Olá, como vocês estão? Primeiro de tudo, fiquei muito animado pra contar minha história porque me inspirei muito nos relatos que vi aqui e pensei: por que não? Também tenho coisas pra contar, especialmente sobre o que já passei com a minha irmã Marlene. Ela tem 27 anos e mora com uma amiga, são roomies! Dividem casa. Faz um tempo que eu morava com meus pais, mas a Marlene não, ela sempre foi rebelde, fez o que quis e foi morar sozinha. Eu tenho 19 anos e, pra ser sincero, sou mais tranquilo, não faço muito barulho quando se trata de fazer merda ou ficar na rua aprontando, tipo beber, fumar, etc. Sou o oposto da minha irmã. Vou contar: ela tem 1,70m, quando usa salto fica muito alta, e sempre gosta de usar shorts ou vestidos porque, sinceramente, ela tem umas pernas lindas e muito brancas. Onde quer que vá, chama muita atenção dos caras. O rosto dela é lindo, tem sardas, olhos castanhos, lábios rosados, um sorriso perfeito. Os peitos dela são pequenos, mas gostosos. A bunda dela não é muito grande nem muito pequena, mas é uma delícia e perfeita. Outro dia ela me pediu pra acompanhá-la ao supermercado, era de manhã, e ela foi com o mesmo shorts que usou pra dormir, ficava na metade da bunda, dava pra ver tudo. A gente tava na fila pra pagar e eu não consegui evitar de tirar umas fotos dela porque ela tava uma delícia...
Bom, há pouco tempo tive uma discussão com meus pais porque cheguei meio tarde em casa e não avisei nem atendi as ligações, etc. Eles falaram que eu já era maior de idade pra fazer o que quisesse e decidi sair de boa, fiquei 2 dias na casa de um amigo, mas quando minha irmã ficou sabendo, me mandou mensagem perguntando o que tinha acontecido e blá blá blá... no fim, ela disse pra eu pegar um Uber pra casa dela, que fosse pra lá. Naquela tarde, peguei minhas coisas e fui pra casa dela. Minha irmã tava no trabalho, mas a amiga dela tava lá. A amiga se chama Sharon e a gente se dava muito bem. Ela me disse que minha irmã já tinha contado sobre meu problema e que por ela não tinha problema, que eu me sentisse em casa e podia ficar lá. Sharon é muito gostosa, nem gorda nem magra, mas bem definida, tem uns peitões enormes e uma bunda enorme, é moreninha clara e baixinha. À tarde a gente comeu e à noite minha irmã chegou, me abraçou e riu de mim porque ela é muito zoadeira. Minha irmã sempre fala pra amiga que eu sou o bebezinho dela, porque ela é 8 anos mais velha e cuidou de mim quando eu era criança. Quando a noite chegou, minha irmã me disse que o quarto dela é o maior e que eu podia ficar com ela. Falei pra ela não se preocupar, que eu podia ficar na sala, e ela disse: "Não, os sofás são super desconfortáveis e além disso faz muito calor." Ela falou: "Você não é mais meu bebezinho? Antes, quando era pequeno, só queria dormir comigo, não se desgrudava de mim. Agora se acha o tal." Aí eu só ri e falei: "Beleza." Fomos pro quarto dela, que tem uma cama grande. Ela disse: "Só vira de costas porque vou me trocar", e eu coloquei um travesseiro na cara. A primeira coisa que vi foi que ela vestiu um short branco azulado, na metade da bunda, meio folgado, e uma blusa meio roxinha que mostrava a barriga toda. Tava fazendo um calor, e eu também dormi de short. A gente se deitou, e ela gosta de dormir com a TV ligada. Perguntou se eu não me incomodava, e eu falei que não, que tava de boa. Minha irmã tem o sono pesado, muito pesado. A gente tava... Conversando, quando menos esperei, ela estava roncando. Tava de bruços e parecia uma delícia. Meu coração começou a disparar, deu vontade de passar a mão na bunda dela, mas era minha irmã, não tive coragem. Talvez ela pudesse acordar, sei lá. Nessas horas dá um medo, não sabia se tava totalmente dormindo, mas eu já tinha dormido com ela por anos e sabia como ela dormia pesado. Nunca tinha pensado em tocar ela ou fazer algo a mais com minha irmã. Aí lembrei de uma vez que ela ainda morava com meus pais, era de manhã e minha mãe mandou eu acordar ela. Fui chamar, ela não acordava, gritei e não me ouvia, mexi ela pra caramba e nada, até que depois de um tempão mexendo ela acordou e disse que não ouvia nada. Lembrando disso, criei coragem. Até aquele dia a gente já tava grande, minha mentalidade era outra. Comecei a testar: levantei bruscamente pra ir no banheiro e voltei, ela não se mexeu. Peguei um bicho de pelúcia e joguei com força na bunda dela, e nada. Até aí tudo bem. Me animei a chegar mais perto e toquei a perna dela devagar. A pele era uma delícia, nunca tinha tocado minha irmã antes, só olhava e pronto. Por anos vi aquelas pernas brancas e gordas, deliciosas, e nunca pensei em como seria tocar. Minha pica começou a endurecer, ficou durona, meu líquido saía com força. Fui passando a mão mais pro culo dela!!
Eu tava completamente dormida, mas era a primeira noite que eu ficava lá, não podia vacilar e parei por ali. Sabia que ia passar muito tempo morando com ela, teria tempo de sobra pra planejar algo grande. No dia seguinte, acordei e ela tava me abraçando. Eu me mexi pra levantar e ir ao banheiro, ela virou de barriga pra cima e eu só passei a mão nos peitos dela por cima da roupa e fui pro banheiro. Assim passaram vários dias, e todo dia eu planejava o que fazer pra ter 100% de certeza que ela não ia perceber nada. Toda noite eu passava a mão na bunda dela e nas pernas, mas não passava disso. Lembrei que um tio meu é dono de uma farmácia e fui vê-lo pra pedir uns remédios pra dormir (clonazepam). Obviamente ele recusou, disse que não podia, mas continuei insistindo e lembrei ele da vez que ajudei ele com uma mina que ele queria e nunca teve coragem de chegar até que eu dei uma força. Ele falou: "Tá me cobrando favor?" E eu respondi: "Não, mas eu te fiz o corre, agora faz o meu." Aí ele perguntou: "Meu sobrinho, pra que você quer isso?" Eu disse que ultimamente tava com dificuldade pra dormir porque não tava na minha casa, inventei um monte de história e falei: "Só me dá 2, não é nada demais, e fica com o resto." Ele só riu e falou: "Pega a caixa inteira, mas não toma mais de 2 porque é perigoso, e não conta pra ninguém que fui eu que te dei, não seja fofoqueiro." Me despedi dele e fui embora. Era um sábado e tudo indicava que ia rolar algo grande. Minha irmã e a amiga dela tinham saído pra beber desde cedo, e minha irmã é muito bebona, vivia bêbada. Meus pais tinham que carregar ela no colo até o quarto e minha mãe metia ela no banho de água gelada com roupa e tudo. Mas como a gente não morava mais junto desde que ela foi embora, não sabia se ela continuava na mesma. Esperei pacientemente em casa, e minha irmã tava me mandando mensagem: "Daqui a pouco vou praí pra você não ficar sozinho, ou não quer vir? Te mando a localização." Eu respondi que não, que melhor esperava elas. Pelo jeito que ela escrevia, tudo errado, dava pra ver que já tava muito bêbada. Tomei 2. Pílulas e esmaguei até virar pó, e o pó enrolei no papel higiênico e fiz uma bolinha. Lá pela meia-noite, minha irmã chegou com a amiga dela. Antes mesmo de entrar pela porta, já vinham rindo e falando alto pra caralho. A Sharon falava pra minha irmã: "Se controla, porra, tu tá podre de bêbada", e minha irmã mal dava pra entender. Abri a porta pra elas, e a Sharon me disse: "Olha como sua irmã vem, controla ela aí", e tava rindo. Minha irmã me abraçou e falava um monte de coisa, mas eu quase não entendia, e tava fedendo a álcool. A amiga dela falou: "Vamos deitar ela, vem comigo que eu te ajudo". Minha irmã tava de calça jeans e uma blusa de botão, a calça tava super apertada, e a Sharon disse: "Vamos tirar a roupa dela". Minha irmã ria e falava: "Vão me ver pelada, não fode", e ria, e disse: "Tô zoando, tira essa porra logo porque tô me sufocando". Tava podre de bêbada. Eu fui pro banheiro e a Sharon ficou ajudando ela. Demorei uns 10 minutos e parei de ouvir barulho. Quando saí, minha irmã já tava deitada. Antes dela dormir, falei: "Marlene, toma água ou alguma coisa pra não acordar de ressaca amanhã". Ela respondeu: "Não, quero dormir, tá tudo girando", com uma voz de bêbada, mas super chapada. Falei: "Vai, vou pegar água pra você", e ela disse: "Não, não quero". Mas mesmo assim fui, e no copo d'água joguei as 2 clonazepam esmagadas e mexi até dissolver. Quando voltei pro quarto, minha irmã já tava quase dormindo. Falei: "Bebe essa água, senão vai acordar mal". Ela disse: "Não, vou dormir". Falei de novo: "Bebe". Ela respondeu: "Tá, rápido", e tomou a água. Disse: "Tem um gosto horrível". Falei: "Termina logo pra eu levar o copo". E ela tomou a água toda, e deitou. Tava coberta com um lençol. Fui pra cozinha lavar o copo e saí pra fumar pra passar o tempo. Fiquei uns 20 minutos lá fora, e entrei no quarto e tranquei a porta. Minha irmã tava roncando. Mexi nela e ela não se mexia nada. Peguei os braços dela e levantei pra cima, e ela não fez nada. Saí do lado dela e levantei a cabeça dela junto com as costas. Se ela acordasse, ia falar que só queria colocar outro travesseiro pra ela ficar mais confortável, mas era impossível ela acordar, tava 1000% inconsciente, com aquele sono pesado. Ela tinha bebido muito e com os 2 clonazepam, tava perdida. Tirei a roupa dela porque quando entrei no banheiro não tinha visto com que roupa ela ficou — tava de calcinha rosinha e um top listradinho, tava uma delícia. A amiga dela, Sharon, já tinha deixado ela sem roupa, servida pra mim sem ela saber, sem medo. Agora sim, toquei ela por todos os lados. Minha pika tava duríssima. Comecei a meter os dedos na buceta rosadinha dela, queria ver. Fui acender a luz, e tava espetacular — a buceta dela, toda molhada, linda demais. Tava excitado como nunca, meu coração a mil por hora, não ligava pra nada. Parecia uma boneca, eu ajeitava ela como queria, e ela tava super acessível. Virei ela de bruços, tirei a calcinha toda até arrancar, e comecei a passar minha língua no cuzinho dela, no ânus. Tava super limpinho e cheirava uma delícia. Não aguentei mais. Ajeitei 2 travesseiros, um em cima do outro, e de bruços, carreguei minha irmã e coloquei a barriga dela nos travesseiros. Deixei o cu dela super empinado. Não aguentei mais, tremendo de tanta adrenalina que tava. Tirei toda a minha roupa e subi em cima dela. Minha pika começou a entrar e foi toda pra dentro, de tão molhada que já tava a buceta dela com todas as lambidas que dei. Mas tava tão quente que não conseguia dar mais de 5 metidas porque já sentia que ia gozar. Tinha que sair e me segurar um pouco. Era gostoso demais, não acreditava — tava fodendo minha irmã como um louco. Não me segurei mais e gozei tudo dentro dela. E ela nem se mexia. Não podia ficar assim. Limpei todo o sêmen e esperei um bom tempo. Passaram uns 40 minutinhos e comecei de novo a fazer ela minha. Abri a boca dela e meti minha pika, e me senti sonhando. Dessa vez, virei ela de barriga pra cima, subi em cima dela e ajeitei as pernas dela. braços e pernas dela como se estivesse me abraçando, e isso me excitou muito mais. Depois de um tempo assim, virei ela de lado, molhei a bunda toda dela e comecei a meter meu pau no cu dela. Tava apertado e gostoso, comecei a foder bem forte, bem bruto, e no final enchi o cu dela de porra por dentro, só via escorrendo tudo. Não aguentei mais, mas a partir daquele dia, eu via ela como minha mulher, não como minha irmã. No dia seguinte, ela acordou tarde e disse que não lembrava de nada, nem de que horas tinha chegado, e passou o dia todo em casa... Aconteceram mais coisas, mas na parte 2 eu conto. Me apoia com sua reação, espero que tenham gostado.
Bom, há pouco tempo tive uma discussão com meus pais porque cheguei meio tarde em casa e não avisei nem atendi as ligações, etc. Eles falaram que eu já era maior de idade pra fazer o que quisesse e decidi sair de boa, fiquei 2 dias na casa de um amigo, mas quando minha irmã ficou sabendo, me mandou mensagem perguntando o que tinha acontecido e blá blá blá... no fim, ela disse pra eu pegar um Uber pra casa dela, que fosse pra lá. Naquela tarde, peguei minhas coisas e fui pra casa dela. Minha irmã tava no trabalho, mas a amiga dela tava lá. A amiga se chama Sharon e a gente se dava muito bem. Ela me disse que minha irmã já tinha contado sobre meu problema e que por ela não tinha problema, que eu me sentisse em casa e podia ficar lá. Sharon é muito gostosa, nem gorda nem magra, mas bem definida, tem uns peitões enormes e uma bunda enorme, é moreninha clara e baixinha. À tarde a gente comeu e à noite minha irmã chegou, me abraçou e riu de mim porque ela é muito zoadeira. Minha irmã sempre fala pra amiga que eu sou o bebezinho dela, porque ela é 8 anos mais velha e cuidou de mim quando eu era criança. Quando a noite chegou, minha irmã me disse que o quarto dela é o maior e que eu podia ficar com ela. Falei pra ela não se preocupar, que eu podia ficar na sala, e ela disse: "Não, os sofás são super desconfortáveis e além disso faz muito calor." Ela falou: "Você não é mais meu bebezinho? Antes, quando era pequeno, só queria dormir comigo, não se desgrudava de mim. Agora se acha o tal." Aí eu só ri e falei: "Beleza." Fomos pro quarto dela, que tem uma cama grande. Ela disse: "Só vira de costas porque vou me trocar", e eu coloquei um travesseiro na cara. A primeira coisa que vi foi que ela vestiu um short branco azulado, na metade da bunda, meio folgado, e uma blusa meio roxinha que mostrava a barriga toda. Tava fazendo um calor, e eu também dormi de short. A gente se deitou, e ela gosta de dormir com a TV ligada. Perguntou se eu não me incomodava, e eu falei que não, que tava de boa. Minha irmã tem o sono pesado, muito pesado. A gente tava... Conversando, quando menos esperei, ela estava roncando. Tava de bruços e parecia uma delícia. Meu coração começou a disparar, deu vontade de passar a mão na bunda dela, mas era minha irmã, não tive coragem. Talvez ela pudesse acordar, sei lá. Nessas horas dá um medo, não sabia se tava totalmente dormindo, mas eu já tinha dormido com ela por anos e sabia como ela dormia pesado. Nunca tinha pensado em tocar ela ou fazer algo a mais com minha irmã. Aí lembrei de uma vez que ela ainda morava com meus pais, era de manhã e minha mãe mandou eu acordar ela. Fui chamar, ela não acordava, gritei e não me ouvia, mexi ela pra caramba e nada, até que depois de um tempão mexendo ela acordou e disse que não ouvia nada. Lembrando disso, criei coragem. Até aquele dia a gente já tava grande, minha mentalidade era outra. Comecei a testar: levantei bruscamente pra ir no banheiro e voltei, ela não se mexeu. Peguei um bicho de pelúcia e joguei com força na bunda dela, e nada. Até aí tudo bem. Me animei a chegar mais perto e toquei a perna dela devagar. A pele era uma delícia, nunca tinha tocado minha irmã antes, só olhava e pronto. Por anos vi aquelas pernas brancas e gordas, deliciosas, e nunca pensei em como seria tocar. Minha pica começou a endurecer, ficou durona, meu líquido saía com força. Fui passando a mão mais pro culo dela!!
Eu tava completamente dormida, mas era a primeira noite que eu ficava lá, não podia vacilar e parei por ali. Sabia que ia passar muito tempo morando com ela, teria tempo de sobra pra planejar algo grande. No dia seguinte, acordei e ela tava me abraçando. Eu me mexi pra levantar e ir ao banheiro, ela virou de barriga pra cima e eu só passei a mão nos peitos dela por cima da roupa e fui pro banheiro. Assim passaram vários dias, e todo dia eu planejava o que fazer pra ter 100% de certeza que ela não ia perceber nada. Toda noite eu passava a mão na bunda dela e nas pernas, mas não passava disso. Lembrei que um tio meu é dono de uma farmácia e fui vê-lo pra pedir uns remédios pra dormir (clonazepam). Obviamente ele recusou, disse que não podia, mas continuei insistindo e lembrei ele da vez que ajudei ele com uma mina que ele queria e nunca teve coragem de chegar até que eu dei uma força. Ele falou: "Tá me cobrando favor?" E eu respondi: "Não, mas eu te fiz o corre, agora faz o meu." Aí ele perguntou: "Meu sobrinho, pra que você quer isso?" Eu disse que ultimamente tava com dificuldade pra dormir porque não tava na minha casa, inventei um monte de história e falei: "Só me dá 2, não é nada demais, e fica com o resto." Ele só riu e falou: "Pega a caixa inteira, mas não toma mais de 2 porque é perigoso, e não conta pra ninguém que fui eu que te dei, não seja fofoqueiro." Me despedi dele e fui embora. Era um sábado e tudo indicava que ia rolar algo grande. Minha irmã e a amiga dela tinham saído pra beber desde cedo, e minha irmã é muito bebona, vivia bêbada. Meus pais tinham que carregar ela no colo até o quarto e minha mãe metia ela no banho de água gelada com roupa e tudo. Mas como a gente não morava mais junto desde que ela foi embora, não sabia se ela continuava na mesma. Esperei pacientemente em casa, e minha irmã tava me mandando mensagem: "Daqui a pouco vou praí pra você não ficar sozinho, ou não quer vir? Te mando a localização." Eu respondi que não, que melhor esperava elas. Pelo jeito que ela escrevia, tudo errado, dava pra ver que já tava muito bêbada. Tomei 2. Pílulas e esmaguei até virar pó, e o pó enrolei no papel higiênico e fiz uma bolinha. Lá pela meia-noite, minha irmã chegou com a amiga dela. Antes mesmo de entrar pela porta, já vinham rindo e falando alto pra caralho. A Sharon falava pra minha irmã: "Se controla, porra, tu tá podre de bêbada", e minha irmã mal dava pra entender. Abri a porta pra elas, e a Sharon me disse: "Olha como sua irmã vem, controla ela aí", e tava rindo. Minha irmã me abraçou e falava um monte de coisa, mas eu quase não entendia, e tava fedendo a álcool. A amiga dela falou: "Vamos deitar ela, vem comigo que eu te ajudo". Minha irmã tava de calça jeans e uma blusa de botão, a calça tava super apertada, e a Sharon disse: "Vamos tirar a roupa dela". Minha irmã ria e falava: "Vão me ver pelada, não fode", e ria, e disse: "Tô zoando, tira essa porra logo porque tô me sufocando". Tava podre de bêbada. Eu fui pro banheiro e a Sharon ficou ajudando ela. Demorei uns 10 minutos e parei de ouvir barulho. Quando saí, minha irmã já tava deitada. Antes dela dormir, falei: "Marlene, toma água ou alguma coisa pra não acordar de ressaca amanhã". Ela respondeu: "Não, quero dormir, tá tudo girando", com uma voz de bêbada, mas super chapada. Falei: "Vai, vou pegar água pra você", e ela disse: "Não, não quero". Mas mesmo assim fui, e no copo d'água joguei as 2 clonazepam esmagadas e mexi até dissolver. Quando voltei pro quarto, minha irmã já tava quase dormindo. Falei: "Bebe essa água, senão vai acordar mal". Ela disse: "Não, vou dormir". Falei de novo: "Bebe". Ela respondeu: "Tá, rápido", e tomou a água. Disse: "Tem um gosto horrível". Falei: "Termina logo pra eu levar o copo". E ela tomou a água toda, e deitou. Tava coberta com um lençol. Fui pra cozinha lavar o copo e saí pra fumar pra passar o tempo. Fiquei uns 20 minutos lá fora, e entrei no quarto e tranquei a porta. Minha irmã tava roncando. Mexi nela e ela não se mexia nada. Peguei os braços dela e levantei pra cima, e ela não fez nada. Saí do lado dela e levantei a cabeça dela junto com as costas. Se ela acordasse, ia falar que só queria colocar outro travesseiro pra ela ficar mais confortável, mas era impossível ela acordar, tava 1000% inconsciente, com aquele sono pesado. Ela tinha bebido muito e com os 2 clonazepam, tava perdida. Tirei a roupa dela porque quando entrei no banheiro não tinha visto com que roupa ela ficou — tava de calcinha rosinha e um top listradinho, tava uma delícia. A amiga dela, Sharon, já tinha deixado ela sem roupa, servida pra mim sem ela saber, sem medo. Agora sim, toquei ela por todos os lados. Minha pika tava duríssima. Comecei a meter os dedos na buceta rosadinha dela, queria ver. Fui acender a luz, e tava espetacular — a buceta dela, toda molhada, linda demais. Tava excitado como nunca, meu coração a mil por hora, não ligava pra nada. Parecia uma boneca, eu ajeitava ela como queria, e ela tava super acessível. Virei ela de bruços, tirei a calcinha toda até arrancar, e comecei a passar minha língua no cuzinho dela, no ânus. Tava super limpinho e cheirava uma delícia. Não aguentei mais. Ajeitei 2 travesseiros, um em cima do outro, e de bruços, carreguei minha irmã e coloquei a barriga dela nos travesseiros. Deixei o cu dela super empinado. Não aguentei mais, tremendo de tanta adrenalina que tava. Tirei toda a minha roupa e subi em cima dela. Minha pika começou a entrar e foi toda pra dentro, de tão molhada que já tava a buceta dela com todas as lambidas que dei. Mas tava tão quente que não conseguia dar mais de 5 metidas porque já sentia que ia gozar. Tinha que sair e me segurar um pouco. Era gostoso demais, não acreditava — tava fodendo minha irmã como um louco. Não me segurei mais e gozei tudo dentro dela. E ela nem se mexia. Não podia ficar assim. Limpei todo o sêmen e esperei um bom tempo. Passaram uns 40 minutinhos e comecei de novo a fazer ela minha. Abri a boca dela e meti minha pika, e me senti sonhando. Dessa vez, virei ela de barriga pra cima, subi em cima dela e ajeitei as pernas dela. braços e pernas dela como se estivesse me abraçando, e isso me excitou muito mais. Depois de um tempo assim, virei ela de lado, molhei a bunda toda dela e comecei a meter meu pau no cu dela. Tava apertado e gostoso, comecei a foder bem forte, bem bruto, e no final enchi o cu dela de porra por dentro, só via escorrendo tudo. Não aguentei mais, mas a partir daquele dia, eu via ela como minha mulher, não como minha irmã. No dia seguinte, ela acordou tarde e disse que não lembrava de nada, nem de que horas tinha chegado, e passou o dia todo em casa... Aconteceram mais coisas, mas na parte 2 eu conto. Me apoia com sua reação, espero que tenham gostado.
11 comentários - Minha irmã Marlene (real)