar as fotos com ela. – Foi nessa hora que ele ficou vermelho e baixou o olhar.
>Eu: ahh, caralho! Agora entendi, mami, mas acho que vale a pena, pra que o Rodri possa terminar a carreira dele e não atrasar, quer dizer, vale a pena sim, até porque as fotos são com roupa e é a mãe dele, não acho que ele vá sentir nada de errado pela própria mãe - falei tentando levar a sério pra ela não perceber que eu tava pensando que o Rodri tinha ganhado na loteria, tirar fotos com a mãe gostosa pra caralho, pegando nas tetas dela e naquelas nalgas enormes, imagino que depois disso ele passa todas as noites batendo uma pensando nos melões da mãe, sem falar naquele cuzão lindo e gigante.
>Mamãe: uau! bebê, fico feliz que você esteja lidando com um assunto desse tipo com tanta maturidade e sabendo que vale a pena pelo bem maior. pra que o Rodri possa terminar a faculdade, meu amor, - disse minha mãe respirando fundo e ergueu ainda mais suas peitudas enormes, vendo como queriam explodir naquele vestido. -
>Eu: claro que entendo, mãe, fica tranquila e não se preocupa comigo, você não me contou nada, - falei com calma, sem dar importância. Pra ela ver que era só mais um assunto e pronto.
>Mamãe: então filho, olha, a ideia é que pagam muito bem, e como você lidou com muita maturidade, queria saber se você aceitaria que eu me inscrevesse nesse site e a gente tirasse essas fotos, e com esse dinheiro grande a gente pudesse guardar para o seu próximo ano na faculdade, meu amor! — comentou minha mãe sorrindo e pegando no meu rosto com muito carinho. —
Uau, eu falei que isso é um sonho, pegar naquelas tetonas mesmo por cima da roupa seria muito quente e safado, e nem preciso falar da bunda enorme dela, agarrar e sentir aquelas nalgas imensas seria um sonho realizado.
Hoje foi o melhor dia da minha vida, sem saber que viriam dias ainda melhores com as próximas fotos que estão por vir........!
CONTINUAMeus contos estão sendo apagados automaticamente, não sei por quê.Se quiserem dar uma olhada na conta do Patreon, essa história tá mais avançada.
E o cronograma desse mês tá público. Tem dois níveis: diamante e platina.Toda história será longa.
Nas páginas gratuitas, vou postar um capítulo da mesma história a cada 2 ou 3 meses.
Histórias de mãe e filho, milf, tias, vizinhas, sogras, mulheres voluptuosas. E toda história continua andando a cada mês.
Também, se quiserem me seguir no Instagram, onde posto detalhes. Estou como: jeiff.245
1 comentários - Fotos com minha mãe/Cap1
Creo que mi esposa sería una buena madre