Primeira vez que comi minha sobrinha (incesto real)

Meu nome é Frank, tenho 38 anos e acabei de voltar pra cidade depois de vários anos trabalhando no exterior. Resolvi visitar minha irmã e a família dela pra descansar e me reconectar. Quando cheguei na casa dela, minha irmã tava viajando, mas a filha dela, a Yesica, minha sobrinha de 25 anos, tava em casa. Fazia um tempão que eu não via ela e fiquei surpreso como ela tinha mudado.
Yesica sempre foi uma jovem encantadora, mas agora era uma mulher em todos os sentidos. Alta, curvilínea e com um olhar que derretia até o homem mais durão. Quando entrou, me abraçou com um calor que me deixou meio sem graça, mas não dava pra negar a faísca de desejo que senti ao ter o corpo dela colado no meu.
Quando nossos corpos se separaram, ela me beijou nas bochechas e, de repente, os lábios dela roçaram os meus. Senti uma onda de tesão percorrer meu corpo, e não consegui evitar corresponder ao beijo dela com uma paixão que eu não sentia há anos. Em questão de segundos, estávamos nos devorando, o fogo queimando entre nós.

Levei minhas mãos até o jeans dela, desabotoando com pressa, e puxei pra baixo junto com a calcinha. Me ajoelhei na frente dela, e comecei a chupar a buceta dela com paixão, como se tivesse beijando ela ali, até que ela pediu pra eu enfiar os dedos e lamber o clitóris dela, aproveitando cada segundo, cada gemido que escapava dos lábios dela. Depois de uns minutos, ela gozou na minha boca (as pernas dela tremiam, não conseguia ficar de pé) — e eu não podia me sentir mais satisfeito.
“Nossa, Tio, é inacreditável, nunca gozei tanto assim!” ela me disse, ainda surpresa com a intensidade do momento. Ela confessou que estava há anos sem sentir prazer de verdade, e isso só aumentou ainda mais meu desejo. Pedi pra ela me mostrar o quarto dela, e no caminho, fomos nos despindo um ao outro, nossas roupas caindo no chão num rastro de luxúria. Rasguei a calcinha dela na pressa de ter aquela buceta, e a empurrei na cama.
Me ajoelhei e comecei a beijar o clitóris dela, descendo depois pros lábios da buceta. Quando enfiei minha língua fundo na boceta dela, os gemidos dela viraram gritos de prazer. Fiz ela gozar cinco vezes seguidas, aproveitando cada segundo do êxtase dela.

Nós fomos pra uma posição 69, nos saboreando por uns dez minutos antes de finalmente começarmos a foder. Fodemos por horas, enroscados num ciclo sem fim de prazer e desejo. Não importava quantas vezes gozássemos, a gente sempre queria mais. Desde aquele dia, nossa relação mudou pra sempre. A gente se vê sempre que dá, fodendo como animais selvagens, seja na casa dela.
Embora eu desconfie que minha irmã possa ter alguma ideia do que rola, não tô nem aí. O que importa é que a Yesica e eu encontramos um jeito de satisfazer nossos desejos mais profundos e selvagens. Uma vez ela me disse: "Essa pika é só minha!" e falou sério. Ela é minha, e eu sou dela, de corpo e alma.

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