Minha Esposa Doce e Inocente - 3 e 4 - Brincadeiras

Fala! Tô voltando a postar depois de uma suspensão de 45 dias por usar letras maiúsculas num título. Dessa vez, subi o capítulo 3 que tinham derrubado e adicionei o 4. Continuo na mesma: posto um capítulo novo quando chegar a 2500 pontos, espero que vocês curtam!

Bastião continuou chupando, as duas mãos agora segurando os peitos da minha mulher. Ela tava atônita com a situação, não sabia como dar um fim naquilo. As chupadas desesperadas do moleque depois da gozada tinham virado lambidas e beijos suaves, como se ele tivesse saboreando os peitos... O silêncio tomava conta do quarto, até que a voz delicada e trêmula da Ludmila cortou o ar:

Lud: - Bastião... Bastião...

O garoto ergueu os olhos sem parar de saborear os peitos dela, o pau dele ainda tava durasso, encostado na barriga da minha esposa... parecia que queria esfregar a porra toda na barriguinha dela...

Lud: - Já chega... (as mãos dela seguraram de leve os ombros do moleque, e ela fez ele se afastar)... Ficou tarde, você tem que voltar pra casa... Meu marido pode chegar a qualquer hora...

O garoto entendeu. Se afastou, primeiro a boca, e por último as mãos, como se quisesse que aquele momento nunca acabasse... O pau dele ainda tava duro... Ele levantou a calça, se ajeitou como deu, e começou a andar pro corredor.

Bastião: - Tchau, Ludmila, valeu (falou enquanto saía do quarto)

Ela nem tinha pensado em abaixar a camiseta. Ficou ali, com os peitos de fora e a barriguinha coberta de porra grossa, a calça toda suja... Era um espetáculo, nunca imaginei que veria minha mulher daquele jeito... Quando ouvi a porta da frente bater, saí quietinho do closet. Pela janela, vi o Bastião saindo correndo pra casa dele.

A Ludmila não conseguia nem me olhar de tanta vergonha que tava.

Eu: - Amor, calma, já foi... Vai tomar um banho que vou comprar um negócio pra comer e de quebra pegar o Fermín na aula de inglês...

Ela só balançou a cabeça enquanto ajeitava a camiseta e foi andando. Devagar, fui pro banheiro que tem no quarto, como se tentasse processar o que tinha acontecido… não era hora de conversar, então saí do quarto e fui pra sala pegar a chave do carro pra começar minha viagem.

Tava no garagem, com o carro ligado, quando percebi que não tinha levado o celular, não tinha como avisar o Fermín que ia passar pra buscá-lo. Provavelmente tinha deixado no closet, então voltei pra casa, entrei no quarto, e tava lá mesmo. Antes de sair do quarto, um barulhinho chamou minha atenção, parecia… gemidos? Cheguei de mansinho até a porta do banheiro, que tava entreaberta. O vapor do chuveiro embaçava minha visão, mas… mesmo assim, dava pra entender o que tava rolando….

A Lumila tava encostada na parede enquanto a água escorria pelo corpo dela, as pernas abertas, uma das mãos apertando os peitos e a outra no meio da buceta. Os movimentos do quadril dela imitavam uma transa, era a primeira vez que minha esposa se masturbava. Tava morrendo de vontade de entrar no chuveiro com ela, mas a única coisa que ia conseguir era cortar o momento dela. Além disso, eu não conseguia dar o prazer que ela tava buscando…. Decidi ir embora sem ela perceber, deixar ela continuar se divertindo. Mais tarde a gente conversava sobre o assunto, claramente uma porta tinha se aberto….Minha Esposa Doce e Inocente - 3 e 4 - BrincadeirasAo voltar com o Fermín da aula de inglês, jantamos comida chinesa que eu tinha comprado de passagem por um local do centro, como se nada tivesse acontecido. Conhecendo ela, sabia que a Ludmila estava reprimindo tudo que sentia, com certeza uma culpa enorme pelo que tinha rolado com o Bastián, e mais ainda pelo que fez depois. Fechamos o dia indo dormir relativamente cedo, sem trocar muitas palavras, eu tentava agir normal pra ela não se sentir mal, mas, mesmo disfarçando, dava pra ver que ela tava incomodada.

No dia seguinte, a Ludmila aproveitou pra fazer umas coisas no centro da cidade, acho que precisava espairecer, almoçou com uma amiga, e à tarde passei pra buscá-la quando terminei meus negócios na concessionária. A gente teve uma conversa rápida na volta pra casa…

Eu: - amor…

Lud: - sim…

Eu: - olha, eu preferia te dar mais tempo pra falar sobre isso, mas não gosto de te ver assim, não quero que você se torture mais por dentro… o que rolou ontem já foi, vamos encarar como uma brincadeira…

Lud: - mas… (tentou me interromper)

Eu: - além disso, não esquece, a gente fez isso pelo Fermín, e digo a gente porque estamos juntos nessa. Foi algo dos dois, mas já era, acabou, esquece, não pensa mais, quero que você volte a ser a mesma de antes…

Lud: - (olhando pra baixo) você não entende…

Eu sabia que no fundo ela se sentia mais culpada por ter se masturbado no chuveiro do que pelo que aconteceu com o Bastián no nosso quarto…

Eu: - (peguei o sinal vermelho, olhei pra ela e segurei a mão dela) entendo sim, sei o que você fez depois, amor… (ela levantou a cabeça e me olhou chocada) não me incomoda, aliás, sendo sincero, adorei (os olhos dela arregalaram igual um dois de ouros). A Ludmila de antes teria reprimido tudo que sentia, e você, dessa vez, foi espontânea, fez o que sentiu, o que seu corpo pediu, já era, amor, não se torture mais…

Ela baixou a cabeça de novo e não disse mais nada durante o trajeto, mas o corpo dela deu um recado claro, antes da conversa ela tava estava tensa, rígida, agora dava pra ver que tava aliviada… tinha tirado um peso enorme das costas dela.
Os dias seguintes foram de muito trabalho, então passei quase nada em casa, não sabia como tinham sido aquelas tardes com as visitas habituais do Bastian. Tava morrendo de vontade de saber se tinha rolado alguma coisa, ou se o garoto tinha falado algo… Ludmila não tinha tocado mais no assunto.
Só na sexta-feira consegui me liberar perto do meio-dia e aproveitei pra ir almoçar em casa… me surpreendi quando cheguei.
Já eram 2 da tarde, Fermín tava almoçando em casa com o Bastián, Ludmila não estava. Eles tinham tido um jogo de rugby no Instituto de manhã, e quando terminaram, como ganharam, ganharam o resto do dia de folga. Meu filho, obviamente, não tinha sido um dos garotos que jogaram a partida, já que a estrutura física dele é o oposto total de um jogador de rugby, mas mesmo assim, tava vestido pra ocasião. Os dois usavam aqueles shortinhos curtos típicos e a camiseta esportiva do colégio, estavam de meias. Bastián, por sua vez, tinha um monte de manchas de barro na roupa, já secas, claramente ele tinha participado do jogo, e pelo que comentavam, tinha feito um Try. O físico do Bastian não é grande, é mais magro, mas definido, fibroso, acho que o ponto forte dele deve ser a velocidade. Quando perguntei pela minha esposa, meu filho me disse que tinha preparado o almoço pra eles, mas não ficou porque não tava com fome, aparentemente tava se sentindo mal do estômago, já fazia alguns dias assim, fiquei preocupado.
Fui até o quarto. A porta tava entreaberta, entrei… Ludmila tava deitada na cama, tinha colocado uns travesseiros enquanto via uma série na Netflix.
Eu: — Oi, love, consegui me liberar cedo hoje!
Lud: — Oi, love, que bom! (com um sorrisão)
Eu ia perguntar como ela tava se sentindo, quando um detalhe chamou minha atenção. Na mesa de cabeceira tinha um prato com Cobertores por cima. Ela tinha comido, não estava se sentindo mal do estômago… Por que não almoçou com os caras? Tava fazendo isso há dias? A resposta era clara como água, ela tava evitando o Bastián.
Eu: - (fui direto ao ponto) love… cê tá evitando ele?
Lud: - Hã? (minha pergunta a deixou confusa)
Eu: - O Fermín me falou que há dias cê vem com dor de estômago, que não almoça com eles, cê tá evitando o Bastián?
Lud: - Por que cê acha isso? (se fez de desentendida)
Eu: - Porque tem um prato de comida no criado-mudo…
Lud: - (tava encurralada) mmmm (não sabia como responder) bom… sim! Tenho vergonha de encarar ele, não sei como agir, é uma situação muito chata…
Eu: - Mas love, cê não pode ficar assim pra sempre, o cara vem todo dia praticamente…
Lud: - Sim, mas não é fácil, eu me sinto mal, o cara me tocou, entendeu? Ele me viu…
Eu: - Ele te chupou (falei rindo)
Lud: - Não ri!! É sério… eu não consigo ficar lá…
Eu: - Qual é o teu medo?
Lud: - Eu não sei se pra ele o assunto acabou, e se ele quiser mais? Eu não sei o que responder quando cê não tá… Não quero que essa situação aconteça, por isso quando ele vem, eu me tranco no quarto. Pronto, falei (cruzou os braços, feito uma adolescente puta).
Eu: - (me deu uma ternura danada ver ela assim, me aproximei) love, cê tem que superar isso, não pode se esconder pra sempre, se ele quiser mais, a gente vê como lidar…
Lud: - Lidar?... Posso te fazer uma pergunta… (não me deixou nem responder) cê tá curtindo isso? Me fala a verdade, por favor… tô com essa dúvida há dias…
Eu: - (já não podia mentir pra ela, mas também não ia me abrir totalmente) um pouco sim. Mas… não por mim, e sim por você… tudo isso que aconteceu me fez refletir sobre um monte de coisas… e percebi que o problema no nosso relacionamento sou eu…
Lud: - Hã? O que cê tá dizendo?
Eu: - (interrompi ela) deixa eu terminar, por favor (ela concordou)… a real é que eu não sou um homem que consegue te satisfazer como você merece… posso te dar muita coisa do lado afetivo, mas desde o lado sexual, eu sempre fiquei devendo. Durante toda a minha vida, pensei que até nisso a gente se parecia, que éramos duas pessoas sem muito interesse em sexo, mas com o que aconteceu outro dia, percebi que você ainda está a tempo de aproveitar, que você quer, que você precisa, e isso não significa que a gente esteja separado ou algo assim, mas sim que eu também posso te acompanhar, só que de outro lugar.

Lud: - não entendo o que você está dizendo...

Eu: - estou te convidando pra explorar. O que aconteceu outro dia foi algo maravilhoso. O garoto em pouquinho tempo conseguiu te proporcionar algo que eu não consegui em 25 anos. Bastián é um garanhão sem experiência, você podia aproveitar isso pra aprender também, pra se conhecer melhor... A quantidade de porra que aquele moleque soltou outro dia não é normal. Com a idade que ele tem, deve bater punheta todo dia. Eu, mesmo ficando meses sem gozar, não consigo soltar nem metade daquilo... (Ludmila ficava com muita vergonha de falar dessas coisas, mal conseguia me olhar nos olhos)

Lud: - mas eu não quero outra coisa, eu amo você

Eu: - (peguei ela pelos ombros) e eu amo você, mas isso não tem nada a ver com amor. Não quero que você viva se reprimindo. Eu vou estar com você... Deixa eu te acompanhar pra você explorar, descobrir, aproveitar...

Lud: - mas... isso não é certo... a gente é uma família com valores religiosos, isso vai contra tudo isso...

Eu: - amor, o que é errado é mentir, trair. O que eu tô te propondo é fazer isso juntos...

Lud: - eu tenho muito medo...

Eu: - eu tô com você...

Lud: - você gosta de me ver?

Eu: - eu gosto de te ver gostando, isso foi o que mais me agradou em tudo isso. Deixa eu te guiar, vamos começar devagar com isso tudo, vamos brincar...

Lud: - mas... e se isso vier à tona?

Eu: - o garoto não é burro, se vier à tona, ele perde tudo...

Lud: - não sei, preciso pensar, tenho coisas demais na cabeça agora...

Eu: - ok, pensa com calma e quando estiver pronta, você me fala... (nesse ponto, eu estava completamente duro, ia conseguir realizar todas as minhas fantasias, eu devia) levar tudo com calma)
Nos dias seguintes, fiquei imaginando as várias situações que poderiam rolar com o Bastián, passava o dia inteiro duro, me acabava na punheta, o homem que ficava meses sem se tocar tinha ido pro espaço, mas… a Ludmila não tinha tocado mais no assunto comigo, fiquei com medo de que ela tivesse descartado a proposta.
Passou uma semana, faltando poucas horas pro fim de semana começar, e na hora de ir dormir, a Ludmila chegou perto de mim e, bem devagar, falou…
Lud: – Pensei muito, A C E I T O, love
O coração começou a bater forte… não sabia bem o que dizer…
Lud: – Vamos jogar esse jogo juntos, mas… vamos devagar, ok? Isso é muito difícil pra mim, mas quero fazer, a vida inteira fiquei pensando em como as coisas poderiam ser, não quero que aconteça a mesma coisa dessa vez… a única coisa que não tô afim é de transar, certo?
Eu: – Claro, love, do jeito que você quiser (minha cabeça já tava imaginando mil situações), amanhã a gente começa, que tal??
Ela me olhou, sorriu e foi pra cama.
Durante a noite, não consegui dormir, minha cabeça não parava de imaginar todo tipo de situação, também me incomodou que ela não tivesse colocado o sexo oral como um limite, já que ela não gosta e não me deixa fazer nela, muito menos ela em mim. Será que ela estaria disposta a experimentar com o Bastián? Claro que minhas dúvidas iam ser respondidas em algum momento.
Sábado à tarde, o Bastián tava em casa, ofereci pra ele ficar pra jantar e depois ver um filme, ele aceitou. Era algo que a gente fazia direto quando o moleque tava em casa, mas fazia um tempo que não rolava porque ela tinha evitado ele.
Era o primeiro dia da Ludmila na frente do Bastián depois do que aconteceu, de algum jeito ela tinha conseguido não cruzar com ele todos esses dias… O moleque tinha dificuldade de evitar olhar pra ela e eu percebia isso, claro, sem ele notar. Lá pelas 21h, fui até o McDonald's, que fica a uns 5, 6 minutos de casa, e comprei umas coisas. Hambúrgueres e uma salada pra Lula.
Depois de comer, fomos pra sala ver um filme, que por sinal era bem longo. Naquela noite, a Ludmila tinha vestido um pulôver comprido de linha e, por baixo, uma legging… antes, a gente tinha conversado sobre o assunto de “brincar”. Eu não sabia direito como criar uma “situação”. Uma coisa era imaginar, outra era botar em prática. Confesso que tava muito nervoso, e vocês nem imaginam como ela tava, mas aos poucos as coisas foram se ajeitando…

Era quase 1h da manhã e o filme ainda não tinha acabado. O Fermín tava dormindo, do nosso lado, no sofá central da sala, de frente pra TV. Enquanto isso, o Bastian tava numa poltrona individual, na diagonal. De lá, ele conseguia ver tanto a TV quanto a minha esposa se virasse um pouco a cabeça, embora, do jeito que ela tava vestida, não tivesse muito o que ver…

Foi aí que tive uma ideia… pausei o filme. Falei pro Bastian e pra minha mulher que tava muito cansado, que ia dormir e que via o final do filme outro dia. Insisti pro Fermin também ir pra cama dele, já que tinha tido um dia longo, e ele não recusou… Antes, tinha falado pra Ludmila dizer que precisava ir ao banheiro. Ela me acompanhou até o quarto e nosso filho foi pro dele. O jovem, por sua vez, aproveitou pra mexer no celular enquanto a gente fazia nossas coisas.

Lud: — O que você tá pensando? (intrigada)
Eu: — Você não queria que a gente brincasse?
Lud: — Queria, mas me fala… porque eu não sei o que fazer. Você vai me deixar sozinha com ele lá?
Eu: — Claro, mas dessa vez, vai sem isso (enquanto tirava a legging dela).

Mesmo o pulôver sendo comprido, ela precisava de algo por baixo porque qualquer movimento podia deixar ela exposta.

Lud: — Mas… ele vai ver a minha calcinha.
Eu: — Essa é a ideia, amor…
Lud: — Sim, mas o Fermín tá aqui, e se ele aparecer…
Eu: — Fica tranquila, deixa o celular por perto. Eu te mando mensagens, qualquer coisa. Vou estar aqui, cuidando de você…

Ela concordou com a cabeça, e Ela começou a caminhar até a sala, tava morrendo de vontade de ver a reação do Bastian quando visse ela sem a legging… a casa tava na maior escuridão, só a TV iluminava, e eu, bem quieto, procurei um lugar onde pudesse ver tudo sem eles perceberem.
Lud: — A gente continua vendo?
Quando virou a cabeça, o Bastian não conseguiu disfarçar a surpresa, minha mulher tinha aparecido só de pulôver e umas pantufas, com o cabelo preso. Ele virou rápido pra TV, todo confuso… O que será que minha mulher queria vestida daquele jeito? Todo mundo tava em casa, qualquer tentativa de sedução ou brincadeira era muito arriscada… A Ludmila sentou e, com as mãos entre as pernas, manteve o pulôver cobrindo as partes dela, assim ia ser difícil rolar alguma coisa. Mandei um zap pra ela…peitosE aí, beleza? :- amor, cê tá muito tensa, relaxa, deixa ele te ver, "vamos brincar"

Ela leu a mensagem, demorou uns segundos, respirou fundo, largou o celular de novo e levantou uma das pernas, apoiou no sofá. Dava pra ver o nervosismo dela de longe… O jovem, ao ouvir o barulho do couro, virou a cabeça instintivamente e viu ela! Agora ele não entendia nada mesmo. Minha mulher tava mostrando a calcinha dela pra ele, na nossa sala, estando nós dois sozinhos… Claramente era um convite pra olhar. Ela ficou um tempão assim, enquanto minha mulher continuava vendo o filme. Depois de uns instantes, ele também desviou o olhar, provavelmente com medo de alguém aparecer, mas… dessa vez ele tinha levado a mão pro bolso, começou a se acariciar suavemente a rola, dava pra ver o volume…

O filme tinha ficado em segundo plano. O jovem cada vez mais virava a cabeça pra olhar ela e, de vez em quando, faziam contato visual… aí a Ludmila desviava o olhar rapidinho… O silêncio e o tesão dominavam a cena… Bastián decidiu tomar a iniciativa…

Bastian:- Posso sentar aí pra ver melhor o filme…

Minha mulher, completamente dura e tensa, concordou com a cabeça sem fazer barulho… Ele se levantou, tava de moletom e uma camiseta bem larga, tentou esconder o volume, mas não conseguiu. Deu uns passos e sentou a poucos centímetros da minha mulher…

Ela ficou parada, manteve a posição… Pensei que com ele do lado ela ia se ajeitar, mas tava disposta a "brincar". Ficaram assim por uns momentos, com certeza o medo de alguém aparecer ainda tava no ar pro jovem, mas… o primeiro movimento veio. A mão do Bastián pousou timidamente na perna que minha mulher tinha apoiado no sofá, foi descendo até quase a virilha, dava quase pra sentir as batidas do coração da Ludmila. O jovem continuou descendo a mão, arrastando o moletom junto, e finalmente a ponta dos dedos dele fez contato com a calcinha dela. Ela tava de fio dental. Com estampa de leopardo e uns delicados corações vermelhos, os dedos começaram a roçar o tecido, tentando estimular ela, e com essas carícias simples já tinham conseguido…
Eu via tudo enquanto acariciava meu pau dentro da calça, às vezes esquecia de controlar se o Fermín não saía do quarto, embora com certeza ouviria se ele fizesse isso…
Os gemidos tímidos e silenciosos da Ludmila não demoraram a chegar, as pontas dos dedos faziam pressão no clitóris através do tecido, minha mulher se deixava levar e o Bastián aproveitava enquanto se acariciava o pau dentro da calça… depois de alguns minutos, os fluidos já tinham molhado a calcinha toda e o volume do garoto parecia que ia explodir, então ele decidiu abaixar um pouco a moletom pra deixar o pau sair e poder se masturbar mais à vontade…
O olhar da minha esposa rapidamente se fixou no pau do garoto, a iluminação da TV parecia só apontar pra lá, nós dois estávamos hipnotizados, aos poucos a Ludmila foi ajustando o corpo de um jeito que o garoto pudesse apalpar ela melhor, agora ela tava com as duas pernas abertas, de frente pra TV, como se tivesse convidando ele… O Bastián continuava a punheta enquanto com os dedos tentava puxar o tecido, pra finalmente poder sentir a buceta e os fluidos da minha mulher… tava difícil fazer isso com uma mão só, então a Ludmila instintivamente decidiu ajudar ele… levou as mãos até a própria buceta, e puxou o tecido pro lado pra que o garoto pudesse fazer…
Os dedos desesperados tentaram se enfiar na buceta molhada…
Lud: — (baixinho) aii, devagar…
Minha mulher pegou suavemente a mão inexperiente do jovem, e guiou ela, fazendo círculos leves no clitóris… o garoto aprendeu rápido o que tinha que fazer…
Lud: — aii, sim, assim… (enquanto soltava a mão dele)
A respiração dela ficou ofegante enquanto o Bastián acelerava as carícias, e a punheta dele, a Ludmila começou a apertar os próprios peitos por cima do pulôver, enquanto simulava o sexo com a cintura… Nunca tinha imaginado vê-la assim, a buceta dela brilhava na luz fraca da sala…
Eu tinha parado de me masturbar, mas diante de uma cena dessas, meu pau me traiu e começou a soltar pequenas gotas de porra…
Lud: - aiii sim (enquanto mordia os lábios)… continua, por favor… aiiiiiiiiiiiiiiiiii
Minha mulher estava tendo o gozo da vida dela nas mãos do melhor amigo do nosso filho…
Os dedos do Bastian continuavam enquanto minha mulher se contorcia de prazer, os olhos dela às vezes reviravam e ela apertava os próprios peitos como se quisesse estourá-los…
Bastian: - tô perto de gozar… não aguento mais…
Os olhos deles se encontraram…
Lud: - espera, ainda não… vamos pra cozinha (disse de um jeito meigo)
Não conseguia acreditar no que estava ouvindo, minha mulher claramente estava muito excitada com toda a situação, mas a ponto de prolongar aquilo, e na cozinha? O que ela tinha em mente?
Ludmila tirou suavemente as mãos do jovem, se levantou, ajeitou o pulôver e foi para a cozinha. Lá, esperou o jovem apoiada na bancada… ele não demorou muito para segui-la, ajeitou o pau como pôde dentro da calça e foi para a cozinha com uma ereção enorme. Ao entrar, se deparou com minha mulher levantando o pulôver, convidando ele a se servir…esposaBastián não podia acreditar no que tava vendo, tinha a mulher que tanto queria completamente à disposição dele. Chegou perto dela, agarrou os peitos dela e afundou a cara entre eles, começou a lamber enquanto minha mulher continuava apoiada na bancada, levantando a roupa dela.
O jovem tava enlouquecido, só se ouvia os chupões que ele dava sem parar nas tetas da minha esposa enquanto esfregava o volume dele contra a bacia dela.
Lud: - mmmmmm, ahhhhh
Os gemidos dela começavam a dominar a cena…
Bastian: - adoro suas tetas (enquanto olhava pra ela)
Ela, envergonhada, não sabia o que responder a um elogio tão ousado… decidiu recompensá-lo, puxou o pullover dela e cobriu a cabeça do jovem, deixando ele sozinho e no escuro com aqueles peitos que ele tanto queria. Ele segurou ela pela cintura enquanto a boca dele passeava pelas tetas….
O jovem agora tinha pegado ela pela bunda, enquanto com o volume dele fazia pressão contra a bucetinha dela, minha mulher tava totalmente entregue e molhada…. Ele tinha percebido o quanto ela tava excitada, então, aos poucos, os beijos dele foram descendo, dos peitos dela pra barriga, e dali, pra calcinha fio-dental dela. Ludmila foi acompanhando a cabeça do jovem com o pullover, ele foi se abaixando até chegar na xota da minha esposa… tava a poucos centímetros…
Os dedos de Bastián abriram caminho puxando a calcinha dela, a buceta da minha esposa tava completamente molhada por causa das carícias que ela tinha recebido antes no sofá… ele aproximou o nariz, finalmente podia cheirar de primeira mão os aromas da minha mulher com os quais ele tanto tinha se masturbado, depois, sem demorar muito, esticou a língua pra começar a esfregar o clitóris da Ludmila, como ela tinha ensinado antes….
Lud: - mmmmmm, ahhhhhh
Enquanto os olhos dela se perdiam, ela pegou a cabeça do jovem, cobriu com o pullover e apertou contra a virilha dela, tava adorando demais o oral que o Bastián tava dando, algo que eu praticamente nunca tinha conseguido fazer porque, segundo ela, me dava nojo… A cabeça dele se afundava na buceta da minha esposa, enquanto ele apertava o rabo dela, a língua dele ia e vinha no clitóris, fazendo movimentos circulares, enquanto os fluidos se perdiam na boca dele…
Lud: - Mmmmm, ahhhhh, não para, por favor… continnua… (Enquanto mordia os lábios)
Nunca tinha visto minha mulher assim… enquanto o segundo orgasmo dela da noite não demorava a chegar…
Lud: - Aaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm (fazendo muita pressão na cabeça do Bastián)
O jovem continuava chupando, mas minha mulher não aguentava mais…
Lud: - Espera, já chega (respirava muito ofegante)
Enquanto ela tirava o moletom da cabeça dele, ele foi se levantando devagar… as pernas da minha mulher ainda tremiam, estavam cara a cara… Na luz fraca da cozinha dava pra ver como os lábios do Bastián brilhavam de todo o fluxo que ele tinha saboreado… acho que ela se segurou pra não beijar ele, conhecendo ela, tenho certeza que achava que beijar era mais “pesado” do que o que tinham feito, ou estavam prestes a fazer… pra ela, dar um beijo no amigo do filho era dar um passo mais fundo…
Bastián não imaginava o que estava prestes a acontecer, estava na frente dela, com uma barraca tremenda, o pau duríssimo, o volume parecia que ia explodir, minha mulher saiu da bancada, pegou ele pelos ombros, e o posicionou de modo que tinham trocado de lugar, agora era ele quem estava contra a bancada… Ludmila fez um gesto que ele entendeu na hora, apoiou as duas mãos no mármore e de um pulo ficou sentado perto da pia… minha mulher se aproximou e, pegando na cintura da calça, começou a baixar até chegar nos joelhos, o volume era impressionante, ela, hipnotizada, não conseguia parar de olhar… ele, por sua vez, parecia preocupado, sabia que se alguém entrasse na cozinha, não tinha como disfarçar aquela situação, Ludmila percebeu…
Lud: - Fica tranquilo, não vem ninguém…
Enquanto repetia o movimento anterior, mas agora com a cueca dele. negro... De um pulo, a pica se ergueu na frente deles, tava enorme, cheia de veias, até meio molhada na ponta. Minha mulher, meio tímida, aproximou a mão e com os dedos rodeou ela, como se tentasse medir um membro daqueles... Bastião soltou um gemido baixinho... Aí, com firmeza, pegou a rola dele com a mão e começou a bater uma devagarzinho....

Nunca tinha visto minha mulher assim, tão puta e decidida, tava vidrada vendo a pele indo e vindo na cabeça daquela pica enorme enquanto batia uma suave... tava uma gostosa....

Teria adorado estar atrás dela, beijando o pescoço, mordendo as orelhas, enquanto ela brincava com as mãos na rola do Bastião, mas... pelo menos por enquanto, aquele não era meu lugar....

Bastião: - Hummm, tô adorando
Lud: - É? (se sentiu muito sem graça quando ele tentou falar com ela)
Bastião: - Cê me agrada pra caralho...

Ela ficou toda vermelha ao ouvir a declaração dele... Não sabia o que dizer, desviou a atenção acelerando a punheta...

Bastião: - Hummmmm, ahhhh isso, não tão forte que tá muito seco
Lud: - Desculpa!

A inexperiência dela apareceu, Ludmila nunca tinha tido uma parada daquelas nas mãos, só tinha ficado comigo e a piroca do moleque era algo totalmente diferente do que eu tinha, a minha com sorte chegava a uns 9 centímetros..

Bastião: - Cê pode passar saliva pra umedecer...

Minha mulher, sem pensar muito, aceitou a sugestão, colocou a boca em cima da pica enorme, uns 10 ou 15 centímetros de distância, e deixou cair um fio de cuspe, com os dedos começou a espalhar por toda a cabeça, passava com uma doçura de mãe... enquanto batia uma e secava, repetia o processo... batia uma suave e devagar, como se quisesse atrasar a gozada o máximo possível...

Bastião: - Hummm, tô adorando, hummmm isso, cê pode tirar a blusa? Tô perto de gozar....

Ela prendeu o cabelo e num puxão ficou sem a blusa, fiquei surpreso com o quanto ela tava decidida... tava muito excitada e com certeza queria recompensar o moleque pelo que ele tinha feito.... Os peitos dela tinham ficado expostos, ele lambeu os lábios ao vê-los…
As tetonas da minha mulher acompanhavam os movimentos da mão dele, que nessa altura já batia uma pra ela bem rápido…
Bastian: - hmmmm sim, adoro suas tetas, continua que já vou gozar
Minha mulher começou a bater na pica dele como se fosse uma garrafa de champanhe, enquanto olhava atenta esperando o gozo do jovem, os músculos dele se tensinaram e…
Bastian: - ahhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Um jato enorme de porra saiu disparado pra cima, jorrava uma quantidade imensa escorrendo pela mão da minha esposa que apertava firme a pica do jovem… Tinha leite pra todo lado, a camiseta do Bastian, as pernas dele, a bancada da cozinha, até alguns jatos de porra tinham ficado nas tetas da minha mulher, mas um chamou a atenção de todos…
Quando o Bastian tava prestes a gozar, minha mulher tava tão vidrada olhando a vara dele enquanto batia uma, que ela tava apontando a pica pra si mesma, então o primeiro jato que saiu foi direto na cara dela, acertou a bochecha e uns restos de sêmen ficaram na comissura dos lábios dela… Ficaram alguns segundos se olhando, sem saber qual era o próximo passo… Diante daquela cena, eu tinha gozado tudo dentro da cueca, embora não tivesse me sujado muito…

Já um pouco mais fria, Ludmila decidiu botar um fim naquele momento tão quente que os dois tinham passado. Foi pro lado e pegou uns guardanapos, pra minha surpresa nos lábios dela já não tinha mais porra, enquanto ela limpava as manchas da bochecha e das tetas, ele por sua vez, tava sentado na bancada com a pica bem dura, olhando minha esposa com atenção… ela, com toda naturalidade e só de fio dental, limpou a porra que ele tinha nas pernas, na camiseta, e por último, quase maternalmente, pegou a pica dele e limpou também…
Lud: - Pronto (enquanto vestia o pulôver), hora de ir dormir, já é tarde muito tarde…
Bastián estava tão surpreso com o que tinha acontecido, que só conseguiu descer da mesa, subir a calça e sair da cozinha em direção ao banheiro, pra depois ir pro quarto do Fermín.
Rápido, antes que ele saísse, subi e fui pro nosso quarto, onde esperei uns 5 minutos.
Quando ela entrou, me olhou bem envergonhada, e foi direto pro banheiro.
Lud:- vou tomar um banho….
Já não era mais a Ludmila de alguns momentos atrás, eu a via hesitante, envergonhada, tudo ao contrário do que tinha mostrado na cozinha. Deixei ela tomar banho tranquila, tinha certeza que além disso ela ia se masturbar, eu também fiz enquanto ela se lavava. Não conseguia tirar da cabeça a imagem da minha mulher com aquela pica entre as mãos, e a dúvida se tinha limpado os restos de porra da boca com a língua….

No dia seguinte dormimos até tarde, acordei primeiro, Fermín e Bastián já não estavam em casa, com certeza tinham saído pra pedalar, faziam isso sempre. Me preparei pra fazer o café da manhã…
Lud:- (entrando na cozinha) Bom dia, love!
Eu:- bom dia! Como você dormiu…
Lud:- sim, tava cansada, foi um dia longo…
Eu:- você se divertiu muito ontem!
Lud:- (baixa a cabeça, envergonhada) …… sim
Eu:- não precisa ter vergonha, love, eu amei o que você fez…
Lud:- (me olha meio surpresa) sério?
Eu:- sim, você era a outra Ludmila, a que eu gosto pra caralho, a decidida, a atrevida…
Lud:- mas… você não tá meio chateado?
Eu:- de jeito nenhum, você curtiu?
Lud:- mm, sim
Eu:- e então, isso é o que mais me agrada em tudo isso… não fica remoendo, e vamos pensar em como seguir
Lud:- seguir? Me dá um pouco de medo tudo isso, eu sei que na hora parece que sou outra, mas agora que penso friamente não sei se quero continuar… não sei o que pode acabar acontecendo, de certo modo é como se eu não controlasse…
Eu:- fica tranquila, agora não se preocupa, a gente pensa depois, vamos no seu tempo, não no meu, vamos tomar café…
Não queria que ela se sentisse pressionada, sabia que por causa da A febre que eu sentia naqueles momentos podia me fazer capaz de tudo, eu tinha que levá-la no meu ritmo…
O resto do dia seguiu numa boa, à tarde nosso filho Fermín voltou pra casa e à noite jantamos nós três juntos como de costume, só que num segundo plano minha cabeça não parava de tramar como poderia ser a próxima situação entre Ludmila e Bastian…

16 comentários - Minha Esposa Doce e Inocente - 3 e 4 - Brincadeiras

cornu99 +1
con suerte pronto vas a estar limpiandole la conchita enlechada .....es lo mejor ¡¡¡¡¡¡¡¡
excelente esa cmomplicidad de esposo y esposa me encnata, y la transformacion de ella animandose a mas y somo transformada en otra persona es excepcional
vamos gente! voten! tiene que seguir esta saga!
Excelente capitulo hermano, espero pronto subas el otro y no te olvides de Pau por favor, me quería morir con esa suspensión
JCNTOP +2
que bueno que hayas vuelto tw doy 10 puntos ojalá puedas seguir con la historia de Paula. Saludos
A este paso no volverá a publicar más esta serie...más de 20 días y tiene 2000 puntos, se pierde el hilo de la trama..muchas gracias por la historia
Te mando en privado foto de mi puta... Y compartimos 🔥💦💦💦💦