Numa tarde fria mas linda no Japão, dava pra ver uma jovem de cabelo preto com uma franja longa e um rabo de cavalo desalinhado andando por uma casa grande, ou melhor, uma mansão. Ela estava meio desesperada e preocupada, já que seu namorado tinha saído de casa há umas 3 horas e não tinha voltado.Empregada: Calma, senhorita, ele volta num instante. Ele sabe se cuidar muito bem.
Momo: É que ele não costuma demorar tanto.
Ouviram alguém chamando no portão e a jovem foi ver, esbarrando com seu namorido sorrindo de maneira despreocupada. A moça saiu da casa e abriu o portão pessoalmente pra ver o rosto do namorado.
Izuku: Trouxe chocolates. (tira uma sacola de chocolates)
Momo: Nossa, você demorou 3 horas procurando chocolates?
Izuku: Ah, não, mas... aconteceu algo no caminho.
Momo: Tá bom, só tô brincando. (sorri) Entra, tá frio aqui fora.
O casal entrou na casa e dava pra ver várias coisas espalhadas pelo chão, tipo cadernos ou travesseiros. A razão disso é que o cabelo-verde estava se mudando e tinha pedido pra ficar na casa da namorada por uns dias, e pros pais dela, claro. Eles aceitaram sem problema, afinal os dois já eram maiores de idade e podiam se cuidar sozinhos, cada um com 20 anos.
O casal entrou no quarto da jovem e dava pra ver uma cama grande com muitos cobertores, várias caixas de pizza, doces, bebidas tipo refri e água, entre um monte de outras coisas.
Os dois deitaram e começaram a ver um filme enquanto comiam e estavam cobertos com o edredom. Momo se encostou no ombro do parceiro durante o resto do filme.
Momo: Acho que já vimos filmes suficientes.
Izuku: Na verdade vimos mais que o normal, vimos 6.
Momo: Eu sei, mas o dia tá incrível pra ficar em casa.
Izuku: Mas eu tenho que ir pra continuar com a mudança.
Momo: Já?
Izuku: Se eu não for, nunca vou terminar. Volto de noite.
Momo: Tipo que horas, pra ver se tô acordada ou foda-se as chaves?
Izuku: Mmmm... 11:00. Momo: Entendo... e se eu te ajudar? Izuku: Tem certeza? O apartamento não está muito arrumado, pra ser sincero. Momo: Eu entendo, é uma mudança. Os dois jovens se trocaram de roupa, obviamente em quartos diferentes. Izuku vestia uma jaqueta grossa preta, junto com uma calça jeans e botas de inverno pretas. Por outro lado, Momo tinha um suéter que a protegia bem do frio, junto com uma calça que por baixo tinha leggings para proteção extra, botas de inverno como as do Izuku e luvas. Momo: Vou sair com o Izuku para ajudá-lo na mudança, vamos chegar um pouco tarde. Empregada: Não se preocupe, pode ir. Nós ficaremos aqui, eu me encarrego de avisar às outras. O jovem casal saiu da mansão e seguraram as mãos para ir caminhando até a casa. Momo: E no que você pensava em avançar hoje? Izuku: Bom, falta arrumar os sofás, alguns móveis e pintar o banheiro. Ah, e também tinha que ver se os serviços já estão disponíveis, já que contratei faz pouco. Momo: Entendo. Já tem sua cama e o resto? Izuku: Meu quarto já está pronto, a sala está quase completa e a cozinha vou começar amanhã. Por isso quero terminar hoje a sala e o banheiro. Momo: Bom, então temos tempo. O casal chegou na casa e Izuku a abriu, vendo que era um apartamento de bom tamanho, até poderiam morar 3 ou 4 pessoas ali sem nenhum problema. Izuku: Beleza (tira a jaqueta) mãos à obra. O casal começou a arrumar o apartamento durante o resto do dia. As horas passaram e eles pararam para descansar, vendo que eram 11:30. Ambos saíram do apartamento em busca de um restaurante. A vida noturna do Japão era muito rápida, por isso era normal encontrar restaurantes abertos até altas horas da noite. Ambos pararam em um restaurante de frutos do mar, como peixes, mariscos, polvo, coquetel, etc. Izuku: Não vai nos fazer mal? Momo: Bom, tem muita gente aqui, então acho que não. O casal comeu um prato de frutos do mar a Altas horas da noite e eles voltaram para o apartamento de Izuku, ambos começaram a planejar uma viagem que fariam, já que estavam envolvidos em um conflito e teriam que viajar para o outro extremo do Japão. Por isso, não queriam apenas resolver problemas, mas também aproveitar. Eles terminaram de arrumar tudo às 13h, e Izuku tirou a camisa, pegou uma toalha e entrou no banheiro. Izuku apoiou a cabeça na parede e abriu o chuveiro para a água começar a cair, enquanto lembrava como a maioria dos homens ficava olhando para a Momo. Ele podia ser carinhoso, doce, viril e protetor, mas também o irritava que, sempre que saía com ela, havia duas constantes: a primeira era que os homens olhavam os atributos da jovem, causando desconforto nela, ou tentavam "cantá-la" quando Izuku se afastava um momento para pegar comida ou algo assim. E não era que ele estivesse com ciúmes, pois sabia que ela o amava profundamente.
no fundo do seu coração, mas ela estava cansada de ser vista com aqueles olhares. Izuku entrou e a água começou a escorrer pelo seu corpo quando Momo bateu na porta.Momo: Tudo bem?
Izuku: Sim, por quê?
Momo: Você parecia muito tenso e sobrecarregado com algo.
Izuku: *Ela me lê como um livro* (sorrindo) Só estava pensando em algumas coisas, só isso.
Momo: Posso entrar?
Izuku: Se quiser *já percebi o tom da minha voz*
O verdinho relaxado afastou a testa da parede e esperou sua parceira entrar. Não era a primeira vez que os dois se viam pelados ou que tinham relações; na verdade, já estavam acostumados porque eram um casal e era algo normal. O garoto se apoiou na parede para esperar, e passou um minuto, o que o fez duvidar, já que ela estava demorando demais.
Izuku: Aconteceu algo?
Momo: Não, só fui buscar uma coisa, mas já está.
Momo abriu a porta com uma toalha na mão e a deixou de lado para depois entrar e se molhar com a água do chuveiro, olhando para Izuku.
Momo: Vai me dizer o que está acontecendo?
Izuku: Só estou um pouco cansado de que todos te vejam da mesma maneira, como um objeto para se satisfazerem e não como a pessoa incrível e maravilhosa que você é (a abraça)
Momo: Izuku... você sabe muito bem que eu te amo.
Izuku: Sim, eu sei, mas me cansa ver como os outros só te veem como um objeto.
Momo: A mim também.
Izuku: Sabia que você diria algo assim (rindo)
Momo: Você não percebe que as mulheres ficam te encarando?
Izuku: Percebo, sim.
Momo: A mim também me incomoda. Olha, estamos falando de um dos futuros heróis de coração mais bom e fofo que vai existir (agarra seu rosto)
Izuku: Você me trata como uma criança.
Momo: Não é minha culpa se você é tão fofo às vezes.
Izuku: Então é culpa da minha mãe? (rindo)
Momo: É, mas não é uma culpa, é melhor dizer uma bênção.
Ambos riram e se beijaram. O primeiro foi curto, o segundo também, o terceiro demorou um pouco e no quarto as carícias, junto com uma de excitação, começaram a ficar presentes. Momo percorreu o torso de seu amado com a mão de maneira... leve e lentamente excitando-o, está sob sua mão até o membro dele e o segura de maneira suave, o que o fez se mexer um pouco para surpresa dela, e começou a movê-lo de cima para baixo cada vez mais rápido.
Izuku encurralou Momo contra a parede e ela começou a mover sua mão mais rápido, apertando o membro de Izuku com mais força. Izuku começou a respirar mais pesado e sentiu que estava prestes a gozar, então tentou resistir por um momento, mas foi em vão e acabou chegando ao seu primeiro clímax, manchando a parede, mas a água levava a semente do garoto. Momo: Isso foi mais do que o normal.
Izuku segurou Momo pela cintura e começou a chupar um de seus mamilos enquanto com a outra mão masturbava sua parceira, enfiando dois dedos. Assim continuou por alguns minutos, até que Izuku sentiu sua mão se encharcar de um líquido e Momo se agarrou ao seu pescoço para dar um beijo apaixonado. Assim começou uma guerra na qual Momo acabou perdendo e sendo quase devorada por Izuku, mas para ela parecia mais uma recompensa. Ela não estava pensando em nada quando sentiu que caiu de joelhos e Izuku colocou seu membro entre seus seios.
Momo: Você sempre quis isso, não é? (enquanto apertava o membro de Izuku)
Izuku: T-talvez.
Momo: Vou fazer você falar a verdade.
Momo começou a lamber e chupar o membro de Izuku cada vez que ele sobressaía entre seus seios, e ele começou a tremer. Os minutos passaram e Izuku gozou novamente, mas desta vez sujou o rosto de Momo.
Momo: Sem dúvida, é mais do que o comum.
Sem dizer nada, Izuku introduziu seu membro na boca de sua parceira e deu uma forte investida, fazendo com que seu membro chegasse o mais fundo que podia na garganta dela para gozar novamente.
Izuku: Eu precisava fazer isso... dentro.
Izuku se retirou lentamente e Momo engoliu o líquido sem problema algum, encostando-se na parede e abrindo um pouco sua buceta com ambas as mãos. Izuku se aproximou e deu um beijo nela, para depois penetrá-la com força, passando seus braços por baixo de suas pernas e levantando-as, deixando-a completamente encurralada. Ela estava sendo devorada sem poder fazer nada, mas adorava. Cada investida era mais rápida e mais forte que a anterior, e os beijos eram... ferozes. Izuku, num momento, baixou os braços e, consequentemente, as pernas de sua amada. Ela aproveitou e empurrou levemente o parceiro, fazendo-o cair de costas, e subiu em cima dele para fazer o trabalho ela mesma. Cada vez que se levantava, sentia um vazio dentro dela, mas isso se resolvia quando descia bruscamente e o membro de Izuku a preenchia por completo. Izuku, num instante, segurou-a pela cintura e deu uma forte embestida para gozar dentro dela. Momo caiu exausta nos braços de Izuku, mas ele a abraçou e começou a se mover novamente.
Momo: E-espera, estou sensível! (corada)
Izuku: D-desculpa, faz muito tempo que não transamos e quero aproveitar!
Izuku continuou embestindo Momo até se cansar e gozar dentro dela novamente. No final, ambos se levantaram e fecharam o chuveiro para sair do banho com uma toalha e se vestir.
Momo: Você não usou camisinha dessa vez.
Izuku: *Merda!* Desculpa, foi tão de repente que...
Momo: Não se preocupe, hoje é dia seguro. Só queria ver sua cara. (rindo)
Izuku: Embora eu não teria problema algum. (abraça-a)
Momo: Parece que você planeja todas essas coisas.
Izuku: Sim, eu sei, mas já é hora de dormir. Amanhã continuamos.
Momo: A mesma rotina de novo?
Izuku: Sim, a mesma rotina de novo, exatamente igual e sem pular nenhuma parte. (sorrindo)
Momo: Ahh, talvez eu possa concordar com isso. Até poderíamos realizar o sonho dos meus pais mais cedo do que esperado.
Izuku: Bem, acho que sim, eles gostam de mim.
Momo: Desde o primeiro dia, eles teriam deixado claro se não gostassem, mas por alguma razão querem que eu tenha um filho com você.
Izuku: Sim, e eu também. (deita na cama) Boa noite, amor.
Momo: (deita ao lado e o abraça) Boa noite.




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