Azuma x Shinano Hiper Futa

Shinano estava descansando num tatame, se abanando de leve, quando Azuma entrou no quarto. Na hora, as orelhas da raposinha se eriçaram, e ela estudou Azuma por cima da borda do leque, semicerrando os olhos até virarem fendas. "E o que você estaria fazendo aqui?" Azuma sorriu enquanto se aproximava, ajoelhou-se diante de Shinano e jogou o cabelo para trás. — Você ficou fora do Império por um tempo. O pessoal acha que você precisa relaxar um pouco, sabe, pra aliviar o peso. Olhando de perto, acho que concordo com eles. — Ah, é? — Shinano fechou o leque com um estalo e o largou de lado. Sentou-se de pernas cruzadas, reclinando-se para trás e se apoiando numa mão sobre o tatame. — E o que te faz pensar isso? — Hmm, o que será…? — perguntou Azuma, se aproximando mais um pouco. — Será que é sua postura de sentar tão sem-vergonha? Pode ser parte disso, mas acho que a gente tem que ir atrás da causa dessa postura. — Azuma baixou o olhar e um sorrisão se abriu no rosto dela. — Ah, já entendi. É o seu volumezão, gordo e pulsante, que me deu a pista! Shinano jogou a cabeça para trás, fazendo o cabelo prateado comprido cair pelas costas, enquanto as orelhas se mexiam impacientes. Ela torceu o nariz e encarou Azuma com raiva. — Não vou negar que o tempo que passei na estrada me deixou… poucas chances de saciar meus desejos mais baixos. O que você pretende fazer a respeito? Azuma ficou de quatro e se arrastou para frente, sem se importar com decoro. Shinano se inclinou para trás quando Azuma começou a cobri-la, pressionando até que os peitos dela ficassem sobre os da kitsune, e balançaram forte enquanto se encaravam. As mãos de Azuma agarraram aquele volume obsceno que esticava a saia, sentindo ele pulsar e tremer sob os dedos. Shinano se recusou a deixar a expressão facial trair a pura intensidade que Ardendo de luxúria, mas suas bochechas ficaram ainda mais vermelhas quando Azuma olhou nos olhos dela. — Tava pensando — disse Azuma — que eu podia pegar essa porra de pau monstruoso... e enfiar cada centímetro dele até o fundo da minha garganta. O que você acha disso pra descansar e relaxar? — Ela piscou de forma brincalhona e, no final, Shinano não conseguiu mais esconder. A mão direita dela foi direto pra garganta de Azuma, apertando com força, e ela se virou bruscamente pra poder rolar por cima de Azuma. A beleza de cabelo escuro ofegou enquanto se espalhava de costas, com a kitsune montada nas suas cadeiras e rosnando no ouvido dela. — É uma proposta perigosa. Assim que você me ligar, não vou parar até eu ficar completamente satisfeita. Entendeu? — Mmnf. S-Sim, senhora — ronronou Azuma e mordeu o lábio inferior de Shinano, puxando ele de leve enquanto a kitsune a fulminava com o olhar. Finalmente, Shinano se afastou e ficou de pé, sem nem olhar pra Azuma enquanto começava a se despir. Azuma deu uma risadinha e fez o mesmo, tirando a roupa e jogando pros quatro cantos do quarto, mostrando o corpo sem um pingo de vergonha. Mas manteve os olhos em Shinano, observando com gula aqueles peitões pálidos e enormes balançando soltos... seguidos pelo maior pau que Azuma já tinha visto na vida. Explodiu da saia dela assim que ela puxou o tecido pra baixo, como se tivesse se esforçando pra se libertar o tempo todo; um verdadeiro monstro de vara, cheio de veias grossas como o polegar de Azuma, aumentando de volume devagar e constante, ganhando em comprimento e grossura enquanto as bolas enormes do tamanho de uma cabeça pulsavam embaixo. Shinano manteve os olhos fechados como se estivesse furiosa, finalmente de pé, nua exceto pelas meias brancas. Só abriu os olhos quando se virou pra Azuma, que esperava com as mãos na cintura. — Nossa — disse Azuma, impressionada e um pouco —assustada. Nunca tinha visto um tão grande. —Nem tô completamente duro —disse Shinano—. É o que acontece quando fico um tempo sem me aliviar. Tava planejando gozar no banheiro, mas parece que não vai ser necessário. —Ela avançou devagar, com passos firmes, forçando Azuma a dar um passo pra trás com sua aura ardente de luxúria. Os olhos de Azuma tremeram, e por mais que tentasse manter uma cara de confiança, tava ficando impossível. Cada célula do corpo dela tava apavorada com essa mulher imponente, e mesmo enquanto Azuma sorria, se viu recuando passo a passo, até que a bunda dela bateu na parede e a cabeça gigante da pica de Shinano pressionou contra sua barriga macia. —E então? —perguntou Shinano, firme, cruzando os braços debaixo dos peitos nus—. Pensei que você ia engolir. Não me diga que é uma mulher que volta atrás na palavra... Azuma ficou encarando Shinano, de boca aberta, por uns instantes. Engolir...? Será que ela realmente tinha dito uma merda tão grande? Engoliu saliva e tava prestes a falar quando Shinano a interrompeu. —Você despertou minha luxúria —disse a kitsune—. Se recuar agora, não vou ter escolha a não ser fazer uma bagunça pelo prédio inteiro. Não vai sobrar um buraco sequer sem ser tocado; nem o seu, nem o de mais ninguém. As paredes vão ficar manchadas de porra e ninguém vai conseguir andar por dias. Entendeu? Azuma percebeu que tava tremendo diante do poder puro dessa mulher. Mesmo assim, no fim, mordeu o lábio, respirou fundo algumas vezes e se acalmou o suficiente pra encarar o olhar de Shinano. "... Entendi", disse, conseguindo manter um tom firme. "Quê? Achou que eu ia fazer uma proposta dessas e NÃO cumprir? Puta merda..." Apoiou as mãos na pica monstruosa e enfurecida de Shinano, que nessa altura já devia ter uns trinta centímetros, e passou as duas mãos devagar pelas laterais. Observou, maravilhada, como o monstro se flexionava e pulsava em resposta ao toque, as veias quase pareciam se reorganizar sob a superfície. Uma grossa bolha branca de pré-gozo escorria da ponta de Shinano e descia pela barriga de Azuma, derramando-se sobre a buceta encharcada e pelas coxas dela enquanto ela respirava fundo. Azuma não conseguia acreditar no que estava vendo, mas sabia que não tinha escolha: sua única opção era satisfazer Azuma e a gigantesca rola dela até que estivesse bem satisfeita... não importava quanto tempo levasse. Na verdade, agora que tinha superado o medo enlouquecedor de tudo aquilo, Azuma estava bem excitada. —Você está me apertando um pouco forte — disse Azuma, e Shinano bufou enquanto recuava, dando à sua presa um pouco de espaço para respirar. Um fio lascivo de gozo ultrafino se esticou entre a ponta da rola de Shinano e a barriga de Azuma, depois se rompeu e respingou nas duas pernas, sem falar no chão debaixo delas. Azuma manteve os olhos naquela rola gigante e furiosa, respirando fundo enquanto se ajoelhava. Não fazia ideia de como enfrentar um monstro daquele tamanho, mas agora estava ofegante, a centímetros da ponta, e sabia que não tinha como voltar atrás. —Mm... — gemeu Shinano quando Azuma deu um beijo carinhoso na cabeça do pau dela, provocando um espasmo de prazer no pênis agitado da kitsune. A reação dela a um simples beijo foi maravilhosa: suas costas se arquearam, a barriga pálida se contraiu e os testículos se ergueram levemente no saco resistente... e um momento depois, um pré-gozo quente e salgado jorrou no rosto de Azuma, uma descarga de gozo que a encheu de porra, e ela foi obrigada a lamber e engolir. A sensação daquele creme escorrendo garganta abaixo foi... algo completamente diferente. Quando suas bochechas ficaram perfeitamente vermelhas, Azuma agarrou o pau de Shinano, abriu o máximo que pôde e enfiou a cara nele. —Auhhmf... — Azuma era uma profissional de garganta Fundo, uma das melhores, e ainda assim... ainda assim, mal conseguia colocar a cabeça da pica da Shinano na boca. Ela grunhiu, tossiu e se esforçou, mas não conseguia enfiar aquela circunferência enorme além da mandíbula, igual não conseguiria engolir uma toranja inteira. Shinano observou com curiosidade enquanto ela cuspia e babava, antes de revirar os olhos e agarrar o cabelo longo e escuro de Azuma. — Precisa de ajuda? — perguntou Shinano, e então puxou Azuma para perto enquanto a empurrava com força pra frente. Azuma grunhiu e seus olhos se encheram de lágrimas desesperadamente, mas a pica ainda não entrava. Outra estocada — glurhk! — e aquela coluna enorme continuava se recusando a afundar além das amígdalas. Shinano suspirou e Azuma pensou — ou quase esperou — que ela fosse recuar, mas em vez disso, ela se inclinou pra frente, sobre a cabeça de Azuma, e respirou fundo, como preparação. ESP-ESP-ESP! Com um puxão intenso e furioso, Shinano enrolou o cabelo de Azuma em volta dos próprios quadris e se jogou com toda a força. Azuma sentiu a mandíbula deslocar e seu pescoço fino e pequeno inchar anormalmente em volta do martelo colossal e pulsante de Shinano. Ela cambaleou quase até o estômago com uma única estocada, e a segunda levou até lá, batendo na boca do seu ventre e esmagando as entranhas pro lado, abrindo espaço no torso praquele pênis gigante de trinta polegadas ocupar! Isso estava além de tudo que Azuma já tinha experimentado; além de tudo que ela tinha sonhado. Ela não estava fazendo garganta profunda nessa pica; ela estava se tornando o buraco dela, e um descartável ainda por cima, do tipo que você destrói completamente antes de jogar no lixo. Glurrrk! A baba escorria em borbotões pelo queixo de Azuma, pelo pescoço inchado e pelos peitos enormes e balançando enquanto Shinano começava a foder a garganta dela sem cerimônia, entrando e saindo, entrando e saindo. Batendo e estalando suas bolas enormes cheias de porra contra o topo dos peitos dela. Shinano não mostrou piedade com a garganta de Azuma, grunhindo e rugindo enquanto realizava sua conquista cruel do trato digestivo da amiga. —Hnn! —Shinano mordeu o lábio e Azuma ficou vesga enquanto aquela pica obscena engrossava ainda mais, jorrando um jato grosso de líquido pré-seminal nas entranhas dela. A barriga dela sentiu uma tensão intensa por um segundo, e então o creme jorrou do cu de Azuma e voou vários metros pelo chão. A visão dela ficou embaçada: isso realmente estava acontecendo? Que tipo de besta era Shinano? A kitsune enrolou o cabelo de Azuma em volta dos punhos como se fossem guidões, bufando e ofegando enquanto se jogava para trás e metia nela uma e outra vez, de novo! Azuma balançava na pica de Shinano como uma máquina de ordenhar agora, gorgolejando, engasgando e babando, com a boca aberta igual um prato e a garganta inchada junto. Dizer que Azuma estava sendo levada ao limite seria exagerar muito os fatos. Os limites dela tinham sido abertos e quebrados ao redor da pica divina furiosa de Shinano, e agora Shinano decidiria o quão destruída Azuma ficaria quando tudo isso acabasse. Pra piorar, a pica de Shinano continuava crescendo. Inacreditavelmente, enquanto a kitsune empurrava com força dentro das entranhas moles e largadas de Azuma, Azuma sentiu os lábios dela se esticarem ainda mais, a língua se achatar e as amígdalas se apertarem ainda mais do que o impossível em que já estavam apertadas. Parecia que mais e mais pica surgia dentro dela a cada estocada, fazendo os olhos dela mostrarem só o branco, as lágrimas escorrendo pelas bochechas vermelhas brilhantes enquanto ela se transformava no brinquedo de pica de Shinano. HURK, GLURK, GLURK, GLURK, GLURK! A força das estocadas de Shinano foi suficiente pra fazer os peitos e a bunda de Azuma balançarem enquanto, com a cada potente estocada, aquela pica monstruosa subia além da barriga dela e mais fundo nas suas entranhas. Ela engasgava e babava sem controle com aquela pica enorme, inclinando-se para frente na diagonal pra deixar o pau da Shinano passar direto, e enquanto endireitava os intestinos dela, mais e mais líquido pré-gozo escorria do cu da Azuma. Ela tava indefesa, e as coisas iam ficar muito piores pra ela. — ENFIA TUDO! — gritou Shinano enquanto dava as estocadas mais brutais que Azuma já tinha sentido, batendo na cara dela e enfiando aquela pica colossal pelo trato digestivo dela com uma fúria sem piedade. De repente, o quadril da Shinano bateu na cara da Azuma, e os olhos da Azuma se fixaram no breve instante anterior, com um SPLURCH grotesco e espirrando, o cu dela esticado tão largo quanto um prato de comida, e a cabeça da pica da Shinano explodiu ao ar livre, cuspindo um jorro grosso de porra de bola ao emergir! Azuma mal tava consciente do que tinha acabado de acontecer; ela gemeu fraco e tremeu em cima da pica da Shinano, apertando forte cada centímetro, enquanto Shinano ofegava por ar precioso. Essa era uma sensação nova pra raposinha tarada, e ela tremeu muito enquanto tentava se recompor, mas foi em vão. Ela não precisava acalmar essa maré; Ela precisava cavalgá-la, e isso significava agarrar com força os quadris da Azuma, se curvar sobre ela e começar a... SCHLOKK, GLUKK, GLUK, SCHLORP, GLORK, GLORK~! Shinano meteu na Azuma até o talo, a cabeça da pica dela sumindo e aparecendo daquele cu frouxo e borbulhante uma e outra vez! Com bombadas brutais do quadril, Shinano encheu a Azuma mais do que qualquer garota já tinha sido preenchida antes, transformando ela não só num buraco, mas numa bainha de pinto largada e gastada. Azuma nunca mais ia transar normal, não depois de ter sido esticada tão além dos limites, depois de ter foi aberta como o brinquedo de puta que nasceu pra ser. Não tinha outra escolha senão balbuciar, babar e glurk, glurk, glurk na pulsante piroca monstruosa da Shinano, esticada dos dois lados num único falo avassalador, todo seu ser dedicado à adoração e prazer dela. Shinano suava pra caralho e os peitos dela batiam um no outro a cada estocada. Ela se esforçava que nem uma máquina, bombando muito além do ponto em que qualquer outra mina já teria desmaiado de exaustão, se mantendo consciente só pelo êxtase selvagem que explodia no sistema dela. —Uf... nngh... haaah! —Ela se tremia e enrolava os dedos do pé, apertando mais forte as cadeiras da Azuma nas profundezas do êxtase. Queria mais, mais, mais dessa marca única e singular de prazer. Será que ia empalar todas as minas com quem transasse daqui pra frente? Azuma suava igualmente forte, e esse suor se misturava com ondas de líquido pré-gozo, baba e melancia de buceta. Ela gozou quando a piroca da Shinano pulsou dentro dela, esmagando o útero dela apesar de sua pobre buceta não ter sido tocada até então. Os olhos dela viraram de novo enquanto tremia no orgasmo, balançando sem parar sob as fortes estocadas da Shinano, a bunda dela rebolava e os peitos balançavam até o pescoço inchado pela piroca. Os lábios dela se franziam cada vez que a glande da Shinano se soltava, esticava até proporções insanas e depois se compactava de novo quando ela recuava. Resumindo, Azuma já não parecia mais completamente humana, mas uma espécie de híbrido entre humana e brinquedo sexual, e Shinano planejava tirar o máximo proveito do seu brinquedo mais novo. Enquanto Shinano se aproximava do orgasmo, apertou com força a bunda da Azuma, se inclinando por completo sobre o corpo dela, e grunhiu enquanto jogava as cadeiras pra frente uma última vez, batendo a pélvis contra os lábios da Azuma. As bolas dela subiram, a piroca pulsou e então explodiu uma monstruosa carga no ar. Jato após jato de porra espessa e gostosa saiu disparado pelo ar, se arqueando pelo quarto e respingando na parede. Shinano gemeu alto, incapaz de controlar a voz em meio a tanto prazer intenso e alucinante. Tremendo, se sacudindo, gorgolejando alegremente, ela se arqueou e se arqueou e se arqueou, drenando as bolas através das entranhas apertadas de Azuma e pra fora do cu dela. Só quando a carga começou a acalmar, Shinano se retirou devagar, empurrando a cabeça do pau pro cu de Azuma e depois através das entranhas dela, deixando um rastro de baba em cada centímetro do caminho. Azuma não conseguiu fazer nada além de se contrair e cantarolar enquanto Shinano se retirava, sentindo o pau ainda duro continuar pulsando dentro dela. Por fim, os lábios de Azuma se franziram e — *schlork!* — a cabeça do pau de Shinano se soltou, junto com inúmeras teias de porra pegajosa das bolas que balançaram e vibraram enquanto se esticavam entre a boca de Azuma e o pau da kitsune. Shinano cambaleou pra trás alguns passos, tonta, antes de seus olhos se focarem de repente e contemplarem sua obra. Azuma gemeu de joelhos, com a boca ainda escancarada. Shinano quase conseguia ver através dela, dentro da boca e fora do cu, até que o canal se fechou de novo. Azuma se ajoelhou numa poça enorme de porra, e a parede atrás dela estava encharcada de esperma quente e fumegante. Shinano sorriu ao ver e fez um gesto com o dedo pra Azuma, uma ordem silenciosa. Embora estivesse com os olhos turvos, Azuma deve ter visto o sinal, porque se arrastou até Shinano e pressionou a bochecha contra a palma acariciadora da kitsune, se deixando acariciar. "Uoghh..." gorgolejou, fazendo Shinano rir. — Te quebrei? — perguntou —. Mas nem terminei, coitadinha. Quando Azuma percebeu isso, Shinano já tinha se movido pra trás dela e colocado aquela rola enorme sobre sua costas, movendo-a de um lado para o outro sobre as nádegas dela até chegar ao pescoço. Azuma miou confusa, mas logo os planos de Shinano se revelaram: a kitsune arrastou os quadris completamente para trás e, finalmente, sua grossa e quente glande tocou os minúsculos lábios vaginais de Shinano. O pânico voltou aos olhos de Azuma, e ela começou a se contorcer e ofegar, mas não tinha para onde ir. Os olhos de Shinano se semicerraram com triunfo cruel enquanto agarrava a bunda de Azuma, afundando os dedos e polegares profundamente na carne macia, e começou a empurrar contra aquela buceta molhada e rosada. Azuma se debateu violentamente, mas tudo foi em vão; logo ela ficou vesga e gritou enquanto sua buceta se esticava ao redor daquele pilar brutal de pica, abrindo-se cada vez mais a cada segundo, até que, finalmente, a glande de Shinano deslizou para dentro dela e inchou sua barriga. — Hnn... A bainha de pica perfeita — disse Shinano, e deu um tapa forte na bunda de Azuma, antes de ENFIAR a buceta dela com sua monstruosa e esmagadora pica! A barriga de Azuma inchou enormemente, projetando-se como um barril enquanto seus olhos reviravam para trás. A essa altura, seu rosto vermelho estava encharcado de lágrimas, seus olhos estavam fundos de cansaço e sua língua pendia da boca aberta, babando constantemente uma mistura de saliva e porra enquanto Shinano tomava o que queria, como queria. Logo, a kitsune estava movendo os quadris de um lado para o outro com um poder feroz, balançando Azuma sobre sua pica, fazendo-a engasgar e gritar de êxtase vertiginoso. Nenhuma mulher poderia esperar lidar com o verdadeiro poder da pica de Shinano, e Azuma não era exceção; Ela se sentiu à beira de desmaiar, seu mundo se desfiando nas bordas de sua visão, seus pensamentos se afastando enquanto Shinano esticava sua buceta além de toda lógica e razão. SCHLOP! PLAP! PLAP! CLOP! Shinano bombeou mais forte e mais rápido enquanto se aquecia, uma segunda carga gigante cozinhando naquelas bolas enormes que balançavam. Glunk, slosh, glunk! Enquanto enchiam, ele bateu na bunda da Azuma até deixá-la sem sentidos, ao mesmo tempo que agarrava o cabelo dela com um aperto forte e puxava a cabeça dela para trás. SMACK, SMACK, SMACK, SMACK! —E aí? —ronronou Shinano—. Espero que você não esteja… nngh… se arrependendo disso. —Ele nunca parou de bombar, nem diminuiu a velocidade por um segundo; continuando seu ataque implacável ao útero da Azuma enquanto falava. No entanto, Azuma estava além de qualquer tipo de resposta, logo cantando em outro orgasmo selvagem e escorrendo enquanto Shinano a fodia até deixá-la besta. Shinano sabia que também ia gozar logo, mas manteve uma expressão altiva e inabalável enquanto amolecia o útero da Azuma até submetê-lo. Azuma gritava e gritava, mas suas respostas foram silenciadas pelo cansaço; ela ia desmaiar, e Shinano queria gozar dentro dela antes que isso acontecesse. Agarrando aquela bunda grossa com força, ele bateu o mais forte que podia, rangendo os dentes e grunhindo toda vez que a cabeça da piroca batia. PLAP! PLAP! SMACK! SMACK... SCHPLURRRRT! Os lábios de Shinano se franziram num "o" de surpresa quando ele atingiu o clímax, descarregando jatos gigantes e barulhentos de creme no útero da Azuma. O suprimento interno dele parecia interminável, continuando a explodir até além dos limites do primeiro orgasmo. As bolas dele apertaram com força, dolorosamente, e os olhos dele embaçaram com lágrimas enquanto continuava gozando. A barriga da Azuma inchou para fora e para baixo, primeiro parecendo muito grávida de trigêmeos... quadrigêmeos... oitogêmeos... E depois inchou como uma bola de praia, a barriga dela tocando o chão, de modo que era mais sustentada por isso do que pelos braços e pernas. Jatos selvagens e pressurizados de sêmen lavaram a barriga e as coxas de Shinano enquanto ele gemia pedindo misericórdia. da própria pica gigante! Balançando, arqueando, maltratando aquela bunda gostosa... Shinano quase perdeu a cabeça no meio de todo aquele prazer. E quando parou de gozar... Shinano deslizou pra trás, a pica dela arrancou da buceta da Azuma de uma vez e depois estourou pra cima, batendo na cara de Shinano antes de cair de novo. Ensopada no próprio esperma, Shinano desabou no chão, onde ficou sentada ofegando e gemendo, tremendo da cabeça aos pés. "Ah... ah... ~" Azuma não descansava em nada além da barriga, com braços e pernas largados inutilmente no chão enquanto gorgolejava e soltava um jorro de esperma da buceta aberta. De vez em quando dava um espasmo, mas os olhos estavam virados, inconsciente.

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