Chantajeada após roubo em casa 2

A noite inteira passei sem conseguir dormir, ou cochilava por uns segundos, sentia que ia morrer, me faltava o ar, sentia que suava, chorava e xingava minha sorte, até que dormia porque o cansaço vencia, mas alguma coisa me acordava de repente, qualquer barulhinho, não conseguia dormir, assim passei a noite toda.

Na manhã seguinte, obviamente, eu tava toda acabada, com o rosto inchado. Quando minha mãe veio me acordar, ela disse que eu tava com uma cara horrível, se eu tava me sentindo bem? E lembro que só falei: "não consegui dormir a noite inteira", e nisso ela fala: "deixa eu ver, deita" e saiu do quarto. Depois de uns minutos, ela disse que tinha falado com meu pai e que eles tavam com medo de ser covid, então tinham chamado o médico da cidade pra vir em casa. Só lembro que dormi de novo, não sei por quanto tempo, mas acho que foi pouco. Acordei de novo ouvindo a voz da minha mãe, quando abri os olhos, tava ela e o médico, que parecia mais assustado que minha mãe. De longe ele me perguntou umas coisas e me examinou meio por cima sem chegar perto, pra no final dizer que podia ser que sim, que o melhor era eu não sair e ficar de repouso. Minha mãe saiu pra se despedir do doutor e voltando me fala: "olha, love, seu pai é hipertenso, melhor você ficar aqui, descansando, enquanto a gente vai resolver uns problemas do rancho, você sabe que não contratamos ninguém desde o problema do mês passado". Naquele momento, lembrei das mensagens e senti um frio no corpo todo de novo, que até minha mãe notou minha cara de susto porque ela disse: "não se assusta, love, não tem problema você ficar sozinha, ou se quiser, falo com seu pai e fico com você". E eu, na hora, pensando rápido, falei: "não, mãe, é que lembrei do meu pai e da hipertensão dele, siiiim, é melhor vocês irem sozinhos, com calma, eu tô bem, de qualquer jeito, qualquer coisa, ligo pro meu avô ou minha avó, então fica tranquila". Dizendo isso, minha mãe se despediu da porta e ouvi quando fecharam a porta e o portão. Esperei até ouvir a caminhonete indo embora para me levantar.
Peguei meu celular e eram 7:30 da manhã e ainda não tinha nenhuma mensagem, então me deitei de novo pra tentar dormir mais um pouco, porque tava com muito sono. Só quando tava quase pegando no sono, aquela sensação de estar caindo no fundo, fui acordada por uma ligação. Olhei e era aquele número desconhecido, o de sempre. Atendi com um... alô? E do outro lado responderam: “Sério, Janice, que putinha você é, como é que você sempre tem que atender feito uma vagabunda? Temos que te ensinar na porrada, putinha? Ou vai aprender só depois que a gente postar tudo??” E eu: não, não, me desculpem, e nisso desligaram. Na mesma hora a ligação entrou de novo. Quando atendi, a primeira coisa que falei foi: “oi, amor, sou sua putinha morrendo de vontade da sua pica”. E eles responderam entre risadas: “olha a putinha, oferecida que você é, Janice. Assim que eu gosto das mulheres, bem vagabundas que nem você. Aliás, putinha, você se comportou muito bem. Acabamos de ver seu pai passar na caminhonete dele. Agora quero que você tome banho, se maquie bem putona como você costuma fazer e vista seu uniforme da escola, putinha, aquele que mandamos ajustar pra você. Quero que qualquer um que te veja saiba o que você é: uma putinha que finge ser uma santa que não quebra um prato, a menina boazinha do papai. Hahahaha, vai, putinha. Vou te ligar daqui a uma hora. Anda logo, putinha.”
Foi só isso e desligaram. Eu tava muito nervosa, com vontade de vomitar, não sabia o que eles queriam, se iam fazer mais videochamadas ou o quê. Tentei me acalmar e corri pro banheiro tomar banho. Tava terminando de me arrumar quando chegou uma mensagem no meu celular. Era eles, tinham mandado o seguinte: “Muito bem, putinha. Pega suas chaves, você vai vir nos ver. Tamos estacionados perto do cemitério.” Só tremi quando ouvi isso, primeiro porque queriam me ver, ou seja, eu ia conhecer eles pessoalmente, e segundo porque tinha que sair assim vestida na rua de manhã. Era a roupa da minha escola, mas tinham modificado tudo. A saia plissada cinza tinham deixado até um pouco abaixo da Metade das minhas nádegas, mal cobria uma bunda, e a tanga que me deram era praticamente só fios: um na cintura e dois que passavam de lado da minha buceta, sem pano nenhum no meio ou na frente. Além disso, era um ou dois números menor, porque eu sentia que apertava demais dos lados da minha buceta, parecia que espremia ela, fazendo ela saltar mais no meio, e o fio se enterrava fundo entre minhas nádegas. Minha blusa escolar agora era praticamente um top, só chegava debaixo dos meus peitos. Também usava meias brancas até a metade das coxas e uns saltos pretos tipo verniz, bico fino, com um salto fino e bem alto. Me olhei no espelho e parecia uma puta.

Tava muito nervosa, não podia sair assim. Ficava pensando no que fazer, no que falar pra eles, quando chega uma captura de tela: um amigo recebendo uma mensagem "ei, olha, quero te mostrar uma coisa" e iam anexar uma foto minha. Respondi na hora: "não, não, já vou, espera, não faz isso". Me veio uma ideia, peguei uma saia longa que tenho, meio largada, e coloquei por cima. Me senti um pouco mais tranquila assim.

Fui pro quintal dos fundos, subi numa escada e me espichei um pouco por cima do muro. Vi que a avenida tava vazia, sem gente nem carro. A loja tava fechada, sem movimento. Então criei coragem e saí pela frente. Pra minha sorte, não tinha ninguém. Me espichei de novo na avenida e tudo calmo. Atravessei a avenida e olhei de novo, acho que ninguém me viu. O bêbado da loja ainda não tinha aberto. Me senti um pouco tranquila e com um pouco de sorte, finalmente. Até senti que consegui respirar um pouco melhor.

Ficavam me ligando pra saber por que eu tava demorando tanto, e eu dizia que não conseguia andar rápido. Os saltos atrapalhavam no caminho de terra, praticamente dava passinhos de bebê pra não cair. Nisso, vejo uma caminhonete vindo do cemitério, balançando por causa do chão ruim, e senti um medo danado. Ouço eles assobiando e falando um monte de coisa. Graças a Deus... Coloquei outra saia, pensei.
Enquanto tentava andar, vejo que é uma caminhonete com vários trabalhadores, uns 6 ou mais, e na hora pensei que podiam ser eles e me deu mais pânico, fiquei imaginando o que ia acontecer comigo, esperava o pior, mas a caminhonete passou do meu lado, só muitos comentários vulgares e assobios, e uns caras se esfregando a pica na calça, me dizendo "aonde vai, bonequinha, vem aqui", "já tomou café? aqui tem ovo e porra", e todo mundo rindo, assim até a caminhonete passar por mim e virar na avenida. Respirei um pouco, me sentindo mais calma, mas ainda com muito medo de estar ali e ainda mais vestida assim.

Senti que demorei horas, os segundos pareciam eternos, até chegar na esquina e ver uma caminhonete de carroceria velha estacionada. Só espiei um pouco pra ver quem podia ser, sentia que já tinha visto aquela caminhonete na cidade antes, mas não lembrava onde ou de quem, acho que por causa do nervoso não conseguia pensar direito. Nisso, me chamam e perguntam onde eu tô, e eu digo que já tô a uns metros e pergunto o que vou fazer ou pra onde vou. Aí me dizem: "Muito bem, putinha, estamos numa caminhonete branca de carroceria estacionada, sobe. Descemos um momento porque fomos mijar por sua culpa, puta, bebemos demais esperando você, então, putinha, te vemos aí dentro, senta no meio do banco da frente." Desligaram. Nisso, olhei pra ver se via alguém, mas não vi ninguém. Tentei andar o mais rápido que pude até a caminhonete, com muito custo cheguei, espiei com cuidado pela janela e tava vazia, só fedendo a cigarro, cerveja e sujeira de vaca. Subi e tirei a saia, esperando que não tivessem me visto chegar tampada, então escondi ela debaixo do banco, ficando vestida agora sim exatamente como pediram. Esperei ali sentada, sentia que os segundos eram eternos, sentia meu coração saindo pela boca, tinha medo e mil emoções ao mesmo tempo. Nisso, ouvi risadas e passos… naquele momento, meu coração parou, senti que parei de respirar enquanto ouvia cada vez mais perto os passos e as vozes, só lembro que abaixei a cabeça e fiquei olhando minhas pernas, via minha saia curta, minhas meias e saltos, não conseguia pensar em nada, só sentia vergonha de estar vestida assim e nisso ouço “uau! Olha que gostosa a putinha” e com medo viro e vejo pela primeira vez quem tinha entrado pra roubar a casa e tava me chantageando, e vejo um rosto, não acreditei no meu espanto, aquele rosto eu conhecia e logo ouço outra voz agora do lado do motorista “que bom Janice, desde que te conheci sabia, não sei como, mas sabia que você ia acabar assim comigo e riu, não vai falar nada putinha, ou precisa que eu te ajude” e levantou a mão como se fosse me esbofetear, e eu só falei sem pensar, pelo medo foi “oi amor, sou sua putinha morrendo de vontade do seu pau” e eles só riram.
Conhecia os dois, eram funcionários do meu pai, ou melhor, ex-funcionários do meu pai, ele tinha demitido eles há mais de um mês porque eram muito preguiçosos e ainda tinham roubado, eles estavam putos da vida com meu pai e tinham dito que iam fazer ele pagar, são gente problemática e têm fama na cidade de serem bandidos e se envolverem em coisas ruins, meu pai contratou eles por pressão do meu avô materno, porque são amigos dele, e foi aí que tudo fez sentido, por isso tinham ido roubar a casa pra se vingar e por acaso acharam minhas fotos.
Eu tava toda pálida e sentia meu corpo frio, eram dois caras que eu não suportava, sempre foram muito grossos, sujos e tarados, mesmo quando trabalhavam pro meu pai eu sentia eles me olhando e olhando minha mãe, como se nos despissem com o olhar e até várias vezes notei eles se tocando por cima da roupa quando nos viam.
(Vou descrever eles, o primeiro é chamado de “Bacal” É um cara muito magro, um pouco alto, tipo 1,77m, cabelo curto estilo militar, uns 57 anos, moreno bem queimado de sol, a pele dele parece quase café escuro, com um Bigode muito grande e espesso, parecia um revolucionário por causa do bigode e um pomo de Adão bem proeminente, com mãos grandes e calejadas por ser gente do campo, vive no povoado bebendo. O segundo é "Cochino", ele é o oposto completo, um gordo nojento, moreno escuro, nariz largo com um papo grande, vive sujo com camisetas cheias de gordura, deve pesar mais de 120kg e mede uns 174, tá sempre comendo alguma coisa e fala de boca cheia, é muito desagradável, é careca exceto na nuca, onde deixa o cabelo comprido que depois amarra como um rabo de cavalo.

"Ô Janice, cê é bem gostosa, menina, tem uma bunda bem gostosa, se soubesse quanta porra a gente goza por sua causa te vendo no rancho, não imagina a surpresa quando achamos suas fotos e confirmamos o que sempre achamos, que você é uma puta de nascença", me disse Bacal.

Aí Cochino respondeu: "Isso mesmo, puta e mais gostosa ainda quando mexia a bunda nas chamadas, dá pra ver que você é toda uma putinha e dava pra ver como você curtia".

Eu só olhava pro chão de cabeça baixa, tava nervosa, não sabia o que pensar ou dizer. Nisso eles me perguntam: "Me diz, puta, gostou do seu uniforme? Com certeza você adoraria ir assim pra escola, né? Cê gosta de deixar os paus duros nos seus colegas e professores, né?" E eu: "Não, não é verdade". Nisso o outro cara me diz: "Claro que cê gosta, puta, cê gosta de andar com shorts bem curtinhos, com metade da bunda de fora, e esses tops que mal cobrem seus peitinhos, claro que cê adora deixar os paus duros, não nega, putinha, anda, fala pra gente, não vamos fazer nada" e eles riem "hahahaha".

Eles não paravam de fazer comentários sujos sobre mim e minha família, eu me sentia triste ali sentada, assustada, mas ainda assim sentia uma sensação estranha, tipo de adrenalina, ao me ver vestida assim, quase nua, como uma prostituta no meio de dois caras nojentos. Foi nesse momento que saí do meu transe quando senti uma mão áspera e dura na minha coxa direita, era a mão de Bacal, e imediatamente senti outra... Mano, na minha coxa esquerda era a do Cochino, eles acariciavam minha perna bem em cima do joelho até o limite onde a minissaia chegava, esfregavam enquanto me olhavam de cima a baixo, eu não sabia o que dizer ou fazer, estava nervosa, sentia que respirava devagar, sentia muitas coisas, queria correr mas uma parte de mim não conseguia. Nisso, Bacal fala pra mim: "Aí, vagabunda, colocou a tanguinha?" Imediatamente, sem esperar resposta, levanta minha saia deixando ver toda a minha buceta, já que a tanguinha não cobria nada. "Olha que gostosa que você é, tem uma bucetinha linda, docinho." Nesse momento, ele deslizou uma das mãos até chegar na minha buceta, esfregando ela e dizendo: "Olha a putinha, tá bem molhada." E mostra a mão dele, que estava toda encharcada. Eu não me explicava o que tava acontecendo, olho pra baixo e vejo que tinha molhado até o banco. "É, compadre, olha só, já molhou o banco. Essa putinha não aguenta mais." E os dois riram. "Bom, então vamos, não vamos perder tempo. Tá pronta, Janice? Vamos dar uma volta." Ligaram a caminhonete e começaram a dirigir sem tirar uma mão de cima de mim, acariciavam minhas pernas de cima a baixo, esfregavam por cima da minha buceta, passavam os dedos nela. Eu sentia algo muito estranho, apesar de estar muito assustada, comecei a sentir aqueles arrepios estranhos na minha buceta e a notar como meus mamilos apareciam pela minha blusa. A vergonha voltou a me atacar. Como eu podia sentir essas coisas? Tentei não demonstrar o que sentia, e tomando coragem, falei quase sussurrando: "Por favor, eu imploro, podem me deixar? Não quero ficar aqui, quero ir pra minha casa." E eles responderam: "Deixar você ir? Claro que não, putinha. Agora você é nossa, não entendeu? Você é o pagamento que seu pai nos devia, e não vamos abrir mão desse pagamento. Ele vai aprender a não se meter com a gente, já já você vai ver a surpresa que temos pra ele. Além disso, olha como você deixou minha mão molhada, vagabunda." Nisso, ele tira a mão de entre minhas pernas e parecia que alguém tinha passado muita baba na mão inteira dele, abriu os dedos e dava pra ver os fios entre eles. Dedos nos meus fluidos, na mesma hora o outro, o gordo, enfiou a mão ocupando o lugar que o parceiro tinha deixado, e isso me fez dar um pulinho. Fiquei com muita vergonha de ver como eu tava molhada, e enquanto eles só me tocavam, xingavam eu e meus pais, não paravam de me humilhar falando um monte de sacanagem da minha mãe e do meu pai.

Vi que a gente tava chegando na saída da cidade, e uma parte de mim sentiu alívio. Lá na saída sempre tem um posto policial, não muito grande, é um ou dois policiais checando quem sai e entra na cidade. Um fica na saída e o outro uns 50 metros mais na frente checando quem entra. Normalmente eles param os carros antes de sair, e aquele policial me conhece, sempre que a gente vai pro sítio a gente passa por ali e ele até sabe o nome dos meus pais e o meu. Toda manhã ele me cumprimenta, então pensei que se ele me visse com eles, ia parar tudo ou alguma coisa ia rolar, e tudo ia acabar. Pensei: agora que ele parar, vou pedir ajuda. Mas também pensava que se eles escapassem, iam postar tudo na internet e eu tava ferrada. Não sabia o que fazer, a gente tava perto e eu tinha que me decidir. Já dava pra ver o posto, tava perto, e vi meu amigo policial parado lá. Então decidi: quando ele me ver, vou pedir socorro.

A gente se aproximava, meu coração tava a mil. Nisso, ele faz sinal pra gente parar e vem andando até a caminhonete. Eu tô pronta pra falar alguma coisa, só precisava que ele me visse e me reconhecesse. Ele tá a uns passos de distância e se inclina na janela. A primeira coisa que ele faz é me olhar direto nos olhos. Na minha mente, pensei: ele me reconheceu. E eu tô prestes a falar, sinto minha boca começando a se abrir, quando de repente fico muda ao ouvir ele dizer: "Uau, que gostosa você tá, Janice." "Como é que cê tá, seu porco nojento, Bacal?" O que o nojento respondeu: "A gente se vê, magrão. Mais tarde a gente se acerta, depois a gente fala." O policial: "Falou, filho da puta, tô ansioso. Então, Janice, você tá parecendo uma puta hoje, mas pra mim você sempre pareceu uma." Seguido de uma batida na caminhonete. Continuando com nossa viagem.
Me senti como se tivessem jogado um balde de água fria em mim. Criei esperança em algo e no final, nada. E pior ainda, alguém que eu achava que era meu amigo só me via como aqueles dois caras.

Seguimos nosso caminho por uns 20 minutos, entrando numa estrada de terra. Avançamos um pouco quando pararam a caminhonete no meio do caminho pedregoso, no meio do mato. Naquele momento, pararam de se apalpar e desceram os dois.

— Vem, slut, desce — disse Bacal. Desci da caminhonete do lado do carona. Na hora, o porco que estava dirigindo subiu no banco, e Bacal virou pra mim e disse: — Uff, que gostosa você tá, slut. — Ele me pegou pela mão e me fez dar uma volta. — Muito bem, slut. Tira essa saia. É mais do que você merece. Uma slut como você tem que andar com a buceta no ar.

Eu: — Não, não, por favor.

Sem esperar, ele me deu um tapa na cara. Fiquei pálida de susto, não sabia o que pensar nem fazer, só senti o calor na minha bochecha.

— Tira agora — ele levantou a mão de novo.

Aí eu disse: — Sim, tá bom. — Comecei a tirar a saia. Quando tirei, ele arrancou ela da minha mão, dizendo: — Olha que gostosa você tá, toda uma slut com a buceta no ar. — Ele riu e mandou eu dar outra volta. Quando virei de costas, senti um tapa forte numa das minhas nádegas, tão forte que quase caí. Senti um ardor e calor, e ele só ria: — Uff, que rabo gostoso, slut. Olha, slut, já chegamos. Tem uma casa uns 100 metros ali na frente. Então você fica aqui e a gente te espera na casa, slut. Vai andar como uma verdadeira slut. Espero que chegue rápido. Tem uns lotes ali na frente, então se apressa porque é a hora que eles vão embora.

Eu: — Não, por favor, não me deixem assim. Me dá a saia, por favor. Sim, por favor, prometo me comportar agora. Não me deixem aqui.

Ele respondeu: — Olha, Janice, anda rápido e a gente te vê na casa. E espero que se comporte, ou vai passar por mais coisas assim, entendeu? — Ele pegou com a mão minha... queixo, nisso ela sobe na caminhonete e eles arrancaram, e enquanto avançavam ficaram buzinando, como se estivessem avisando ou querendo que alguém me visse. Vi onde viraram, não dava pra ver muito longe, mas com os saltos não conseguia andar direito, então decidi tirá-los, mas as pedras estavam meio afiadas e, como nunca ando descalça nem em casa, era muito dolorido, então preferi calçá-los de novo. Andei o mais rápido que pude, demorei bastante pra chegar. Me sentia humilhada, com muita vergonha por estar praticamente nua da cintura pra baixo, no meio do nada, exposta a quem passasse. A cada segundo virava pra todos os lados com medo de ser vista por alguém. Pra minha sorte, não encontrei ninguém.

Cheguei onde dava pra ver uma casa na entrada de um sítio, era um barraco de zinco e papelão. Estacionaram a caminhonete de lado. Andei os últimos metros até empurrar a porta de zinco e lá estavam os dois sentados em cadeiras de plástico, tomando cerveja e de cueca, velhas e furadas. Era uma imagem muito nojenta.

“Olha só que puta que você é, Janice, andando assim na rua. O que seus pais diriam se te vissem andando desse jeito?” – interrompido pelo outro cara – “Uff, acho que eles ficariam orgulhosos de ter uma puta tão gostosa, hahahaha, com certeza seu pai fode sua mãe pensando que é você, né, puta?” Eu só olhava pro chão e respirava com dificuldade por causa do calor que fazia e por ter andado. Nisso, o porco se levanta e me passa uma lata de cerveja. A verdade é que nunca tinha bebido álcool na vida, e falei que não queria beber, que meus pais não deixavam. Aí eles responderam entre gozações e risadas: “Olha a puta se fazendo de digna, que os pais não deixam. Quer ver, puta, e te deixam andar provocando os velhos na rua?” E eu: “Não.” “Ah, mas isso não te impede, né, puta? E olha, eles te deixam andar como uma puta na rua com a buceta de fora? Verdade que não. Então não enche o saco e toma tudo, ou te dou uma porrada boa pra você aprender que Aqui quem manda somos nós, ok?" Tá bom, nisso o Bacal para e abre a lata e me fala: "Vem cá, slut, abre a boca." Ele aproxima a lata da minha boca e começa a levantar. Eu tento tomar tudo, e ele diz: "Se derramar alguma coisa, sua puta, você vai ver." Então eu tento tomar tudo, mas não consigo. É muito amarga, muito gelada, e ele despeja muito rápido. Eu tento, mas o gás começa a me sufocar, e acaba transbordando pela minha boca e saindo pelo meu nariz. Mas ele, o tempo todo, continuou despejando na minha boca, segurando minha nuca. A cerveja escorre por todo o meu peito e rosto. Mal estou tentando respirar quando vejo que ele tem outra lata e faz a mesma coisa de novo. Só que dessa vez, grande parte sai da minha boca e nariz, quase me afogando enquanto tento engolir o máximo que posso. Eu estava toda melada, com parte da maquiagem borrada, o delineador escorrendo dos meus olhos pelas bochechas, e eles só riam.

Enquanto eu estava ali parada, tentando respirar e me limpar, ouvi barulhos e virei para ver. Eram eles tirando fotos. Vejo que colocam um celular em cima de uma mesa e ficam com outro na mão, e me falam: "Olha, slut, como você ficou molhada. Vai ficar doente assim, então tira tudo, sua puta, deixa só as meias e os saltos." Eu não queria que me batessem ou fizessem mais coisas, então obedeci na primeira ordem. O que pareceu que eles gostaram ainda mais, porque comecei a notar umas ereções dentro daquelas cuecas rasgadas deles. Enquanto tirava a roupa, senti uma tontura. Achei que podia ser nervosismo ou a cerveja.

Os dois se levantaram e vieram para perto de mim, começando a tocar todo o meu corpo nu, que pela primeira vez estava à mercê deles. Eu sentia mãos duras e ásperas percorrendo todo o meu corpo, esfregando minha bunda pequenininha, minhas pernas, apertando com força meus peitinhos e minhas nádegas. Sentia o hálito fedorento de porco de um deles lambendo meu pescoço e chupando, enquanto com uma mão apertava meu mamilo e com a outra minha bunda. Enquanto isso, o Bacal chupava com força meu outro mamilo, como se fosse arrancá-lo, e a outra mão dele esfregava minha buceta. Naquele momento, eu não pensava em nada, só sentia tudo que faziam com meu corpinho. Sentia vergonha por estar daquele jeito. Depois, os dois passaram a chupar e sugar meus mamilos, eu sentia um monte de sensações novas, me sentia mal por estar assim e pior por estar com aqueles dois caras, mas cada movimento deles provocava cócegas no meu corpo de novo. Enquanto eu amamentava os dois, as mãos deles percorriam minhas pernas, enquanto uma mão apertava meu peito enquanto eles chupavam, as outras mãos se revezavam entre minhas pernas, na minha buceta, e na minha bundinha, esfregando meu cuzinho, uma sensação completamente nova pra mim. De repente, percebi que não estava mais soluçando, estava sentindo algo gostoso, mas a vergonha me invadia só por sentir algo assim. Mas foi inevitável soltar um gemidinho, o que fez eles chuparem e brincarem mais com minha buceta e bundinha. Nisso, Bacal se levanta e eu vejo ele se posicionar atrás de mim e se ajoelhar. Eu virei pra olhar ele, e nisso uma mão segura meu queixo e vira meu rosto. Quando viro, sinto uma boca e uma língua invadindo a minha. Era nojento ele meter a língua na minha boca e me beijar enquanto eu sentia o cheiro dele, mas tudo isso parou de me incomodar porque uma sensação nova me preencheu por completo. Era o rosto do Bacal, que ele tinha colocado entre minhas nádegas. Senti a língua dele no meio delas. Me inclinei um pouco mais pra frente e ele separou minhas nádegas com as mãos, e senti a língua dele lambendo meu cuzinho como se fosse uma sobremesa. Ele só parava de lamber pra me dizer: "Ai, putinha, que gostosa você é, vou comer essa bundinha toda, puta", e voltava a lamber, enquanto o outro não parava de me beijar, segurava meu queixo com uma mão e com a outra acariciava minha buceta. Comecei a sentir muito calor, parei de me preocupar com as coisas, já não sentia mais o cheiro fedido dos dois, só fechei meus olhos e sentia. Nisso, o nojento se afasta de mim, me deixando respirar ar fresco, e puxa uma cadeira. Ele manda eu subir uma perna e se inclina, dizendo: "Agora sim, putinha, o que eu sempre sonhei, comer a buceta de uma... putinha meiga e santinha kkkkkk "e ela colocou o rosto na minha buceta, lambendo e mordendo, chupando, eu sentia meu corpo tremer, e eles perceberam porque voltaram com os comentários, Bacal-"me diz Janice, você gosta, né foxy?" e eu só conseguia sussurrar, não, não, e eles só riam, "você é uma putinha Janice, sempre soubemos, olha como você tá escorrendo por dois velhos como nós", respondeu porco-"era o que a putinha precisava compadre, dois bons machos, não viadinhos da cidade", Bacal "você é uma putinha né Janice? Você é a Janice a putinha, assim devia se chamar, entendido?" seguido de um tapa forte na minha bunda, que arrancou um gemido de mim, e eu consegui responder com um sim, "sim, putinha", tremendo com os apalpões e lambidas, respondi sussurrando e gemendo bem baixinho, sim senhor, sou a Janice a putinha. E eles riram mais, nisso o porco levanta e pega um telefone, "olha putinha, você vai repetir a mesma coisa enquanto meu compadre chupa teu cu de puta, entendido?" eu respondi que sim com a cabeça "como você se chama menina?" sou a Janice a putinha, "nossa que putinha gostosa, e você gosta de ser uma putinha?" Sim, gosto de ser uma putinha, "olha putinha, fala pro papai que você gosta de ser nossa putinha" aí quando ouvi meus pais eu meio que reagi, hesitei em responder, mas na mesma hora levei um tapa forte na bunda do Bacal, e um tapa na cara do porco "obedece putinha" e eu falei, oi pai, adoro ser a putinha do Bacal e do porco, "quem são seus donos putinha?" e outro tapa na cara, vocês são meus donos e eles riam mais de mim, "nossa que putinha você se mostrou".

Eu sentia muito calor no corpo, sentia minhas pernas tremendo, mas de repente tudo se acalmou, eles pararam e nisso o Bacal me pegou pela cintura e me carregou, me levando pra um colchão sujo que tava jogado no chão de terra, me jogou no colchão e fiquei de barriga pra cima, até aquele momento eu ainda era meio ingênua sobre minha situação, pensei por um momento que ia ser só aquilo, mas aos poucos fui formando uma imagem na minha mente do que ia acontecer… iam me comer
Eu só tinha feito umas coisas leves, o mais pesado que tinha feito até aquele momento era sexo oral, ainda era virgem, então a única coisa que me veio à cabeça foi falar: por favor, não façam nada comigo, eu imploro (os dois só me olhavam sorrindo com cara de degenerados, umas caras terríveis, me examinando o corpo todo e começaram a tirar a roupa íntima, deixando ver os paus deles) por favor, não façam nada comigo, e eles responderam: “você vai saber o que é homem de verdade, sua putinha, não esses viadinhos com quem você andava” “isso mesmo, putinha, já vai ver, você fala que não agora, mas vai pedir mais pau sozinha, igual há pouco, até mandou beijo pros seus pais” riram de mim bem alto enquanto eu pedia de novo por favor pra não fazerem nada, que era virgem e não queria fazer aquilo, até me ofereci pra chupar os dois se não me comessem, e eles responderam: “virgem, como não, putinha, nas fotos já deu pra ver que você já levou pau, e claro que vai chupar a gente, mas hoje vamos usar tudo de você, entendeu, Janis? Além disso, hoje tomamos duas vitaminas azuis, então vamos brincar um bom tempo”
Levanta, putinha “Fica de joelhos na cama, putinha” fiquei na altura dos paus deles, enquanto o nojento falava: “olha aqui, Janice, esse é o meu pau, putinha, e você tem que tratar ele muito bem, putinha” enquanto esfregava ele na minha carinha “se não tratar bem, todo mundo vai ver suas fotos e vídeos que a gente tem, você vai ser a putinha da cidade e seus pais vão te expulsar de casa, e a gente não quer isso, né?” e eu só balançava a cabeça que não enquanto eles esfregavam os paus na minha cara, eram dois paus bem fedorentos, cheiravam mal, sentia o cheiro que deixavam no meu rosto, até que o nojento manda eu abrir a boca seguido de um tapa bem forte, então eu abri, e ele enfiou o pau na minha boca, mal cabia, sentia que era muito grosso e me engasgava um pouco, tentei tirar mas ele segurava minha cabeça, sentia lágrimas escorrendo dos meus olhos quando eu tirei ele da minha boca, tentei respirar, mas naquele instante ele me pegou pela cabeça, o Bacal, e de uma só vez enfiou o pau dele, que senti chegar na minha garganta. Queria tossir, mas não conseguia, senti que ia vomitar, mas ele não tirava da minha boca. Senti tudo se acumular e não conseguia expelir nada. Saíam mais e mais lágrimas dos meus olhos até que finalmente ele tirou, o que me fez conseguir cuspir tudo. Enquanto ele pegava minha baba com a mão e passava no meu rosto todo, me dizendo: "Entendeu, putinha, que agora você é nossa e tem que obedecer, ou todo mundo vai saber da putinha que você é? Além disso, enquanto nos servir, não vamos fazer nada com seu pai, entendeu, putinha?" E eu só consegui balançar a cabeça que sim. "Muito bem, putinha, não quero que você nos contradiga ou a gente te fode sua mãe, putinha. E se a gente quiser, a gente te faz desaparecer, putinha, então não nos provoque, entendeu, Janice?" E eu respondi: "Sim, entendi, nunca vou desobedecer vocês." Aí o porco disse: "Vamos ver se é verdade, putinha. Abre a boca e estica a língua bem para fora, o máximo que conseguir." Me puxou pelo cabelo, jogando minha cabeça para trás, e nisso eu vi ele mexer a boca e cuspir um monte de saliva, que caiu direto na minha garganta. Tentei me soltar, mas ele enfiou o pau de novo na minha boca, deixando lá por mais tempo, me fazendo engolir tudo para poder respirar um pouco. Tirou da minha boca e agora me pegou pelo cabelo, o Bacal: "Abre a boca, putinha." Eu fiz o mesmo de novo, enquanto ele também me segurava pelo cabelo. Na sequência, ele cuspiu direto na minha garganta, mas fechou minha boca com as mãos e disse: "Engole, putinha. De agora em diante, você tem que engolir tudo que a gente te der, putinha." Eu, com muito nojo, engoli toda a saliva dele da minha garganta. Na hora, ele mandou eu abrir a boca e enfiou o pau dele. Metia e tirava com força, senti que estava me afogando, e a vontade de vomitar vinha a cada instante. Às vezes ele enfiava e não tirava, o que me fazia chorar ainda mais. Ficou assim por um bom tempo, até que ele me pegou. Com as duas mãos na minha nuca, ele enfiou o pau inteiro em mim, meus lábios encostaram no corpo dele por completo, eu não conseguia respirar nada. Nisso, ouço ele gemer mais forte e sinto vários jatos quentes descendo pela minha garganta, me sentindo afogando, enchendo tudo, não conseguia respirar, até tossi com o pau dele dentro, o que só fez o esperma sair pelo meu nariz. Depois que senti que não aguentava mais, ele tirou da minha boca, passou tudo no meu rosto e disse para eu não ousar cuspir, então engoli o pouco que não tinha ido para o meu estômago. Tive uns segundos para respirar e agora ele se colocava na minha frente, todo sujo, me segurando pelo rosto e metendo o pau de novo. Sentia quase a mesma coisa, ele batia no fundo da minha boca, era grosso, sentia que empurrava minhas bochechas, entrava e saía até que tirou e mandou eu abrir, soltando vários jatos de esperma na minha boca até ordenar que eu engolisse tudo.

Depois de engolir tudo, eles sentaram nas cadeiras e pediram para eu limpar os paus, então comecei a chupar os paus murchos. Já não fediam mais, eu tinha limpado tudo com a boca. Por um momento, pensei que já tinha acabado e que eu iria para casa.

Nisso, ouço: "Muito bem, putinha, você se saiu bem, Janice. Vamos dar uma pausa porque isso ainda não acabou." E ele olha o relógio: "São meio-dia, putinha, então ainda temos um bom tempo para brincar. Então me dá toda a sua roupa, putinha, as meias, os saltos." Ele diz isso enquanto pega minha saia e a blusa. "Pode ficar com a calcinha fio-dental, putinha, de qualquer jeito ela deixa sua buceta de fora. Vamos pegar uma cerveja, fique aqui cuidando da casa." Seguido de risadas. Nisso, me assustei e pedi para eles não irem ou não me deixarem sozinha ali, só recebi gozação: "Olha só, compadre, essa putinha ama nossos paus, não quer que a gente vá embora, hahahaha. Puta safada, fica tranquila, a gente volta pra te dar mais pau." E com isso, saíram do barraco, me deixando ali sozinha, pelada, numa casinha cheia de buracos, ao relento.Chantajeada após roubo em casa 2

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14 comentários - Chantajeada após roubo em casa 2

Uff que buen relato, como me encanta cuando humillan a una putita y le dan verga sin piedad
ohh que malo jejejej pero muchas gracias y si eso veo que les gusta a muchos jejejee saludos
@Janice____yanis de nada, voy a esperar ansioso con el pito en mano la parte 3, realmente te quedo muy excitante el relato
jejej muchas gracias me alaga mucho, este sabado creo que lo subo 🙂
Ufff una delicia leer tu relato. Van 10 puntos. Ya te sigo. Espero algún día poder intercambiar fotos
muchas graciasss 😋😇😋