Capítulo 2: Marcos

Graças ao apoio de vários poringa boys que compartilham do mesmo prazer que eu de ser cuck, me animo a continuar contando minhas experiências nesses últimos 2 anos em que venho curtindo o tesão de ser cuckold. Vou tentar fazer isso em ordem cronológica, exatamente como as coisas aconteceram.

A partida do Pablo, meu primeiro bull, não fez falta nos primeiros meses, mas depois o calor de outro corpo na nossa cama começou a fazer falta. Com minha esposa, a gente tinha estabelecido o código de que nenhum dos nossos amigos saberia dos nossos prazeres, então ficava difícil encontrar um novo bull. A Laura impôs que não queria desconhecidos, nem curte a vibe swinger.

O que acontecesse tinha que ser de forma casual, que era o que acendia o tesão dela. Passaram meses transando e relembrando as aventuras com o Pablo. Em junho de 2023, realizamos um sonho que tínhamos: compramos uma casinha em Tandil pra ter como nosso refúgio. A casa não estava em condições, mas fomos reformando com esforço.

Marcos é meu irmão, 51 anos, divorciado há 18 e com uma vida de solteirão. Marcos é encanador e gasista de profissão, e dos bons. Recorri ao meu irmão pra ele reformar a casinha em Tandil. Por causa dos vários compromissos de trabalho dele, tivemos que esperar até setembro pra podermos viajar e fazer os serviços.

Marcos é um cara alegre, padrinho da minha filha, e meus filhos adoram ele pela cara de pau e pelos jovens 51 anos dele, haha. Combinamos de ir no meu carro de sexta a domingo. Na quinta, ele veio jantar e carregamos todas as ferramentas com a ideia de sair na sexta de madrugada. Naquela sexta, ele chegou cedo, tomamos mate e fomos surpreendidos pela minha esposa se levantar e dizer: "Vou com vocês". Laura: "Pedi o dia no trabalho, quero aproveitar pra sair um pouco."

Às 6h da manhã, nós três pegamos a estrada. Durante o caminho, meu irmão Marcos nos manteve acordados, conversando sem parar. Chegamos em Tandil. Fomos tomar café da manhã e depois direto pra nossa casinha. Meu irmão adorou a Em casa, depois de dar uma olhada, ele me disse que, em termos de encanamento e gás, não tinha muito o que consertar. Aproveitamos a sexta-feira para comprar os materiais que iam faltar, enquanto a Laura arrumava a casa pra estadia. A gente tinha levado 2 colchões, roupa de cama e comida pra esses 3 dias. Com meu irmão, compramos tudo que precisava e o resto do dia usamos pra ele conhecer as serras e o centro. Sábado, às 7h, levantamos pra começar o trampo. Metemos a mão na massa, quebrando paredes e colocando canos. Foi um dia exaustivo. No domingo, só faltava cobrir as paredes. Domingo, 1h da madrugada, bateu um calor insuportável. Quando acordamos, tava fazendo 36 graus na sombra. Meio puto com o calor, eu e meu irmão preparamos a massa e começamos a trabalhar. Daí a pouco, minha mulher apareceu. Ninguém tinha levado roupa leve, então a Laura surgiu de fio dental e sutiã. "Desculpa, meninos, mas o calor me faz muito mal, espero não te deixar constrangido, cunhado", ela falou, sinceramente sufocada pela temperatura. Mas eu parei pra olhar ela. Minha esposa tava usando um conjunto branco de fio dental e sutiã. Aquele fio dental típico que ela usa, bem pequenininho. Um triângulo na frente e uma tanguinha atrás que deixava a bunda dela toda à mostra. Cheguei perto e falei que achava inadequado por causa do meu irmão. "Amor, você sabe que o calor me faz mal de verdade, e eu nem trouxe um short", ela disse, angustiada. O pior detalhe é que os peitos da minha esposa são impossíveis de segurar com um sutiã, e esse que ela usava deixava quase tudo à mostra. Pedi pra ela pelo menos vestir uma camiseta, e ela obedeceu. Eu e meu irmão terminamos o serviço. O calor parecia ter aumentado mais uns graus. A Laura trouxe refrigerante gelado, e meu irmão percebeu que ela tava ainda mais sufocada, o calor tava fazendo efeito. "Cláudio, sua mulher tá morrendo de calor, somos irmãos, pra mim não tem problema ela andar de fio dental e sutiã." Pra minha esposa, foi um alívio. Ela tirou a camiseta de novo, e os peitos gigantes dela ficaram para serem vistas com luxúria. Com meu irmão, tomamos banho e a Laura preparou uns sanduíches, com o calor não dava pra almoçar outra coisa. Sentamos nós três. Meu irmão percebeu que eu estava nervoso por causa da situação de ver minha mulher quase pelada na frente dele. Marcos, como eu disse, é um cara muito esperto e, ao me notar assim, perguntou de brincadeira pra minha mulher: "Cunhada, os peitos pesam muito?" A Laura sorriu com a piada e me olhou pra ver minha reação. Pra não ser um ogro com meu próprio irmão, eu ri. "Sério, sempre me perguntei como, sendo magra, você aguentava esses peitos", disse meu irmão. A Laura só sorria, sempre com medo das minhas reações. "Bom, eles estão no ar, então você pode tirar suas conclusões", falei, entre irritado e tentando me fazer de superior. "Então tenho que agradecer ao calor", disse Marcos, dando uma gargalhada. Terminamos de almoçar e decidimos tirar uma soneca, já que eu tinha que dirigir de volta pra Buenos Aires. Como sempre, dormi na hora. Acordei com a Laura. Saímos do quarto. Meu irmão, sufocado de calor, tinha jogado o colchão na nossa futura sala e dormia profundamente pelado como veio ao mundo. A Laura se assustou ao vê-lo ali daquele jeito, e eu não sabia se cobria ele ou mandava minha esposa voltar pro quarto. O Marcos tem um pau normal, nada exagerado, mas uns ovos raspados, redondos e grandes. Vi que a Laura olhava ele de cima a baixo. Foram segundos, mas pareceram horas. Nisso, meu irmão virou de lado e, abraçando o travesseiro, murmurou: "Assim, Laurita, vem com o papai." Não tava fingindo, tava dormindo. Minha mulher e eu não nos mexemos, e os dois olhavam pro meu irmão nu. A Laura foi pro quarto. Eu a segui e, sem dar chance pra nada, perguntei: "Você se excitou, puta? É meu irmão", enfatizei. Ela pegou no meu pau, que já tava duro, e disse: "Não sou só eu, corno, olha como você tá." Nos beijamos e ela falou: "Seria uma loucura, amor, imagina se ele leva a mal." "Marcos é um comedor, Laura, ele se divorciou e comeu meio bairro", falei enquanto amassava os peitos dela. "Vai, filha da vagabunda marquei um encontro, falei o que queria. Laura tirou a tanga e o sutiã e saiu. Fiquei parado na porta do quarto já me tocando o pau por fora da calça. Minha esposa enfiou um peito na cara dele, o que acordou meu irmão assustado. Quando ele reagiu, falou: "O que você está fazendo, Laura! Não brinca assim porque não vou perdoar você ser a esposa do meu irmão." Minha mulher, como resposta, abaixou e meteu o pau dormido do meu irmão na boca. "Ô filha da puta, você é uma puta chupadora de pau", ele dizia enquanto minha mulher engolia tudo. O pau do meu irmão já tinha crescido na boca dela, o volume na bochecha da cara de Laura dizia tudo. "Dá esses peitos, gata, por favor", pediu Marcos. Ele chupou os peitos dela por um bom tempo. "Monta em mim", ordenou. Marcos tinha se esquecido de mim. Estava tão tarado que nunca perguntou se eu estava dormindo. Laura montou nele, enfiando o pau até o talo. Ela se mexia em círculos enquanto Marcos não parava de chupar os peitos dela. Minha esposa começou a subir e descer cada vez mais rápido e gozou gostoso, caindo no peito do meu irmão. Ela saiu de cima de Marcos e a puta, sabendo que eu estava olhando, disse: "Vem, cunhado, arromba meu cu." Aí eu soltei uma porra incrível. "Ah, você é uma puta mesmo, cunhada, gosta de ter o cu arrombado." Coloquei ela de quatro e sem lubrificação nenhuma, meti de uma vez. "Filha da puta, você tem o cu todo arrebentado", ele disse, louco. Pablo tinha feito um bom trabalho com aquele pau enorme e a bunda de Laura era uma cratera. Marcos comeu ela sem piedade e, com um grito, encheu o cu da cunhada e comadre. Caiu em cima da minha mulher. Saiu de dentro do cu dela e só aí percebeu que eu estava ali. "Ô, porra, meu irmão saiu, Laura?", perguntou desesperado. "Seu irmão me mandou te comer", disse minha esposa, apontando para a porta do quarto onde eu estava parado, vendo tudo. Meu irmão entendeu tudo. Pediu de novo para ela chupar o pau dele e me disse: "Vem, corno, pra ver como ela mama." Cheguei perto e deitei ao lado deles. Laura engoliu. toda a pica. Meu irmão, com os olhos em chamas, me disse: chupa minhas bolas, cuck, vai.
Laura me olhou sem soltar a pica e assentiu com a cabeça. Comecei a lamber as bolas do meu irmão e gostei. Laura tirou a pica da boca e me disse: um bom cuck chupa a pica do macho da esposa dele pra depois enfiar tudo. Meu irmão me ordenou: chupa.
Chupei a pica dele com jeito, nunca tinha feito aquilo, minha esposa foi me ensinando. Fiquei chupando um tempo.
Laura disse: sai daí, cuck, a minha buceta quer pica.
Ele montou nela e cavalgou um bom tempo. Nós três gozamos quase juntos. No fim da tarde, voltamos. Durante a viagem, minha esposa e Marcos falavam daquela fodida gostosa. Desde aquele dia, meu irmão come ela sempre nós três. Mas isso despertou minha bissexualidade, me desvirginando o cu, coisa que contarei em outro relato.

3 comentários - Capítulo 2: Marcos

Que morboso con tu hermano y tu esposa ni se inmuto de la cogida que le dio y tu despertar bi. Como sera en la actualidad si siguen jugando juntos?. Van puntos