Futa no espaço 4

Sexo futa no espaço 4. Maara acordou com a pica na boca da irmã dela, Vadi sempre gostava de chupar a pica da irmã mais velha e Maara sempre gostava de colocar a irmã de quatro e penetrar ela naquele cuzinho gostoso e na buceta macia. Maara bombou fundo, arrancando gemidos de prazer, arrancou quatro orgasmos seguidos e sem dar chance meteu no cu, aproveitando a foda ao máximo, tirava a pica dura e quente, enfiava inteira de novo, e depois fazia um mete-saca rápido, só se ouvia os suspiros de Maara, os gemidos de Vadi e o barulho da bunda dela batendo na cintura de Maara. Maara sentia que o leite estava perto. - Onde você quer, Vadi? - Me dá onde eu gosto, M. Maara tirou a pica do cu da irmã, ela se deitou e ofereceu os peitos. Maara montou na barriga tanquinho da irmã e, se masturbando rápido, banhou os peitos dela com leite quente e grosso, Maara lambeu os peitos de Vadi com gosto e depois deu um beijo profundo de porra. As duas se deitaram ofegantes lado a lado, ofegando e satisfeitas. - É bom ter você por perto, Vadi. - Vai ser bom lutar ao seu lado, Mi (o apelido carinhoso de Maara). - Queria ter a Bali aqui. - Pra lutar e comer todas as futas. - respondeu Vadinar rindo. As irmãs eram muito unidas, na sociedade futa a sexualidade é aberta e natural, as futas podem se relacionar do jeito que quiserem entre si, monogamia, poliamor, trios, quartetos. Só importavam os interesses em comum e a lealdade. O incesto não era malvisto, era tolerado mas só como união sexual, as futas eram proibidas por lei de ter filhas entre irmãs biológicas, um preceito dado pela deusa no começo da criação. Vadi voltou pra nave dela, tinham que começar os reparos, Maara voltou pra ponte da Centelha, os vaari finalmente autorizaram a entrada no sistema. O reino vaari era uma delícia, eles comerciavam com o império futa e outros sistemas, eram os Únicos produtores naquela parte da galáxia de minério estelar, um mineral raro capaz de gerar uma reação energética que alimenta um motor hiperespacial. Uma única pedra do tamanho de uma bola de pingue-pongue dava 20 anos de combustível. A entrevista entre Maara e o general-chefe do exército real seria em três dias. Do alto comando Vaari, foi ordenado a Maara e seus colegas orbitar a segunda lua de Vaar 7, onde ficava o quartel-general da frota Vaari. Em uma reunião de comando, decidiu-se que Maara seria a comandante do grupo de batalha Futa, representando os interesses das três naves. Maara desceu ao solo com Shava para beber em algum bar. Muitas futas de licença queriam conhecer os bares, principalmente; as futas gostam de beber quando tocam o chão. A presença futa foi notada na hora: mulheres atraentes vestindo uniforme militar imperial. As futas são altas, de 1,85m a 2 metros, realmente imponentes. Os homens as olhavam impressionados, e as mulheres, com interesse, até as hétero. A dualidade genital futa é lendária. Na mesa de um bar, bebiam Maara, Shava e a chefe dos infantes de assalto da Centelha, Colline Vartus. Uns oficiais de uma mesa próxima as olhavam com interesse. — Já esteve com homens, Vartus? — perguntou Shava, curiosa. — Eu nunca transei com um. — Foram cinco, se não me engano, sempre tão orgulhosos dos seus paus até verem um de verdade — disse rindo. — Estou afim de um par, tenho curiosidade — disse Shava. — Escolhe, amiga, quero enfiar o cu de um macho — completou Maara. Pouco depois, bebiam com três oficiais jovens, muito atraentes e altos. Estavam num quarto de hotel, todos semi-nus. Maara estava debaixo de um, um jovem alto de cabelo escuro e pele morena, corpo marcado e musculoso. Ele mordia os mamilos de Maara, provocando sensações na buceta e no pau dela. O jovem sorriu e desabotoou a calça de Maara. A cock futa estava acordando, o garoto pegou ela na mão com curiosidade, levantou os testículos da futa e enfiou a língua no clitóris da Maara. O garoto lambia com habilidade, não parava de mexer a mão na pica da Maara. Shava cavalgava outro dos garotos com desejo selvagem, a mais velha, Colline, tinha o homem dela de quatro e metia nele com paixão. As futas se olharam e esse foi o sinal pra primeira troca. Maara continuou penetrando o amante da Colline, que seguia gozando. Shava colocou a pica na boca dele. Colline sentou no amante da Maara, montando na pica dele enquanto o outro a penetrava vaginalmente. Assim se passaram três horas de sexo, onde os homens foram embora exaustos e vazios. As futas continuaram trepando sem dar mais importância. Maara e Shava se dedicaram a penetrar a Colline até que as três tiveram pelo menos seis orgasmos. As futas acharam também que todos os homens vaari eram uns metidos e presunçosos. Segundo a fofoca geral, todas as futas do grupo de batalha acharam a mesma coisa. O general-chefe das forças reais vaari era um homem tão alto quanto Maara, sempre duro e formal (pra ter um pau enfiado no cu, pensou Maara). O homem falava de regras, regulamentos, disposições e códigos militares. Maara estava entediada. — Grão-Duque, tô ciente de tudo que o senhor me diz, só quero saber duas coisas: quem tá no comando da força mercenária e quem vai pagar. O general parou, ofendido, fez uma cara de quem cheirou merda e sentou, encarando a futa. — Vou reportar suas insolências a Suas Majestades, Capitã Saavuk. — Diz pra eles também que eu falei que pode chupar minha pica, general. — Não vou tolerar sua indisciplina, capitã, tem que respeitar meu posto. Tá excluída do recrutamento!!! — Perfeito, general, explica pra Suas Majestades por que o envio mensal de sêmen futa pra uso farmacêutico vai ser cortado. Maara ficou firme e fez uma saudação marcial pra se retirar. 5 minutos depois, chegou uma mensagem. Ao seu comunicador, o estado-maior vaari a nomeava comodoro e suas naves formariam o primeiro grupo de batalha junto com outras duas de origem não especificada. Comodoro Saavuk, bem feito, Maara, disse para si mesma.

1 comentários - Futa no espaço 4

DNCC12 +1
Sigue con más que el relato futanari se te da brutal
Si, va a seguir, gracias bro