Sexo futa no espaço 3 A ceremônia terminou e as presentes procederam a higienizar seus paus, pernas e mãos, vestir-se e continuar com seus trabalhos. No corredor principal, Maara chamou Niahm, que caminava atrás dela. - Niahm, venha à minha cabine esta noite, por favor. - Sim, Capitã, com prazer farei isso. - O rosto da tripulante se iluminou e sorriu. Maara voltou à ponte, Shava observava a grande tela tática da ponte. A tela mostrava dois pontos vermelhos se aproximando pelo lado de ré a três anos-luz de distância. - Informe. - disse Maara caminhando em direção a Shava. - Apareceram há dois minutos, M, ainda não foram identificados. - Bem, levantem os escudos, postos de combate em espera, armem as baterias de ré, bombordo e estibordo. - Às ordens, senhora. - O alarme de batalha uivou e na ponte tomaram seus postos, todas as futas do cruzador ficaram alertas. - Alferes Runa, abra um canal de saudação. - Canal aberto, Capitã. - Sou a capitã Maara Sabuk do cruzador de combate Centelha, identifiquem-se. Passaram vários minutos de silêncio no rádio, Maara insistiu várias vezes de acordo com o protocolo militar, as naves continuavam se aproximando, estavam a um ano-luz, Maara deu ordem para preparar caças de combate próximo. Mais um minuto transcorreu, a espera se tornou eterna para Maara, perguntou a Runa e Drus se o governo Vaar havia respondido à solicitação de entrada, ambas responderam que não. (Que sorte a minha, puta) pensou Maara. - Que os caças decolem à minha ordem, Shava. - Sim, capitã. (30 segundos e lançarei a ira da Grande Mãe sobre eles) pensou para si mesma. - Senhora, uma das naves nos saúda. - Disse Runa, - Só áudio. - "Este é o cruzador leve Vanira, da armada imperial futana, solicitamos permissão para nos aproximarmos à distância de transbordo, sou a comandante Vadinar Saavuk, temos avarias no sistema de sensores e transponder. O rosto de Maara se iluminou, era sua irmã mais nova. - Vadi, sou Maara, o que você precisa? - Só um copo do rum da Vovó Kanti, aquele que você tanto inveja, capitã. Maara riu e deu a ordem para cessar o alerta, apenas ordenou o lançamento de um esquadrão de caças para escoltar as duas naves recém-chegadas. A Vanira e o Orgulho chegaram à distância de transbordo. Maara e Shava foram receber Vadinar e Darla Mirjis, a capitã do Orgulho. Darla conhecia Maara de vista da academia de oficiais, mas tinham tido pouco contato. Maara quis saber o que havia acontecido com a capitã da Vanira. Vadi informou à irmã que a capitã Jirodan havia se aposentado e herdado a nave para Vadi. Quando uma capitã da armada se destaca em ações de guerra importantes ou seus atos são heroicos além do dever, é tradição que a imperatriz presenteie a nave em que serve. Jirodan estava há 35 anos no comando, então decidiu se aposentar e administrar as empresas da família. Vadinar e Darla decidiram então pedir baixa da armada e partir em busca de aventuras. Ouviram o boato de que Maara se dirigia ao sistema Vaari e foram ao seu encontro, mas no caminho foram atacadas pela frota de piratas Daimi, poderosos naquela parte do espaço. Essa era a razão pela qual os reis de Vaar pediam mercenários, só podiam proteger seu sistema planetário dessa maneira. Depois do jantar, ambas as irmãs beberam do rum da vovó, um rum forte e muito envelhecido (300 anos) capaz de embriagar um touro cesariano. A vovó havia deixado duas caixas para Maara antes de morrer na guerra dos Dias Vermelhos. Quando Vadi anunciou, um pouco cambaleante, que iria embora, sua irmã a deteve.
- Espera, Vadi, tenho diversão para esta noite, seria uma irmã ruim se não compartilhasse com você.
Cinco minutos depois chegou Niahm, a tripulante da cozinha. Vestia um impecável uniforme branco de cozinha e um toucado que cobria seus cabelos. Já estava excitada, um grande volume se insinuava em sua calça. Maara e Vadi olharam para a jovem com desejo. Vadinar agarrou seu pau sobre a calça e piscou para a jovem enquanto passava a... Lambendo os lábios num gesto bem provocante. Maara mandou um beijo no ar e fez sinal para ela se aproximar. Niahm obedeceu em silêncio, cabeça baixa, dócil.
- Vem com a mamãe, bebê, eu te desejei o dia todo, bonequinha - disse a capitã, colocando-se atrás da tripulante e agarrando sua bunda firme e pequena.
- O que temos aqui? - disse Vadi, parando na frente dela, bêbada e excitada, agarrou seus seios e a beijou, enfiando sua língua bem fundo. Niahm respondeu ao beijo com ardor, também atacando com sua língua. Vadi a olhou admirada.
- Grande Mãe, que boceta gostosa essa fox.
- Eu estou interessada em outra coisa, irmã - respondeu Maara, desabotoando a calça de Niahm por trás e puxando para baixo, depois baixou a calcinha futanari, uma peça íntima que tem uma abertura para o membro. Maara não perdeu tempo, chupou um dedo para lubrificar e o enfiou no ânus da jovem, ela deu um salto e continuou beijando Vadi.
Durante a adolescência, Maara, Vadi e Bali tinham atacado toda futa que cruzasse seu caminho, sempre caçavam em grupo, foram lendárias por suas maratonas sexuais, muitas jovens futas ficavam apaixonadas pelas irmãs, as futas jovens de seu círculo social as apelidaram de Japis Douradas. Maara cuspiu na mão e lubrificou o ânus da garotinha, flexionou um pouco as pernas e apontou o pau contra a bunda dela, um movimento para frente, um grito de surpresa mais do que de dor e metade do pau grosso da futa estava dentro da bunda de Niahm, Vadi se dedicou a lamber os peitos da jovem tripulante enquanto com uma mão masturbava o pênis grosso e os dedos travessos da outra penetravam a vagina, Vadi podia sentir em seus dedos como o membro de sua irmã penetrava a bunda de Niahm, isso a excitou mais.
O ambiente ficou carregado com cheiro de sexo, ofegos e gemidos, Vadi se agachou e sem parar de estimular a vagina de Niahm começou a chupar o pênis que tinha diante dela, a cabeça suculenta e macia lhe provocava um deleite. enorme, sentir nos lábios o pau da garota a fez estremecer. Maara penetrava a jovem profundamente com um ritmo tranquilo, aproveitando o cuzinho apertado, enforcando-a com uma mão e segurando seu quadril com a outra. —Que cuzinho mais gostoso você tem, bebê. — Arrebenta, mami, arrebenta. — disse Niahm entre gemidos. —Traz ela pra cama, M, quero sentir o pau da sua raposa dentro de mim. — disse Vadi, indo para a cama para tirar a roupa rapidamente. Maara soltou Niam, três futas magníficas, musculosas e atléticas, os peitos das três eram soberbos, os bundões durinhos e empinados, bocas sensuais, rostos lindamente femininos, a raça futa era inteiramente sensual e linda. Vadinar deitou-se e abriu as pernas, seu pau duro apontava para o teto como um míssil, sua boceta rosa estava encharcada, Niahm ajoelhou-se e deu uma lambida no pau de Vadi. Niahm posicionou-se entre as pernas de Vadi, acariciou uma, pegou o pé e lambeu os dedos com deleite, pegou seu pau duro, esfregou a cabecinha na boceta de Vadi e, em seguida, enfiou de uma só vez, vendo a cara de prazer da futa. Niahm movia os quadris com maestria, rebolando como numa dança, aproveitava os "ah ah ah" de Vadi, a jovem olhou para trás e viu Maara mexendo a mão no próprio pau enquanto apertava um mamilo, deu uma palmada na própria bunda convidando-a de novo. —Enfia, capitã, enche meu cu de pau. —Muito bem, putinha, você manda hoje, bebê. —Ahhh siiim, sinto seu pau quente e adoro. — Maara a pegou com energia, dando pau com vontade, embaixo Vadi sentia as investidas de Niahm mais profundas, seus gritos de prazer podiam ser ouvidos fora do camarote, as infantarias de assalto que guardavam o camarote se olharam e sorriram. Niahm e Maara se moveram mais forte, porra saiu de seus paus como um tiro de canhão, ambas deitaram-se ofegantes, Maara olhou para sua irmã e sorriu diabolicamente, abriu as pernas de Vadi e começou a lamber sua boceta, Vadinar gemeu. —Grande Mãe, sentia falta da sua língua, irmã. É assim que se acenderam mais uma vez, passaram horas, penetrando-se mutuamente, Vadi em Maara, Niahm em Maara, até que as três ficaram encharcadas de porra, lambendo-se mutuamente, compartilhando sua porra, honrando a Grande Mãe
- Espera, Vadi, tenho diversão para esta noite, seria uma irmã ruim se não compartilhasse com você.
Cinco minutos depois chegou Niahm, a tripulante da cozinha. Vestia um impecável uniforme branco de cozinha e um toucado que cobria seus cabelos. Já estava excitada, um grande volume se insinuava em sua calça. Maara e Vadi olharam para a jovem com desejo. Vadinar agarrou seu pau sobre a calça e piscou para a jovem enquanto passava a... Lambendo os lábios num gesto bem provocante. Maara mandou um beijo no ar e fez sinal para ela se aproximar. Niahm obedeceu em silêncio, cabeça baixa, dócil.
- Vem com a mamãe, bebê, eu te desejei o dia todo, bonequinha - disse a capitã, colocando-se atrás da tripulante e agarrando sua bunda firme e pequena.
- O que temos aqui? - disse Vadi, parando na frente dela, bêbada e excitada, agarrou seus seios e a beijou, enfiando sua língua bem fundo. Niahm respondeu ao beijo com ardor, também atacando com sua língua. Vadi a olhou admirada.
- Grande Mãe, que boceta gostosa essa fox.
- Eu estou interessada em outra coisa, irmã - respondeu Maara, desabotoando a calça de Niahm por trás e puxando para baixo, depois baixou a calcinha futanari, uma peça íntima que tem uma abertura para o membro. Maara não perdeu tempo, chupou um dedo para lubrificar e o enfiou no ânus da jovem, ela deu um salto e continuou beijando Vadi.
Durante a adolescência, Maara, Vadi e Bali tinham atacado toda futa que cruzasse seu caminho, sempre caçavam em grupo, foram lendárias por suas maratonas sexuais, muitas jovens futas ficavam apaixonadas pelas irmãs, as futas jovens de seu círculo social as apelidaram de Japis Douradas. Maara cuspiu na mão e lubrificou o ânus da garotinha, flexionou um pouco as pernas e apontou o pau contra a bunda dela, um movimento para frente, um grito de surpresa mais do que de dor e metade do pau grosso da futa estava dentro da bunda de Niahm, Vadi se dedicou a lamber os peitos da jovem tripulante enquanto com uma mão masturbava o pênis grosso e os dedos travessos da outra penetravam a vagina, Vadi podia sentir em seus dedos como o membro de sua irmã penetrava a bunda de Niahm, isso a excitou mais.
O ambiente ficou carregado com cheiro de sexo, ofegos e gemidos, Vadi se agachou e sem parar de estimular a vagina de Niahm começou a chupar o pênis que tinha diante dela, a cabeça suculenta e macia lhe provocava um deleite. enorme, sentir nos lábios o pau da garota a fez estremecer. Maara penetrava a jovem profundamente com um ritmo tranquilo, aproveitando o cuzinho apertado, enforcando-a com uma mão e segurando seu quadril com a outra. —Que cuzinho mais gostoso você tem, bebê. — Arrebenta, mami, arrebenta. — disse Niahm entre gemidos. —Traz ela pra cama, M, quero sentir o pau da sua raposa dentro de mim. — disse Vadi, indo para a cama para tirar a roupa rapidamente. Maara soltou Niam, três futas magníficas, musculosas e atléticas, os peitos das três eram soberbos, os bundões durinhos e empinados, bocas sensuais, rostos lindamente femininos, a raça futa era inteiramente sensual e linda. Vadinar deitou-se e abriu as pernas, seu pau duro apontava para o teto como um míssil, sua boceta rosa estava encharcada, Niahm ajoelhou-se e deu uma lambida no pau de Vadi. Niahm posicionou-se entre as pernas de Vadi, acariciou uma, pegou o pé e lambeu os dedos com deleite, pegou seu pau duro, esfregou a cabecinha na boceta de Vadi e, em seguida, enfiou de uma só vez, vendo a cara de prazer da futa. Niahm movia os quadris com maestria, rebolando como numa dança, aproveitava os "ah ah ah" de Vadi, a jovem olhou para trás e viu Maara mexendo a mão no próprio pau enquanto apertava um mamilo, deu uma palmada na própria bunda convidando-a de novo. —Enfia, capitã, enche meu cu de pau. —Muito bem, putinha, você manda hoje, bebê. —Ahhh siiim, sinto seu pau quente e adoro. — Maara a pegou com energia, dando pau com vontade, embaixo Vadi sentia as investidas de Niahm mais profundas, seus gritos de prazer podiam ser ouvidos fora do camarote, as infantarias de assalto que guardavam o camarote se olharam e sorriram. Niahm e Maara se moveram mais forte, porra saiu de seus paus como um tiro de canhão, ambas deitaram-se ofegantes, Maara olhou para sua irmã e sorriu diabolicamente, abriu as pernas de Vadi e começou a lamber sua boceta, Vadinar gemeu. —Grande Mãe, sentia falta da sua língua, irmã. É assim que se acenderam mais uma vez, passaram horas, penetrando-se mutuamente, Vadi em Maara, Niahm em Maara, até que as três ficaram encharcadas de porra, lambendo-se mutuamente, compartilhando sua porra, honrando a Grande Mãe
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