Olá, tudo começou quando morávamos os quatro: minha mãe, Mary, de 34 anos, eu com 17, minha irmã de 12 e o caçula de 8. Depois que ela se separou do pai dos meus dois irmãos, trabalhava de vez em quando. Eu parei de estudar e trabalhava pra manter a casa. Minha mãe, quando eu perguntava sobre a vida dela, nunca contava nada, e eu percebi que ela se jogava no fundo do poço. Saía com as amigas, ia pra festa, às vezes bebia demais. Assim começou a beber durante a semana. Nunca a vi como mulher, apesar de ela usar roupas apertadas que marcavam a buceta e o rabo bem redondo e grande, com decotes que quase deixavam os peitões enormes escaparem. Um dia, cheguei do trabalho morrendo de vontade de mijar, cumprimentei meus irmãos e fui ao banheiro. Vejo mamãe tomando banho na minha frente. Olhei os peitões enormes caídos, uma barriguinha e uma moita de pelos enorme. Pedi desculpa, ela fechou a cortina e disse: "Agora entra". Mijei e saí, mas as imagens de ver minha mãe pelada não saíam da minha cabeça. Eu sabia bem que, às vezes, quando ela saía e chegava de madrugada, era porque tinha ido transar. Num sábado, estavam celebrando na casa o aniversário de uma amiga dela, e convidaram os colegas. Fiquei um tempo, depois saí, cheguei perto das 9 da noite. Quase todo mundo estava bêbado. Fui ao quarto ver se meus irmãos estavam bem, perguntei se tinham jantado, disseram que não. Fiquei puto, fiz algo pra eles comerem. Falei pra mamãe: "Tudo bem vocês estarem celebrando, mas você é a dona da casa e meus irmãos estão aqui. Não pode se embebedar desse jeito." Mas ela não ligou. Levei a janta pros meus irmãos, me deitei na cama e acabei dormindo. Acordei, mandei eles dormirem, esperei pegarem no sono e saí do quarto, já que não se ouvia quase nada, só música. Ao sair, vejo a amiga dela dormindo bêbada no sofá, sem dar importância. Fui ao quarto da minha mãe, e ela, bem bêbada, quase dormindo, estava de barriga pra cima, pelada, mal reagindo. E um colega de trabalho dela estava se despindo. Agarrei ele pelo pescoço. Bati e expulsei ela de casa. Fui pegar uns cobertores pra cobrir a amiga dela, e foi aí que percebi que a calça dela tava meio abaixada com a cueca. Separei as nádegas dela e a buceta tava cheia de porra. Cobri ela e fui pro quarto da mãe, que tava de pernas abertas. Examinei a buceta dela, que era enorme, gorda e bem peluda, mas tava limpa. Ela sentiu minhas mãos, olhei pra ela e vi que tava de olhos fechados, só gemendo baixinho "ummm aaahh". Vendo ela excitada, esfreguei a buceta dela, apaguei a luz, me despi e subi nela, entre as pernas dela, e penetrei ela. Mãe, tão bêbada que nem sabia com quem tava trepando, me abraçava pelas costas e só gemia baixinho. Depois, me ajoelhei, levantei as pernas dela encostadas no corpo e meti tudo de uma vez. Aí sim ela soltou uns gemidos mais fortes, dizendo "aahh aahh aaahhh aayyy". Soltei uma das pernas dela e esfreguei o clitóris pequeno dela, fiz ela gozar de tesão e enchi a buceta dela de porra. Depois fui até a amiga dela, quis meter no cu dela, mas ela reclamou. Melhor fui dormir. Naquela noite, comecei a desejar minha mãe toda vez... que chegava em casa e via ela meio bêbada. Ia comprar mais álcool, deixava em cima da mesa sem falar nada, e ela via e bebia. Eu garantia que meus irmãos dormissem, levava ela pro quarto e dava duas trepadas sempre na buceta peluda dela. Quando minha irmã fez aniversário, comemoramos, e depois mãe acabou bebendo com os convidados. Eu tinha uma garrafa de vinho guardada. Já bem de noite, só tinha sobrado o irmão dela e um amigo. Vendo que meus irmãos dormiam, me fiz de desentendido. Percebi que o amigo queria aproveitar o estado bêbado dela, fui e expulsei ele. Peguei a garrafa de vinho, eles beberam até a metade com meu tio, e ele foi embora bem bêbado. Mãe mal abria os olhos, não me reconhecia, me dizia pra continuarmos bebendo, pensando que eu era algum amigo dela. Dei mais vinho pra ela. Quando ela tava quase dormindo, apaguei a luz, deixando só a da cozinha pra ficar mais escuro. Abracei ela, passando meu braço atrás do pescoço dela, e sussurrei no ouvido: "Mary". Não dorme não, vamos continuar de onde paramos. Ela mal dizia sim pra tudo, eu beijava ela e ela mal respondia. Peguei nas... tetas dela, meti a mão dentro da calça dela, fiquei tocando a buceta dela. Levei ela pro quarto com a luz apagada, ajudei a tirar a roupa, ela me beijou, deitamos e comecei a comer ela. Mamãe gemia até gozar, e eu enchi a buceta dela de porra. Ela virou de lado pra dormir, me dando as costas. Olhei a bunda grande dela, que me deu vontade. Encostei nas costas dela, quase dormindo, ela mal reagia, devagar. Fui deixando ela de bruços, passei saliva no meu pau e no cu dela, meti um dedo. Ela disse "não", tirei o dedo e enfiei a cabeça do meu pau. Na hora, mamãe tentava reagir, mas tava tão bêbada que só falava "ai não, ai dói, ai devagar, só isso". Mas eu continuei devagar, comecei a me mexer enquanto ela dizia "ai, ai, já chega, dói, vai rápido". Quis me mexer mais rápido, mas ela deu um grito forte: "Aaaaiii". Continuei devagar até gozar dentro dela. Fiz isso várias vezes. Hoje em dia, mamãe mora sozinha, eu tenho minha família, mas de vez em quando vou na casa dela, já que ela nunca para de beber e pelo visto é alcoólatra. Eu levo mais bebida pra ela, espero que ela fique bem bêbada pra eu comer ela até deixar a buceta e o cu dela abertos, cheios de porra.
1 comentários - Aprovecho que mamá es bebedora para embriagarla