Olá, porra!!! Dessa vez quem escreve sou eu, e meu marido vai ficar sabendo quando ler isso. Meu nome é Laura, casada com Claudio há 19 anos. Tenho 40 anos, temos 2 filhos, Maura de 18 e Benício de 16. Há 2 anos, meu marido me confessou o fetiche dele de ser cuck e, embora no começo tenha sido difícil, quando ele trouxe o Pablo, eu dei o gosto pra ele. No fim, virou meu gosto também porque eu comi uma pica descomunal. Depois do Pablo, vieram outros, até meu cunhado, e meu marido feliz. Mas o que ele nunca soube foi o que aconteceu há vários meses e eu guardei até hoje. Samuel é meu sogro. Samuel tem 69 anos muito bem vividos. Ele é ciclista, por isso se mantém muito em forma. É moreno, grisalho e de bigode. Se me perguntarem se alguma vez olhei pra ele com outros olhos, minha resposta é SIM. Meu sogro é um cara alegre e atrevido. Várias vezes fazia piadas com meus peitões, mas por ser da família, nunca me ofendi. Meu sogro é mecânico e eu liguei pra ele porque nosso carro não ligava. Meus sogros moram na Zona Sul, então ele disse que viria ao meio-dia. Preparei umas pizzas e esperei. O cuck do filho estava pescando com os amigos e meus filhos com os deles. Samuel chegou umas 13h e me cumprimentou com um abraço. Como é de costume, e ainda mais porque estávamos sozinhos, ele soltou a piada: "Neném, fiquei a dois metros quando te abracei, culpa desses balões." Eu ri da piada. Primeiro almoçamos juntos, ele perguntou sobre o filho e os netos e me atualizou sobre as fofocas da família. Depois do almoço, ele foi trabalhar no carro. Pra não se sujar, tirou a camiseta. Braços bonitos e o peito peludo. Enquanto trabalhava, eu observava. O peito dele me deixava louca. Ele é muito safado. Ficou um tempão. Ofereci mate e ele aceitou feliz. Enquanto eu preparava o mate, meu sogro me excitava cada vez mais. O peito dele, os braços e as mãos. Eu me perguntava por dentro se ainda subia pra ele. Sem querer, eu tava molhada pelo meu próprio sogro. Ele ligou o carro e pegou no tranco. Comemoramos. "Bom, Lau, já foi", ele disse. Entramos em casa e eu perguntei se ele não Queria tomar um banho. De novo soltei a piada que tinha ficado na cabeça: "Comigo?" Ai sogro, falei sério, porra, uma toalha? Ele me olhou e disse: "Tenho quase 70 anos e muita estrada, notei que mesmo sendo seu sogro, você me olhava." Queria que a terra me engolisse. Entreguei a toalha, devo ter ficado nervosa e vermelha, porque ele falou: "Pra mim tá tudo bem, se eu me enganei seria uma pena, porque me desejar, uma gostosa dessas, é o sonho de qualquer cara." Não respondi. Samuel entrou no chuveiro e minha bunda se encheu de perguntas. Podia confiar que ele não contaria pro filho? Fui tão óbvia assim? O nervosismo me consumia. Ele tinha deixado a porta do banheiro aberta. Fez de propósito? Esqueceu de fechar por nervoso? Me aproximei e da moldura perguntei se precisava de algo. "Não tô bem, fica tranquila", respondeu. Minha buceta explodia, minha cabeça também. Foram segundos, juro. Tirei a roupa, fiquei pelada e fui entrar no chuveiro. "Tava esperando, norinha", ele disse antes de me beijar na boca. "Meu Deus, são maiores do que eu pensava", falava amassando meus peitos. Eu não reagia, só deixava fazer. Ele apalpou minha buceta enfiando um dedo grosso. "Que linda você é, garota, por favor!" dizia. Olhei pra baixo, o pau dele era moreno e grosso, os ovos mais escuros e peludos. Não aguentei mais. Me ajoelhei no chuveiro e engoli ele todo. "Uffff, mamãe, que boquinha", ele bufava. Dei um boquete maravilhoso. Ele fechou a água. "Vamos pra cama", disse. Nos secamos um ao outro. O caminho até o quarto foi uma longa apalpada na minha bunda. "Que rabo divino, minha vida." Ele se deitou de costas na cama onde o filho dele tinha me feito os netos dele. Chupei aquele pau lindo. Ele me virou de costas e se dedicou a chupar bem minha buceta. Gozei na boca dele. Sem pressa, foi colocando em mim. "Deus, tô te comendo." Ele chupava meus peitos. "Desde que você namorava meu filho, desejo fazer isso. Sua cara de puta me deixava louco, sua bunda empinada e esses peitos de outro mundo", ele dizia enquanto me comia. cogia e cogia. Dei outra gozada pra ele. Assim, meu amor, assim, acaba com teu sogro, enche meu pinto de sucos. Ele me comia devagar, sem pressa, era um comedor. Goza, puta, assiiim, geme e goza. Senti um dedo no meu cu e dei um gritinho. Grita mais quando papai arrebentar essa bunda linda, ele dizia. O filho da puta tinha um aguente do caralho, controlava a situação e o pinto dele ia e vinha na minha pussy. Ele tirou e me virou. Pra ele chupar meu cu assim. Senti a boca dele, a língua. Mas que filha da putaaa! Você tem o cu todo arrombado, neneném! Ele disse surpreso. Você comeu um pinto do caralho, puta. Me deu tapas. Vou gozar nesse teu cu aberto, puta, ele disse. Claro que entrou como uma luva. Meu cu com o pinto do Pablo virou um túnel. Mesmo assim, meu sogro curtia. Ele me comia forte. Parecia que minha bunda tão arrombada tinha deixado ele puto, porque ele me fodia com raiva, me dando tapas do caralho que faziam minha bunda arder. Ele apertou meus peitos forte demais e encheu meu cu de porra. Limpei o pinto dele com um boquete. Ficamos abraçados um tempo. Nos vestimos e ele foi embora se despedindo com um beijo de língua lindo. Toda vez que dá vontade, ele me fode num hotel e eu virei a puta dele.
7 comentários - Cuckei o pai dela (real)
que nostalgia me dio! +10