Bom dia, meus seguidores, essa história começou há 2 anos, quando eu tinha 23, e minha sogra, 56. Ela é baixinha, com uma bunda gostosa e umas roupas que sempre foram minha perdição. O que mais me chamava a atenção nela eram os pés dela, eram muito lindos, e as sandálias dela soltavam um cheiro de suor misturado com queijinho que sempre me deixava excitado.
Sempre tivemos uma boa relação, e embora às vezes eu percebesse que ela me olhava demais, nunca notei nada estranho da parte dela. Por mim, sempre gostei de olhar pra ela, e em festas especiais, sempre dava um jeito de dançar com ela e ficar junto. Isso aconteceu num domingo de verão. Eu tinha que levar umas camisetas pra Mari, minha sogra, porque a máquina de lavar dela tinha quebrado e a gente lavou em casa com a minha mulher. Mari: Herni, por favor, será que você pode deixar em casa? Preciso sair urgente e não vou dar tempo de te atender.
H: Fica tranquila, vou aí e deixo na mesa.
Cheguei uns 20 minutos depois, e a primeira coisa que fiz foi deixar as camisetas na mesa. Mas o desejo falou mais alto e fui direto pro quarto, onde na porta tinha uma calcinha fio-dental recém-usada e os chinelos dela. Peguei um dos chinelos e, sentindo o cheirinho dos pés dela, comecei a ficar duro igual uma pedra, não dava pra ir embora sem me aliviar. Não pensei duas vezes: joguei os chinelos de lado, peguei a calcinha dela e comecei a bater uma punheta enquanto cheirava a buceta sem parar, até que ouvi:
M: Tá gostoso o cheirinho, coração?
Na hora, minha pele se arrepiou toda e não consegui fazer outra coisa a não ser congelar e me virar devagar. Era minha sogra, de roupão, saindo do banheiro. A puta não ia pra lugar nenhum.
H: Mari, me desculpa, não sei o que deu em mim, foi do nada, é a primeira vez que faço isso.
M: Tá, tá, eu sei o que deu em você. Você é um punheteiro e fica de pau duro com a buceta da sua sogra. O que ia fazer com essa calcinha?
H: Não, não, é que...
Sem saber o que dizer, vi Mari desabotoar o roupão e me mostrar os peitos lindos dela, que me acenderam de novo, igual o animal que eu sou. Sem hesitar, me joguei nela e, sem perder tempo, comecei a beijar a boca dela enquanto a levantava no colo, pra deixar aqueles peitos na altura perfeita pra mim.
M: Ahh, ahh, isso, gostoso, sabia a vontade que tava de você? Minha filha vive me falando que você não deixa ela descansar, que vive querendo comer ela igual um bicho. Aqui, descontar tudo nessa puta aqui.
H: Vou te comer e fazer você minha, de mais ninguém. M: sim, meu amor, por favor, chupa minha buceta um pouco, raspei ela toda pra você, docinho. A upa me levou pra cama, e deitados os dois fizemos um lindo 69, que a fiz gozar 2 vezes, ela chupava meu pau com uma experiência que eu tinha que me segurar pra não gozar nela, mas queria comer ela. Depois de 20 minutos, viro ela, e com os pezinhos ela começa a me fazer uma punheta que me fez ver estrelas, o jeito gostoso e a maciez dos pés dela mostravam a experiência dela. Sem pensar, me aproximo da buceta dela e com os 2 pés dela na boca, começo a penetrar ela com muita força. M: ai, seu animal, sou toda sua, faz de mim sua putinha pessoal, me dá todo o leite, por favor. Fiquei uns 15 minutos comendo ela que nem um selvagem, até que colocando ela de quatro e vendo aquela bunda linda comecei a soltar todo o leite, um pouco dentro e outro pouco em toda a maçã do rabo. Extasiada, ela disse que queria mais, que isso era só o começo e que tinha várias parentes que queriam provar meu pau. Sem se limpar e com toda a calcinha encharcada de leite, ela me diz: M: vou indo que sua mulher me espera pra almoçar, tô contando pra ela de um macho que tô comendo e que hoje ia comer ele. A putinha vai contar tudo que a gente fez, mas dizendo que sou outro...
8 comentários - Me masturbo na casa da minha sogra