Quero relatar isso como parte de uma necessidade de compartilhar algo indescritível, como um desabafo, mas também como mais um passo na humilhação que excita a gente, corno consciente.
Ambos temos 33 anos, somos namorados/maridos/parceiros desde os 17 anos, nos desvirginamos juntos (ou pelo menos era a história oficial). Ela é uma gostosa, pele branca leite, cabelo preto, umas tetas lindas e proporcionais ao corpo, uma cintura de violão e uma bunda que faz qualquer fio dental parecer sensual pra caralho.
Eu, como todo piranha, queria, depois de perder o cabaço, transar e transar. Sempre tivemos um sexo lindo, quente, fogoso. Assim passaram os primeiros anos, onde quantidade era mais importante que qualidade. Nos mudamos pra Paraná por causa de trabalho. Ela conseguiu um emprego de viajante de segunda a sexta, e eu em Santa Fé, meio período, o que me permitia estudar à tarde. É aí que a parada começa a mudar. Aos poucos, começamos a fantasiar com umas merdas bem básicas, até que num momento a ideia de ménage nos excitava. A gente colocava nomes reais de amigas/amigos com quem quiséssemos tentar algo, mas tudo no plano da fantasia. Foi assim que, aos poucos, me deu curiosidade de ver como me excitava ela mencionar os ex pra dar o cu, sendo que ela nunca tinha transado. Ela jurava que só tinha chupado e não engolia a porra (que inocência a minha). Nesse momento é que nasce ou floresce o gene cuck, o que me excita saber que ela fode com outros, mas me dava uma raiva como homem saber que a pica de outro dá a ela o que eu não consigo, saber que ter uma pica de 13 cm te deixa longe de um macho de verdade.
Quando ela estava trabalhando durante a semana, a gente se escrevia pra caralho, primeiro por SMS e depois por WhatsApp ou ligações. À noite, sempre a conversa punheteira de falar sobre transar ou questões sexuais. Assim, um dia conversando, criei coragem e falei pra ela que gostaria que ela ficasse com outros homens, que ela desse o cu enquanto eu só olhasse, batendo uma. Ela, aos poucos, foi ganhando confiança e entramos nessa. contexto, foi assim que começaram as aventuras mais gostosas que já vivi na parte sexual com meu parceiro, porque isso sem dúvida me ajudou a perceber outras coisas que também me viram a cabeça, mas de forma individual. Esse post é só o contexto, se interessar posso continuar nos próximos posts.
Resumo:
- Chat e fotos com um desconhecido que conheci num ônibus de média distância.
- Chat e fotos com um colega de trabalho.
- Sexo com o amante do trabalho toda sexta-feira quando ele chegava.
- Saídas com amigos sozinha, onde chegava com cheiro de porra, mas jurava que não rolou nada.
- Sexo com um amigo meu sem eu saber.
- Sexo com um entregador 10 anos mais novo na minha cama.
- Sexo todo dia durante uma semana de janeiro na minha casa com um cara.
- Detalhes da personalidade e gostos de um corno consciente.
Mais do que os pontos, tenho interesse em contatar homens ou mulheres que queiram compartilhar e bater um papo sobre a experiência.
P.S.: Se alguém souber como mudar o alinhamento do texto no post, agradeceria se deixasse nos comentários.
Ambos temos 33 anos, somos namorados/maridos/parceiros desde os 17 anos, nos desvirginamos juntos (ou pelo menos era a história oficial). Ela é uma gostosa, pele branca leite, cabelo preto, umas tetas lindas e proporcionais ao corpo, uma cintura de violão e uma bunda que faz qualquer fio dental parecer sensual pra caralho.
Eu, como todo piranha, queria, depois de perder o cabaço, transar e transar. Sempre tivemos um sexo lindo, quente, fogoso. Assim passaram os primeiros anos, onde quantidade era mais importante que qualidade. Nos mudamos pra Paraná por causa de trabalho. Ela conseguiu um emprego de viajante de segunda a sexta, e eu em Santa Fé, meio período, o que me permitia estudar à tarde. É aí que a parada começa a mudar. Aos poucos, começamos a fantasiar com umas merdas bem básicas, até que num momento a ideia de ménage nos excitava. A gente colocava nomes reais de amigas/amigos com quem quiséssemos tentar algo, mas tudo no plano da fantasia. Foi assim que, aos poucos, me deu curiosidade de ver como me excitava ela mencionar os ex pra dar o cu, sendo que ela nunca tinha transado. Ela jurava que só tinha chupado e não engolia a porra (que inocência a minha). Nesse momento é que nasce ou floresce o gene cuck, o que me excita saber que ela fode com outros, mas me dava uma raiva como homem saber que a pica de outro dá a ela o que eu não consigo, saber que ter uma pica de 13 cm te deixa longe de um macho de verdade.
Quando ela estava trabalhando durante a semana, a gente se escrevia pra caralho, primeiro por SMS e depois por WhatsApp ou ligações. À noite, sempre a conversa punheteira de falar sobre transar ou questões sexuais. Assim, um dia conversando, criei coragem e falei pra ela que gostaria que ela ficasse com outros homens, que ela desse o cu enquanto eu só olhasse, batendo uma. Ela, aos poucos, foi ganhando confiança e entramos nessa. contexto, foi assim que começaram as aventuras mais gostosas que já vivi na parte sexual com meu parceiro, porque isso sem dúvida me ajudou a perceber outras coisas que também me viram a cabeça, mas de forma individual. Esse post é só o contexto, se interessar posso continuar nos próximos posts.
Resumo:
- Chat e fotos com um desconhecido que conheci num ônibus de média distância.
- Chat e fotos com um colega de trabalho.
- Sexo com o amante do trabalho toda sexta-feira quando ele chegava.
- Saídas com amigos sozinha, onde chegava com cheiro de porra, mas jurava que não rolou nada.
- Sexo com um amigo meu sem eu saber.
- Sexo com um entregador 10 anos mais novo na minha cama.
- Sexo todo dia durante uma semana de janeiro na minha casa com um cara.
- Detalhes da personalidade e gostos de um corno consciente.
Mais do que os pontos, tenho interesse em contatar homens ou mulheres que queiram compartilhar e bater um papo sobre a experiência.
P.S.: Se alguém souber como mudar o alinhamento do texto no post, agradeceria se deixasse nos comentários.
11 comentários - Início de cuck consciente
con mi mujer siempre fantaseamos con lo mismo... pero no se dió... solo que nosotros somos más grandes, de 50H/45M