Isso aconteceu comigo na sexta à noite. Quis sair pra espairecer um pouco, depois de uns dias de muito trabalho, precisava me distrair. Então fui a uma boate, onde trabalha uma amiga minha, a Anahí — já tenho uns relatos com ela —, na esperança de vê-la e passar uma boa noite juntos. Cheguei lá umas 11:30 da noite, o lugar tava meio vazio pra uma sexta, mas mesmo assim fiquei. Só que não vi a Anahí. Perguntei por ela a um garçom, ele só respondeu que ela não tinha vindo naquele dia. Então, paciência, fiquei. Meus planos foram por água abaixo, não tava com sorte. Decidi tomar mais umas cervejas e depois ir pra casa. Tava nessa quando vi uma morena muito gostosa. Ela era até alta, de salto ficava quase do meu tamanho, tinha uma barriguinha, mas os peitos eram bem grandes e a bunda era de dar água na boca. Perguntei sobre ela, me disseram que se chama Mary. O garçom me perguntou se eu queria chamá-la pra mesa. Disse que sim, e ela veio. Começamos a conversar e eu fui apalpando ela. Ela bebia de boa, e quando subiu no palco pra dançar, soube que queria comer ela naquela mesma noite. Assim que ela voltou, deixei claro.
J: "Pra ser sincero, você me atraiu e queria te perguntar: quer levar isso pra outro nível?"
M: "Pra onde você quer levar?" — ela disse isso mordendo o lábio, bem sexy.
J: "Ir pra um lugar só nós dois e transar."
M: "Bem direto, não acha?"
J: "Não gosto de perder tempo, nem fazer os outros perderem."
M: "Tá certo. Mas também quero que saiba: isso é meu trabalho, é disso que vivo. Você vai me pagar pra me comer?"
J: "Sim."
M: "Deixa eu trocar de roupa e a gente vai."
Depois de 10 minutos, fomos embora. No carro, ela disse o preço e eu aceitei.
M: "Se me der uma boa gorjeta, chupo você o caminho inteiro."
J: "Fechado."
Ela desabotoou minha calça e tirou minha rola pra fora. Não sei se queria uma boa gorjeta ou se adorava chupar rolas, mas metia inteira na boca, até o fundo. Quando eu ia gozar na boca dela, ela parou.
M: "Já já a gente chega, e você pode esporrar todo seu leite quente na minha cara, papai. Me deixou com o saco doendo, mas com vontade de me vingar e gozar na cara dela. Chegamos no hotel e não teve beijo nem nada, ela rapidinho ficou de quatro, levantou o vestido. M: só mete, já tô molhada, afasta minha calcinha fio-dental e mete sem pena. J: seus desejos são ordens, baby. M: vai, mete... Não deixei ela terminar, meti com força de uma vez, segurei o cabelo dela e fui enfiando de uma vez por todas com tudo. M: que gostoso, que pirocão gostoso, assim, papai, assim, papai, dá piroca pra sua putinha, me come como a cadela que eu sou. Era isso que ela falava, ou só gemia e gritava muito gostoso, pedindo mais piroca, dei uns tapas na bunda que deixaram ela mais tarada. M: assim, papai, que gostoso você me come, me dá mais piroca, mais forte, me arrebenta. E a gente seguiu assim por 15 minutos, ela pediu pra ficar por cima, os peitos dela pulavam muito gostoso, parecia que tava fazendo um twerk bem selvagem, até que deu um grito e se jogou pra baixo. M: gozei muito gostoso, papai, daqui a pouco chupo você e você pode gozar nos meus peitos. E foi assim, ela começou a chupar e quando soltei o gozo, ela espalhou nos peitos e passou como se fosse creme. M: vem mais vezes no clube, quem sabe eu te passo meu número pra ser uma festa particular, papai, mas vou cobrar do mesmo jeito.











J: "Pra ser sincero, você me atraiu e queria te perguntar: quer levar isso pra outro nível?"
M: "Pra onde você quer levar?" — ela disse isso mordendo o lábio, bem sexy.
J: "Ir pra um lugar só nós dois e transar."
M: "Bem direto, não acha?"
J: "Não gosto de perder tempo, nem fazer os outros perderem."
M: "Tá certo. Mas também quero que saiba: isso é meu trabalho, é disso que vivo. Você vai me pagar pra me comer?"
J: "Sim."
M: "Deixa eu trocar de roupa e a gente vai."
Depois de 10 minutos, fomos embora. No carro, ela disse o preço e eu aceitei.
M: "Se me der uma boa gorjeta, chupo você o caminho inteiro."
J: "Fechado."
Ela desabotoou minha calça e tirou minha rola pra fora. Não sei se queria uma boa gorjeta ou se adorava chupar rolas, mas metia inteira na boca, até o fundo. Quando eu ia gozar na boca dela, ela parou.
M: "Já já a gente chega, e você pode esporrar todo seu leite quente na minha cara, papai. Me deixou com o saco doendo, mas com vontade de me vingar e gozar na cara dela. Chegamos no hotel e não teve beijo nem nada, ela rapidinho ficou de quatro, levantou o vestido. M: só mete, já tô molhada, afasta minha calcinha fio-dental e mete sem pena. J: seus desejos são ordens, baby. M: vai, mete... Não deixei ela terminar, meti com força de uma vez, segurei o cabelo dela e fui enfiando de uma vez por todas com tudo. M: que gostoso, que pirocão gostoso, assim, papai, assim, papai, dá piroca pra sua putinha, me come como a cadela que eu sou. Era isso que ela falava, ou só gemia e gritava muito gostoso, pedindo mais piroca, dei uns tapas na bunda que deixaram ela mais tarada. M: assim, papai, que gostoso você me come, me dá mais piroca, mais forte, me arrebenta. E a gente seguiu assim por 15 minutos, ela pediu pra ficar por cima, os peitos dela pulavam muito gostoso, parecia que tava fazendo um twerk bem selvagem, até que deu um grito e se jogou pra baixo. M: gozei muito gostoso, papai, daqui a pouco chupo você e você pode gozar nos meus peitos. E foi assim, ela começou a chupar e quando soltei o gozo, ela espalhou nos peitos e passou como se fosse creme. M: vem mais vezes no clube, quem sabe eu te passo meu número pra ser uma festa particular, papai, mas vou cobrar do mesmo jeito.












0 comentários - Mary, vagabunda morena