Depois do beijo na escada, que deu início a tudo que veio depois, os dias ficaram mais completos... chats, chats, mensagens de texto, ligações, conversas cheias de suposições, etc. Vale destacar que no começo, por texto, era tudo muito tranquilo, quase papos normais do dia a dia, mas pessoalmente ou no trampo, a gente não perdia chance e, toda vez que íamos na escada fumar, a gente se beijava com tudo ou, se tivesse alguém por perto, nossos olhares se devoravam. Já tínhamos passado da fase do pudor e da vergonha; sempre que dava, a gente descia cinco andares pela escada e em cada um a gente se pegava, beijava pra caralho, e eu de quebra aproveitava pra meter a mão onde dava, e ela deixava... e enquanto isso me dizia: "ai, adoro sua boca, amo como você me beija, me deixa com muito tesão." Eu, claro, me sentia um Deus. Sempre tentava ter o mesmo horário que ela ou às vezes trocava pra ficar com ela e sair juntos... um dia (parece que o marido saiu com os amigos pra farrear) ela não tava de bom humor, e eu fui me despedir porque ela tinha dito que saía tarde e o marido ia buscá-la, e ela me fala: "você fica? Quer que eu te espere pra fumar?" Eu pergunto e ela responde: "não, você fica até eu sair? Aquele otário vai sair e eu não tô afim de voltar pra casa..." Falo: "fechou, vou avisar meus pais que não vou jantar em casa e pronto." Nisso, 10 minutos antes do turno dela acabar, vou no banheiro, me preparo, perfume, desodorante. Lavo a pica (nunca se sabe) e penteio o cabelo... ela fala: "espera aí que vou mijar" (quero dizer que AMO de paixão mulheres que falam assim, safadas, que não têm vergonha de falar mijar, cagar, pica, usa a palavra: buceta, porque tem muitas que são muito "frescas"). Saímos, fumamos um cigarro na escada do quinto andar, sem beijos nem nada, de boa... conversando sobre o dia e, quando terminamos, descemos... "pra onde a gente vai?" pergunto (ela tinha mais malícia que eu). "Não sei", ela responde e começa a andar... caminhamos até a ponte da mulher em Puerto Madero... atravessamos pro outro lado Puerto Madero e sentamos num daqueles bancos de cimento que tem assim que corta a ponte... acendemos um cigarro (não tinha ninguuuuém) e nada, começamos a fumar — ou pelo menos eu tava, ela acende um baseado (ela curte fumar uns becks)... quer um?, ela pergunta, não, valeu, dessa vez vou passar... entre o cigarro e o baseado, chego perto e beijo ela... ela responde, mas não como antes, agora com vontade, me puxa pelo cabelo e mete a língua... forte, eu já tava duro... quase que ela me montava ali mesmo... num momento vou deitando ela no banco de cimento e enquanto continuo beijando, vou passando minha mão por baixo da camiseta dela... ela tinha uma pele muito macia, tava fria e arrepiava com meu toque... cheguei nos peitos dela e consegui tocar por cima do sutiã e depois tirei eles pra fora e toquei naqueles bicos duros... beliscar eles... ela se mexia deixando claro que tava excitada com aquilo... do nada levantei a camiseta dela e comecei a chupar um peito... MEU DEUUUUUS, lembro disso escrevendo e já fico de pau duro pra caralho... enquanto fazia isso... uma das minhas mãos descia pra calça dela e entrava por baixo da calcinha fio dental... completamente molhada... meus dedos subiam e desciam e de vez em quando entravam dentro dela, como se tivessem vida própria... nisso tudo, quando tiro eles encharcados, ela olha e sorri como quem diz, como você me molhou, pai, e a gente nem fez nada... e na sequência, coloco eles na minha boca e saboreio... Por Deussssssssssss, nunca na minha vida provei algo assim e nunca mais provei igual... o gosto dela, o cheiro (que mais que cheiro era perfume), e a textura da "molhadura" dela... se não fosse porque vinha gente chegando... eu chupava a pussy dela na mesma hora... vale dizer que a gente ficou se pegando um tempão e parava e acendia um cigarro ou ela acendia o mesmo baseado... e conversava... mas a gente se olhava como quem queria se devorar... uns minutos depois a gente saiu de lá e pegou o caminho de casa (cada um pra sua)... cheguei em casa e a primeira coisa que fiz, e também no caminho de casa no Bondi... olha meus dedos que estiveram dentro dela... até hoje lembro daquele gosto e cheiro... já em casa, recebo mensagem dela... chegou bem? Sim, e você... sim... agora vou tomar um banho porque você me deixou muito molhada, e depois dormir... eu, sem perder tempo, falo: eu também, mas antes vou bater uma pensando em você... e a resposta dela foi: que seja forte... Continua em breve... Comentem e valeu por passar aqui...
4 comentários - 3º conto...